Itália sofre gol relâmpago, mas vira sobre a Albânia na primeira rodada da Eurocopa

A Seleção Italiana levou um grande susto, mas logo virou o placar e venceu a Albânia por 2 a 1 na primeira rodada do grupo B da Eurocopa, no estádio Signal Iduna Park, em Dortmund, na Alemanha. Os gols da Squadra Azzurra foram de Alessandro Bastoni e Nicolò Barella, enquanto o gol dos Kuq e Zinjtë foi marcado por Nedim Bajrami e se tornou o mais rápido da história das Eurocopas.

Com o resultado, os italianos iniciam a campanha da fase de grupos em segundo lugar, com a mesma pontuação da Espanha, que lidera por ter saldo +3 após a vitória por 3 a 0 sobre a Croácia. Já a Albânia estaciona na terceira posição do grupo, à frente dos croatas por conta de seu saldo -1.

Recorde de gol mais rápido das Eurocopas

Bajrami se tornou o autor do gol mais rápido da história das Eurocopas ao abrir o placar aos 24 segundos de jogo. O recorde anterior foi do russo Dimitri Kirichenko que, na edição de 2004, marcou em 67 segundos contra a Grécia, na última rodada do grupo A, na vitória por 2 a 1 sobre a anfitriã e campeã daquele ano.



Domínio italiano e perigos pontuais albaneses

A partida ficou marcada pelo domínio italiano tanto na posse de bola (68% ao todo), quanto nas finalizações – 17, sendo cinco a gol. A equipe de Luciano Spaletti soube se comportar bem ofensiva e defensivamente, sem dar muitas brechas para o adversário. No entanto, as oportunidades albanesas foram suficientes para levar sustos aos italianos tanto no início, quanto na reta final da partida.

Os albaneses pouco conseguiram demonstrar em campo no retorno da seleção à Eurocopa, sendo esta sua segunda participação – a primeira foi em 2016. O elenco, comandado por Sylvinho (treinador) e Doriva (auxiliar técnico), contou com um erro defensivo no início do jogo para abrir o placar, mas logo sofreu e virada e construiu poucas jogadas ao longo da partida. Na reta final, os Kuq e Zinjtë quase conseguiram o empate após uma ligação direta da defesa ao ataque, nos últimos minutos, parados por Donnaruma; e com uma finalização de Hoxha para fora.

PRIMEIRO TEMPO

Domínio italiano em finalizações e posse de bola

A Itália, apesar do susto no início do primeiro tempo, dominou a posse e chegou mais vezes ao ataque, fazendo com que os albaneses recuassem e pouco arriscassem jogadas ou contra-ataques. Ao todo, os 72% de posse de bola se converteram em 14 chutes, sendo quatro em direção ao gol. Já os 28% de posse dos albaneses se converteram em quatro chutes – apenas um em direção ao gol -, além de passes errados devido à pressão ofensiva italiana, que forçou os Kuq e Zinjtë a recuar em campo.

Gol relâmpago e novo recorde

Os Shqiponjat logo surpreenderam ao aproveitar a falha italiana: aos 24 segundos, após cobrança de lateral recuada de Dimarco, o camisa 10 da Albânia, Nedim Bajrami, aproveitou que Bastoni não chegou a tempo na bola e, dentro da área e após avanço, chutou com força no lado direito do gol, o esquerdo de Donnaruma, e garantiu o recorde de gol mais rápido da história da competição europeia.

Rápida reação e virada

Os italianos não se abalaram com o susto levado e logo construíram a retomada do domínio de jogo, que começou pela liderança da posse de bola.

O empate veio aos dez minutos, em meio à pressão ofensiva italiana. Pellegrini ensaiou escanteio curto e, ao receber a bola de volta, cruzou para que Bastoni, de cabeça e mais alto que os marcadores, fizesse o primeiro gol da seleção nesta edição.

Seis minutos depois e com a pressão ofensiva constante, o erro da troca de passes italiana dentro da área trouxe a possibilidade de o albanês Jasir Asani afastar a bola. No entanto, o afastamento se tornou a oportunidade para que Barela, de Trivela e fora da área, fizesse o segundo gol italiano e virasse a partida ainda no primeiro tempo e, pouco após o primeiro terço da primeira etapa.

Pressão constante

A sequência do estilo de jogo italiano, praticamente fixado no ataque, levou os albaneses a sofrerem para não tomar mais gols. Numa das situações de marcação, o meia Taulant Seferi chegou a abraçar a perna de um dos jogadores italianos, em meio a um carrinho que o albanês deu.

A Squadra Azzurra voltou a trazer perigo aos 29 minutos, quando Scamacca fez o pivô e deu um passe em profundidade para Frattesi, na grande área. O camisa 7 tentou encobrir o goleiro Strakosha e o gol só não saiu porque o albanês tocou na bola, o que gerou um desvio em direção à trave. No rebote, Chiesa deu uma caneta em Djimsiti e repetiu a jogada do companheiro de seleção, mas errou a pontaria e ainda teve que sair de campo para ser atendido – e logo retornou a campo.

Dez minutos depois, o lado esquerdo do campo albanês – o direito dos italianos – novamente foi explorando em uma jogada: Di Lorenzo armou o passe alto para Pellegrini que, na meia-lua, ajeitou de cabeça para Scamacca. O camisa 9 da Squadra Azzurra finalizou rasteiro e Strakosha afastou de joelhos.

A Albânia voltou ao ataque somente aos 43 minutos, quando Asani arriscou um chute pela direita e a bola foi para fora. Apesar disso, foi um susto em meio ao domínio italiano no jogo. Três minutos depois, a Itália respondeu com Chiesa que, após cruzamento, cabeceou próximo ao gol de Strakosha.

SEGUNDO TEMPO

O domínio de posse e a pressão de marcação dos italianos se manteve ao longo da segunda metade do jogo. No entanto, após as mudanças tardias de Luciano Spaletti e as alterações de Sylvinho em prol da busca pelo empate, a Itália cedeu situações em que os albaneses conseguiram chegar um pouco mais ao gol, no final do jogo. Nisso, das quatro finalizações, uma quase mudou o rumo da partida, não fosse a defesa de Donnaruma.

Quase expulsão

Logo no início da etapa, aos cinco minutos, o italiano Riccardo Calafiori e o albanês Armando Broja disputaram a bola e, no meio da disputa, cada um acabou por dar um tapa no outro. O juiz deu falta para a Albânia e deu amarelo para o zagueiro da Itália]. Houve uma análise do VAR para uma possível expulsão, porém o juiz acabou por também dar cartão para o camisa 11 dos Kuq e Zinjtë.

Mais finalizações italianas

Aos dez minutos, Scamacca fez o pivô para Dimarco, que achou um passe para Frattesi. O camisa 7 levou perigo para Strakosha, mas logo a jogada foi anulada devido a posição de impedimento do meia. Quatro minutos depois, o mesmo Scamacca recuperou uma bola perdida por Chiesa no ataque e devolveu para o camisa 14, que finalizou próximo ao gol albanês, trazendo perigo novamente.

Ao longo da etapa, a Itália voltou ao ataque com Frattesi, aos 18 minutos que novamente recebeu passe de Scamacca no fundo da grande área, mas não chegou a tempo de um chute preciso; e com Dimarco, aos 34, após arrancada pela esquerda e chute de fora da área, com defesa de Strakosha.

Mudanças em ambas as seleções

Sylvinho já havia feito duas substituições aos 23 minutos, com as entradas de Arber Hoxha e Qazim Laci – o primeiro, inclusive, levou cartão amarelo seis minutos após entrar. Manaj entrou aos 32 minutos, assim como Muçi, aos 42. Todas as mudanças visaram a renovação de energias da Albânia e a tentativa de avançar ao ataque.

Já do lado italiano, Spaletti esperou até os 32 minutos para fazer as primeiras duas substituições, colocando Andrea Cambiasso e Bryan Cristante nos lugares de Chiesa e Pellegrini. Seis minutos depois, foi a vez de Mateo Retegui e Matteo Darmian entrarem nos lugares de Scamacca e Dimarco. Além disso, Michael Folorunsho entrou no lugar de Barella nos acréscimos.

Albânia quase empata

Depois de um período de muitas tentativas de construção de jogadas por parte da Itália e uma elevação da marcação albanesa, o jogo voltou a ter chances de gol e justamente do lado perdedor.

Das duas tentativas da Albânia, a primeira foi a que mais trouxe perigo: aos 44 minutos, Rey Manaj recebeu um longo lançamento da defesa e matou no peito, saindo assim da marcação de Calafiori. O gol só não saiu porque Donnaruma, com o tronco, conseguiu desviar a bola para escanteio, evitando que a bola entrasse pelo chute diagonal do camisa 7.

Já no quinto minuto dos acréscimos, Hoxha recebeu pela esquerda e conduziu a bola para a grande área. O chute cruzado passou perto do gol italiano e, por uma última vez, trouxe perigo na partida.



Próximos jogos

A Itália volta a campo no dia 20 de junho (quinta-feira), às 16h (horário de Brasília), contra a Espanha, tendo a chance de se aproximar das oitavas de final na principal partida do grupo B. O jogo ocorrerá na VELTINS-Arena, casa do Schalke 04, em Gelsenkirchen, cidade ao noroeste da Alemanha.

Já a Albânia buscará a primeira vitória nesta edição contra a Croácia, no dia 19 de junho (quarta-feira), às 10h (horário de Brasília), no Volksparkstadion, em Hamburgo, no norte alemão.

Médico revela verdadeira causa da morte de Ayrton Senna

O médico italiano Alessandro Misley, que socorreu Ayrton Senna no trágico dia do acidente que levou o piloto a morte, desmentiu a teoria de que o impacto da barra de suspensão foi a causa direta do falecimento de Senna.

A verdadeira causa

Alessandro Misley fazia parte da equipe de socorristas do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, e revelou a principal causa da morte de Senna.
“De fato, um pedaço da suspensão entrou pelo no capacete e provocou uma lesão a nível frontal de poucos centímetros, o que, claro, não é inócuo. Mas, com certeza, não foi esse o problema a provocar a morte de Senna. A morte de Senna foi provocada pela fratura da base do crânio, devido ao forte impacto causado pela desaceleração. A lesão da barra de suspensão é secundária e não letal. (Se fosse só ela), Senna estaria vivo” – disse Misley em entrevista à UOL.

O acidente


Imagem do fatal acidente do piloto Ayrton Senna (Foto: reprodução/Alberto Pizzoli/Sygma/Getty Images)


Foi no dia 1° de Maio de 1994, 30 anos atrás que o Brasil parou. Ayrton Senna pilotava um FW16 a 300 quilômetros por hora. Ele colidiu com uma barreira de pneus desacelerando bruscamente. Senna tinha 34 anos e já era uma grande lenda brasileira de fórmula 1, com um tricampeonato no currículo.

“Infelizmente, a situação logo se transformou em dramática, porque Ayrton teve lesões na cabeça, na cervical e na base do crânio. Instantaneamente, ele ficou inconsciente. Os sinais vitais estavam alterados. Todas as condições não indicavam nada de bom. Tinha saído sangue da boca e do nariz, e, infelizmente, havia matéria cerebral (espalhada). Ainda assim, fizemos várias tentativas de aspiração, ventilação e oxigenação”, relembrou Alessandro Misley.

A morte de Ayrton Senna, foi confirmada horas após o acidente, no Hospital Maggiore, em Bolonha, na Itália.

O trágico fim de semana do Grande Prêmio de San Marino

O fim de semana da morte de Ayrton Senna começou com o acidente de Rubens Barrichello durante os treinos de sexta-feira.

No sábado, o piloto Roland Ratzenberger perdeu o controle de seu carro e bateu violentamente contra um muro sofrendo ferimentos fatais na cabeça.

Na mesma corrida de Senna, houve um incidente envolvendo um pneu que se soltou do carro do piloto português, Pedro Lamy. O pneu voou pela pista e atingiu a cabeça de um espectador, causando ferimentos graves que levou a uma operação por traumatismo craniano.

Fãs se reúnem em Imola, na Itália, para homenagear Ayrton Senna

Centenas de admiradores de Ayrton Senna se reuniram hoje (1º) no autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola, para marcar o 30º aniversário da morte do lendário piloto brasileiro.

O local, onde Senna perdeu a vida em um fatídico acidente durante o Grande Prêmio de San Marino em 1994, tornou-se um ponto de peregrinação para fãs de automobilismo de todo o mundo.

Local das homenagens

A estátua de Senna, erguida a algumas dezenas de metros da curva Tamburello, é o epicentro das homenagens, onde fãs deixam bandeiras do Brasil e de outros países, além de mensagens em memória do tricampeão mundial de Fórmula 1.


No 30º aniversário da morte de Ayrton Senna, admiradores do piloto brasileiro prestam homenagem (Fotografia: Reprodução/Jennifer Lorenzini/Reuters/G1)

Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, também esteve presente para prestar suas homenagens a Senna e refletir sobre o legado duradouro que ele deixou no esporte.

Relembrando a tragédia de Senna

O acidente fatal de Senna ocorreu quando ele liderava o GP de San Marino. Após sair da pista na sétima volta, seu carro colidiu violentamente contra o muro da curva Tamburello a mais de 200 km/h, resultando em ferimentos fatais causados por um braço da suspensão que penetrou seu capacete.

As circunstâncias exatas que levaram ao acidente de Senna continuam sendo objeto de debate, com investigações sugerindo falhas mecânicas no carro da Williams e teorias alternativas apontando para possíveis interferências de detritos de outros acidentes na pista.

O fim de semana daquela corrida foi marcado por uma série de tragédias, incluindo a morte do piloto austríaco Roland Ratzenberger e vários incidentes graves envolvendo outros pilotos.

Em 1989, Gerhard Berger sofreu um acidente semelhante na mesma curva, sendo resgatado dos destroços em chamas pelos bombeiros do circuito. Dois anos depois, foi a vez de Alboreto se acidentar durante uma sessão de testes.

Mudanças após o falecimento de Ayrton

Desde a fatalidade de Senna e das mudanças drásticas na segurança do circuito, a curva Tamburello foi drasticamente alterada, transformando-se de uma curva de alta velocidade para um trecho mais seguro e controlado da pista.

Giovanna Ewbank e filhos tiram cidadania italiana

Nesta quarta-feira (17), a apresentadora Giovanna Ewbank compartilhou com seus seguidores do Instagram, que ela e seus filhos conseguiram a cidadania italiana, depois de seis meses de processo.

Família italiana

Giovanna contou que seu pai e seu irmão também conseguiram tirar, agora os seis são oficialmente cidadãos italianos declarados. A apresentadora explicou em seu post que tiraram a cidadania por conta de seu avô paterno, Piero Baldacconi, que nasceu em 1925 na cidade italiana de Florença, na região da Toscana, considerada o berço do Renascimento.

A apresentadora disse que contou com assessoria do escritório internacional ‘Cidadania Lusoitaliana‘. Relatou que fizeram o processo em tribunal italiano e que não teriam a necessidade de residir no país.

Gio compartilhou fotos suas e de sua família em conjunto, segurando o passaporte vermelho da União Europeia.


Giovanna Ewbank, irmão e pai (Foto: reprodução/Instagram/@gioewbank)

“SIAMO ITALIANI!” comemorou Gio no Instagram

Família Ewbank Gagliasso

Ewbank, de 37 anos, é casada com o ator Bruno Gagliasso, de 42, há 14 anos, e junto ao ator, adotou seus filhos mais velhos, Titi (Chissomo), de dez anos, e Bless, de nove, do país africano Malawi. O casal passou pelo processo de adoção de Titi durante 2016, quando a menina tinha quatro anos. Três anos depois, Ewbank e Gagliasso voltaram ao país para adotar um menino, Bless. O processo foi demorado e durou quase dois anos, mas quando o menino tinha quatro anos, veio enfim para o Brasil com seus pais. Durante a pandemia, o casal deu à luz ao caçula da família, Zyan, que atualmente se encontra prestes a completar quatro anos.


Passaporte Italiano de Giovanna Ewbank e filhos (Foto: reprodução/Instagram/@gioewbank)

As três crianças conseguiram tirar a cidadania italiana, junto de Giovanna e seu avô e tio.

Itália deve convidar o Brasil, Argentina e países africanos para a cúpula do G7

A Itália está planejando convidar para a próxima cúpula do G7 vários líderes de países da América do Sul e da África, estando confirmados Brasil, Argentina, Argélia, Egito, Tunísia, e Quênia, de acordo com uma fonte próxima ao evento. A reunião deverá ocorrer no período de 13 a 15 de junho, na Puglia.

Sei que se está trabalhando em nível de cerimonial, e ficaríamos muito felizes em acolher o presidente Lula na Itália,” afirmou Maria Tripodi, do Ministério das Relações Exteriores italiano, no Consulado-Geral em São Paulo.

Além da Itália, o Grupo dos Sete (G7) é integrado pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Japão, e Reino Unido. Dos países já confirmados, a Índia e a África do Sul também devem comparecer como outros membros do G20 (além do Brasil), e ainda há possibilidade de serem convidados líderes de outros países.


Líderes do G7 em 2022 (Foto:Reprodução/DPA)

Expansão do G7

Para fazer do grupo mais inclusivo do resto do mundo, além das sete potências, outros países tem sido convidados às cúpulas recentes, para estabelecer compromissos sobre pautas internacionais. Dessa vez, já foi confirmado o convite de Javier Milei, o presidente da Argentina, nesta quinta-feira (11).

A chanceler Diana Mondino recebeu o embaixador italiano na Argentina, Fabrizio Lucentini, que entregou um convite formal da presidente do Conselho de Ministros, Giorgia Meloni, dirigido ao presidente na nação, Javier Milei, para participar da cúpula do G7 que será celebrada no dia 15 de junho na Puglia,” afirmou o Ministério das Relações Exteriores de Buenos Aires em publicação no X (antigo Twitter).

Já para o Brasil, será o segundo ano seguido como convidado à cupula do G7, tendo também participado em 2023, e deve manter relevância enquanto o atual presidente do G20.

Pautas Globais

Dessa vez, deverão ser integradas na reunião as pautas do momento, como os conflitos entre Rússia e Ucrânia, e Israel e Hamas. Desenvolvimentos tecnológicos e legislativos também devem trazer de novo a questão da inteligência artificial (IA), que tem sido especialmente discutida na União Europeia.

Além dessas, são esperadas também pautas recorrentes, como discussão sobre mudanças climáticas e o aquecimento global, ou o desenvolvimento econômico dos países africanos, os quais a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni aponta como um item central de discussão, especialmente com perspectivas de aumentar os laços econômicos e reduzir a imigração.

Explosão deixa vítimas em uma usina da Enel na Itália

Na tarde desta terça feira, a usina hidrelétrica localizada na cidade de Bargi, ao norte da Itália, foi afetada por uma explosão, deixando, pelo menos, quatro mortos, três feridos e cinco desaparecidos, de acordo com informações da AFP.

A Enel Green Power, subsidiária especializada em energias renováveis do grupo italiano Enel, informou ter ocorrido um incêndio que afetou um transformador da central hidrelétrica. A instituição disse ainda que todas as medidas de segurança tinham sido tomadas, com o objetivo de permitir a evacuação adequada do pessoal no local.

Ainda não se sabem as causas

De acordo com informações de Calogero Turturici, chefe dos bombeiros de Bolonha, ainda não é possível dizer o que teria provocado o acidente. O local em que houve a explosão estaria com muita fumaça e parcialmente inundado, impossibilitando o acesso.

Apesar da explosão, a barragem não foi danificada e continua segura, segundo comunicado da Enel. A produção de energia foi interrompida, porém sem impactar o fornecimento de eletricidade, seja em âmbito local ou nacional.

Autoridades se manifestam

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, usou uma rede social para lamentar o ocorrido e solidarizar-se com as famílias das vítimas.

 “Acompanho com apreensão a terrível notícia relativa à explosão ocorrida numa central hidrelétrica da bacia artificial de Suviana, na Bolonha. Toda a minha proximidade e a do governo às famílias das vítimas e dos feridos. Obrigado aos bombeiros que prontamente intervieram, aos socorristas e a quem trabalha nestas horas na busca dos desaparecidos”.

Giorgia Meloni

Cerca de 60 pessoas trabalham nas complicadas operações de busca dos desaparecidos, entre equipes comuns e mergulhadores em ação dentro da estrutura.



A tragédia deve impulsionar movimentos dos sindicatos, que vem manifestando preocupações sobre a segurança no local de trabalho na Itália. Uma greve nacional de quatro horas na próxima quinta-feira, já estaria sendo programada pelos dois dos maiores sindicatos do país, para protestar sobre a situação.

STJ decide que Robinho deve cumprir pena de 9 anos por estupro

Nesta quarta (20), o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), formou maioria a favor do cumprimento da pena de nove anos do ex-jogador, Robinho, no Brasil, após ser condenado por estupro na Itália. O ministro Francisco Falcão, relator do caso, foi o primeiro entre 15 ministros votantes e optou pela transferência de pena.

“Entendo que não há óbice constitucional ou legal para a homologação da transferência da homologação da pena solicitada pela Justiça da Itália”, afirmou Falcão. Segundo a constituição, um brasileiro nato nunca poderá ser extraditado, ou seja, ser entregue a outro país para que possa ser processado e julgado por um crime que tenha cometido.

O crime

O estupro ocorreu em uma boate em Milão no ano de 2013, enquanto Robinho era jogador do Milan. Ele e mais quatro brasileiros foram acusados de abusar sexualmente de uma mulher albanesa.

“Por isso que eu estou rindo, eu não estou nem aí. A mina, a mina estava extremamente embriagada, não sabe nem quem que eu sou” disse o ex-jogador, seguido de detalhes explícitos do ocorrido, em áudio utilizado para comprovar a veracidade do crime pelo Ministério Público Italiano. Robinho foi condenado em três instâncias no país.

A pena


(Foto/divulgação/Rafael Luz/STJ)

O STJ não julgou novamente o crime, apenas votou a favor do cumprimento da pena no Brasil, analisando o pedido de homologação da Itália e verificando se a sentença cumpre os requisitos formais previstos no Código de Processo Civil para homologação. Depois de de um debate acalorado, foi decidido que o cumprimento da pena de nove anos deve ser imediato.

Estratégia de defesa

Robinho utilizou argumentos como o racismo para alegar que não foi ouvido no julgamento na Itália e assumiu uma relação rápida com a vítima, admitindo apenas o erro de ter traído a esposa na época, tentando uma comoção da opinião pública.

“Pelo fim da cultura do estupro”, presidente do PT pede prisão de Robinho nas redes sociais 

Nesta quarta-feira (28), a presidente do PT, Gleisi Hoffmann usou as redes sociais para cobrar a Justiça brasileira e pediu  a prisão do ex-jogador de futebol Robinho. Na Itália, o ex-atleta foi condenado por estupro em 2013, no entanto, por residir no Brasil, sua pena ainda não foi cumprida. 

Mais do que na hora o STJ julgar e punir o estuprador Robinho! Seu fim deve ser a cadeia, assim como foi com Daniel Alves. Que o rigor da lei seja aplicado e sirva de exemplo para outros homens. Pelo fim da cultura do estupro”, escreveu a deputada federal no X nesta quarta-feira (28). 

Caso Robinho

Em 2013, Robinho foi condenado, pela Justiça italiana,  por participar de um  estupro coletivo. No entanto, o ex-jogador recorreu a sentença diversas vezes e, em 2022, quando sua condenação entrou em trânsito em julgado, ou seja, quando a sentença final não pode ser mais recorrida por ambas as partes do processo, Robinho já havia fugido para o Brasil e, portanto, o ex-atleta nem chegou a ser preso. 


O ex-jogador revelado pelo Santos foi condenado a 9 anos de reclusão pela Justiça italiana. (Foto: reprodução/Toru Hanai/Reuters)

Na época, a Justiça da Itália solicitou ao Brasil a extradição de Robinho para que ele pudesse pagar por sua condenação em solo italiano, no entanto, a Justiça brasileira não permite extradição de cidadãos natos. Dessa forma, o pedido passou a ser para que a pena seja cumprida em território nacional, mas, para que isso aconteça, cabe ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a validação da condenação de Robinho, decisão que, até o fechamento desta matéria, ainda não foi concluída. 

Validação da sentença de Robinho no Brasil

A colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar, apurou que o STJ marcou, para o próximo dia 20 de março, o julgamento para validação ou não da sentença que a Justiça italiana concedeu sobre o caso de Robinho. De acordo com a apuração, o  relator do caso, ministro Francisco Falcão, está preparando seu voto para que a condenação que o  ex-jogador teve em 2013 seja validada pela Justiça brasileira. 

No entanto, vale ressaltar que a decisão será tomada por outros 14 ministros, além do relator. Por isso, Robinho somente terá sua sentença validada pela Justiça brasileira caso haja maioria de votos no STJ.

STJ julgará pedido da Itália para Robinho cumprir pena no Brasil por crime de violência sexual

No próximo dia 20 de março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estará em sessão para deliberar sobre o pedido da Itália para que o ex-jogador de futebol Robinho cumpra no Brasil a pena de nove anos de prisão por crime de violência sexual de grupo. O caso remonta a 2013, quando Robinho, então atleta do Milan, foi acusado de participar de um estupro coletivo em uma boate de Milão.

Condenação confirmada e pedido de extradição

A condenação de Robinho foi confirmada em várias instâncias judiciais na Itália, e em janeiro de 2022, a mais alta corte do país encerrou todas as possibilidades de recurso. Desde então, as autoridades italianas solicitaram a extradição do jogador para cumprir a sentença, o que não foi possível devido à política brasileira de não extraditar cidadãos nacionais.

Parecer do Ministério Público Federal e possíveis decisões do STJ

O Ministério Público Federal emitiu parecer favorável ao pedido italiano, argumentando que isso está em conformidade com a Constituição Federal e os compromissos do Brasil no combate à criminalidade e na cooperação jurídica internacional. Augusto de Arruda Botelho, ex-secretário nacional de Justiça, explicou que o STJ pode decidir de três maneiras: concordar com o pedido italiano, rejeitá-lo ou transferir o processo para o Brasil, possivelmente reiniciando-o do zero perante a justiça brasileira.


Foto: Robinho em julgamento (Reprodução/Uol)

Detalhes do crime e expectativas para o julgamento

O crime ocorreu na boate Sio Café, onde Robinho e outros brasileiros foram acusados de agredir sexualmente uma mulher albanesa. O caso ganhou destaque pela brutalidade do crime e pelas tentativas de Robinho e seus amigos de manipular a verdade. Apesar das expectativas em torno do julgamento, especialistas ressaltam que não há prazo definido para uma decisão final, uma vez que o processo pode ser alvo de recursos adicionais no próprio STJ e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Posição de Robinho e desfecho judicial

Enquanto aguarda o desfecho judicial, Robinho, que já passou por diversos clubes após deixar o Milan, incluindo times brasileiros, mantém sua posição de negar as acusações, mesmo diante das evidências apresentadas durante o processo na Itália.

Sasha compartilha fotos da primeira noite em viagem a Paris

Na última terça-feira (27), a modelo Sasha Meneghel compartilhou uma sequência de fotos nas redes sociais da sua primeira noite em Paris, hospedada no luxuoso hotel Plaza Athénée.

A primeira noite em Paris

Sasha Meneghel apareceu belíssima em fotos postadas no seu Instagram, dando início a sua viagem a Paris: “Primeira noite em Paris”, escreveu a modelo, em inglês.


Legenda das fotos postadas por Sasha Meneghel em Paris (reprodução/Instagram/@sashameneghel)

No mesmo post, Sasha destacou o local em que está hospedada, o Plaza Athénée, um hotel luxuoso com uma diária que pode chegar a mais de R$ 50 mil, mas que conta com uma vista privilegiada para a Torre Eiffel e um spa do Instituto Dior. “Em casa”, escreve ela.


Sasha Meneghel em foto no hotel Plaza Athénée, em Pariz (Foto: reprodução/ Instagram/ @sashameneghel)

A modelo aparece com um visual todo preto, chique, exalando elegância.


Sasha Meneghel em foto na primeira noite em Paris (Foto: reprodução/ Instagram/ @sashameneghel)

Nos stories e em publicação, Sasha mostrou todos os detalhes do hotel e compartilhou que recebeu uma recepção personalizada na hospedagem, com direito a mimos e roupa de cama com seu nome estampado.


Captura de vídeo de Sasha Meneghel mostrando fronha personalizada do hotel Plaza Athénée (Foto: reprodução/ Instagram/ @sashameneghel)

Confira mais uma foto da modelo Sasha Meneghel:


Sasha Meneghel em foto na primeira noite em Paris (Foto: reprodução/ Instagram/ @sashameneghel)

O itinerário fashion de Sasha

Antes de ir rumo a Paris, a modelo Sasha Meneghel passou pela Itália, acompanhada pelo marido João Lucas. Sasha marcou presença na semana de moda de Milão, especialmente no desfile da grife Ferragamo, para o qual foi convidada, roubando os holofotes.

Espera-se que na viagem a Paris, Sasha Meneghel compareça a eventos da semana de moda de Paris, iniciada na última segunda-feira (25) e com fim previsto para o dia 5 de março.