Trump promete impor tarifas em países que querem prejudicar os EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, que o Brasil é um grande  “criador de tarifas” e que “querem mal aos EUA”, em sua fala ainda mencionou a necessidade de imputar tarifas em outros países, pois segundo ele querem prejudicar os EUA, este declaração foi feita durante um evento com congressistas republicanos na Flórida. 

Segundo o jornal Metrópole, Trump ainda diz  que vai colocar tarifas em outros países e pessoas de fora que realmente querem prejudicar os Estados Unidos. “Eles querem nos prejudicar, mas eles basicamente querem tornar seu país bom. Olhem o que os outros fazem. A China é um tremendo criador de tarifas e a Índia e o Brasil, tantos países”, ressaltou.


Vídeo sobre fala de Trump (Vídeo: reprodução/@cnnbrasil)

O presidente dos EUA promete que América será rica novamente

No discurso, Donald Trump defendeu a imposição de tarifas adicionais a esses países como forma de proteger os interesses americanos. “Vamos estabelecer um sistema muito justo em que o dinheiro vai entrar em nossos cofres, e a América vai ser muito rica novamente. E vai acontecer muito rapidamente”, disse ele.

Trump disse ainda que a política econômica externa do governo dele, retornará ao passado, quando o país era mais rico: “É hora de os Estados Unidos voltarem para o sistema que nos tornou mais ricos e mais poderosos do que nunca. Você sabe, os Estados Unidos entre 1870 e 1913 taxavam tudo. E esse foi o período mais rico da história dos Estados Unidos “, enfatizou.

Promessas de taxas foram feitas ainda 2024

Vale lembrar que após ser reeleito, Donald Trump em dezembro de 2024, prometeu taxar produtos brasileiros: “A Índia taxa muito, o Brasil nos taxa muito. Se eles querem nos taxar, tudo bem, mas vamos taxá-los da mesma forma”, declarou ele à época.

Neste caso já havia uma expectativa que logo que assumisse o governo, Trump daria início a  emissão de ordens para taxar alguns países. Entretanto, em um primeiro momento não ocorreu. Ainda segundo o jornal Metrópole, o que pode ter levado a uma queda do dólar, que voltou a operar abaixo dos R$ 6.

O governo brasileiro até o momento não se pronunciou oficialmente sobre as declarações de Trump.

Selena Gomez lamenta deportação de imigrantes mexicanos dos EUA

A atriz e cantora, Selena Gomez, usou as redes sociais, nesta segunda-feira (27), para lamentar a política de deportação acelerada, aplicada recentemente pelo atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Aos prantos, Selena gravou um vídeo com um emoji da bandeira do México, dizendo que sente muito por tudo que está acontecendo com os imigrantes.

“Meu povo está sendo atacado. Sinto muito. Eu queria poder fazer algo, mas não consigo. Eu não sei o que fazer.“, compartilhou a atriz.

Pouco tempo depois de publicar o vídeo no Instagram, a cantora sofreu críticas de apoiadores de Trump e retirou o conteúdo da internet. Selena chegou a postar uma declaração dizendo que “não se pode mais ter empatia pelas pessoas”, mas a mensagem também foi deletada.

Vale ressaltar que apesar de ter nascido no Texas, Estados Unidos, Selena Gomez é neta de imigrantes mexicanos.


Desabafo de Selena Gomez sobre a deportação (Vídeo: reprodução/X/@PopCrave)

Deportação de imigrantes

Após assumir seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump adotou uma série de medidas para “expulsar” imigrantes ilegais do país. A principal medida foi a “remoção acelerada” que permite expulsar imigrantes, sem passar por uma audiência com um juiz de imigração.

O México recebeu, entre os dias 20 e 26 de janeiro, mais de 4 mil pessoas deportadas dos Estados Unidos. Segundo a presidenta do país, Claudia Sheinbaum, entre os deportados, havia pessoas que não possuíam nacionalidade mexicana.

Já no caso do Brasil, mais de 150 brasileiros foram deportados do país americano na última semana.

Trump também tem o desejo de acabar com a cidadania por direito de nascença.

Raiz latina

Com avós paternos mexicanos, Selena Gomez nunca fez questão de esconder o orgulho que sentia da sua parte latina. Em 2021, a cantora lançou seu primeiro trabalho completamente em espanhol, o EP Revelación.

Durante o processo criativo do álbum, Selena revelou que ansiava por se conectar mais com as suas raízes, e afirmou que a música latina desperta um sentimento diferente nas pessoas.

Honduras propõem projeto de auxílio a cidadãos repatriados

O governo de Honduras lançou no último domingo, 26 de janeiro, o programa “Hermano, vuelva a casa”, com o objetivo de oferecer apoio a cidadãos repatriados, especialmente aqueles deportados pelos Estados Unidos. A iniciativa, no entanto, não se limita apenas aos cidadão do país, mas se estende a imigrantes de toda a América Latina e Caribe, refletindo uma preocupação crescente com as consequências das políticas de imigração do governo dos EUA.

Motivos que levaram a criação do projeto

A presidente Xiomara Castro, convocou uma reunião com chefes de estado do continente americano para discutir medidas relacionadas aos imigrantes ilegais, cujas vidas foram diretamente afetadas pelas políticas de imigração do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Este encontro, programado para ocorrer em Tegucigalpa, visa fortalecer a colaboração entre os países latino-americanos e caribenhos, além de definir estratégias conjuntas frente à crescente deportação de imigrantes.


Presidente de Honduras após a apresentação do projeto (Foto: reprodução/x/@g1)

Em que consiste a iniciativa

O programa “Hermano, vuelva a casa” oferece uma série de benefícios, incluindo assistência financeira inicial para ajudar os deportados a se reintegrarem ao sistema nacional de seus respectivos países. Além disso, o projeto também prevê apoio alimentar e facilitação de processos de empregabilidade, com o objetivo de garantir uma transição mais suave para essas pessoas que enfrentam grandes dificuldades após a deportação.

No contexto das políticas imigratórias rigorosas do governo dos EUA, que incluem o aumento das deportações, restrições à cidadania e o fechamento das fronteiras, outras nações da América Latina também estão criando projetos de apoio aos imigrantes. O México, por exemplo, lançou recentemente a iniciativa “México te abraça”, com o mesmo intuito de acolher e apoiar os imigrantes afetados pela situação.

Essas iniciativas demonstram a união e a solidariedade entre os países latino-americanos e caribenhos, que buscam, juntos, mitigar os impactos negativos das políticas de imigração dos Estados Unidos e garantir apoio essencial aos deportados. Esses esforços refletem um compromisso coletivo com os direitos humanos e dignidade.

Brasileiros deportados pelos Estados Unidos chegam ao Brasil acorrentados

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, seguindo determinação do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desautorizou o uso de algemas e correntes em brasileiros deportados pelos Estados Unidos. A decisão foi tomada após a chegada de um voo norte-americano a Manaus, capital do Amazonas, com 158 deportados, dos quais 88 eram brasileiros. Os passageiros desembarcaram acorrentados e algemados, situação que gerou indignação e foi amplamente criticada por autoridades brasileiras.

Voo americano é cancelado

O avião, que tinha como destino final Minas Gerais, teve o voo cancelado devido a problemas técnicos. Os Estados Unidos solicitaram que os deportados permanecessem em Manaus até a chegada de uma nova aeronave norte-americana. No entanto, o Governo Federal negou a proposta e enviou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar os passageiros ao destino final, garantindo o retorno digno ao país de origem.


Passageiros sendo recebidos pela Polícia Federal Brasileira(Foto: reprodução/x/@marioadolfo)

Nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública

Em nota oficial, o Ministério da Justiça e Segurança Pública destacou que a dignidade humana é um direito inegociável, reafirmando o compromisso do Brasil com os direitos fundamentais de seus cidadãos, mesmo em situações de deportação. A pasta também informou que orientou a Polícia Federal sobre os procedimentos adequados para recepcionar os brasileiros deportados, assegurando que sejam tratados com respeito e humanidade.

O episódio reacendeu debates sobre as condições impostas por alguns países no tratamento de estrangeiros deportados. Especialistas em direitos humanos ressaltaram a importância de o Brasil garantir a proteção de seus cidadãos no exterior e estabelecer um diálogo mais rigoroso com outros países para assegurar que normas internacionais de respeito à dignidade sejam cumpridas.

O governo brasileiro reafirmou que acompanhará casos semelhantes de forma mais ativa, buscando evitar situações que possam desrespeitar os direitos dos brasileiros em processos de deportação.

Meta quer superar ChatGPT e OpenAI com investimento de US$ 65 Bilhões em IA

A Meta não está economizando esforços para liderar o mercado de inteligência artificial. Mark Zuckerberg anunciou nesta sexta-feira (23), que a empresa investirá entre US$ 60 bilhões e US$ 65 bilhões ao longo de 2025 para expandir sua infraestrutura de IA, incluindo a construção de um data center tão grande, que poderia ocupar boa parte de Manhattan, enquanto o resto será destinado à compra de mais de 1,3 milhão de GPUs.

Para Zuckerberg, 2025 será “um ano decisivo” para a inteligência artificial. A Meta AI, que já atende 600 milhões de usuários por mês, terá o objetivo de alcançar 1 bilhão de pessoas no mundo todo.

Big Techs investindo pesado no futuro da IA

A Meta não é a única que quer conquistar uma fatia do mercado de inteligência artificial. A briga pelo controle nunca esteve tão acirrada, e só este mês, Microsoft, Amazon e o projeto Stargate — liderado pela OpenAI em parceria com Oracle, SoftBank e o governo americano — anunciaram investimentos bilionários. Enquanto a Microsoft se comprometeu a gastar US$ 80 bilhões no próximo ano, o Stargate prometeu impressionantes US$ 500 bilhões para expandir a infraestrutura de IA nos EUA, apoiado por Donald Trump.

E no meio disso tudo, a Nvidia continua sendo a grande vitoriosa. A empresa é a maior fornecedora de chips de IA do mundo, e já se posicionou como uma parte muito importe desse cenário, sendo responsável por equipar não só a Meta, mas também outras big techs que não estão poupando esforços para se manter na corrida tecnológica dessa década.

Promessas ambiciosas da Meta

Zuckerberg segue otimista, mas a empresa Meta ainda precisa convencer o público, que já se acostumou a usar outros modelos de inteligência artificial, a usar suas inovações. Transformar o assistente de IA da empresa em líder global até 2025 é uma meta ambiciosa, mas muito possível, considerando que a marca já alcançou cerca de 43% da população mundial com seus aplicativos até agora.


Mark Zuckerberg, CEO da Meta, na posse de Donald Trump em janeiro de 2025 (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Bloomberg)

O CEO também afirmou que o Llama 4 será o modelo de IA mais avançado do mercado, o que pode soar precipitado, já que a competição está aumentando, e os avanços tecnológicos estão acontecendo em saltos exponenciais, tornando qualquer previsão uma aposta bastante arriscada.


Avião contendo sul-americanos deportados dos EUA chega a Belo Horizonte nesta noite

Na noite desta sexta-feira (24), é previsto a chegada do primeiro voo contendo imigrantes brasileiros dos Estados Unidos. A deportação ocorre devido à política de cerco aos imigrantes no país, proposta anunciada pelo presidente Trump desde sua campanha eleitoral.

O avião de porte militar, providenciado pelo governo americano, irá aterrissar no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, localizado no município de Confins, em Minas Gerais.

Anulação da cidadania automática é interferência direta

Como parte das medidas de combate a imigração ilegal no país, Trump determinou o fim da chamada “Cidadania Automática”, que dava direito a cidadania americana para filhos de estrangeiros nascidos em solo norte-americano. Como consequência, o visto de milhares de brasileiros que se enquadravam na condição, foi anulado da noite para o dia, fazendo com que todos fossem imediatamente enviados de volta para a América do Sul.


Reportagem sobre anúncio da deportação em massa nos EUA (Post: Reprodução/X/@dw_brasil)

Após o decreto do presidente, o juiz federal John Coughenour chegou a determinar o bloqueio da ordem executiva temporariamente, alegando que a medida seria inconstitucional. Contudo, os imigrantes seguem sendo exilados do país, mesmo com a contrapartida aplicada pelo judiciário.

A medida e suas consequências

Centenas de imigrantes considerados “ilegais” foram alvo de busca e apreensão desde o começo da semana, quando o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou posse em seu segundo mandato como chefe do poder executivo. Cerca de 538 pessoas, condenadas e procurados por crimes graves, foram presas, em uma operação iniciada nas primeiras horas da manhã no horário local, e as demais seguem sendo deportadas de volta para suas casas, sem direito a defesa ou apelação.


Presidente Donald Trump (Foto: Reprodução/Mandel NGAN/AFP/Getty Images Embed)


O presidente afirma que o país esteja ficando “sobrecarregado” com a alta taxa de imigrantes presentes no território americano, fruto de um discurso já reproduzido pelos republicanos desde décadas atrás, reforçando a necessidade de ter medidas mais rígidas.

Trump põe em prática decretos que retiram privilégios de imigrantes nos Estados Unidos

Na semana desta sexta-feira (24), o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou sua “caça as bruxas” a estrangeiros residentes ilegalmente em solo americano, colocando em prática sua política de cerco aos imigrantes no país, condenando-os a prisão ou deportação, dependendo do caso específico de cada indivíduo.

Novo mandato de Trump começa de maneira rígida


Trump participa de movimento anti-aborto anual “Marcha Pela Vida” (Foto: Reprodução/Kent Nishimura/Getty Images Embed)


Desde que assumiu o poder executivo do país pela segunda vez desde o período 2016-2010, Trump já colocou uma de suas principais propostas de campanha em prática, colocando cerca de 538 pessoas atrás das grades em operação realizada na noite desta quinta-feira (23), além do exílio de centenas de residentes desde o começo da semana.

Em entrevista, Matthew Platkin, procurador-geral de Nova Jersey, relatou sua revolta diante das medidas adotadas pelo presidente:

Presidentes são poderosos, mas ele não é um rei. Ele não pode reescrever a constituição com um simples golpe de caneta, relatou

Entre os deportados, temos um grupo contendo 158 latino-americanos, que neste momento está a caminho de Belo Horizonte, em um voo realizado em um avião militar vindo do governo americano, a exemplo das demais deportações, destinadas a outros cantos do planeta.

Fim da cidadania automática e retorno de restrição a mexicanos

Como parte de sua nova política, Trump ainda emitiu uma ordem executiva que elimina o direito à cidadania para filhos de que for determinado como imigrante ilegal ou temporário; este último tendo como exemplo, caso alguma turista grávida acabe parindo seu bebê durante sua viagem ao país norte-americano.

Neste caso, a justificativa para que a cidadania da criança fosse considerada, seria a presença do chamado “visto de turista” por parte dos pais, estratégia que inclusive já foi utilizada por celebridades brasileiras, como: Claudia Leitte, Simone Mendes e Luciana Gimenez.


Presidente Donald Trump diante de muro construído na fronteira com o México (Foto: Reprodução/Alex Brandon/AP Photo/G1)

O presidente ainda retomou o programa “Fique no México”, adotado em seu primeiro mandato, porém deixado de lado por seu sucessor, Joe Biden. A iniciativa proíbe que cidadãos mexicanos possam pedir asilo nos Estados Unidos.

Entenda o que é o “DEI”, programa de diversidade suspenso por Trump

No dia de posse de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos (20), uma das primeiras medidas tomadas pelo chefe de estado foi suspender os funcionários de setores públicos destinados a políticas de diversidade e inclusão.

O conjunto destas iniciativas que promovem a contratação de pessoas sub-representadas, ou que tenham sofrido discriminação é conhecido como DEI. O afastamento foi do tipo “licença administrativa remunerada”, que significa que eles serão suspensos, mas por enquanto manterão seus salários.


Trump diz que as iniciativas do DEI não fazem sentido em discurso no Fórum Econômico Mundial (Foto: reprodução/Youtube/Associated Press)

Como funciona o DEI?

Estes setores incluem políticas de contratação e promoção, auditorias sobre equidade salarial, programas de mentoria e estágio, eventos sociais do empregador para o empregado e outros fatores.

De acordo com o governo estadunidense, programa é dividido em três pilares:

  • Diversidade: Presença das diferenças nas dimensões da identidade humana. Dimensões de diversidade podem incluir raça, idade, sexo, identidade de gênero, expressão de gênero, deficiências, crenças religiosas, orientação sexual, etinia, origem nacional, status imigratório, cidadania, status socioeconômico, linguagem, perspectiva política entre outros fatores.
  • Equidade: É a justa alocação de recursos, acesso e oportunidades de forma que as pessoas tenham o que precisam para ter sucesso, crescimento, contribuição e serem representadas em todas as camadas da sociedade. Equidade não se refere a providenciar recursos idênticos a todos os cidadãos, mas é sobre distribuir recursos e oportunidades baseadas nas necessidades de cada um.
  • Inclusão: É o constante esforço de assegurar que as diversidades individuais tenham o mesmo acesso de qualquer um, além de envolvimento na comunidade e tomada de decisões. Como uma ação, a inclusão engloba o acolhimento, suporte, respeito e valorização de diversidades individuais e de grupo por suas únicas contribuições e perspectivas, enquanto assegura que ninguém seja excluído da participação com dignidade.

As empresas têm focado no aumento da diversidade durante as últimas décadas. No entanto, estas políticas cresceram consideravelmente após o movimento “Black Lives Matter”, criado em 2020 após diversos casos de abuso e violência policial contra pessoas negras.

Práticas do DEI

As políticas do DEI podem incluir anúncios de oportunidades apenas para grupos minoritários, como vagas dedicadas exclusivamente a mulheres ou pessoas negras, por exemplo. Além disso, o pilar da equidade tenta garantir que as empresas eliminem preferências por candidatos por terem frequentado universidades de elite.

Assim, o objetivo principal é garantir que todos os indivíduos tenham iguais condições de receber oportunidades, de forma que não dependa de fatores externos às próprias habilidades dos candidatos. Além disso, o programa também foca em diversificar as alteridades em todos os cargos corporativos e públicos.

Elon Musk faz saudação polêmica na posse de Donald Trump

Na última segunda-feira (20), Donald Trump tomou posse do governo dos Estados Unidos, e Elon Musk discursou no evento. A comemoração da posse do republicano ocorreu no ginásio Capital One Arena, onde o dono da Tesla realizou um gesto, supostamente, de saudação nazista, durante sua fala.


Discurso de Elon Musk durante posse de Donald Trump (Vídeo: reprodução/X/@elonmusk)

Elon Musk discursa na posse de Donald Trump

O chefe do Departamento de Eficiência Governamental, criado por Donald Trump, subiu ao palco, animado, pulando, com os braços abertos. Elon Musk celebrou a vitória, discorrendo sobre como não foi fácil, e que foi determinante para todas as pessoas, para a civilização humana no geral.

Musk agradeceu a todos os estadunidenses que votaram em Trump, ressaltando que não teria sido possível sem eles, e agradeceu-os por ter feito com que o futuro com o republicano seja possível. Em seguida, a saudação nazista foi feita, o que chamou a atenção do mundo todo.

O empresário compartilhou o vídeo de seu discurso em postagem no X (antigo Twitter), dizendo que o futuro é empolgante. Futuro este que, segundo o dono da SpaceX, terá cidades e fronteiras seguras.

Propostas de Donald Trump cativam Elon Musk

Durante seu discurso inaugural, o presidente falou sobre os Estados Unidos colocarem uma bandeira em Marte, o que empolgou o dono da empresa SpaceX, responsável por voos espaciais privados, tendo, inclusive, um contrato com o governo estadunidense.

Seguindo a mesma linha, em sua fala, Musk comentou que o momento em que astronautas estadunidenses hastearem a bandeira do país em outro planeta será inspirador.

Ainda em celebração da vitória do atual presidente dos Estados Unidos, a conta de Donald Trump em sua rede social foi restaurada, o que foi comemorado pelo empresário, que exaltou o que chamou de “o retorno do rei”.


Perfil de Donald Trump no X volta à ativa (Foto: reprodução/X/@elonmusk)

A conta de Trump no X (antigo Twitter) havia sido suspensa permanentemente em janeiro de 2021, antes da compra da plataforma pelo dono da Tesla, devido aos riscos de mais incitação à violência. A suspensão aconteceu dois dias depois de apoiadores de Trump terem invadido o Congresso dos Estados Unidos violentamente, o que causou a morte de cinco pessoas.

Em meio a especulações de romance com Jennifer Aniston, Barack Obama homenageia esposa nas redes

O ex-presidente Barack Obama dedicou uma declaração apaixonada à esposa, Michelle Obama, em seu aniversário de 61 anos. Porém, o post, que seria apenas um momento romântico, ganhou outra dimensão ao ser compartilhado em meio a rumores de uma crise no casamento e um suposto affair com a atriz Jennifer Aniston.

No Instagram, Barack declarou-se para a esposa: “Feliz aniversário para o amor da minha vida, Michelle Obama. Você enche cada cômodo com calor, sabedoria, humor e graça – e você fica linda fazendo isso. Tenho muita sorte de poder viver as aventuras da vida com você. Amo você!” Michelle, por sua vez, respondeu: “Te amo, querido”, encerrando o diálogo, mas não as especulações.

Rumores de divórcio entre Obama e Michelle

O que era para ser um simples momento de celebração se tornou alvo de rumores e fofocas, especialmente após a ausência de Michelle em eventos importantes com Barack, como o enterro de Jimmy Carter e a posse presidencial de Donald Trump nesta segunda-feira (20). Muitos interpretaram essas situações como sinais de distanciamento entre os dois, mesmo que a ex-primeira-dama tenha admitido que não compareceu, pois achou difícil estar na primeira posse de Trump em 2017.


Declaração amorosa de Barack Obama para sua esposa, Michelle Obama (Foto: reprodução/Instagram/@barackobama)


A situação ganhou mais evidência após a jornalista Jessica Reed Kraus afirmar ter recebido mensagens que apontavam um relacionamento entre Barack Obama e Jennifer Aniston. Amigos próximos à estrela de “Friends” garantem que o caso realmente existe e uma fonte teria revelado que os dois se aproximaram após um amigo em comum os apresentar. No entanto, Jennifer negou tudo em uma entrevista ao talk show “Jimmy Kimmel Live“, afirmando que teve mais contato com Michelle do que com Barack e chamando os rumores de “absolutamente falsos.”

Casamento sob pressão

Os rumores sobre uma possível separação entre Barack e Michelle Obama continuam a circular pelas manchetes e notícias. No entanto, Michelle fez questão de usar suas redes sociais para marcar os 32 anos de casamento com uma declaração amorosa. “32 anos cheios de ação com meu amor!” agradecendo Barack por seus anos juntos e expressando seu amor por ele.


Declaração de Michelle para Barack Obama (Foto: reprodução/X/Michelle Obama)

Enquanto a internet segue alimentando os rumores, os dois parecem focados em manter o status do relacionamento. Por ora, resta aguardar para saber se os boatos serão confirmados ou finalmente desmentidos.