André Castro, candidato a presidente do Corinthians, reforça proposta de aporte bilionário

A principal proposta do candidato a presidência do Corinthians André castro, conselheiro do clube, é de um aporte de 1 bilhão de dólares(R$ 5,5 bilhões de reais). Após ter sido eleito pela chapa 22, ele pediu desligamento no ano em janeiro de 2024 quando começou a exercer a função em que cumpre no momento, o dirigente chamou a atenção quando afirmou que possui uma carta de um investidor interessado, em aportar recursos para o clube.

Entenda a situação

A intenção é que haja uma reunião antes da eleição. No entanto, apesar disso, ainda não há uma data. A ideia é que o grupo financeiro apresente sua proposta e comprove a veracidade da operação. Conforme Castro informou, o encontro também servirá para reforçar o compromisso com a transparência na condução dos assuntos que envolvem o futuro do Corinthians Ele disse ainda que essa ajuda financeira incluirá novos naming rights da Neo Química Arena, do CT e também para o uniforme do clube.

Em 9 de agosto, o impeachment Melo foi aprovado, com a determinação dos conselheiros em maio. O ex-presidente, réu por associação criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro, está sendo investigado por irregularidades em relação a contratos de patrocínio direcionados à casa de apostas Vai de Bet, entre janeiro e junho deste ano.


Augusto Mello antes da partida contra os Santos no dia 18 de maio (Foto: reprodução/Caique Coufal/getty Images Embed)


Eleições no Corinthians

As eleições, marcadas pelo concelho deliberativo para o dia 25 de agosto, irão definir qual será o novo presidente do time da Gaviões da Fiel. Além desta votação, também haverá a definição de quem será o novo vice-presidente do concelho deliberativo, cargo vago desde a renúncia de Roberson Medeiros. Osmar Stábile, que assumiu a presidência após a saída do presidente anterior, tem o apoio total dos conselheiros do clube que defendem sua permanência para evitar uma certa instabilidade, além de demonstrarem interesse em Roque Citadini.

O Corinthians está em busca de uma reação no Campeonato Brasileiro. Atualmente, o time tenta se manter distante da zona de rebaixamento, na 13ª posição. A equipe almeja vitórias para evoluir na disputa nacional e talvez conseguir vagas para a Libertadores e Copa Sul-Americana.

Pix Automático começa a ser implementado e promete revolucionar pagamento de contas recorrentes no Brasil

O Banco Central (BC) apresentou oficialmente nesta quarta-feira (4) o Pix Automático, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos que entrará em operação para todos os usuários a partir de 16 de junho de 2025. A novidade promete simplificar o pagamento de contas recorrentes, como água, luz, condomínio, academias e assinaturas, oferecendo uma alternativa moderna e mais acessível ao tradicional débito automático.

Diferente do débito em conta que exige convênios específicos entre empresas e bancos , o Pix Automático poderá ser utilizado por qualquer pessoa, com qualquer empresa, desde que haja a autorização prévia do consumidor. A operação será feita diretamente pelo aplicativo do banco, na área dedicada ao Pix, com a possibilidade de agendamento de cobranças com frequência semanal, mensal, trimestral ou anual.

Autorizar apenas uma vez o pagamento

O consumidor precisará autorizar o pagamento apenas uma vez. A partir disso, os valores serão debitados automaticamente na data definida. Caso necessário, o usuário poderá cancelar a autorização até a meia-noite do dia anterior à cobrança. Segundo o BC, o sistema realizará até duas tentativas de cobrança no dia do vencimento e, se não houver saldo suficiente, outras três nos dias seguintes. Em casos de atraso, multas e juros serão cobrados na próxima fatura.

O Banco Central destaca que o Pix Automático mantém os mesmos padrões de segurança já reconhecidos do sistema Pix e que os usuários continuam amparados pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), em caso de falhas ou fraudes.

A medida é vista como uma iniciativa para ampliar a inclusão financeira e digital no país. Segundo relatório da agência de classificação de risco Moody’s, soluções como o Pix estão transformando o setor bancário na América Latina, com impacto direto nas receitas e na concorrência. Inspirada pelo sucesso do sistema brasileiro, a Colômbia já trabalha na implementação do seu próprio modelo, batizado de Bre-B.

Banco do Brasil já começou


Símbolo do Banco do Brasil (Foto: reprodução/ Adobe Stock/einvestidor.estadao)

Algumas instituições financeiras já começaram a se antecipar ao cronograma. O Banco do Brasil, por exemplo, passou a oferecer o Pix Automático desde o dia 29 de maio para todos os clientes, tanto pessoas físicas quanto empresas. No entanto, para as companhias, será necessário firmar um convênio com o banco, além de seguir um prazo mínimo de 90 dias para agendamento das cobranças — período superior ao estipulado pelo BC, que varia entre dois e dez dias antes do vencimento.

Com o Pix Automático, o Banco Central reforça a aposta em soluções digitais para facilitar o dia a dia dos brasileiros, reduzindo burocracias e promovendo maior eficiência nos pagamentos.

Disney mira crescimento de dois dígitos até 2027 com forte desempenho no entretenimento

No último trimestre, a Walt Disney alcançou lucros acima do esperado, impulsionada pelo sucesso dos seus serviços de streaming e pelos lançamentos de filmes desse ano. Com essas boas notícias para os próximos anos, o mercado ficou animado, levando as ações da empresa a subirem 10,2% nesta quinta-feira (14), alcançando a marca de US$ 113,17, o maior valor em seis meses.

Streaming e cinema lideram os ganhos

Os serviços de streaming da empresa, o Disney+, Hulu e ESPN tiveram um lucro juntos de US$ 321 milhões no trimestre, marcando o segundo período seguido que o streaming tem resultados positivos. Além disso, o número de assinantes também subiu 4%, mostrando como os streamings da Disney se tornaram uma das peças-chave da empresa. A receita da área de streaming aumentou 15%, alcançando US$ 5,783 bilhões e representando quase um quarto de todo o dinheiro que a Disney ganha.

No cinema, o cenário foi ainda mais animador. Eles saíram de um prejuízo de US$ 149 milhões no mesmo período do ano passado para um lucro de US$ 316 milhões. Filmes como Divertida Mente 2 e Deadpool & Wolverine foram grandes responsáveis para essa reviravolta, com bilheterias enormes e críticas favoráveis, e o lucro pode aumentar ainda mais com o lançamento próximo de Moana 2.

O CEO da Disney, Bob Iger, falou que esses resultados mostram os esforços da empresa para superar os problemas dos últimos anos, dizendo que a Disney está começando a entrar em uma fase de crescimento mais estável e que estão se alinhando com as tendências do mercado daqui para frente.

Projeções otimistas para os próximos anos

A Disney está bastante confiante sobre os próximos anos, o que deixou os investidores super animados. A empresa anunciou que planeja recomprar ações no valor de US$ 3 bilhões, uma estratégia que costuma aumentar o valor das ações que continuam no mercado.

Para 2025, a Disney espera que os lucros continuem crescendo, mesmo com os altos investimentos, que devem chegar a US$ 8 bilhões. Para os anos seguintes, 2026 e 2027, a empresa aguarda um crescimento ainda maior, com os lucros subindo em dois dígitos. Isso deve acontecer por conta de projetos em parques temáticos, cruzeiros e pela expansão das plataformas de streaming.


O sucesso estrondoso de “Divertida Mente 2” e “Deadpool e Wolverine” impulsionou o lucro da empresa (Foto: reprodução/Disney)

Dificuldades nos parques e na TV tradicional

Nem todos os segmentos da Disney apresentaram resultados tão positivos. A divisão de parques internacionais registrou uma queda de 32% no lucro operacional, afetada pelos altos custos de construção e pela concorrência de eventos como as Olimpíadas de Paris. Nos Estados Unidos, no entanto, os parques conseguiram manter relativa estabilidade, graças a iniciativas para modernizar atrações e melhorar a experiência dos visitantes.

A televisão tradicional foi outro ponto de pressão, com uma queda de 38% no lucro operacional, prejudicada por custos elevados e pela redução da audiência. Apesar disso, os esforços para transformar o modelo de negócios, com maior foco no digital, têm ajudado a reduzir as perdas.

Recepção do mercado

Os resultados divulgados e a perspectiva otimista até 2027 foram bem recebidos por investidores e analistas. O relatório foi apontado como uma demonstração de que a Disney está consolidando um modelo de negócios mais previsível e menos dependente das redes de televisão a cabo.

A empresa segue reforçando sua posição como líder no mercado global de entretenimento, apesar de dificuldades pontuais, como alguns fracassos de bilheteria anteriores. Os avanços no streaming, cinema e parques temáticos indicam que a Disney está preparada para enfrentar os desafios do setor e continuar entregando valor aos acionistas nos próximos anos.

Fortuna dos 10 mais ricos dispara com vitória de Trump: Elon Musk lidera salto de US$ 64 bi

A reeleição de Donald Trump gerou um recorde de aumento de riqueza para os dez maiores bilionários do mundo. Somente no dia após a vitória, esses ultra-ricos viram suas fortunas crescerem em US$ 64 bilhões, impulsionados pela alta das ações e pelo otimismo com um futuro de menos regulamentação e mais incentivos ao mercado, o maior crescimento diário registrado desde o início do Bloomberg Billionaires Index, em 2012. Liderando essa expansão, Elon Musk, fundador da Tesla, acrescentou impressionantes US$ 26,5 bilhões à sua fortuna.

Trump e outros ultra-ricos

Liderando esse aumento colossal, Elon Musk, o homem mais rico do mundo, viu sua fortuna saltar US$ 26,5 bilhões, para um total de US$ 290 bilhões. Musk, um dos apoiadores mais fervorosos de Trump, acabou consolidando ainda mais sua posição no topo do ranking global de bilionários. Outros pesos-pesados, como Jeff Bezos, que adicionou US$ 7,1 bilhões ao seu patrimônio, e Larry Ellison, com um incremento de US$ 5,5 bilhões, também registraram ganhos significativos.

Esse cenário beneficia nomes de destaque como Bernard Arnault, do grupo LVMH, e os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, entre outros gigantes da tecnologia e do setor financeiro, como Mark Zuckerberg. A expectativa é que o novo mandato de Trump traga novos estímulos ao mercado financeiro e ao setor imobiliário, criando oportunidades de lucros de curto e médio prazo, conforme apontam especialistas como Samy Chaar, economista-chefe da Lombard Odier.


Trump junto com seu aliado Elon Musk em um comício na Pensilvânia (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)


Um mercado aquecido no novo governo Trump

A vitória de Trump parece representar uma continuidade nas políticas de desregulamentação e cortes tributários que ele iniciou em seu primeiro mandato, o que explica o entusiasmo dos investidores. O dólar também subiu, sinalizando a confiança em uma nova fase para a economia sob a gestão de Trump. Analistas financeiros acreditam que essas diretrizes podem gerar estímulos significativos em setores como o imobiliário e o mercado financeiro, trazendo um período de crescimento acelerado. Samy Chaar, economista-chefe da Lombard Odier, ressalta a importância dessas políticas, afirmando que elas “oferecem novas oportunidades de lucro, especialmente para o setor financeiro e para os grandes investidores”.

Além do impacto nas fortunas pessoais dos bilionários, a valorização da empresa de mídia social de Trump, a Truth Social, também refletiu esse otimismo. Após a reeleição, as ações da empresa dispararam, aumentando a fortuna de Trump para cerca de US$ 5,3 bilhões em valor de mercado, acima dos US$ 3,9 bilhões do dia anterior. Como acionista dominante da companhia, Trump se beneficiou diretamente desse boom inicial, que mostra a confiança do mercado nas promessas de desregulamentação e incentivo às grandes corporações.

Com o cenário favorável à frente, investidores e empresários ultra-ricos se posicionam para capitalizar ainda mais, enquanto a nova administração se compromete a seguir uma linha de crescimento econômico consistente e focado em fortalecer o mercado americano.

Horário de verão pode voltar para reduzir consumo de energia no Brasil

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) recomendou o retorno do horário de verão ainda este ano para reduzir o consumo de energia no horário de pico, em meio à maior crise hídrica dos últimos 94 anos. A medida, que visa aliviar a pressão sobre os reservatórios das hidrelétricas, agora depende da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Retorno do horário de verão como solução energética

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) sugeriu o retorno do horário de verão para ajudar a conter o consumo de energia em 2023, que está em patamares recordes. A medida, interrompida em 2019, voltaria em meio à maior crise hídrica do Brasil em quase um século, com o objetivo de reduzir o consumo durante o horário de pico (entre 17h e 20h) e aliviar a pressão sobre os reservatórios das hidrelétricas.

O analista de Clima e Meio Ambiente da CNN, Pedro Côrtes, destacou que o consumo de energia em agosto de 2023 foi superior ao dos últimos anos, ultrapassando até os níveis da crise hídrica de 2020-2021. Ele explicou como o adiantamento do relógio em uma hora atrasa o uso de iluminação artificial, diminuindo a demanda no horário de maior consumo, o que também reduz a necessidade de acionar usinas termelétricas, responsáveis por gerar energia mais cara.


Comitê do setor elétrico quer reduzir a crise energética (Foto: reprodução/Nitat Termmee/Getty Images Embed


Desafios para a implementação

Caso aprovada, a volta do horário de verão poderia ocorrer nos próximos 30 a 60 dias, mas enfrenta desafios. Segundo Côrtes, o calendário eleitoral pode atrapalhar a adoção da medida antes do segundo turno das eleições municipais, em outubro. Além disso, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu cautela, indicando que pretende avaliar os impactos da decisão para os próximos anos.

O retorno definitivo da medida está agora nas mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que decidirá se o horário de verão será reinstaurado. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também sugeriu que a implementação seja feita apenas após as eleições, para evitar confusões nos horários de votação.

Celulares 2G e 3G podem ser excluídos da certificação conforme nova proposta da Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está preparando uma proposta para interromper a certificação de celulares e dispositivos móveis que operam exclusivamente com as tecnologias 2G e 3G. Essa medida busca garantir que apenas aparelhos compatíveis com redes mais modernas, como 4G e 5G, sejam aprovados para uso no Brasil, a fim de modernizar a comunicação móvel no país.

Consulta pública e impacto no mercado

A proposta da Anatel foi submetida a uma consulta pública para que a população e especialistas possam opinar sobre a possível mudança. Se aprovada, a medida afetará não apenas celulares, mas também outros dispositivos, como relógios inteligentes e rastreadores que utilizam redes móveis. A homologação será restrita a aparelhos com suporte a 4G e 5G, com exceção daqueles que combinam essas tecnologias com 2G ou 3G.

Segundo a Anatel, a transição para redes mais modernas será realizada de forma gradual, em conformidade com o planejamento técnico das operadoras, para evitar prejuízos aos consumidores. No entanto, dispositivos que dependem exclusivamente de 2G ou 3G poderão enfrentar limitações de conectividade e desempenho no futuro.


Sede da Anatel (Foto: reprodução/Joa_Souza/Getty Images Embed)


Visando o futuro

O principal objetivo da Anatel é garantir que os dispositivos certificados estejam preparados para as redes mais avançadas, especialmente quando as operadoras eventualmente desativarem as redes 2G e 3G. Apesar disso, a agência reforçou que não há planos imediatos para desligar essas redes no Brasil.

A proposta ainda está em análise e será discutida pela diretoria da Anatel após o término da consulta pública, que permite que a sociedade participe do debate e apresente sugestões ou preocupações.

Sem a certificação da Anatel, os dispositivos ainda poderiam ser utilizados, mas de forma limitada. Equipamentos não homologados podem enfrentar dificuldades para se conectar às redes das operadoras brasileiras, além de não garantirem um funcionamento adequado ou seguro. A agência ressalta que, mesmo com a nova regra, não há planos de desligar as redes 2G e 3G no curto prazo.

Brasileiros enfrentam aumento de R$ 100 bilhões na conta de energia em 2024

A conta de luz ficará mais cara para os brasileiros em 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5), pela a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace). As informações liberadas indicam que os consumidores deverão pagar R$ 100 bilhões a mais na conta de luz devido a “ineficiências” e subsídios no setor elétrico. Esses custos extras incluem desde furtos de energia até programas de incentivo, o que coloca o Brasil entre os países com as tarifas mais altas.

Principais causas dos altos custos no setor elétrico

O levantamento realizado pela Abrace aponta que dos R$ 366 bilhões que devem compor os custos totais do setor elétrico em 2024, cerca de 27% estão ligados a subsídios, programas de incentivo e ineficiências. Um dos principais vilões apontados pela entidade é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), responsável por custear incentivos a setores específicos da economia, como a geração de energia em áreas não conectadas ao sistema interligado nacional. Apenas esse subsídio deve onerar os consumidores em aproximadamente R$ 33 bilhões.

Outros programas que geram custos adicionais incluem o Proinfa, um programa de incentivo às fontes alternativas de energia, com R$ 3 bilhões considerados desnecessários pela Abrace, e projetos de pesquisa e desenvolvimento, que apesar de serem importantes para a inovação no setor, têm recursos que não são aproveitados adequadamente, gerando uma ineficiência de R$ 636 milhões.


Furtos de energia são algumas das causas do aumento (Foto: Reprodução/Sirisak Boakaew/Getty Images Embed)


Furtos de energia e inadimplência elevam tarifas

Além dos subsídios, outro fator que impacta diretamente na conta de luz dos brasileiros são os furtos de energia, que representam perdas significativas para o sistema. De acordo com a Abrace, essas perdas não técnicas, somadas a dívidas de consumidores inadimplentes, devem gerar um custo adicional de R$ 2,1 bilhões em 2024. Esses valores acabam sendo repassados aos consumidores regulares, aumentando o preço final da tarifa de energia.

A Abrace também criticou a falta de transparência nos custos relacionados à iluminação pública e sugeriu que o financiamento desse serviço seja realizado pelas prefeituras, utilizando receitas provenientes de tributos municipais, e não repassados aos consumidores por meio da conta de luz.

O que está por trás do aumento

Os gastos elevados e as ineficiências no setor elétrico brasileiro estão entre os principais fatores que aumentaram as tarifas de energia. Outros problemas, como furtos de energia e inadimplência, somam R$ 2,1 bilhões em perdas, repassadas para consumidores regulares.

Esses custos, somados à tributação de R$ 21,5 bilhões aplicada sobre os encargos e ineficiências, agravam ainda mais o valor final das contas de luz, colocando o Brasil entre os países com as tarifas de energia mais altas do mundo. Esses fatores combinados contribuem para o aumento significativo na conta de luz em 2024, dificultando ainda mais a vida dos brasileiros.

Magazine Luiza supera prejuízo e registra lucro de R$ 23,6 Milhões no 2º Trimestre

Nesta quinta-feira (8), a Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do Brasil, divulgou seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2024. A empresa reportou um lucro líquido de R$ 23,6 milhões, revertendo assim o prejuízo de R$ 301,7 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

Desempenho financeiro

Este é o terceiro trimestre consecutivo em que a empresa apresenta lucro, refletindo uma forte recuperação em sua performance financeira. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado para o período foi de R$ 710,7 milhões, marcando um notável aumento de 61,6% em relação ao ano passado. Sem ajustes, o Ebitda subiu ainda mais, atingindo R$ 655 milhões, o que representa um crescimento impressionante de 130,7%.

A margem Ebitda também mostrou uma melhora significativa, atingindo 7,9%, com um aumento de 2,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Esses números destacam a capacidade da empresa em melhorar sua eficiência operacional e aumentar a rentabilidade.


Estoque da Magazine Luiza (Foto: Reprodução/Magazine Luiza)

Aumento das vendas

As vendas totais da companhia, que incluem tanto lojas físicas quanto e-commerce, cresceram 4% em relação ao ano passado, totalizando R$ 15 bilhões. Esse aumento é impulsionado por um crescimento de 14,2% nas lojas físicas e uma leve alta de 0,9% nas vendas online. Além disso, a receita líquida da empresa atingiu R$ 9,01 bilhões, representando um crescimento de 5,1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

A Magazine Luiza também destacou uma geração de caixa operacional sólida, com um total de R$ 2,2 bilhões nos últimos 12 meses. A empresa terminou o trimestre com um saldo de caixa líquido de R$ 2 bilhões, o que reforça sua posição financeira robusta e sua capacidade de investimento para o futuro.

Pedro Serra, da Ativa Research, atribui a melhoria no lucro líquido da companhia à diluição das despesas financeiras. Segundo Serra, o desempenho das lojas físicas foi superior nas vendas, enquanto o e-commerce ainda enfrenta desafios devido à alta concorrência.

Observamos que, embora haja um avanço, a qualidade desse crescimento é questionável. O melhor desempenho está nos serviços, enquanto a venda de mercadorias continua pressionada pela competição”, afirma ele.

Banco central divulga que ainda existe R$ 8,51 bilhões em “dinheiro esquecido”

O Banco Central divulgou que cerca de R$ 8,51 bilhões ainda estão disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber. Os dados repassados pelo BC são referentes ao mês de junho.

O valor, que foi de R$ 8,36 bilhões em maio e de R$ 8,15 bilhões em abril, mudou novamente com a chegada de um novo mês. Esses valores correspondem ao montante disponível para pessoas físicas, inclusive falecidas (sendo de responsabilidade de um herdeiro direto o saque), que tenham algum “dinheiro esquecido” em bancos, consórcios ou outras instituições.

Consulta e feita em site do Banco Central

Para saber como resgatar o valor, é preciso inicialmente consultar o site oficial do Banco Central, onde são solicitados o CPF/CNPJ e a data de nascimento/abertura da empresa. Caso exista um valor a ser resgatado, o próprio site orienta o cidadão nos próximos passos.


Consulta dos valores deve ser feita pelo próprio site disponibilizado pelo Banco Central (Foto: reprodução/Bloomberg/Bloomberg/Getty Images Embed)


O resgate, de acordo com o Banco Central, será feito apenas para aqueles que fornecerem uma chave PIX, permitindo assim a devolução dos valores “esquecidos”.

No entanto, caso a pessoa não tenha uma chave cadastrada, é possível entrar em contato com a instituição financeira onde o valor foi deixado para combinar uma forma alternativa de recebimento do dinheiro.

Em caso de pessoa falecida e necessária a assinatura de um termo de responsabilidade

Já no caso de pessoa falecida, é necessário que o solicitante seja um herdeiro testamentário, inventariante ou representante legal para poder consultar e retirar o valor, sendo também necessário preencher um termo de responsabilidade.

Por enquanto, a maioria das pessoas ainda não sacou os valores esquecidos, e o Banco Central vem atualizando o sistema mensalmente. Portanto, sempre existe a possibilidade de um valor que inicialmente não apareceu em um primeiro momento surgir futuramente.

A Jornada de Honorato Alves Neto: De São Paulo a Boston, Uma História de Sucesso na Gestão Financeira

Em um ambiente empresarial competitivo como o dos Estados Unidos, Honorato Alves Neto, fundador da About Financess, está conquistando seu espaço ao redefinir a gestão financeira com uma abordagem focada no propósito e no serviço ao cliente.


Formado em Administração Financeira pela FMU e pós-graduado em Gestão Empresarial pela FECAP, Honorato Alves Neto começou a sua carreira ainda em São Paulo, onde acumulou uma vasta experiência em grandes empresas.
Em 2019, ele e sua família se mudaram para Boston com a intenção de estudar inglês por quatro anos. No entanto, a cidade os acolheu de tal forma que decidiram permanecer. “Nos apaixonamos por Boston e vimos nela uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional,” diz Honorato.


A About Financess, empresa fundada por Honorato, oferece serviços de gestão financeira que vão além da administração convencional de recursos. “Nosso foco é ajudar nossos clientes a alcançar seus objetivos de vida através de uma gestão financeira personalizada,” explica Honorato. Essa filosofia coloca o cliente no centro de todas as decisões financeiras, promovendo uma relação de confiança e colaboração.


O empresário diferencia-se por sua capacidade de liderar com empatia e visão estratégica. Ele acredita que a verdadeira liderança está em servir aos outros, um princípio que aplica tanto em sua vida pessoal quanto profissional. “A prioridade é sempre servir. Isso tem feito toda a diferença em nossa empresa e na vida dos nossos clientes,” afirma.


Nas redes sociais, Honorato compartilha seu conhecimento e inspira milhares de seguidores. Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, ele utiliza a plataforma para educar sobre gestão financeira e oferecer conselhos práticos. “As redes sociais são uma extensão do nosso compromisso com a educação financeira. Quero que as pessoas entendam que a gestão financeira é uma ferramenta para alcançar seus sonhos,” destaca.


Honorato Alves Neto (Foto: reprodução/PHOTOSTUDIOBYRAFA)

A história do empresário é exemplo de como a determinação e a visão podem transformar vidas. Nascido no Paraná e criado em São Paulo, ele superou desafios e aproveitou oportunidades que o levaram a se estabelecer em um novo país. “Nossa mudança para Boston foi um divisor de águas. A cidade nos proporcionou um ambiente de aprendizado contínuo e crescimento,” relembra.


Para saber mais sobre Honorato Alves Neto e a About Financess, siga-o no Instagram @honoratoan e conecte-se com ele no LinkedIn Honorato Alves Neto. Se você busca transformar a gestão financeira da sua empresa com propósito e eficiência, a About Financess é a escolha certa.