Vídeo: Avião cai em telhado de fábrica no Sul da Califórnia

Duas pessoas morreram e 19 ficaram feridas com a queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira (02) no telhado de um galpão de uma fábrica de móveis em Fullerton, no Sul da Califórnia. De acordo com a polícia, 200 pessoas estavam trabalhando no local no momento do acidente.

O departamento disse em declaração que acredita que as pessoas que morreram estavam dentro do avião, enquanto os feridos eram trabalhadores da indústria.

Vídeos do acidente de avião no Sul da Califórnia (Reprodução/X/@Gakruks1)

Vítimas

O nome das vítimas será divulgado após os oficiais fizerem contato com os parentes mais próximos. No entanto, segundo o portal ABC7, os corpos encontrados são do piloto do avião e de sua filha adolescente.

Ambulâncias levaram 11 pessoas a hospitais, enquanto trataram 8 vítimas no próprio local do acidente. Os feriados variam entre casos leves a muito sérios, de acordo com o vice-chefe dos bombeiros de Fullerton.

A queda

De acordo com o investigador de acidentes aéreos, Eliott Simpson, o piloto requisitou um retorno imediato da aeronave quando estava a 274 metros do aeroporto e a torre de comando autorizou o piloto a pousar imediatamente. O piloto não explicou o porquê do pedido de retorno.

Após isso, o avião caiu menos de dois minutos depois de decolar do Aeroporto Municipal de Fullerton, a 10 quilômetros do parque da Disney.

As imagens, retiradas de uma câmera de segurança de uma outra fábrica localizada no outro lado da rua, mostram que o avião já estava completamente tombado para o lado quando caiu.

De acordo com uma entrevista do operador do aeroporto, Chris Villalobos, para a AP, o proprietário do avião era alguém que estava sempre no aeroporto e frequentemente o tirava de lá para voos.

O corpo de bombeiros combateu as chamas e isolou o local, enquanto as ambulâncias e corpos médicos resgataram os feridos. A região possui casas e prédios comerciais.

Liberdade de expressão nos EUA: lei do TikTok é comparada a regimes autoritários

Recentemente o governo dos Estados Unidos propôs uma lei que visa restringir o uso da plataforma do TikTok. A proposta levantou intensos debates sobre a liberdade de expressão e questões relacionadas à segurança nacional. Defensores da liberdade de expressão compararam a medida com às práticas de censura de regimes autoritários, questionando os limites da intervenção do Estado no meio digital.

Segurança nacional

As autoridades dos EUA argumentam que o TikTok, como plataforma de propriedade da empresa chinesa ByteDance, representa um risco para o país. O governo teme que os dados dos cidadãos possam ser acessados pelo governo chinês, comprometendo informações sensíveis da população e do país. Os legisladores propuseram leis para restringir ou até mesmo banir o aplicativo do território estadunidense.

Liberdade de expressão e censura

Defensores do direito da liberdade de expressão criticam as medidas propostas pelo governo e afirmam que a prática se assemelha com atitudes de censura. Esses defensores ainda argumentam que a proibição de uma plataforma popular como o TikTok, pode estabelecer um precedente perigoso para futuras restrições de outras redes e meios de comunicação. Além disso, destacam que ações como essa podem infringir os direitos constitucionais, limitando os cidadãos a se expressarem e também ferem o direito de acesso a informação.


Participantes seguram cartazes em apoio ao TikTok durante uma entrevista coletiva fora do Capitólio dos EUA, no dia 12/03/2024, em Washington (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/AFP/Getty Images Embed)


O debate é um reflexo de um dilema, onde a busca por equilíbrio entre a proteção e segurança nacional com a preservação da liberdade individual de cada cidadão. Alguns enxergam as restrições como algo necessário para proteção do país e da população. Outros temem que a proposta de lei rompa com os princípios democráticos. A discussão evidencia a complexidade de regular plataformas digitais em um mundo cada vez mais conectado.

Donald Trump pede suspensão da proibição ao TikTok a Suprema Corte do EUA

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, recorreu à Suprema Corte do país para suspender uma lei federal que pode banir o aplicativo de mídia social TikTok ou forçar sua venda dentro do país. Trump argumentou que precisa ter tempo, após assumir o cargo, para buscar uma “resolução política” para o caso.

ByteDance vem sofrendo com pressão após proibição do aplicativo pelo congresso

A ByteDance, empresa controladora chinesa do TikTok, vem enfrentando pressão após o Congresso aprovar, em abril, uma legislação que proíbe o aplicativo nos EUA, a menos que seja vendido até 19 de janeiro. Caso a Suprema Corte não decida a favor da ByteDance e o desinvestimento não ocorra, o TikTok pode ser banido em 19 de janeiro, véspera da posse de Trump, que vai ser realizada em 20 de janeiro.


Proibição do TikTok vem causando polêmica nos Estados Unidos (Foto:reproduçao/Getty Images NewsKevin Dietsch/Getty Images Embed)


Grupos de defesa da liberdade de expressão criticaram a legislação, comparando-a à censura praticada por regimes autoritários. Eles alegam também, em petição feita à Suprema Corte, que a proibição fere direitos constitucionais.

Por outro lado, o Departamento de Justiça sustenta que o controle chinês do TikTok representa uma ameaça à segurança nacional, posição apoiada por parlamentares norte-americanos. A ByteDance ainda rebate, afirmando que os dados dos usuários nos EUA são armazenados em servidores da Oracle Corp e que as decisões de moderação também são tomadas no país.

Trump pretende manter o aplicativo enquanto pensa em uma posição final

Trump indicou que deseja manter o TikTok operando nos Estados Unidos por enquanto, destacando a importância da plataforma para sua campanha presidencial, que acumulou bilhões de visualizações. O caso agora está nas mãos da Suprema Corte, que deverá equilibrar interesses de segurança nacional, direitos constitucionais e a relevância econômica e cultural do TikTok, sendo que uma posição deve ser anunciada em breve.

Grande incêndio atinge vila de Natal em Nova York

Na manhã desta sexta-feira (27), um incêndio de grandes proporções destruiu parte da tradicional Vila de Natal em um parque na cidade de Nova York. O local, conhecido por suas decorações festivas e eventos temáticos, estava lotado de visitantes quando as chamas começaram. Até o momento, as autoridades não confirmaram feridos graves.

Investigação sobre as causas do incidente em andamento


Vídeo demonstrando a gravidade do ocorrido (reprodução/whatisny/X)


O incêndio começou por volta das 9h20, no horário local, e rapidamente se espalhou devido à grande quantidade de materiais inflamáveis nas estruturas decorativas. Testemunhas relataram cenas de pânico e aglomerações enquanto seguranças e bombeiros tentavam evacuar a área.

As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas, mas as primeiras informações indicam que supostamente teria começado em um local com concentração de lixo. Mais de 50 bombeiros foram mobilizados para conter as chamas, que levaram cerca de duas horas para serem totalmente controladas.

Joe Castellano, chefe do Batalhão 9 do Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova York, detalhou sobre o ocorrido em entrevista:

Encontramos um incêndio no quiosque atrás de mim, com aproximadamente 1,83 metros por 12,2 de comprimento. Havia fogo em toda parte. As unidades então extinguiram o fogo em um curto espaço de tempo, relatou

Ocorrência é a segunda na cidade em duas semanas


Bombeiros combatem fogo no Herald Holiday Market, no início do mês (reprodução/themagisterium1/YouTube)

O incêndio ocorreu menos de duas semanas após outro fogo ter devastado um mercado de feriados no centro de Manhattan, na Herald Square. Na ocasião, dezoito barracas foram destruídas, e as autoridades apontaram um problema elétrico como a causa. O incêndio foi devastador para pequenos empresários, que perderam seus pontos e mercadorias.

A repetição de um evento similar em tão curto espaço de tempo levanta preocupações sobre as condições de segurança em instalações natalinas na cidade, especialmente durante o período de inverno no hemisfério norte, quando a demanda por iluminações e aquecedores elétricos é elevada.

Vírus da gripe aviária passou por mutações no primeiro caso grave em humanos nos EUA

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informaram, nesta quinta-feira (26), que a análise de amostras do primeiro caso grave de gripe aviária no país, ocorrido recentemente, revelou mutações não detectadas em amostras de aves infectadas em um rebanho no quintal da residência do paciente.

Mutações no vírus de gripe aviária

Os Estados Unidos confirmaram, na semana passada, o primeiro caso grave de gripe aviária no país, envolvendo um homem com mais de 65 anos e residente na Louisiana, que estava enfrentando sérios problemas respiratórios. O paciente foi infectado com o genótipo D1.1 do vírus, que recentemente foi identificado em aves selvagens e domésticas no território norte-americano.

Esse genótipo é diferente do B3.13, que já havia sido encontrado em vacas-leiteiras, humanos e algumas aves domésticas em várias regiões dos EUA. As mutações detectadas no paciente são raras, mas já foram observadas em infecções graves em outros países, incluindo um caso semelhante no Canadá.

O CDC informou que, até o momento, não houve registro de transmissão do vírus para outras pessoas a partir deste caso na Louisiana.

O que é e como se prevenir

A gripe aviária é uma infecção viral que afeta principalmente aves, mas em casos raros pode ser transmitida para seres humanos, geralmente por contato próximo com aves infectadas. O vírus H5N1, responsável por surtos em aves ao redor do mundo, tem gerado preocupação devido à possibilidade de mutações que o tornem mais transmissível entre humanos. Embora a maioria dos casos em humanos seja leve, infecções graves podem causar sérios problemas respiratórios e até a morte.


Vídeo sobre H5N1 (Vídeo: reprodução/Youtube/BBC News Brasil)

A gripe aviária em humanos pode variar desde sintomas leves até formas graves da doença. Os sintomas iniciais geralmente incluem febre, tosse, dor de garganta, dor muscular e fadiga, semelhantes aos de outras infecções respiratórias. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para dificuldades respiratórias graves, como falta de ar e pneumonia, além de dor no peito e até insuficiência respiratória.

Para a população em geral, a principal recomendação é evitar o contato direto com aves doentes ou mortas, especialmente em áreas afetadas por surtos. Além disso, é fundamental lavar as mãos frequentemente e cozinhar bem os produtos avícolas antes do consumo.

Governo Biden anuncia nova investigação sobre chips e semicondutores chineses

A representante comercial dos Estados Unidos, Katherine Thai, afirmou nesta segunda-feira (23) que o governo americano pretende iniciar uma investigação sobre políticas e práticas em relação à indústria de semicondutores.

A preocupação do governo dos Estados Unidos seria de evitar que a China tenha vantagem no mercado de chips, assim como já vem buscando nos mercados de energia solar e carros elétricos. A investigação será executada sob a Seção 301 da Lei do Comércio de 1974. A alegação dos americanos é de que os chineses têm adotado medidas anticompetitivas.

Disputa comercial

A medida dos Estados Unidos possivelmente irá complementar os planos de Donald Trump, que pretendem incluir taxas de 60% na importação de produtos chineses a partir de 2025. O atual presidente americano, Joe Biden, já aprovou uma medida onde impõe taxas de 50% a partir de 1 de janeiro.

Esta investigação ressalta o compromisso da administração Biden-Harris em defender os trabalhadores e as empresas americanas, aumentando a resiliência das cadeias de suprimentos críticas e apoiando o investimento incomparável que está sendo feito nesta indústria”.

– Katherine Thai


Governo Biden impõe taxa de 50% sobre produtos chineses a partir de 1 de janeiro de 2025. (Foto: reprodução/ X/ @NBCNews)

O informativo americano que sustenta a investigação afirma que a China busca dominar o mercado doméstico e global no setor de semicondutores, impondo meios anticompetitivos para atingir a autossuficiência. Os americanos também estão no meio do impasse chinês sobre Taiwan, território reivindicado pela China e essencial para a indústria de chips do mundo.

Possibilidades

Caso a disputa entre China e Estados Unidos siga adiante, isso pode tornar o mercado de semicondutores ainda mais competitivo. Atualmente os Estados Unidos têm investido na fabricação local de semicondutores, incluindo uma parceria com a empresa TSMC, uma empresa taiwanesa e maior produtora global de chips, que fornece para grandes marcas como Apple, Qualcomm e Samsung. O objetivo dessa medida seria diminuir a dependência dos Estados Unidos por chips e componentes chineses.

Donald Trump afirma que pretende acabar com a cidadania dos nascidos nos Estados Unidos

No domingo, dia 8 de dezembro, Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, reforçou que pretende cumprir uma promessa feita desde seu mandato anterior: acabar com o direito de cidadania para crianças que nascem dentro do território americano. Ele também afirmou que essa medida faz parte dos planos para o primeiro dia de mandato. Caso cumprida, a ordem pode enfrentar resistência judicial e no congresso. A ideia faz parte dos planos anti-imigração defendidos por Donald Trump desde a campanha para o primeiro mandato, juntando-se aos planos de reforçar a fronteira do país com o México, pela construção de um muro.

O que há por trás da ideia

Ao defender a ideia, Donald Trump afirmou os Estados Unidos são o único país que concede a cidadania para nascidos dentro do território, independentemente da origem. Especialistas contrariaram a afirmação indicando que outros países aplicam o mesmo direito, incluindo o Brasil. A afirmação de Trump foi realizada em uma entrevista à rede NBC no domingo (8).


Donald Trump pretende seguir com medidas anti-imigração, prometidas para o primeiro mandato. (Foto: reprodução/ X/ @BlogdoBG)

Trump referiu-se aos nascidos com o direito à cidadania, como “bebês-âncora”, pois aos 21 anos é possível que o cidadão americano por nascimento possa estender o direito à cidadania também aos pais.

A prática é comumente utilizada por pessoas que procuraram entrar nos Estados Unidos, partindo de países menos desenvolvidos, chegando a gastar cifras em torno de 200 mil reais, para que seja possível dar à luz no território dos Estados Unidos. A medida pode chegar a dobrar o número de pessoas vivendo ilegalmente nos Estados Unidos até 2050, aponta o Migration Policy Institute.

Possíveis desdobramentos

Os planos de Donald Trump podem enfrentar resistência ou até mesmo não serem concretizados. A medida, de acordo com especialistas, pode ser barrada na 14ª Emenda da Constituição Americana. A emenda assegura o direito à cidadania aos nascidos em solo americano. A emenda não pode ser alterada por uma ordem executiva presidencial.

Autoridade da Casa Branca afirma que mísseis do Paquistão são uma ameaça aos EUA

O vice- conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jon Finer, afirmou nesta quinta-feira (19) que o Paquistão está desenvolvendo mísseis de longo alcance capazes de atingir alvos fora da Ásia.

Em sua fala, Finer também disse que os mísseis podem representar uma “crescente ameaça aos Estados Unidos”.

Pronunciamentos do vice- conselheiro

O Paquistão tem desenvolvido uma tecnologia de mísseis cada vez mais sofisticada, que vão de mísseis de longo alcance a equipamentos, que permitiriam o teste de motores de foguete bem maiores

Vice- conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em pronunciamento

Este depoimento do vice- conselheiro de Segurança Nacional revelou o quanto a relação entre os EUA e o Paquistão se deteriorou desde 2021. Segundo ele, esse desgaste é efeito de quando os EUA retiraram suas tropas da outra república islâmica Afeganistão, após 20 anos de ocupação no país.

Este movimento foi gradual e se iniciou ainda na presidência de Donald Trump.

O Paquistão terá a capacidade de atingir alvos muito além do sul da Ásia, incluindo os Estados Unidos

Jon Finer finalizou:

“Então, francamente, é difícil para nós enxergar estas ações do Paquistão como algo senão uma crescente ameaça aos Estados Unidos”

O discurso veio um dia após Washington anunciar uma nova rodada de sanções relacionadas ao programa de desenvolvimento de mísseis balísticos do Paquistão. 


Forças militares Paquistanesas em Islamabad em 2017, durante a comemoração do Dia Nacional do Paquistão (Reprodução/Amjad Khan/Getty Images Embed)


Paquistão e Índia

Por mais que a possibilidade de uso das armas contra os Estados Unidos tenha sido ressaltada, outra hipótese é de que o Paquistão as tenha desenvolvido em uma tentativa de aproximar seu poderio militar ao da Índia.

A relação de tensão entre estes dois países é histórica e vem desde 1947, ano em que a Índia se tornou independente da Grã-Bretanha. Quando conquistada esta independência, o território que antes era inteiramente colônia inglesa ficou dividido entre Índia e Paquistão.

A grande divisão religiosa, principalmente entre o hinduísmo e o islamismo foi um ponto fundamental para os conflitos que existiram entre os países.

Desde então, os países já guerrearam entre si em algumas ocasiões. Assim, se destacam as guerras de 1947 e 1965, travada pelo controle da região da Caxemira.

Donald Trump se encontra com CEO do TikTok para debater situação do aplicativo nos Estados Unidos

Nesta segunda-feira (16), o presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump se encontrou com o Shou Chew, CEO do TikTok na Flórida. Segundo informações, Trump está tentando reverter a proibição do aplicativo de vídeos no país, prevista para o dia 19 de janeiro.

Recentemente, em entrevista, Donald Trump afirmou que a rede social tem “um lugar especial” em seu coração, reconhecendo que o aplicativo teve impacto na sua vitória nas eleições presidenciais realizadas este ano.

“Vamos dar uma olhada no TikTok. Você sabe, tenho um lugar especial no coração para o TikTok, porque ganhei a juventude por 34 pontos, e há quem diga que o TikTok tem algo a ver com isso”.

Donald Trump

Na última semana, o Tribunal de Apelações rejeitou o pedido do TikTok para suspender a proibição no país.


Rede social TikTok (reprodução/Freepik)

Proibição

Em abril deste ano, o presidente Joe Biden sancionou um projeto de lei que obriga o aplicativo de vídeos, TikTok, a ser vendido para uma empresa americana, que seja segura aos olhos dos Estados Unidos. Se a ordem não for cumprida até dia 19 de janeiro de 2025. A rede social será banida em todo país.

Pelo fato do TikTok ser comandado por uma empresa chinesa, a ByteDance, os Estados Unidos afirma que a rede social apresenta um risco para o país, por coletar dados confidenciais dos usuários. Segundo políticos americanos, a China pode usar esses dados coletados como arma de espionagem. O TikTok negou todas as acusações.

Saúde mental

Quatorze estados americanos entraram com ações judiciais contra o TikTok, a justificativa seria de que o aplicativo estaria deteriorando a saúde mental dos jovens.

As reclamações abordaram diversos aspectos da rede social. Filtros de beleza, mecanismos que fazem os vídeos rolarem constantemente e vídeos de desafios que podem colocar o jovem em risco, são um dos principais assuntos abordados. 

Essas ações foram vistas como uma pressão oficial dos Estados Unidos, fortalecendo o projeto de proibição do aplicativo no país. 

Atirador deixa ao menos 2 mortos em escola no Wisconsin

Nesta segunda-feira (16), um atirador abriu fogo em uma escola nos Estados Unidos. O colégio Abudant Life Christian fica em Madison, no Condado de Dane, no estado de Wisconsin. Pelo menos um aluno e um professor foram mortos, além do atirador, que tinha 17 anos.  O caso ocorreu em uma escola “K-12”, que atende jovens até a idade pré-universitária. Entre os feridos estão duas crianças em estado grave. As autoridades não deram detalhes sobre as características da atiradora, porém a organização de imprensa The Associated Press afirmou que se trata de uma estudante do sexo feminino.

O que dizem as autoridades

Até o momento a polícia da região não deu muitos detalhes sobre a ocorrência, porém há a confirmação de que o suspeito pode ter cometido suicídio após o ato. A quantidade de pessoas feridas ainda é incerta, foram pelo menos 6 pessoas.


Ataque ocorreu dentro das instalações de escola nos Estados Unidos (Foto: reprodução/X/@cofeekate)

Os disparos ocorreram dentro das instalações do colégio, sendo uma instituição cristã privada. A escola tem cerca de 390 estudantes, sendo que os disparos ocorreram em horário de aula. Ainda não há uma confirmação sobre quais seriam as motivações ou alvos.

Em comunicado, a polícia de Madison afirmou que as investigações continuam em andamento e mais informações serão divulgadas quando disponíveis.

Aumento dos casos

Tiroteios escolares não são uma novidade nos Estados Unidos. O número de casos tem aumentado nos últimos anos e a situação gera diversos debates, principalmente em relação ao acesso a armamentos. O problema também chegou a afetar países como o Brasil.

Conforme o site K-12 School Shooting Database, o ano de 2024 é superado apenas pelo ano de 2023, aonde foram 349 ocorrências registradas. Atualmente o ano de 2024 contabiliza 322 casos.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já tomou conhecimento do caso de Madison.

“O presidente foi informado sobre o ataque a tiros na escola de Madison, Wisconsin. Autoridades seniores da Casa Branca estão em contato com colegas locais em Madison para fornecer suporte conforme necessário”, declara Emilie Simons, vice-secretária sênior de imprensa

O Partido Democrata é conhecido por ser mais favorável a propostas em favor do desarmamento.