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No último mês de abril, foi registrada uma queda no número de veículos comercializados pela montadora americana Tesla, dirigida pelo bilionário Elon Musk, em relação ao último ano. Embora o número de veículos elétricos tenha aumentado na região, a preferência dos consumidores tem sido os veículos de montadoras chinesas, que vêm buscando cada vez mais se consolidar no mercado europeu, fazendo com que a Tesla registre uma queda de 49% nas vendas.
Dados no período
De acordo com dados da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA), as vendas de veículos registradas no último mês de abril na União Europeia, Reino Unido e na Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) cairam para 1,07 milhão de carros comercializados. A queda veio após um crescimento de cerca de 2,8% de comercializações.
No que se diz respeito à Tesla, este é o quarto mês consecutivo em que se registra queda na comercialização de seus veículos, totalizando um total em volta de 49% em relação ao ano anterior. Veículos de montadoras chinesas, como é o caso da SAIC Motors e Mitsubishi, registraram um aumento significativo de 24,5% e 22,1%, respectivamente, enquanto a Mazda registra uma queda de 24,5%.
Reportagem destaca prejuízos da Tesla com a queda de vendas de seus veículos. (Vídeo: reprodução/YouTube/Olhar Digital)
Aumento do comércio de veículos elétricos
As vendas de veículos elétricos realizadas dentro do bloco no último mês de abril registraram que 59,2% das vendas no período são de veículos elétricos, um aumento de pouco mais de 12% comparado ao ano anterior.
Dentro da Europa como um todo, alguns países registram um aumento no percentual de veículos emplacados no mês de abril. É o caso de Espanha (7,1%) e Itália (2,7%), enquanto outros apontam uma queda neste índice, como a França (5,6%) e Alemanha (0,2%). O Reino Unido teve o maior índice em relação à queda no número de vendas, totalizando 10,4%.
A empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, a SpaceX, lançou nesta terça-feira (27) o 9º voo da Starship, a maior e mais potente espaçonave do planeta. A missão do voo não tripulado falhou pela terceira vez consecutiva e a descida esperada no Oceano Índico após 90 minutos de voo não aconteceu.
O foguete decolou às 20h36, no horário de Brasília, a partir da base de lançamento da empresa, em Boca Chica, Texas, nos Estados Unidos.
Sem controle e comunicação
A Starship não abriu para lançar em órbita oito simuladores de satélites da Starlink. Com cerca de 30 minutos de voo, a nave começou a girar de forma não programada no espaço e a central de comando não conseguiu mais controlar a altitude. A SpaceX perdeu o contato com o foguete cerca de 45 minutos após o lançamento.
O nono voo da nave Starship, da SpaceX, terminou com falha novamente (Vídeo: reprodução/YouTube/SBT News)
Foi necessário utilizar o foguete propulsor Super Heavy, usado em janeiro, no sétimo lançamento da Starship. Contudo, a SpaceX perdeu contato com o equipamento durante a descida da nave e a manobra “de ré” não foi realizada.
De acordo com a SpaceX, o Starship sofreu uma rápida desmontagem não programada e as equipes darão prosseguimento à análise dos dados e continuarão trabalhando para o próximo teste.
Desta vez, a empresa espacial conseguiu chegar a estágios mais avançados no voo da Starship e reaproveitou o propulsor Super Heavy pela primeira vez. O equipamento passou por reparos antes de ser incorporado às operações novamente e tem componentes novos, mas a maior parte do propulsor foi utilizada em um voo anterior.
A SpaceX utilizou o Super Heavy em experimentos de geração de dados para aumentar sua confiabilidade nas próximas missões. A empresa pretende reutilizar o propulsor muitas vezes em um mesmo dia no futuro.
Tráfego aéreo impactado
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, sigla em inglês) declarou que estava ciente do episódio durante a missão e que não havia relatos de feridos ou danos à propriedade pública.
A agência autorizou o retorno do Super Heavy aos testes de voo na semana passada, porém exigiu diversos ajustes e aumentou a zona de exclusão aérea, que agora contempla a região do Caribe.
A FAA confirmou que a SpaceX está atendendo às exigências técnicas e ambientais para a retomada dos testes, mas mantém o alerta de risco elevado.
A área de risco de destroços aumentou de 855 para cerca de 2.960 quilômetros, o que afeta a navegação aérea do México, Cuba, Reino Unido e território dos EUA.
A SpaceX já havia perdido o contato com a Starship em suas duas últimas missões, quando ambas as naves explodiram e destroços impactaram a rota de voos comercias no Haiti e nas Bahamas, no sétimo e oitavo lançamentos, respectivamente, na área do Caribe.
Histórico de lançamentos
A SpaceX tem realizado uma série de testes com a espaçonave e o propulsor de foguete desde 2023:
1º teste, abril de 2023: Uma falha nos motores da Starship acoplada ao Super Heavy fez com que a empresa explodisse o foguete após ativar um sistema de destruição.
2º teste, novembro de 2023: o Super Heavy explodiu logo após se desconectar da Starship. A empresa identificou a necessidade de 17 correções na espaçonave.
3º teste, março de 2024: O voo durou 50 minutos e a Starship foi destruída logo em seguida. A SpaceX considerou o teste um progresso por ter sido o maior tempo de voo até então.
4º teste, junho de 2024: a Starship conseguiu pousar pela primeira vez no Oceano Índico, e o Super Heavy no Golfo do México, conforme o esperado.
5º teste, outubro de 2024: o teste de captura do Super Heavy no ar pelos “braços da plataforma” foi um sucesso. A Starship conseguiu pousar no Oceano Índico, mas explodiu, o que era esperado pela empresa.
6º teste, novembro de 2024: ao contrário do teste anterior, a empresa não foi bem sucedida no retorno do Super Heavy para a plataforma, que acabou pousando no Golfo do México logo após o lançamento. A Starship pousou no Oceano Índico aproximadamente uma hora após a decolagem.
7º teste, janeiro de 2024: a SpaceX conseguiu mais uma vez capturar o foguete Super Heavy para a plataforma de lançamento, mas perdeu o contato com a Starship pouco antes do pouso.
8º teste, início de março: a empresa perdeu o contato com a nave logo após o lançamento, mas conseguiu capturar o Super Heavy em pleno ar, pela terceira vez, pouco antes de pousar.
“Foguetão”
O Starship é um foguete reutilizável criado pela Space X para levar humanos à Lua e à Marte, com capacidade de 150 toneladas de carga na Terra, com viagens de até uma hora e meia de ponto a ponto no planeta.
Starship’s ninth flight test marked a major milestone for reuse with the first flight-proven Super Heavy booster launching from Starbase, and once more returned Starship to space → https://t.co/Gufroc2kUzpic.twitter.com/RNJkj5OobP
A empresa se orgulha dos avanços alcançados com o reuso do propulsor Super Heavy (Foto: reprodução/X/@SpaceX)
O objetivo é transportar até 100 pessoas em voos interplanetários de longa duração e ajudar na entrega de satélites, no desenvolvimento de uma base lunar e ser um transporte viável na Terra.
A espaçonave mede 120 metros de altura, tem 9 metros de diâmetro e pesa 1,3 mil toneladas. Ela traz o propulsor Super Heavy, de 69 metros de altura, que pode levar a Starship até a órbita da Terra em aproximadamente 170 segundos.
O Super Heavy carrega 33 motores Raptor, com empuxo de 72 meganewtons e pode ser reutilizado para outros voos, assim como a nave principal.
A plataforma de mídia social X, controlada por Elon Musk, voltou a operar normalmente para a maioria dos usuários após enfrentar uma significativa interrupção no último sábado (24). Segundo dados do site Downdetector.com, que monitora falhas em serviços digitais com base em relatos de usuários, o problema afetou dezenas de milhares de pessoas, especialmente nos Estados Unidos.
Detalhes sobre a instabilidade
No auge da instabilidade, por volta das 9h51 da manhã (horário de Brasília), foram registradas mais de 25.800 reclamações sobre a queda da plataforma. Essas queixas incluíam dificuldades para acessar o feed, fazer login e interagir com postagens. Apesar do susto inicial, o número de relatos começou a cair gradativamente e, poucas horas depois, as falhas foram praticamente resolvidas, com menos de 650 usuários ainda enfrentando dificuldades.
Perfil de Elon Musk no X, antigo Twitter (Foto: reprodução/x/@vick1)
Além dos Estados Unidos, a pane também afetou usuários de diversas partes do mundo. Alemanha, Espanha, França, Índia, Canadá, Austrália e Reino Unido foram alguns dos países onde milhares de pessoas relataram problemas semelhantes, também segundo o Downdetector. A abrangência global da interrupção levantou questionamentos sobre a estabilidade da infraestrutura da plataforma.
Declaração de Elon Musk
Elon Musk, conhecido por seu envolvimento direto com suas empresas, comentou o episódio nas próprias redes sociais. Em um post publicado no X, ele afirmou estar novamente em uma rotina de trabalho intensa. “Voltei a trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a dormir em salas de conferência, servidores e fábricas. Preciso me concentrar totalmente no X, na xAI e na Tesla, especialmente com o lançamento da Starship marcado para a próxima semana. Estamos lidando com tecnologias críticas”, escreveu o empresário.
A declaração reforça o estilo de liderança que Musk tem adotado em seus diversos empreendimentos, onde frequentemente se envolve pessoalmente nas operações. Apesar da instabilidade momentânea na plataforma, a rápida recuperação do serviço sugere que equipes técnicas agiram de forma eficaz para minimizar os impactos aos usuários. Ainda assim, o episódio reacende debates sobre a confiabilidade das grandes redes sociais e o quanto milhões de pessoas dependem delas diariamente para comunicação, informação e negócios.
A rede social X, de propriedade de Elon Musk, enfrentou uma instabilidade no último sábado (24), atingindo dezenas de milhares de usuários em várias partes do mundo. Segundo o site Downdetector, que monitora quedas de plataformas online, a situação começou a se normalizar ainda no mesmo dia. Após o episódio, Musk declarou que retomou uma rotina de trabalho intensa, dividindo seu tempo entre suas principais empresas.
Queda afetou múltiplos países
Segundo o Downdetector, o pico de relatos de falhas aconteceu por volta das 9h51 (horário de Brasília), quando mais de 25 mil notificações de problemas com a rede social foram registradas, especialmente nos Estados Unidos.
No entanto, países como Alemanha, França, Reino Unido, Canadá, Austrália, Índia e Espanha também foram impactados. O serviço foi restabelecido gradualmente, chegando a menos de 650 relatos. A empresa X não se pronunciou oficialmente sobre o que teria causado a falha generalizada.
Após o incidente, Elon Musk usou a própria plataforma para anunciar sua dedicação integral às suas empresas. “Voltei a trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a dormir em salas de conferência/servidores/fábrica. Devo estar super concentrado no X/xAI e na Tesla (além do lançamento da Starship na próxima semana), pois temos tecnologias críticas sendo lançadas”, escreveu ele.
Back to spending 24/7 at work and sleeping in conference/server/factory rooms.
I must be super focused on 𝕏/xAI and Tesla (plus Starship launch next week), as we have critical technologies rolling out.
As evidenced by the 𝕏 uptime issues this week, major operational…
O procuncionamento de Musk sobre trabalhar 24/7 para focar em X /xAI e Tesla, além do lançamento da Starship (Foto: reprodução/X/@elonmusk)
Investidores cobram e Musk fala em foco total
A percepção de que Musk estaria dispersando sua atenção entre muitas frentes levou a questionamentos de investidores sobre seu real comprometimento com a Tesla. Como resposta, além de dizer que trabalhará 24/7, o bilionário anunciou que diminuirá sua participação no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) para um ou dois dias por semana a partir de maio.
O DOGE, iniciativa ligada ao governo de Donald Trump e liderada por Musk, pretende promover cortes de gastos em larga escala, incluindo a suspensão de contratos públicos bilionários. A atuação política do bilionário, no entanto, tem provocado protestos e influenciado a queda das vendas da Tesla.
Diante desse cenário, Musk tenta reposicionar sua imagem como líder focado nas operações empresariais. A promessa de retorno a uma rotina de dedicação total é vista por analistas como uma tentativa de retomar a confiança de acionistas.
Estando com a responsabilidade de cuidar do departamento de eficiência governamental (Doge), Elon Musk informou por um post nas redes sociais sobre o “Gold Card”. O foco é para que o sistema funcione de maneira justa para todos. Conforme informado pelo dono do X, a intenção é que o programa se inicie, após o término da fase de testes. Este novo visto, que vale US$ 5 milhões de dólares, vem com o intuito de trazer novos benefícios adicionais, como a isenção de pagamento de impostos relacionados a rendas no exterior, segundo o informado pela revista Newsweek.
Programa Gold Card
O então presidente atual dos EUA propôs este novo visto, com o intuito de substituir o anterior. O EB-5, sendo ele o programa atual que se tornará o Gold Card no futuro, pelo qual as pessoas que solicitavam precisavam pagar em torno de US$ 100 mil dólares até 200 mil, em taxas de cidadania e imigração nos EUA. Agora será investido em torno de 800 mil a 1 milhão para haver a criação de pelo menos de 10 mil empregos. Ainda se terá, com essa mudança, uma melhora no processo de imigração do país. Essas alterações começaram a acontecer em breve mediante testes.
Donald Trump e Elon Musk conversando no UFC no dia 12 de abril de 2025 (foto: reprodução/Megan Briggs/Getty Images Embed)
Estrangeiros nos EUA
O portal do Wired, divulgou na última quarta-feira(7), que o DOGE(Departamento de eficiência governamental), iniciou a implementação da infraestrutura digital, tendo como objetivo de iniciar o novo programa, apesar da Casa Branca, não ter divulgado oficialmente o início dessas mudanças, ainda assim alguns residentes que são estrangeiros que vivem no país, estão sendo questionados se obtiveram um visto “Trump Card”.
Trump prometeu deportações em massa durante sua campanha, e está no momento buscando cumprimento das promessas feitas nesse período. Ainda não se tem uma data oficial para anunciarem oficialmente o Gold card.
A proposta de orçamento do presidente Donald Trump para 2026 pretende reduzir em US$ 6 bilhões o dinheiro destinado à NASA, comprometendo o programa lunar. Por outro lado, a proposta apoia as missões voltadas para Marte, impulsionadas pelo bilionário Elon Musk.
Impacto do corte bilionário nos programas da Nasa
A nova proposta orçamentária da Casa Branca prevê uma redução de 24% no financiamento da Nasa, o que representa cerca de US$ 6 bilhões a menos no orçamento atual de US$ 24,8 bilhões.
Com isso, programas como o foguete SLS (Sistema de Lançamento Espacial), da Boeing e Northrop Grumman, e a cápsula tripulada Orion, da Lockheed Martin, devem ser descontinuados.
Esses cortes não só ameaçam contratos de longa data com grandes empresas norte-americanas, mas também impactam diretamente parceiros internacionais da agência, como a Agência Espacial Europeia, o Japão e o Canadá, que têm participação nas missões.
A eliminação de programas científicos pode comprometer o trabalho de milhares de pesquisadores ao redor do mundo, além de reconfigurar os rumos da colaboração global em missões além da Terra.
Apoio de Elon Musk em comício de Trump em 2024 (Foto: reprodução/Instagram/@jimwatsonafp)
Motivações dos cortes e mudanças na estratégia espacial
Os sistemas que devem ser descontinuados fazem parte do programa Artemis, que tem o objetivo de levar novamente seres humanos à Lua antes dos chineses, o que pode acontecer até 2030.
A ideia desse programa, criado no primeiro governo Trump, é usar a Lua como um lugar de teste para ir a Marte futuramente. O Artemis virou um projeto bilionário, com a participação de várias empresas privadas e países.
O novo orçamento prevê o fim do SLS e da cápsula Orion após três voos por serem caros e atrasados. Cada lançamento do SLS custa US$ 4 bilhões e o foguete já custou US$ 23 bilhões, 140% acima do previsto. O governo quer substituí-los por alternativas comerciais mais baratas.
Marte em foco: aposta no setor privado e na visão de Musk
Apesar da contenção de gastos em várias frentes, o novo plano dá atenção especial à exploração humana do espaço, com foco em chegar a Marte. O orçamento destina US$ 1 bilhão adicional para iniciativas com esse foco.
Isso segue a visão de Elon Musk, fundador da SpaceX, que desenvolve o foguete Starship, que deve levar astronautas da NASA à Lua em 2027. Musk investiu US$ 250 milhões para ajudar na campanha de Trump de volta à presidência.
A Forbes Brasil chegou para quebrar recordes com a lista “Forbes bilionários do mundo”, no ano de 2025. O americano Elon Musk está no topo da lista, enquanto que os Brasileiros contam com alguns representantes entre os 10 primeiros países do ranking.
A edição Brasil 129 da revista traz a lista que cita todos os bilionários do mundo, ultrapassando mais de 3 mil nomes. Seus patrimônios somados ultrapassam 16 trilhões de dólares, e o montante é maior do que o PIB de praticamente todos os países do mundo, com exceção de EUA e China.
Liderança de Musk no ranking
Fundador da Tesla e da SpaceX, e atualmente sendo conselheiro sênior da Casa Branca, Musk lidera o ranking que atingiu um número recorde este ano: 3.028 bilionários ao todo. Ele é o detentor da maior fortuna em valores absolutos já registrados na história moderna. Pelo menos, 10 de seus parceiros ficaram mais ricos, o que não se pode comparar com suas ex-esposas.
SpaceX, uma das empresas de Musk (Foto: Reprodução/Instagram/@spacex)
Neste ranking o Brasil está em 9°, com 14 representantes a menos que em 2024, totalizando 55 atualmente, entretanto é importante pontuar que o país sofre com a desvalorização do real. Os Estados Unidos se mantêm no topo da lista, seguido pela China (vale lembrar que são dois países que no momento travam uma batalha comercial). A apuração patrimonial foi realizada até 7 de março.
Brasil com potencial energético
Assim como muitos países, o Brasil também sofre com o “efeito Trump”. Inclusive, especialistas apresentaram um balanço de analistas em relação à América Latina e evidenciaram o Brasil no relatório, inclusive especialistas se reuniram no Rio de Janeiro para debater o rumo do país no setor energético. E o país teve boa sinalização, pois está em condições de assumir o protagonismo global em geração de energia sustentável.
O Nordeste foi a região que cresceu mais do que a média nacional e teve olhares mais voltados para o segmento da indústria, mercado imobiliário e seu polo de inovação, além de seis estrelas da hotelaria. A revista ainda destaca na Forbeslife (universo de luxo e estilo de vida sofisticado), as quatro décadas de Denise Aguiar à frente da Fundação Bradesco. Ela vem reverberando o sonho de seu avô, Armando Aguiar( fundador do Bradesco) que idealizava transformar vidas com base na educação.
Após resultados decepcionantes no primeiro trimestre de 2025, Elon Musk anunciou que reduzirá seu envolvimento no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) para se dedicar mais à Tesla. A montadora enfrenta a maior queda de vendas da sua história com lucros e receitas em forte declínio, cenário que levou Musk a retomar o foco na empresa e prometer uma nova fase de recuperação.
Em um momento crítico para a Tesla
Elon Musk anunciou que está voltando a dedicar mais tempo à montadora, após um período de envolvimento intenso com o polêmico Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), ligado à administração de Trump. A decisão vem logo após a Tesla divulgar resultados financeiros que acenderam o alerta entre investidores e analistas.
Elon Musk e queda das ações da Tesla (Foto: reprodução/ Patrick George/insideevs.uol.com.br)
No primeiro trimestre de 2025, a Tesla enfrentou uma queda de 9% na receita total, com a divisão de automóveis recuando 20%. O lucro ajustado da empresa despencou 39%, e o lucro líquido, uma das principais métricas de lucratividade, caiu impressionantes 71% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números superaram até mesmo as projeções pessimistas do mercado.
A montadora também revelou que registrou a maior queda de vendas de sua história, entregando cerca de 50 mil veículos a menos do que no primeiro trimestre de 2024. Isso fez com que a Tesla atingisse o nível mais baixo de vendas dos últimos três anos um contraste marcante para uma empresa que se destacou por crescer entre 20% e 100% por trimestre até pouco tempo atrás.
Durante a teleconferência com investidores nesta terça-feira (22), Musk afirmou que, a partir de maio, passará a dedicar apenas um ou dois dias por semana ao DOGE, focando seus esforços na recuperação da Tesla. “Meu tempo alocado para o DOGE cairá significativamente”, garantiu o bilionário.
Apesar dos resultados negativos, as ações da Tesla subiram 4% nas negociações após o expediente, impulsionadas pela sinalização de que Musk está reassumindo um papel mais ativo na empresa. Musk também defendeu sua atuação no DOGE, alegando que seu trabalho ali era essencial para combater “desperdício e fraude”.
Mesmo com os obstáculos, Musk tentou transmitir otimismo:
O futuro da Tesla é mais brilhante do que nunca. Estamos caminhando para um período de abundância sustentável para todos.”, declarou o empresário.
Ele reiterou que os projetos da empresa — incluindo tecnologias de direção autônoma e robôs humanoides — ainda têm o potencial de transformar o setor e entregar resultados no longo prazo, mesmo que ainda não tenham atingido o nível de maturidade prometido anteriormente.
Agora, com o foco de Musk de volta à Tesla, o mercado observa de perto como a empresa vai reagir aos desafios de curto prazo e se conseguirá retomar sua trajetória de crescimento acelerado.
O bilionário Elon Musk estava fazendo uma live em seu perfil no X, quando de repente começou a receber ataques e comentários ofensivos. Os comentários variavam, desde comentários sobre sua aparência, sua atitude no governo Trump e até sua vida pessoal. A live acabou se encerrando repentinamente, então não sabemos se o próprio Musk encerrou ou houve algum problema de conexão.
A live polêmica
Elon Musk, o empresário dono da Tesla, e braço direito de Donald Trump, em seu governo, fez uma live no seu perfil do X (antigo Twitter), rede social, a qual ele também é dono, onde ele jogava “Patch of Exile 2” na dificuldade máxima, diretamente de seu jato particular, onde ele tinha o objetivo de mostrar a estabilidade do Wi-Fi da Starlink durante voos. Foi nesse momento que ele começou a receber vários ataques e xingamentos.
Foto de Elon Musk, durante evento (Foto: reprodução/X/@teslaownersSV)
Os insultos proferidos a Musk iam desde comentários sobre sua aparência física e também sua vida pessoal. Alguns exemplos de comentários eram: “Você não tem amigos e vai morrer sozinho” e “Você sempre vai se sentir inseguro, e isso nunca vai passar”. Também foram usados nomes de perfis ofensivos, como ELON_IS_A_PEEDOPHILE e ELON_MUSK_IS_PATHETIC.
Musk chegou a reagir, dizendo: “Tem muito retardado no chat”, utilizando um termo capacitista, que ele tem usado ultimamente. Esse comentário, porém, não intimidou os trolls, que continuaram seus comentários.
Outros comentários foram feitos em relação à sua filha trans, Vivian Wilson, que disse recentemente que Musk era horrível jogando “Overwatch” e insistia em jogar com ela e seu irmão gêmeo, por serem melhores que ele.
O encerramento da live
Antes da live terminar, ele ainda recebeu mais ataques, como: “Como é possível ser tão burro e feio ao mesmo tempo, Elon?” e “Você arruinou o país, assim como arruinou todos os seus casamentos”.
Foto do bilionário Elon Musk (Foto: reprodução/X/@ElonFactsX)
Pouco tempo depois, Musk saiu do ar, repentinamente, e a gravação da live foi deletada. Não é conhecido o motivo da transmissão ter encerrado deste jeito. As especulações são de que foi encerrada pelo próprio bilionário, após vários ataques e também de que, na verdade, houve uma falha de conexão do próprio Wi-Fi da Starlink.
Milhares de manifestantes saíram às ruas neste sábado (5), em diferentes cidades dos Estados Unidos e da Europa. Manifestantes protestam contra as recentes medidas que o presidente americano Donald Trump e seu principal assessor, Elon Musk, implementaram. As manifestações, que adotaram o lema “Hands Off!” (“Tirem as mãos”), tiveram como foco principal a defesa de direitos civis e sociais considerados ameaçados pelas novas diretrizes do governo norte-americano. Nos EUA, os atos aconteceram em todos os 50 estados, com grande destaque para Washington, D.C., onde mais de 20 mil pessoas se reuniram.
Críticas ao protagonismo de Elon Musk
Críticos têm acusado o empresário Elon Musk, que atualmente lidera o chamado Departamento de Eficiência Governamental, de conduzir políticas de austeridade que incluem cortes no funcionalismo público e na assistência social. Segundo opositores, essas medidas não apenas enfraquecem a atuação do Estado, como também colocam em risco a proteção de populações vulneráveis.
Multidão ocupa a capital dos EUA exigindo respeito aos direitos civis (Foto: Reprodução/Reuters/Instagram/@rappler)
Além disso, há crescente preocupação com o poder político informal que Elon Musk acumula dentro do governo. Atuando com autonomia em áreas sensíveis sem aprovação do Congresso. O discurso de eficiência e modernização, segundo analistas, mascara um avanço autoritário que busca desmontar pilares do serviço público.
Tensões crescentes e resistência organizada
Atualmente, o cenário político americano, já marcado por forte polarização, ganha um novo capítulo com a crescente resistência organizada em escala internacional.
Manifestantes em frente ao Capitólio dos EUA (Foto: Reprodução/Reuters/Instagram/@rappler)
Por sua vez, os protestos do último sábado mostram que uma parte significativa da população está atenta e mobilizada frente ao que considera um retrocesso nos direitos e nas liberdades democráticas. Diante disso, a tendência é que o movimento ganhe força, especialmente com a proximidade das eleições, pressionando Trump e Musk a responderem à insatisfação popular.