Crise no São Paulo: Casares assume erros, antecipa mudanças e projeta reconstrução para 2026

O São Paulo vive um de seus momentos mais turbulentos dos últimos anos após a derrota por 6 a 0 para o Fluminense, no Maracanã, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Abalado pelo resultado e pressionado interna e externamente, o presidente Julio Casares concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira e admitiu falhas no planejamento da temporada, além de anunciar mudanças profundas no departamento de futebol. A goleada precipitou a saída do diretor de futebol, Carlos Belmonte, e dos adjuntos Nelson Marques Ferreira e Fernando Bracalle Ambrogi, abrindo espaço para uma reformulação que, segundo ele, já estava desenhada para ocorrer ao fim do ano.

Nos dois primeiros momentos da coletiva, o presidente adotou tom de responsabilidade compartilhada. Para Casares, a crise que tomou conta do clube não é fruto de decisões isoladas, mas sim de um conjunto de escolhas equivocadas. Ele destacou que, apesar da pressão por impeachment vinda de parte da oposição, recebeu apoio da coalizão que o sustenta politicamente e disse confiar na capacidade de entregar um balanço financeiro positivo, que serviria de base para um 2026 mais competitivo. “Me sinto parte integrante deste momento. A responsabilidade é coletiva. Do presidente, da diretoria, da comissão técnica e dos atletas”, afirmou.

Mudanças antecipadas e novo modelo de gestão

A derrota no Rio de Janeiro acelerou um processo de transição que, de acordo com Casares, aconteceria após o término do Brasileirão. A saída de Belmonte e dos demais membros da diretoria de futebol abriu espaço para que Rui Costa, executivo contratado anteriormente, assumisse a liderança do setor ao lado de Muricy Ramalho, que permanecerá como coordenador.

O presidente também explicou a participação crescente de Marcio Carlomagno, superintendente que ele define como “CEO” do clube. Segundo Casares, Carlomagno não assume o papel de diretor de futebol, mas estará presente para auxiliar na consolidação da profissionalização do clube, assim como já faz em outros departamentos. Ele reforçou que, com a nova estrutura, nenhum conselheiro atuará diretamente no futebol, que será comandado exclusivamente por profissionais contratados.

Visivelmente abalado com o momento, o presidente voltou a admitir frustrações. Disse que o clube viveu um “momento desastroso” diante do Fluminense e que não havia alternativa senão antecipar o processo de mudança estrutural. A ideia, segundo ele, é preparar o São Paulo para ter uma temporada mais sólida em 2026, corrigindo as falhas de gestão que se acumularam no ano atual.


Melhores momentos da goleada sofrida do tricolor paulista (Vídeo: reprodução/YouTube/geTV)


Crespo nos planos e repercussão de críticas internas

Durante a coletiva, Casares tratou da situação do técnico Hernán Crespo, considerado peça central no planejamento traçado para o futuro. O presidente afirmou acreditar na permanência do treinador, que participa das decisões voltadas para o próximo ano. A expectativa da diretoria é que Crespo continue no comando e ajude a implementar o novo ciclo.

Casares também respondeu sobre as declarações recentes de Luiz Gustavo, que expôs frustrações após a goleada. O presidente minimizou a fala do volante, dizendo que interpreta seu desabafo como reflexo do sentimento coletivo. Ele observou que o jogador não culpou indivíduos, mas destacou a necessidade de correções amplas. Em vários momentos, Casares ressaltou que o elenco enfrentou problemas sérios ao longo da temporada, como um número elevado de lesões — 15 ao total, o que, segundo ele, prejudicou substancialmente o nível de competitividade da equipe.

Outro ponto discutido foi a conversa realizada entre Rui Costa e Luiz Gustavo. Para Casares, a situação foi conduzida internamente e serviu para reforçar que o clube precisa encarar seus erros de forma conjunta, sem apontar culpados individuais. O presidente voltou a frisar que, apesar das críticas, mantém confiança na comissão técnica e nos profissionais responsáveis pela preparação física e médica.


Hérnan Crespo sendo anúnciado pelo Julio Cazares (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Ricardo Moreira)


Erros, temporada frustrante e papel do “CEO” no futuro

Ao falar sobre os erros cometidos, Casares evitou listar falhas específicas, mas reconheceu que delegou demais e que o planejamento esportivo não foi bem executado. Ele mencionou reforços que sofreram lesões graves e comprometeram a estratégia inicial, além de lamentar o impacto do calendário apertado, que dificultou ajustes ao longo do ano. Segundo o presidente, 2024 já havia sido difícil, e a goleada sofrida apenas acentuou um cenário que já exigia mudanças profundas.

Casares também voltou a comentar o papel de Marcio Carlomagno no processo de reestruturação. Ele afirmou que o superintendente possui sólida experiência em gestão e orçamento, atributos essenciais para o plano de médio prazo do clube. O presidente destacou que, em instituições associativas como o São Paulo, a capacidade de combinar gestão de pessoas com conhecimento técnico é fundamental — algo que, segundo ele, Carlomagno reúne.

Com a temporada chegando ao fim e o São Paulo acumulando decepções, Casares decidiu fazer um “mea culpa” público. Ele reconheceu que a equipe teve momentos de reação, mas ficou aquém das expectativas. Ainda assim, disse acreditar na união interna e garantiu que já conversa com dirigentes e profissionais para consolidar o novo caminho.

O São Paulo agora tenta se reorganizar antes de concluir o Brasileirão, ao mesmo tempo em que inicia, de forma antecipada, sua preparação para 2026. A crise escancarou falhas, mas também forçou decisões que, segundo a diretoria, serão fundamentais para um processo de reconstrução mais sólido. O futuro imediato continua repleto de questionamentos, mas o clube aposta que a reestruturação pode recolocar o time no caminho da competitividade.

Bruna Marquezine desabafa sobre ansiedade aos 30 e questiona cobranças dirigidas a mulheres na mídia

Bruna Marquezine abriu um raro espaço de vulnerabilidade ao comentar, durante participação no Angélica Ao Vivo (GNT), que viveu uma “pré-crise existencial” motivada pela pressão da indústria em torno do envelhecimento feminino. 

Aos 30 anos recém-completados, ela explicou que a angústia surgiu bem antes, entre os 28 e 29, quando passou a sentir que havia uma cobrança velada para corresponder a expectativas estéticas e profissionais associadas à juventude. Para a atriz, a indústria do entretenimento pode ser “cruel” com mulheres, reforçando a sensação de que o tempo está sempre correndo contra elas, mesmo quando ainda se está na casa dos vinte.

O debate sobre etarismo no entretenimento

A fala de Bruna reacende um tema que vem ganhando relevância: o etarismo, ainda muito presente na televisão, na publicidade e nas redes sociais. Mulheres conhecidas do grande público costumam enfrentar vigilância permanente sobre aparência, carreira e vida pessoal, enquanto homens da mesma idade raramente passam pelo mesmo escrutínio. 


Bruna comenta sobre crise dos 30 anos (Vídeo: reprodução/X/@Tiagupereira)


Em diferentes momentos, a atriz já comentou a pressão por cumprir “marcos sociais” como casar ou ter filhos e como isso contribui para uma sensação de inadequação. No programa, a atriz Heloísa Périssé, de 59 anos, fez um contraponto ao afirmar viver sua “segunda adolescência”, destacando que a maturidade também pode representar liberdade e reinvenção. O diálogo reforçou que envelhecer não deveria ser uma ameaça, mas um processo natural e plural, ainda que a indústria nem sempre acompanhe essa mudança de olhar.

Uma discussão que vai além das celebridades

O desabafo de Bruna não se limita ao universo das famosas: reflete inseguranças comuns a muitas mulheres que convivem com expectativas irreais sobre o corpo, o tempo e a aparência. A cultura da juventude eterna segue dominante, especialmente em setores como a moda, o audiovisual e a beleza, que frequentemente associam valor profissional e relevância midiática a rostos jovens. 

Ao falar abertamente sobre sua própria ansiedade, a atriz ajuda a deslocar essa narrativa, abrindo espaço para questionamentos mais profundos sobre padrões, saúde mental e representatividade. Seu relato funciona como um convite para que a indústria e o público reconsiderem a forma como tratam o envelhecimento feminino e reconheçam que maturidade e carreira podem coexistir sem culpa, sem medo e sem rótulos.

Tensão global no setor automotivo: crise de chips gera incerteza e paralisações

A indústria automobilística mundial enfrenta um novo e grave revés em sua já frágil cadeia de suprimentos. Uma escalada nas tensões geopolíticas, centrada na empresa holandesa de semicondutores Nexperia, acendeu um alerta vermelho entre as gigantes do setor. Com a proibição de exportações de componentes da Nexperia a partir da China, montadoras globais, como a Nissan e a Mercedes-Benz, correm contra o tempo para garantir estoques e explorar rotas de fornecimento alternativas.

A situação se tornou crítica após o governo holandês assumir o controle operacional da Nexperia, citando preocupações relativas à transferência de tecnologia para sua controladora chinesa, a Wingtech, um movimento que Washington classificou como um potencial risco à segurança nacional. Em retaliação, Pequim impôs a restrição de exportação, mergulhando o setor automotivo em um mar de incerteza.

Crise de semicondutores expõe vulnerabilidade das montadoras

A Nissan, uma das afetadas, admitiu estar em uma posição delicada. Guillaume Cartier, diretor de Desempenho da empresa, em declarações no Japan Mobility Show, afirmou que a montadora possuía suprimento garantido apenas “até a primeira semana de novembro”, um prazo apertado que sublinha a urgência do momento. Cartier ressaltou que, mesmo após aprenderem com a escassez da pandemia de Covid-19 e buscarem estocar componentes, as fabricantes permanecem reféns da saúde de seus fornecedores, especialmente os de escalões inferiores na complexa pirâmide de suprimentos. A dificuldade em mapear a disponibilidade de chips avança conforme se desce na cadeia, além dos fornecedores de “nível 1”.


Matéria sobre o governo da Holanda assumir o controle da fabricante Nexperia (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)


Na prática, os impactos já são tangíveis. A Honda suspendeu a produção em uma de suas fábricas no México na terça-feira e já iniciou ajustes fabris nos Estados Unidos e Canadá. No Brasil, a preocupação é palpável: um funcionário do governo local advertiu que, se a crise persistir, algumas plantas fabris podem ser forçadas a interromper as operações em um horizonte de duas a três semanas.

Os semicondutores da Nexperia são cruciais para diversos componentes automotivos, e esta crise se soma aos desafios pré-existentes do setor, como tarifas americanas e restrições chinesas sobre terras raras.

Crise nas cadeias globais exige soluções diplomáticas

O CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, confirmou que a busca por soluções está em pleno andamento: “É evidente que estamos vasculhando o mundo em busca de alternativas”, disse, embora a empresa alemã esteja “preparada” para o curto prazo. Källenius diferenciou claramente este cenário da última crise de chips, enfatizando que a nova ameaça possui raízes políticas e, portanto, demandará uma solução diplomática.

A vulnerabilidade das cadeias de suprimentos globais diante de atritos comerciais ficou mais uma vez exposta. Como pontuou Källenius, “em um carro moderno de alta tecnologia, você tem praticamente os cinco continentes dentro dele”. Especialistas avaliam que, embora paralisações e o uso de peças alternativas sejam medidas de curto prazo, a solução definitiva passará, inevitavelmente, por negociações diretas entre empresas e governos, especialmente com a China. Klaus Schmitz, sócio da consultoria Arthur D. Little, prevê que o impacto real ainda está por vir, mas aponta para uma “situação bastante crítica”.

Após jornal falar em crise com Neymar, Bruna Biancardi faz publicação nas redes

Nesta segunda-feira (13), após boatos de crise no relacionamento entre Bruna Biancardi e Neymar, a influenciadora publicou foto beijando o marido no aniversário de Mavie, filha do casal. 

Os rumores sobre suposta crise começaram após a publicação de uma reportagem do jornal Extra, em que enfatizou um afastamento do casal. Dessa forma, de acordo com o jornal, a influenciadora e o jogador do Santos teriam deixado de interagir entre si nas redes sociais, além de comparecerem a compromissos separados.    

Motivo do suposto afastamento

Segundo o jornal, o suposto afastamento do casal teria começado após a divulgação de uma ligação da influenciadora Virginia Fonseca à Neymar pela madrugada. De acordo com a informação, dada por Leo Dias no “Melhor da Tarde”, a chamada teria sido recusada por Bruna que, na sequência, teria mandado uma mensagem questionando o motivo da ligação: “O que uma mulher casada está ligando para um homem casado às duas da manhã?”. 

De acordo com Leo Dias, Virginia teria se desculpado imediatamente e optou por não comparecer ao leilão beneficente do Instituto Neymar Jr. De acordo com o jornalista, a influenciadora teria ligado para o jogador por motivos profissionais, a fim de conseguir patrocínios para o evento, no qual, após o ocorrido, decidiu não comparecer.

Nesse contexto, segundo o jornal Extra, após a ligação de Virginia ter sido tornada pública, a relação entre o jogador e sua esposa teria esfriado. No entanto, nesta segunda-feira (13), Biancardi voltou a compartilhar fotos com o marido nas redes sociais.


Última publicação de Bruna Biancardi no Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@brunabiancardi)

Neymar viaja sem a presença de Bruna

Ainda segundo o jornal, o afastamento do casal teria mudado a dinâmica na casa que moram juntos, localizada em Santos, no litoral de São Paulo. Isso porque Neymar não estaria querendo a circulação de muitas pessoas na residência e, em prova disso, de acordo com informações dadas pelo Extra, a missionária Adenácia Anastácia, amiga do casal, teria viajado para o aniversário de 2 anos de Mavie e ido embora no dia seguinte. 

Além disso, na última sexta-feira (10), Neymar teria viajado à Mangaratiba, no Rio de Janeiro, com os amigos, mas sem a presença de Bruna. O jogador, que participou de um torneio de pôquer, também compareceu a um evento da Kings League com a Furia, equipe na qual Neymar é presidente. 

Maria Venture volta atrás sobre fim do noivado com Yasmin Santos e admite crise no relacionamento

A influenciadora Maria Venture anunciou na madrugada do dia 13 que havia terminado o noivado com a cantora Yasmin Santos, publicou um comunicado emotivo e apagou a postagem minutos depois, gerando prints e repercussão imediata nas redes sociais.

Horas depois, Maria voltou atrás e usou os stories para esclarecer que a publicação foi feita em um momento de fragilidade emocional, pediu desculpas à noiva e explicou que vem enfrentando episódios de picos de ansiedade e ataques de pânico, motivos que a levaram ao desabafo impulsivo durante a madrugada.

Maria Venture e Yasmin Santos

Ela confirmou que o casal está passando por uma crise no relacionamento, negou rumores de traição e reafirmou que o vínculo vivido com Yasmin foi intenso e marcante, ao mesmo tempo, em que agradeceu o apoio dos seguidores e disse que a situação está sendo trabalhada entre as partes.


Maria Venture em seu Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@mariaventure)

Mesmo com a crise, fontes indicam que o noivado não foi oficialmente encerrado e que o casal mantém planos de casamento para fevereiro de 2026, ao passo que a repercussão do episódio segue acompanhada pela imprensa e pelo público nas redes sociais.

Início do noivado

O relacionamento entre Maria Venture e Yasmin Santos ganhou repercussão pública quando a cantora sertaneja Yasmin Santos fez o pedido de casamento à influenciadora, em um momento que foi compartilhado nas redes e repercutiu na imprensa. O pedido e o anúncio formalizaram um noivado que vinha sendo acompanhado pelos fãs, com publicações e registros do casal mostrando afeto e planos futuros, o que aumentou a expectativa por uma cerimônia oficial.


Maria Venture e Yasmin Santos em sua Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@yasminsantosoficial)


A confirmação pública do pedido e as primeiras comemorações foram amplamente divulgadas em stories e publicações, consolidando a imagem do casal e levando a cobertura de sites de entretenimento sobre a relação e a preparação para o casamento.

 

União Brasil acelera ruptura com governo Lula e exige saída de filiados em 24h

Em um movimento decisivo, União Brasil deixa cargos no governo Lula em até 24 horas, sob risco de expulsão por infidelidade partidária. A medida atinge ministérios, autarquias, fundações e empresas públicas, consolidando a ruptura do partido com a gestão petista. Também, reforça a independência do partido e abre espaço para novas articulações políticas com foco nas eleições de 2026.

União Brasil deixa cargos e exige saída imediata de filiados

O partido definiu prazo de 24 horas para que todos os filiados peçam exoneração de cargos na administração federal. Caso contrário, estarão sujeitos a punição disciplinar, incluindo a expulsão.

Dessa forma, a resolução reflete a decisão do partido de romper formalmente com o governo Lula. Além disso, sinaliza um reposicionamento estratégico para o próximo ciclo eleitoral, fortalecendo alianças de centro-direita e enfraquecendo a base petista.

A medida afeta diretamente o Ministério do Turismo, comandado por Celso Sabino (União-PA), e outros cargos ocupados pelo partido em diferentes órgãos da administração. Inclusive, analistas apontam que a decisão reforça a independência do União Brasil e cria um impacto político relevante sobre o governo Lula.

Impacto da saída: ministros e cargos não afetados

Celso Sabino vinha buscando alternativas junto à direção do partido para permanecer à frente da pasta. No entanto, ainda não se manifestou sobre a resolução.

Por outro lado, ministros vinculados ao partido, mas ocupando cargos por indicação pessoal de dirigentes, como Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira (Comunicações), não serão atingidos pelo afastamento determinado pelo União Brasil.


União Brasil e PP deixando governo Lula e pedindo que membros renunciem a cargos (Vídeo: reprodução/YouTube/Itatiaia)

Controvérsias envolvendo a direção do partido

A determinação de saída ocorreu após reportagens ligarem Antonio de Rueda, presidente nacional do União Brasil, a supostas atividades ilícitas do PCC. Rueda negou envolvimento e afirmou que se trata de uma tentativa de desgaste político.

Em nota oficial, o partido declarou:

União Brasil, por meio de sua Executiva Nacional e de suas Lideranças na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, manifesta irrestrita solidariedade ao Presidente Antonio Rueda, diante de notícias infundadas, prematuras e superficiais que tentam atingir a honra e a imagem do nosso principal dirigente.”

Nota oficial do União Brasil

Sem contar que, o comunicado ressaltou que a decisão de afastamento dos filiados foi legítima e amplamente debatida, reforçando a autonomia do partido frente ao governo federal.

Partido deixa cargos e traça estratégia política para 2026

O afastamento do União Brasil enfraquece a base do governo Lula e, ao mesmo tempo, cria oportunidades para novas articulações políticas de centro-direita.

O partido, em articulação com o Progressistas, avalia alianças estratégicas e possíveis candidaturas para 2026. Entre os nomes em evidência estão Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás.

Assim, especialistas avaliam que a medida fortalece a independência do partido e, consequentemente, impacta diretamente a estratégia eleitoral do PT, dificultando a manutenção da unidade política do governo na disputa de 2026.

Crise no Inter passa por mau momento do ataque

O Internacional vive uma fase difícil na temporada, e grande parte do problema está no ataque. Um time só consegue ter sucesso em torneios se seus atacantes marcarem gols, mas isso não tem acontecido no Colorado. Desde o início de 2025, nove jogadores foram testados no setor ofensivo, um já saiu e outro está de saída. Juntos, eles marcaram apenas 33 dos 65 gols do clube no ano, o que dá uma média inferior a quatro por atleta.

Os demais gols do time foram feitos por jogadores de outras posições: 23 saíram dos meio-campistas, sendo 14 de Alan Patrick, artilheiro da equipe, oito vieram dos defensores e um foi contra.

Camisa 13 do Inter em má fase

O principal nome do ataque é Enner Valencia, que está prestes a completar 100 jogos pelo clube, mas vive uma seca de gols. Ele marcou sete vezes na temporada, mas não balança as redes há 17 partidas. O último gol foi em 6 de abril, na vitória por 3 a 0 sobre o Cruzeiro, no Brasileirão.

Com os mesmos sete gols, Rafael Borré aparece ao lado do equatoriano. O último dele foi contra o Flamengo, em 17 de julho, na derrota por 3 a 1. Logo atrás está Vitinho, com seis gols, mas sem marcar desde 28 de maio, no triunfo sobre o Bahia. Em seguida aparecem Carbonero, com cinco gols, três deles em uma sequência de cinco jogos, e Ricardo Mathias, com quatro.


Agenda dos compromissos do Internacional (Foto: Reprodução/X/@SCInternacional)


Na lista ainda estão Gustavo Prado, com dois gols, Wesley e Wanderson (que foi para o Cruzeiro), com um cada, e Lucca, que está de saída para o Ceará e não marcou nenhuma vez. Entre eles, só Carbonero (24 jogos), Prado (21), Mathias (18) e Lucca (12) têm menos de 30 partidas no ano. O restante já passou dessa marca, com destaque para o camisa 21, que soma 38 atuações e é quem mais entrou em campo.

Ataque colorado vive fase de poucos gols

Os números individuais dos atacantes do Internacional em 2025 reforçam a dificuldade ofensiva do time. Enner Valencia e Rafael Borré, apesar de serem os que mais balançaram as redes, têm apenas sete gols cada em mais de 30 jogos, com médias de 0,22 e 0,21 por partida, respectivamente. Vitinho soma seis gols em 32 partidas, enquanto Carbonero aparece logo atrás, com cinco em 24 atuações.

Ricardo Mathias tem quatro gols em 18 jogos, mostrando média semelhante à dos principais nomes. Já Gustavo Prado, com dois gols em 21 partidas, e Wanderson, que marcou apenas uma vez antes de sair para o Cruzeiro, aparecem com aproveitamento ainda mais baixo. Lucca, que está de saída para o Ceará, não conseguiu marcar em 12 jogos.

Trump critica Netanyahu após imagens de crianças famintas em Gaza

Imagens divulgadas nesta terça-feira (29) mostrando pessoas em Gaza em situação de fome e desnutrição impactaram o presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a primeira-dama Melania. As declarações foram dadas a jornalistas a bordo do Air Force One, durante o voo da Escócia para Washington, D.C.

Trump afirmou que Melania acompanha com atenção as cenas vindas do território palestino e considera “terrível” a realidade vivida por crianças vítimas da guerra e da escassez. Para o republicano, qualquer pessoa, “a menos que seja muito insensível ou maluca”, só pode se sensibilizar ao ver crianças sofrendo. Ele destacou que, independentemente do debate político sobre a fome, “são crianças morrendo de fome”.

Primeira-dama se comove com a situação

Segundo Trump, a primeira-dama tem se mostrado especialmente abalada ao ver crianças debilitadas e marcadas pela desnutrição. “Ela vê as mesmas imagens que todos nós. É muito difícil assistir a isso”, relatou. Para ele, o sofrimento infantil em Gaza não é apenas um tema que gera comoção, mas uma situação que exige resposta rápida. Trump insistiu que a fome deve ser tratada como uma crise humanitária urgente, acima das disputas políticas.


Primeira-dama dos Estados Unidos se comove com imagens de pessoas famintas em Gaza (Vídeo: reprodução/Instagram/@globonews)


Críticas a Netanyahu e promessa de ajuda

Durante a conversa com os jornalistas, Trump também respondeu às declarações recentes do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que afirmou não haver fome no território palestino. “O que estamos vendo é outra realidade. As imagens mostram crianças visivelmente enfraquecidas e vivendo em condições graves de escassez”, rebateu.

O republicano lembrou ainda que anunciou planos para criar centros de alimentação em Gaza como forma de amenizar a situação. Para ele, negar o problema não ajuda a resolvê-lo. “É algo que não pode ser ignorado”, disse. O presidente defendeu que os Estados Unidos e outros países devem adotar medidas concretas para conter a crise e socorrer a população civil que sofre com a guerra e a falta de alimentos.

Israel autoriza envio de ajuda humanitária a Gaza em meio a agravamento da fome

As autoridades israelenses anunciaram nesta sexta-feira (25) a autorização para novos lançamentos aéreos de ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A operação está sendo coordenada pelas Forças Armadas de Israel e pelo COGAT (Coordenador de Atividades Governamentais nos Territórios), agência responsável pelo controle de entrada de assistência no território palestino. Segundo os israelenses, a liberação da ajuda deve ocorrer nos “próximos dias”, com apoio logístico da Jordânia e dos Emirados Árabes Unidos.

Fome e bloqueio: civis e funcionários da ONU relatam desespero

Apesar da promessa de novos lançamentos, a crise humanitária em Gaza já atinge níveis alarmantes. Desde o agravamento do conflito entre Israel e o grupo Hamas, a população civil da Faixa de Gaza enfrenta severas restrições ao acesso a alimentos, água e medicamentos. O cerco imposto por Israel dificulta significativamente a chegada e distribuição de suprimentos essenciais.

Entidades internacionais e agências de direitos humanos acusam o governo de Benjamin Netanyahu de bloquear sistematicamente a entrada de ajuda humanitária no território. Relatos indicam ainda que funcionários da ONU também têm enfrentado escassez de alimentos e condições precárias para exercer suas funções.


Moradores de Gaza se reúnem em torno de entidade beneficente na tentativa de conseguir alimentos, após dias de fome sob o bloqueio de Israel (Foto: reprodução/Khames Alrefi/Getty Images embed)


OMS responsabiliza bloqueio israelense por fome em Gaza

Na última quarta-feira (23), o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que centros de distribuição de comida em Gaza se transformaram em alvos de violência, o que agrava ainda mais a crise. Ele responsabilizou o bloqueio imposto por Israel como o principal fator da fome generalizada no território.

A nova autorização de ajuda representa um passo diante da pressão internacional, mas continua longe de resolver a situação. Enquanto o envio de suprimentos não se concretiza, milhares de civis palestinos permanecem em estado de emergência, com fome e sem perspectivas de alívio imediato. A liberação anunciada é um gesto simbólico, mas a resolução duradoura da crise dependerá do fim dos bloqueios e de uma resposta humanitária contínua e efetiva. Sem garantias de acesso seguro e regular à ajuda, o sofrimento da população de Gaza tende a se prolongar, deixando cicatrizes profundas e duradouras no território.

Partida contra o Cruzeiro pode ser decisivo para Dorival Júnior 

No último sábado (19), o Corinthians perdeu para o São Paulo por 2 a 0, e isso contribuiu para aumentar a crise interna no clube. A má atuação do time paulista aumentou as críticas da torcida, e dos membros da diretoria acerca do trabalho de Dorival Júnior, que não vem tendo bons resultados nos últimos jogos

Retrospecto de Dorival 

O treinador foi contratado em abril, e soma 52,4% de aproveitamento nas primeiras 14 partidas comandando o time. Este é o melhor desempenho entre os últimos cinco técnicos do Corinthians, juntamente com António Oliveira, que comandou o Timão no início do último ano. 

Mesmo com esse bom retrospecto à frente do Timão, a derrota para o São Paulo no sábado e o décimo lugar no Campeonato Brasileiro vem gerando críticas por parte da torcida e da direção do clube. Se depender de Osmar Stábile, a permanência de Dorival Júnior está assegurada, até segunda ordem. 

Em uma entrevista concedida ao GE, Osmar Stábile revelou que o treinador está garantido no time. Sendo assim, Fabinho Soldado, diretor-executivo de futebol, também está garantido. 

Fase do treinador 

Dorival chegou ao time para substituir Ramón Diaz. O argentino conquistou o Campeonato Paulista nesta temporada. Ele chegou com a missão de superar o antecessor, que teve uma boa fase, porém, ainda não conseguiu ter um estilo efetivo de jogo. 


Dorval Júnior treinador do Corinthians (Foto: reprodução/Instagram/@corinthians)

Existe uma pressão dos aliados do presidente interino para que os planos sejam analisados mais uma vez caso o Corinthians perca para o Cruzeiro, este jogo acontece na próxima quarta-feira (23), às 19h30 (de Brasília), na Neo Química Arena. 

Ainda existe a ideia de que o treinador não teve o tempo suficiente para consolidar seu trabalho à frente do time. Desde que chegou para comandar o time, o treinador não conseguiu escalar Garro, Memphis e Yuri Alberto juntos, que são os principais jogadores do time. Além disso, outro fator que pesa a favor da permanência de Dorival é a proximidade de um duelo importante do Corinthians na temporada, que é as oitavas de final da Copa do Brasil, onde enfrenta o Palmeiras no dia 30 de julho, na Neo Química Arena, no jogo de ida e na outra semana, já tem o jogo da volta.