Ariana Grande e Cynthia Erivo brilham nos pôsteres de Wicked: For Good

Ariana Grande e Cynthia Erivo protagonizam os novos e deslumbrantes pôsteres de Wicked: For Good, cada uma mergulhada em seu universo mágico. Ariana como Glinda, a bruxa boa, envolta em tons suaves e etéreos, e Cynthia como Elphaba, a bruxa má, poderosa em sua aura verde e misteriosa. Os cartazes não são apenas visualmente impactantes, mas também carregam um detalhe genial: o “W” estilizado, que se entrelaça com os elementos visuais de cada personagem, como se fosse um feitiço gráfico que une os dois mundos. É o tipo de toque criativo que só mentes de titânio poderiam conceber, uma fusão perfeita entre design e narrativa.

Essa nova adaptação cinematográfica do icônico musical da Broadway promete ser uma experiência épica, dividida em duas partes, com a primeira estreando nos cinemas em 21 de novembro. Dirigido por Jon M. Chu, conhecido por seu trabalho em Crazy Rich Asians e In the Heights, o filme já está cercado de expectativas altíssimas. Além das protagonistas de peso, o elenco conta com nomes como Jeff Goldblum como o Mágico de Oz e Michelle Yeoh como Madame Morrible, elevando ainda mais o nível da produção.

Com figurinos exuberantes, cenários encantadores e uma trilha sonora que promete emocionar tanto os fãs antigos quanto os novos, Wicked: For Good não é apenas uma adaptação, é uma celebração do poder da amizade, da coragem e da magia que existe em desafiar o status que novembro nunca pareceu tão longe.

Desempenho de Wicked

O fenômeno Wicked começou muito antes de chegar às telonas, e quando finalmente estreou, provou que toda a espera valeu a pena. A adaptação da Broadway para o cinema, quebrou recordes: ultrapassou a marca dos US$ 450 milhões nas bilheteiras mundiais, tornando-se a maior abertura global para um filme baseado em um musical da Broadway, superando Os Miseráveis. A recepção foi calorosa, com sessões lotadas, fãs se fantasiando e ovacionando de pé após números icônicos como Defying Gravity, um verdadeiro momento cultural, como descreveu o diretor Jon M. Chu.


Glinda em Wicked: For Good (Foto: reprodução/Instagram/@wickedmovie)


O sucesso não veio por acaso: figurinos exuberantes, cenários grandiosos, efeitos especiais de tirar o fôlego e uma narrativa que equilibra espetáculo visual com emoção genuína fizeram do primeiro filme um marco. Além disso, a decisão de dividir a história em duas partes deu espaço para aprofundar os dilemas morais e políticos de Oz, algo que agradou tanto aos fãs do musical quanto a novos espectadores.

Premios de Wicked

O primeiro filme Wicked não só conquistou o público como também brilhou na temporada de premiações. Entre os destaques, levou o Oscar de Melhor Design de Produção, repetindo o feito em outras grandes cerimônias como o Critics Choice Awards, o BAFTA Film Awards e o Art Directors Guild Awards.


Elphaba em Wicked: For Good (Foto: reprodução/Instagram/@wickedmovie)


Além disso, foi indicado em diversas categorias técnicas e artísticas, com elogios especiais para figurino, direção de arte e as performances de Cynthia Erivo e Ariana Grande, que chegaram a ser apontadas como fortes candidatas a prêmios de atuação. Esse reconhecimento consolidou Wicked como uma das adaptações musicais mais bem-sucedidas e respeitadas dos últimos anos, abrindo caminho para que a sequência chegue aos cinemas cercada de expectativas altíssimas.


Glinda em Wicked: For Good (Foto: reprodução/Instagram/@wickedmovie)


Os figurinos de Wicked: For Good são assinados por Paul Tazewell, figurinista vencedor do Tony por Hamilton e indicado ao Oscar por West Side Story. Ele manteve a essência visual cdo espetáculo da Broadway, mas trouxe novas camadas e detalhes cinematográficos.


Elphaba em Wicked: For Good (Foto: reprodução/Instagram/@wickedmovie)


Inspirando-se na terra e no ar como elementos centrais, Tazewell criou um contraste marcante entre as protagonistas: Elphaba veste trajes de tons escuros, texturas ricas e silhuetas dramáticas que reforçam sua aura misteriosa e poderosa; já Glinda surge em vestidos volumosos, com brilhos e cores claras que evocam leveza e realeza.

James Gunn redefine o Universo DC com criatividade e liberdade

Em uma conversa descontraída e reveladora, James Gunn, o responsável pelo novo DCU (DC Cinematic Universe), compartilhou com Rainn Wilson suas ideias para o futuro da editora nos cinemas. Portanto, a entrevista mostra como Gunn pensa o universo de super-heróis de forma inovadora, com liberdade criativa e atenção às histórias individuais dos personagens.

DCU: Universo mais livre e flexível

Gunn explica que, diferentemente do MCU, que conecta todos os filmes em uma narrativa contínua, o DCU privilegia a autonomia de cada história. Ele acredita que personagens e tramas devem ter espaço para se desenvolverem de maneira própria, permitindo que os filmes se conectem naturalmente, sem depender de uma sequência linear. Assim, essa abordagem valoriza o caráter único de cada protagonista e abre caminho para narrativas mais ousadas e diversificadas.

DCU: Peacemaker e a integração de histórias

O primeiro grande projeto desse novo universo será o filme Superman, com David Corenswet interpretando Clark Kent e Rachel Brosnahan como Lois Lane. Gunn destaca que o longa explorará as primeiras experiências do herói, tanto como repórter quanto como super-herói. Entretanto, a intenção é mostrar a jornada pessoal de Clark, sem perder a sensação de pertencimento a um universo compartilhado, equilibrando identidade própria e coesão narrativa.


James Gunn, diretor, roteirista e produtor (Reprodução/Warner Bros)

Criatividade e Profundidade

Para Gunn, o coração do DCU está na profundidade dos personagens e na liberdade de contar histórias com autenticidade. Ele acredita que cada filme ou série deve ter vida própria, mas também contribuir para a construção de um universo maior. Assim, os fãs podem acompanhar aventuras únicas sem perder a sensação de conexão e continuidade.

Além disso, Gunn reforça que o DCU permitirá explorar diferentes tons, do humor à ação intensa, sem perder a coerência narrativa. Essa liberdade criativa abre espaço para experimentação e inovação, garantindo que cada história surpreenda e emocione o público de maneira única.

Governo brasileiro monitora navios militares dos EUA perto da Venezuela

O governo brasileiro está acompanhando com atenção a movimentação de navios destróieres dos Estados Unidos em direção à Venezuela. Os navios enviados pelo país norte-americano estão armados com mísseis guiados e embora o cenário de intervenção militar esteja sendo avaliado pelo mundo como uma possibilidade, é pouco provável que aconteça por ora. 

De acordo com a Agência Reuters, os Estados Unidos enviaram três navios destróieres de mísseis, operados pelo sistema “U.S. Aegis” em direção a costa da Venezuela, sob discurso de que as forças estão sendo enviadas para combater cartéis de drogas na América Latina. Segundo fontes ouvidas pela CNN, apesar da crescente tensão e da escalada militar que está acontecendo no momento, o governo brasileiro entende que não há um risco significativo de uma intervenção militar norte-americana, em função de uma tentativa para retirar Nicolás Maduro do poder. A atitude é interpretada mais como uma provocação de Donald Trump a Maduro do que como uma real intenção de interferência.

Provocação de Trump a Venezuela

O início da movimentação militar chamou atenção internacional, pela surpresa e também pelo desafio de Donald Trump. Porém, o Brasil observa com cautela as ações, as classificando somente como uma provocação política de Trump a Maduro. É descartado pelo governo brasileiro que as ações tenham uma natureza de intervenção militar, com objetivo de destituir Maduro de seu poder ou até mesmo ocupar território venezuelano. 

O envio dos navios armados por mísseis podem ser usados tanto para realizar operações de monitoramento, quanto como uma arma de lançamento para ataques direcionados, caso a decisão seja tomada. Entretanto, fontes diplomáticas ouvidas pela CNN consolidam a tese de que uma mobilização militar, no momento, está fora dos planos e não representa um risco direto à Venezuela. A ação dos EUA é vista por analistas como uma forma de pressionar a Venezuela por meio de demonstrações de força através dos militares, ao mesmo tempo em que exploram o discurso de combate ao tráfico de drogas como uma justificativa aceitável.


Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)


Tensão entre os dois países

A escalada verbal também foi intensa entre a Venezuela e os Estados Unidos, representados pela Casa Branca. Nesta terça-feira (19) durante declaração a imprensa, Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, classificou Nicolás Maduro como parte de um “cartel narcoterrorista”, indicando que Maduro seria um chefe em fuga que foi indiciado pelos EUA por tráfico de drogas. 

Em contrapartida, Maduro reagiu indiretamente ao discurso rígido, sem citar os navios de guerra. Ele declarou que a Venezuela irá “defender nossos mares, nossos céus e nossas terras”, fazendo referência aos EUA, ao qual os chamou de uma “estranha e bizarra ameaça de um império em declínio”. As trocas verbais entre os Estados Unidos e Venezuela reforçam a percepção de um cenário de tensão política e simbólica entre os dois países, aos quais buscam demonstrar força diplomática através de discursos e provocações, mas sem necessariamente darem início a um conflito armado de imediato. 

Suéteres que vão transformar seu inverno em conforto e estilo

Com a chegada do inverno, surge a ocasião perfeita para repensar o guarda-roupa e investir em peças que unam praticidade, estilo e proteção contra o frio. Entre todas, o suéter se destaca como item-chave, graças à sua versatilidade: ele é capaz de elevar produções simples e transformá-las em combinações sofisticadas e acolhedoras. Nesta estação, os diferentes cortes e modelagens que vão do clássico atemporal às versões modernas e ousadas ganham protagonismo, oferecendo opções elegantes para os dias gelados. Com texturas inovadoras, paletas atuais e caimentos pensados para valorizar a silhueta, os suéteres se consolidam como grandes aliados da mulher contemporânea.

Mais do que apenas proteger do frio, os suéteres atuais trazem uma proposta estética renovada: cortes amplos, texturas diferenciadas, golas marcantes e acabamentos únicos garantem destaque imediato. A grande vantagem está na versatilidade, já que essas peças transitam com facilidade do ambiente profissional ao lazer, bastando trocar acessórios ou combinar com outros elementos do look. Por isso, selecionamos oito modelos indispensáveis para quem deseja atualizar o guarda-roupa de inverno, equilibrando estilo, conforto e personalidade.

Os Suéteres que Toda Fashionista Precisa Conhecer

1. Suéter oversized

O suéter de modelagem oversized é perfeito para quem busca conforto e um toque de estilo descontraído. Rico em volume, ele dá aquela sensação acolhedora e trás um mood “relaxado chic”. Ideal para uso com leggings, jeans skinny ou até saia midi, confere ar moderno ao look, sem esforço.


Tricot oversized com saia de paetê. (Foto: reprodução/Instagram/@zara)


2. Gola alta encorpada

Clássica e elegante, a gola alta especialmente em malhas encorpadas se impõe como forte aliado contra o frio. Além de manter o pescoço protegido, tem apelo sofisticado e pode ser a estrela de looks monocromáticos ou composições com sobreposições volumosas, como casacos longos.


Tricot com gola alta encorpada. (Foto: reprodução/Instagram/@belloriver)


3. Suéter cardigan alongado

O cardigan em versão longa é uma peça coringa que nunca sai de moda. Ele funciona muito bem como terceira camada, trazendo movimento e elegância ao visual, ou pode ser usado aberto para dar leveza a produções mais simples. O caimento alongado ajuda a valorizar a silhueta e ainda possibilita diferentes combinações, como o uso de cintos para marcar a cintura, resultando em composições modernas e aconchegantes.


Cardigan alongado. (Foto: reprodução/Instagram/@ye.mimi)


4. Tricot romântico com textura

Texturas como jacquard, argyle, ponto arroz ou trança elevam o visual do suéter tricô tornando-o irresistível. Essas padronagens trazem profundidade ao look e conferem um toque artesanal cheio de personalidade.


Tricot trançado. (Foto: reprodução/Instagram/@malhas.bruna)


A paleta de cores deste inverno? Tons terrosos como caramelo, bordô, verde-musgo e camel dominam, trazendo atmosfera acolhedora e sofisticada ao mesmo tempo. O off-white e cru são curingas eternos, perfeitos para criar looks clean e refinados combinando com peças em jeans ou couro. Vale também ousar com toques de lilás ou azul-petróleo, que quebram a sobriedade com frescor e alma contemporânea.

Adotar suéteres estilosos e funcionais é uma excelente forma de acolher o inverno com personalidade e praticidade. Cada corte seja oversized, gola alta, cardigan, tricot texturizado ou com recortes oferece uma maneira singular de transitar com elegância entre o aconchego e a moda. Ao combinar modelos estratégicos, cores da estação e detalhes bem cuidados, é possível criar looks que aquecem o corpo e elevam o estilo pessoal com muito charme.

EUA enviam navios à Venezuela e Maduro mobiliza 4,5 milhões de milicianos

O presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou, na terça-feira (19), a mobilização de 4,5 milhões de milicianos armados por todo o território venezuelano, em resposta ao deslocamento de três navios de guerra dos Estados Unidos para a costa do país.

A operação militar americana, revelada por fontes da agência Reuters, foi iniciada com o objetivo de combater o tráfico de drogas no sul do Caribe. Diante do que chamou de “ameaça bizarra”, o governo venezuelano reforçou seu aparato defensivo, reacendendo a tensão diplomática com os EUA, que não reconhecem Maduro como presidente legítimo.

Operação militar dos EUA aumenta pressão sobre Maduro

De acordo com informações divulgadas pela Reuters, os navios USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson foram deslocados para o mar do Caribe e devem permanecer na região por meses. Estima-se que cerca de 4.000 militares, incluindo fuzileiros navais, aviões espiões e ao menos um submarino de ataque, tenham sido mobilizados para essa ação, considerada parte da política americana de combate ao narcotráfico internacional.


Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branda (Foto: Reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)


A operação, embora não oficialmente confirmada pelo governo Trump, foi interpretada como um movimento direto contra o regime de Maduro, que já é alvo de sanções econômicas e denúncias criminais nos EUA. Em declaração à imprensa, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reiterou que “todos os elementos do poder americano” seriam utilizados contra o que chamou de “cartel narcoterrorista liderado por Maduro”.

Venezuela reage com mobilização militar

Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, Nicolás Maduro afirmou que a soberania nacional seria defendida a qualquer custo. Para isso, anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos civis armados treinados sob o comando das forças venezuelanas como forma de resistência às ameaças externas. A medida foi apoiada pelo ministro do Interior, Diosdado Cabello, que garantiu que o país está “mobilizado em todo o Caribe” e pronto para agir.

Apesar das tensões, episódios recentes sugerem um possível realinhamento estratégico entre os dois países. Em julho, uma troca de prisioneiros foi realizada, levantando hipóteses sobre uma abertura diplomática. Ainda assim, com a nova movimentação militar, os riscos de conflito e isolamento aumentam, e o clima político permanece instável na região.

Moda em alta temperatura: explore a paleta que transforma o verão 2026

Pense em energia, frescor e personalidade, essas são as credenciais da paleta de cores que assume o protagonismo do verão 2026. Antecipando as principais tendências que irão surgir nas passarelas, vitrines e feeds, especialistas em moda apontam uma cartela que vai muito além do óbvio. Vermelhos vibrantes, azuis aveludados, rosas suaves e neutros sofisticados se unem para traduzir o espírito da estação mais quente do ano. Em uma temporada marcada pela celebração e pelo movimento, as cores ganham o papel de comunicar atitude e estado de espírito. Dos looks urbanos aos dias à beira-mar, a moda se expressa mediante tonalidades que provocam desejo instantâneo. Mais do que tendência estética, essa paleta surge como manifesto de estilo e autoconfiança.

Os tons escolhidos para o verão 2026 mostram uma moda conectada com o comportamento contemporâneo, na qual leveza e intensidade caminham lado a lado. A cartela permite brincar com contrastes, explorar novas combinações e refletir identidades diversas, sempre com sofisticação. Enquanto nuances como tomato red e marrom prometem aquecer visuais marcantes, o azul bebê e o powder pink surgem como refúgio de suavidade. Essa mistura de cores cria possibilidades para todos os estilos, do minimalista ao fashionista ousado. Assim, o guarda-roupa ganha vida com composições versáteis e criativas, reforçando o convite da moda para vivermos o verão com autenticidade e brilho próprio.

Tons que iluminam o look

O primeiro destaque vai para o tom tomato red, um vermelho intenso que ganha ainda mais força em 2026. Esse tom vibrante ilumina a pele, transmite energia e comanda a atenção, seja em peças fluidas ou em acessórios estratégicos, como bolsas e sapatos. Em contraste com esse poder visual, o azul bebê surge como um contraponto suave e refrescante. Delicado e sofisticado, é ideal para quem busca um mood minimalista e leve, com uma pegada romântica que vai bem em vestidos, conjuntos monocromáticos e acessórios.


Vestido no tom de uma das tendências de 2026. (foto: reprodução/Instagram/@alc.alice)


Para quem deseja modernizar ainda mais, invista em texturas como seda, linho ou crochê, que amplificam a sensação fresca e leve do verão. Um blazer marrom, por exemplo, ganha nova vida quando usado sobre um vestido azul bebê; enquanto detalhes em tomato red, como sandálias ou batons, transformam looks monocromáticos em clássicos do street style.


Casaco em outro tom das tendências de 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@nadiyalyalko)


A elegância dos neutros românticos

O universo dos neutros chega com duas apostas marcantes. O verão marrom que viveu seu auge em 2025 segue firme e adaptado à estação quente. De nuances terrosas como cappuccino e chocolate, essa cor convida a composições elegantes, especialmente se combinada com tecidos leves e toques de branco ou pastel, garantindo um visual moderno e sofisticado. Já o powder pink, um rosa clarinho quase apagado, retorna como sinônimo de feminilidade discreta. Em peças como camisas de seda, vestidos fluidos e alfaiataria leve, esse tom empresta delicadeza e suavidade sem perder a elegância.


Verão marrom nas tendências de 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@amaka.hamelijnck)


Seja para quem deseja ousar ou para quem prefere sutileza, a paleta do verão 2026 rompe barreiras entre tendências vibrantes e minimalismo refinado. Esses tons multifacetados permitem criar desde produções impactantes, usando tomato red, até visuais etéreos e serenos com azul bebê e powder pink. Ao apostar com sabedoria, conseguimos balancear intensidade e suavidade em um mesmo look.


Conjunto em powder pink (Foto: reprodução/Instagram/@emmanuellek_)


Em meio a essa explosão cromática que toma conta do verão 2026, a verdadeira tendência é sentir-se livre para experimentar. Seja apostando em tons vibrantes que celebram a vitalidade da estação ou em nuances delicadas que traduzem leveza, o importante é deixar que as cores expressem quem você é. Com uma paleta democrática e cheia de personalidade, a moda da próxima temporada reforça que estilo é atitude e começa sempre com a ousadia de se reinventar.

Vistos de estudantes estrangeiros são cancelados nos EUA

Mais de 6 mil vistos de estudantes internacionais foram cancelados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, conforme divulgado nesta segunda-feira (18) em Washington. A medida foi tomada como parte da política migratória do governo de Donald Trump, que busca ampliar o controle sobre a permanência de estrangeiros no país. O cancelamento atingiu alunos de diferentes universidades americanas e foi justificado por violações da lei, irregularidades migratórias e suposto “apoio ao terrorismo”, segundo informou a BBC.

Razões para o cancelamento dos vistos

De acordo com o Departamento de Estado, cerca de 4 mil vistos foram revogados por violações diretas, como episódios de agressão, direção sob efeito de álcool e roubo. Outros 200 a 300 cancelamentos foram realizados com base no artigo INA 3B, que considera atividades classificadas como terroristas, ainda que de forma ampla e controversa.

A expressão “apoio ao terrorismo” vem sendo usada para enquadrar estudantes envolvidos em protestos pró-Palestina ocorridos em universidades americanas no último ano. Esse enquadramento tem sido criticado por organizações de direitos civis, que afirmam que manifestações políticas estão sendo confundidas com ameaças à segurança nacional.

Impactos na educação e na imigração

O endurecimento das regras também incluiu exigências adicionais para novos pedidos de visto, como a obrigatoriedade de informar contas em redes sociais. A medida, segundo o governo, busca identificar comportamentos hostis e possíveis vínculos com organizações extremistas.


Impacto na vida dos estudantes imigrantes (Foto: reprodução/Maccy/unsplash)

No entanto, especialistas em educação alertam que a decisão pode impactar diretamente a imagem das universidades americanas. No ano letivo de 2023-2024, mais de 1,1 milhão de estudantes estrangeiros estavam matriculados em instituições dos EUA, número que pode cair diante do aumento das restrições.

A ofensiva do governo Trump contra estudantes internacionais já é considerada por analistas como um fator de “fuga de cérebros”, impulsionando jovens a buscar universidades na Ásia e na Europa. Até o momento, não há indicação de que os cancelamentos sejam revertidos, e novas medidas ainda podem ser anunciadas.

Trump celebra encontro com Zelenskiy e líderes europeus em Washigton

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira (18) que será uma “grande honra para a América” receber o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, e líderes europeus na Casa Branca, em Washington. O encontro entre o presidente norte-americano e os diversos líderes europeus marca uma reunião histórica, devido à presença de autoridades internacionais.

O encontro ocorreu em meio a um momento de tensões geopolíticas acerca da guerra na Ucrânia. Na última sexta-feira (15), Trump e Vladimir Putin, presidente da Rússia, se encontraram no Alasca em uma cúpula para discutir sobre um cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia. Apesar da reunião ter ocorrido, os dois líderes não chegaram a um acordo e o cessar-fogo continua sendo uma questão em aberto. 

A expectativa para essa nova reunião é que os diálogos tenham se concentrado na guerra na Ucrânia novamente, focando principalmente na resolução de um cessar-fogo entre os dois países e no papel dos EUA como mediador entre aliados europeus e a Rússia. O encontro em Washington também reforça a imagem de protagonismo que Trump procura consolidar desde seu retorno à presidência dos EUA, devido a promessas de sua campanha de acabar com guerras ao redor do mundo. 

Dia histórico em Washington

Horas antes da chegada dos convidados à Casa Branca, Trump recorreu a sua rede social, Truth Social, para destacar a importância do evento. “Um grande dia na Casa Branca. Nunca tivemos tantos líderes europeus aqui ao mesmo tempo. Uma grande honra para a América!”, disse o presidente norte-americano em seu perfil. A mensagem serviu como uma sinalizador tanto para o prestígio e marco histórico da ocasião, quanto para marcar a presença e protagonismo dos EUA como centro de decisões mundiais, além de mediador da guerra na Ucrânia.

Essa reunião foi uma continuação do esforço diplomático que Trump vem tendo com relação à guerra entre Ucrânia e Rússia, principalmente após a cúpula realizada com Putin no Alasca. Trump vem afirmando durante seu mandato que pretende pôr “fim” à guerra entre os dois países, após realizar essa promessa em sua campanha para a corrida presidencial dos EUA em 2024. A agenda de reuniões com diversos líderes europeus e com o presidente russo é vista como uma possibilidade de redefinição da diplomacia americana.


Trump e Zelenskiy em reunião na Casa Branca nesta segunda-feira (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)


Agenda diplomática 

O dia começou com uma reunião entre Trump e Zelenskiy, seguida por encontros com os líderes do Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Finlândia, União Europeia e Otan. Também foi especulado que o vice-presidente dos EUA, JD Vance, poderia participar das conversas, de acordo com fontes, especialmente depois de acompanhar conversas entre Trump e Zelenskiy em fevereiro.

A presença simultânea de diversos líderes em solo americano reforça o peso político das reuniões e evidencia a busca por um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia. A imagem de unidade e mediação que o governo americano tenta passar ao mundo é estratégica, especialmente em um momento em que negociações de paz estão em pautas – com influência direta ao que vem acontecendo em Gaza.

EUA reforçam compromisso com segurança da Ucrânia após reunião com líderes europeus

O presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (18) que os Estados Unidos estão dispostos a apoiar a segurança da Ucrânia em negociações de paz no leste europeu. A fala ocorreu durante o encontro com Volodymyr Zelensky, realizado em Washington. A iniciativa faz parte dos esforços internacionais para buscar uma solução pacífica para o conflito, que se arrasta há mais de três anos.

Trump reforçou que caberia às nações europeias liderar os esforços de proteção a Kiev. Mesmo assim, ressaltou que os Estados Unidos também prestarão assistência significativa. “Quando se trata de segurança, haverá muita ajuda. Eles já estão presentes, mas nós também daremos apoio”, declarou no Salão Oval.

Reunião multilateral reforça proteção de Kiev

Depois da conversa entre os presidentes, foi realizada uma mesa de diálogo que contou com representantes do Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Finlândia, União Europeia e Otan. O objetivo foi mostrar solidariedade à Ucrânia e discutir garantias de proteção no cenário pós-conflito. Além disso, o encontro coletivo serviu para alinhar estratégias de segurança e reforçar a cooperação internacional, considerada essencial para garantir a estabilidade regional.

Os líderes europeus destacaram a importância de manter um fluxo constante de informações e assistência militar, econômica e humanitária. A presença desses representantes reforça o compromisso do bloco em apoiar Kiev e sinaliza ao Kremlin que qualquer avanço militar será monitorado e respondido de forma coordenada. A coordenação entre diferentes países deve intensificar a pressão diplomática contra a Rússia e favorecer a possibilidade de um cessar-fogo prolongado.


Trump se reúne com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e líderes europeus na Casa Branca (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN)

Zelensky valoriza garantias americanas

Zelensky descreveu a conversa com Trump como “muito construtiva”. Ele ressaltou a importância das garantias de segurança oferecidas pelos EUA e destacou que esse apoio fortalece a confiança mútua entre os países. Segundo o presidente ucraniano, essas medidas ajudam a criar um ambiente favorável para negociações de paz futuras e aumentam a credibilidade internacional da Ucrânia.

Zelensky também destacou que o engajamento dos Estados Unidos pode motivar outros países a intensificar a assistência à Ucrânia. Além disso, os líderes europeus enfatizaram que a cooperação estratégica entre Washington e seus aliados é crucial para proteger a integridade territorial e garantir, ao mesmo tempo, a estabilidade política ucraniana, criando assim condições mais favoráveis para um acordo de paz consistente.

Conflito e perspectivas para a segurança da Ucrânia

Desde a invasão russa em fevereiro de 2022, a guerra resultou em mais de um milhão de vítimas entre mortos e feridos e causou destruição significativa em vastas regiões da Ucrânia. Nesse cenário, a Rússia avança de forma lenta, porém contínua, explorando sua superioridade militar. Analistas afirmam que o suporte americano pode ter papel determinante nas negociações de paz, contribuindo para a manutenção da integridade territorial ucraniana.

Ao mesmo tempo, a presença de líderes europeus reforça a relevância da cooperação internacional e da diplomacia multilateral como caminhos para encerrar o confronto. Com isso, Kiev busca consolidar apoio externo e avançar nas tratativas por um acordo de paz duradouro.

Trump planeja mudanças em sistema de votação

Em meio à corrida presidencial dos Estados Unidos, Donald Trump voltou a questionar os sistemas de votação do país na última segunda-feira (19). Em declarações recentes, o atual presidente afirmou que deseja eliminar tanto as cédulas de votação por correio quanto as urnas eletrônicas, sugerindo que esses métodos são suscetíveis a fraudes e comprometem a integridade eleitoral. Trump já havia feito críticas semelhantes em 2020, quando alegou, sem apresentar evidências, que as eleições foram fraudulentas.

Mesmo sem prova de fraudes, Trump ainda questiona

Especialistas em segurança eleitoral nos Estados Unidos, entre eles membros da Associação Nacional de Secretários de Estado, reforçam repetidamente que não há indícios de fraudes generalizadas ligadas ao voto por correspondência ou às urnas eletrônicas. Eles lembram que esses sistemas passam por auditorias, revisões técnicas e verificações independentes em diversos estados, todas confirmando sua precisão e confiabilidade.

Diante disso, as autoridades responsáveis pelo processo eleitoral afirmam que, apesar das críticas políticas e das tentativas de colocar em dúvida a legitimidade das urnas e do voto pelo correio, não existem evidências concretas que sustentem tais alegações. Para os especialistas, preservar a confiança pública nesses mecanismos é essencial para garantir a integridade da democracia americana.


Donald Trump nas últimas eleições (Foto: reprodução/Melissa Sue Gerrits/Getty Images Embed)


Estudos independentes e auditorias em diversos estados confirmaram a precisão e segurança desses métodos. No entanto, Trump continua a levantar dúvidas sobre sua legitimidade, o que pode influenciar a percepção pública e gerar desconfiança no processo eleitoral.

Movimento busca criar cenário instável na política dos EUA

A postura de Trump reflete uma estratégia mais ampla de deslegitimar o sistema eleitoral americano, especialmente após sua derrota em 2020. Entretanto, essa retórica tem gerado preocupações entre especialistas e autoridades eleitorais, que temem que a disseminação de desinformação possa enfraquecer a confiança pública nas eleições e nas instituições democráticas do país.

Nos Estados Unidos, o voto por correspondência ganhou espaço significativo nas últimas décadas. Em 1996, menos de 10% dos eleitores utilizavam essa modalidade. Durante a pandemia de 2020, no entanto, ela chegou a ser adotada por quase metade do eleitorado, e em 2022 ainda representava aproximadamente um terço dos votos registrados.

De acordo com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), essa forma de participação eleitoral é valorizada por ampliar o acesso ao processo democrático. Entre os grupos mais beneficiados estão pessoas com deficiência, pais que precisam conciliar a rotina com os cuidados dos filhos pequenos e trabalhadores submetidos a jornadas extensas. Além da praticidade, o voto por correio oferece aos cidadãos a possibilidade de analisar com mais tranquilidade os programas e propostas dos candidatos, sem a pressão do momento da votação presencial.