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A atual vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, divulgou um comunicado nesta terça-feira (06), que revela a indicação de Tim Walz, governador de Minnesota para ser vice candidato de Harris.
Com esta indicação a candidata a presidente pelo Democratas, busca impulsionar a campanha à presidência nesta nossa fase da campanha. O anúncio do vice acontece antes mesmo de Kamala aparecer publicamente após a confirmação de seu nome para a candidatura à presidência do Estados Unidos.
Em seu comunicado publicado em suas redes sociais, Kamala Harris declarou que “Eu estou orgulhosa em anunciar que eu pedi a Tim Walz para ser o meu companheiro de chapa”.
A vice presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, durante um discurso (Foto: reprodução/Elijah Nouvelage/AFP/Getty Image Embed)
Repercussão da indicação
A escolha para compor a chapa de Harris não havia sido decidido até pelo menos domingo a noite, neste dia ela entrevistou os nomes mais bem cotados que eram de Tim Walz, Josh Shapiro e Mark Kelly.
A demora para se ter um nome para compor a chapa demonstra como os Democratas estavam dividos em relação a esse tema. Várias partes reportaram a Kamala o seu ponto de vista e assim a candidata a presidência escolheu Tim Walz.
Uma das grandes figuras do partido democrata o presidente dos EUA, Joe Biden, se manifestou publicamente afirmou que “A chapa Harris-Walz será uma voz poderosa para os trabalhadores e a grande classe média dos Estados Unidos. Eles serão os mais fortes defensores de nossas liberdades pessoais e de nossa democracia.”
Com Waltz, Kamala Harris busca agora energizar ainda mais sua candidatura e depois de passar pela Filadélfia, passará pelos estados que podem decidir a eleição, esses estados são Wisconsin, Michigan, Carolina do Norte, Geórgia, Arizona e Nevada.
Quem é Tim Walz
Tim Walz é o atual governador de Minnesota, ele tem 60 anos e antes de ser político foi treinador de futebol americano. Tim nasceu em cidade pequena de Nebraska, e assim frequentou escolas públicas e acabou se formando na universidade pública Chadron State College.
Por conta de sua formação Tim Walz foi professor em uma escola pública de Minnesota. Além disso tudo Walz também serviu a Guarda Nacional do Exército.
Em meio a uma série de entrevistas para escolher um vice-presidente de sua candidatura, a democrata Kamala Harris, atual vice de Joe Biden, deve ter um aliado escolhido e anunciado no comício da próxima terça-feira (6).
A candidata do Partido Democrata, segundo o portal Reuters, está entre dois nomes: os governadores de Minnesota e da Pensilvânia, que aparecem como principais candidatos para a vaga.
Vídeo explicando a importância do vice-presidente de Kamala Harris (Vídeo: Reprodução/Youtube/CNN Brasil)
Escolha de Kamala Harris
Após a desistência da candidatura de reeleição de Joe Biden, a atual vice-presidente Kamala Harris foi a escolhida para ocupar a vaga de candidata pelo Partido Democrata, tendo que escolher um vice-presidente até o comício de oficialização da candidatura.
Durante os últimos dias, Kamala realizou uma série de entrevistas com três candidatos diferentes. Segundo a agência de notícias Reuters, ela está entre dois candidatos entrevistados, sendo eles os governadores da Pensilvânia e de Minnesota, Josh Shapiro e Tim Walz, respectivamente.
O comício em que a candidatura e o vice-presidente devem ser oficializados, acontece na próxima terça (6), na Filadélfia.
Segundo fontes próximas à candidata, aconteceram mais entrevistas além das três oficiais, com aproximadamente outros três candidatos, entre governadores e secretários de diferentes regiões.
Entre eles estão Pete Buttigieg (Secretário de Transportes), Andy Beshear (Governador de Kentuchy) e J.B Pritzker (Governador de Oliinois), que foram entrevistados pela vice-presidente.
Segundo informações de pessoas próximas, as entrevistas duraram em torno de 1h30min com a maioria dos candidatos entrevistados, que aconteceram durante os últimos dias.
Candidatura de Kamala Harris
Kamala Harris já está confirmada como candidata democrata para as eleições dos Estados Unidos, enfrentando Donald Trump, que deve ser o candidato republicano.
Após a escolha de vice-presidente, Kamala e sua equipe devem fazer campanha em diferentes estados, num intervalo de cinco dias, visitando Filadélfia, Pensilvânia, Eau Claire, Wisconsin, Detroit, Michigan, Carolina do Norte, Phoenix, Arizona, Las Vegas e Nevada.
Nesta sexta-feira (02), a vice-presidente dos Estados Unidos da América, filiada ao partido Democrata, revelou ter angariado aproximadamente o valor de 310 milhões de dólares no período do mês anterior.
Após diversas polêmicas envolvendo os democratas, como a desistência de Joe Biden como candidato a presidência dos EUA, e disputas internas entre vários membros do próprio partido, a advogada e política norte-americana Kamala Harris, de 59 anos, está sendo um dos nomes mais cotados para assumir o papel como candidata principal dos democratas na corrida presidencial.
Diante disso, a democrata tem ganhado força e acelerado a marcha durante as campanhas realizadas em período eleitoral, para conquistar o apoio popular e adquirir uma nova safra de eleitorado. E a soma de tais fatos tem proporcionado o alavancamento exponencial na aquisição de recursos financeiros para o partido dos democratas.
Kamala Harris tem conseguido grandes arrecadações para campanha do partido (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)
Ganhando apoio político e força durante as eleições
Com uma imagem fortalecida após a declaração pública de apoio do ex-presidente estadunidense Barack Obama e sua esposa Michelle Obama, Kamala tem se consolidado cada vez mais como uma forte figura política e uma grande rival para a oposição na disputa pela Casa Branca.
Aumento nas arrecadações
Desde que Kamala Harris se tornou um dos nomes mais proeminentes a assumir a liderança da campanha para eleições presidenciais, pelo partido Democrata, após Biden abandonar a disputa, segundo informações do próprio partido, foram obtidos aproximadamente 200 milhões de dólares de arrecadação.
A democrata é um nome forte contra o rival republicano (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)
Diante de tais fatos e da mudança abrupta de cenário político, com o recuo de Joe Biden, a democrata conseguiu o feito de angariar uma quantia maior do que a obtida em quase quatro meses, quando o atual presidente ainda era o candidato principal das eleições.
Enquanto isso, a campanha dos republicanos anunciou nesta semana, que já arrecadaram cerca de 139 milhões de dólares, durante o mês anterior, a qual se revelou ser uma grande quantia, contudo, um pouco menor em comparação ao arrecadado por Harris.
Mudança de cenário
Após o péssimo debate de Joe Biden, as arrecadações para a campanha democrata haviam se tornado um desastre, em pleno o período inicial do mês anterior.
Entretanto, com a saída de Biden, as novas angariações de fundos melhoraram bastante, fazendo com que assim, a campanha do partido Democrata, conseguisse, pelo segundo mês seguido, certa vantagem em relação aos republicanos.
Nas últimas semanas, Charli XCX tem sido uma figura constante na mídia. Com o lançamento de seu novo álbum de estúdio, Brat, que não só apresenta uma seleção de faixas cativantes, mas também uma estética marcante e original, a cantora tem conquistado destaque em várias esferas, até mesmo na política americana.
O primeiro grande sucesso da nova fase de Charli XCX foi o single “Girl, So Confusing”, uma colaboração com Lorde. Na faixa, as duas artistas abordam e resolvem seus desentendimentos através de um remix, conforme revelado na letra. Desde então, Charli tem acumulado hits consecutivos, e agora parece que Billie Eilish será a próxima a se unir à cantora britânica para um novo remix.
A música que será repaginada é “Guess”, incluída na versão deluxe do álbum Brat, intitulada Brat and It’s the Same but There’s Three More Songs So It’s Not.
“Guess”, faixa escolhida para ser o próximo remix da era Brat (Reprodução/YouTube/@charli_xcx)
A faixa já é um sucesso no TikTok, ela combina uma batida dançante com letras provocativas e sarcásticas.
De forma inesperada, Charli XCX postou a capa do single nas redes sociais. Na imagem, ela aparece ao lado de outra cantora, que os fãs acreditam ser Billie.
Na legenda, Charli XCX faz um trocadilho com o título da música, Guess, que significa “adivinhar”, e adiciona um ponto de interrogação para instigar ainda mais a curiosidade dos fãs. As especulações apontam para Billie Eilish como a pessoa ao lado de Charli, com base no estilo e nos anéis que ela usa.
Até o momento, o novo lançamento não tem data programada, mas especulações apostam que será hoje (01).
O movimento Brat
O álbum Brat não é apenas uma coletânea de músicas, mas sim um movimento. Com uma estética irreverente que desafia a tendência minimalista atual, Brat quebra expectativas ao adotar o verde limão como elemento central. Além disso, as fontes utilizadas conferem um ar de desleixo intencional, mas também transmitem uma forte sensação de autenticidade e autoria.
Segundo Charli XCX, Brat representa o ousado e o rebelde. Em suas próprias palavras:
“uma menina que é um pouco bagunçada, que gosta de festa e, talvez, diz algumas coisas meio bobas de vez em quando, que se sente como si mesma, mas de vez em quando tem uma crise nervosa…”
Assim, o manifesto de Charli XCX conquistou grande parte da internet, gerando diversas tendências baseadas no conceito. Com o lançamento do álbum coincidente com o início do verão nos Estados Unidos, o termo “brat summer”, que representa uma abordagem mais despreocupada e ousada da temporada, ganhou popularidade. Em outras palavras, pode ser que a era “clean girl” esteja dando lugar à “brat girl”, que abraça uma faceta mais autêntica e menos preocupada com a perfeição.
Brat na política
Com a saída de Joe Biden da corrida presidencial dos Estados Unidos e seu apoio à atual vice-presidente, Kamala Harris, o nome de Harris tem sido cogitado como uma possível substituta de Biden na disputa eleitoral pelo Partido Democrata.
No entanto, a decisão final será tomada entre os dias 19 e 22 de agosto. Enquanto isso, a candidata está intensificando suas estratégias de marketing para conquistar o apoio do público para sua possível candidatura. A nação americana enfrenta desafios nas eleições, uma vez que o voto não é obrigatório e muitos cidadãos se mostram desinteressados ou desengajados em questões políticas.
Com isso, muitos artistas estão se manifestando sobre o assunto. Um exemplo é Charli XCX, que expressou seu apoio a Kamala Harris.
Postagem de Charli XCX apoiando Kamala Harris (Reprodução/X/@charli_xcx)
A partir disso, houve um aumento significativo nas postagens sobre o assunto, e toda a campanha de Harris passou a se inspirar no manifesto de Charli XCX. Atingindo amplamente a Geração Z, a candidata ganhou impulso para uma possível disputa eleitoral contra Donald Trump, cuja figura é amplamente rejeitada pelos jovens.
Print da conta no X de Kamala Harris (Reprodução/X/@kamalaHQ)
Assim, a estética dos perfis de Kamala Harris nas redes sociais passou a espelhar a vibe de Brat. Além disso, diversos vídeos na internet têm combinado as músicas do álbum com declarações da política. Com essa estratégia, Harris busca conquistar a simpatia da geração mais jovem, e até agora, parece estar obtendo sucesso.
Agora, resta aguardar para ver se os Estados Unidos terão uma representação Brat em seu governo e se Billie Eilish se consagrará como uma nova embaixadora da era Brat, ao lado de Lorde e Kamala Harris.
A rapper americana Megan Thee Stallion se apresentou em um comício de campanha de Kamala Harris. O evento ocorreu na terça-feira, 30, em Atlanta e faz parte da estratégia política de Harris para atrair o público jovem.
Kamala Harris está em campanha pela presidência dos Estados Unidos e convidou Megan Thee Stallion para um show. A artista tem grande impacto na cena do rap feminino e é conhecida pelos hits “WAP” e “HISS”.
A rapper norte-americana escolheu a faixa “Savage”, música em colaboração com a cantora Beyoncé, para se apresentar no evento. O show simboliza o compromisso e apoio da rapper com a campanha política de Harris.
Apoio de artistas e celebridades
Kamala Harris e Megan Thee Stallion já foram vistas juntas em um brunch organizado pela vice-presidente para celebrar o Mês da História da Mulher, em março de 2023.
Megan Thee Stallion não é a primeira artista a apoiar Harris. Beyoncé permitiu que Harris usasse sua música “Freedom” em anúncios de campanha divulgados nas redes sociais. Além disso, as cantoras Cardi B e Charli XCX também expressaram apoio à candidatura da vice-presidente.
Kamala é a favorita para concorrer no lugar de Biden. A campanha de Harris busca o apoio de artistas e influenciadores para criar uma imagem atrativa para os eleitores jovens.
Estratégia política
Kamala desempenhou um papel crucial na vitória de Joe Biden em 2020, ajudando a atrair jovens, eleitores negros e mulheres que não se sentiam representados pelos políticos tradicionais. Espera-se que ela consiga replicar esse sucesso em sua atual campanha.
Trata-se de uma estratégia política de Kamala de buscar o apoio de artistas e figuras influentes para modernizar sua imagem e alinhar aos interesses de eleitores mais jovens que apreciam a cultura pop.
Kamala Harris disputa as eleições presidenciais (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)
Joe Biden desistiu de concorrer nas eleições dos EUA no domingo, 21 de julho e demonstrou apoio à indicação da vice-presidente Kamala. Em seguida, vários políticos do Partido Democrata manifestaram apoio público à vice-presidente.
Filha de pais imigrantes da Jamaica e da Índia, Harris foi promotora e senadora e a primeira mulher a se tornar vice-presidente nos Estados Unidos.
Oito dias depois de aceitar o desafio de tentar derrotar o republicano Donald Trump nas eleições dos EUA, Kamala Harris ganhou terreno em seis dos setes estados indecisos desde que o atual presidente do EUA Joe Biden, desistiu de sua candidatura presidencial.
A pesquisa foi realizada pela Bloomberg News/Morning Consult com eleitores registrados e foi publicada nesta terça-feira (30).
Sobre a pesquisa
A liderança é apresentada em uma pesquisa que foi conduzida de forma online, entre os dias 24 a 28 de julho. A pesquisa mostra Harris liderando Trump em Michigan por 11 pontos percentuais, enquanto no Arizona, Wisconsin e Nevada, ela tem uma vantagem de 2 pontos.
Vice-presidente dos EUA e candidata democrata à Presidência, Kamala Harris. (Foto: Divulgação/Nathan Howard/Getty Images Embed)
Já na Pensilvânia, Trump está à frente de Harris por 4 pontos e na Carolina do Norte por 2 pontos. Trump e Kamala estão com pontuação igual na Geórgia. Wisconsin é o único estado dos sete onde Trump reduziu seu déficit com Harris em comparação ao desempenho de Biden em uma pesquisa anterior.
A pesquisa desta terça-feira (30), tem uma margem de erro de 3 pontos percentuais no Arizona, Geórgia e Pensilvânia, 4 pontos percentuais em Michigan, Carolina do Norte e Wisconsin, e 5 pontos percentuais em Nevada.
Comparação com Joe Biden
Em uma outra pesquisa realizada pelo Bloomberg/Morning Consult entres os dias 1 a 5 de julho, Trump estava à frente de Biden em Nevada por 3 pontos percentuais, na Geórgia por 1 ponto; no Arizona por 3 pontos; na Pensilvânia por 7 pontos; e Carolina do Norte por 3 pontos. Joe Biden assumiu a liderança em Michigan por 5 pontos e em Wisconsin por 3 pontos.
A margem de erro estabelecido na pesquisa dos dias 1 a 5 de julho foi de 4 pontos percentuais no Arizona, Michigan, Carolina do Norte e Wisconsin; 5 pontos percentuais em Nevada; e de 3 pontos percentuais na Geórgia e Pensilvânia.
Haverá uma votação virtual entre os dias 01 a 05 de agosto, com o propósito de oficializar a candidatura de Kamala Harris.
Elon Musk, o bilionário fundador da Tesla e SpaceX e proprietário da plataforma de mídia social X, está no centro de uma nova polêmica. Desta vez, o motivo é a postagem de um vídeo deep fake em sua rede social, no qual a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, parece insultar o presidente Joe Biden. O vídeo publicado nesta segunda-feira (29) foi originalmente postado por uma conta no X ligada ao podcaster conservador Chris Kohls e rotulado como uma “paródia”. Porém, o compartilhamento de Musk não tem nenhuma especificação, a legenda dizia apenas: “Isso é incrível”, junto com um emoji de risada.
O Vídeo e a reação imediata
O vídeo mostra Kamala Harris em um discurso falso, feito por tecnologia IA, para fazer declarações ofensivas contra Biden. Esta tecnologia usa a inteligência artificial para criar vídeos falsos, mas que são convincentes, de pessoas dizendo ou fazendo coisas que nunca ocorreram.
O post gerou uma reação imediata, com críticos acusando Musk de irresponsabilidade e negligência. Figuras públicas, especialistas em tecnologia e cidadãos comuns expressaram sua preocupação sobre a disseminação de desinformação, especialmente em um período político tão sensível.
Print da postagem de Elon Musk no X (Foto: reprodução/ X/@elonmusk)
Críticas e consequências
Entre os nomes mais influentes criticando está Gavin Newsom, o governador democrata da Califórnia. Ele escreveu em sua rede social que o vídeo manipulado de Harris “deveria ser ilegal” e que pretende em breve assinar um projeto de lei que proíbe esse tipo de conteúdo. As organizações de checagem de fatos foram rápidas em apontar o vídeo como fake, alertando os usuários sobre esse tipo de conteúdo e pedindo maior cautela ao consumir e compartilhar conteúdo online.
Implicações para as redes sociais
Este incidente ressalta a crescente preocupação com o papel das redes sociais na disseminação de informações falsas e manipuladas. A capacidade de criar conteúdo fake realista coloca um novo desafio para as plataformas, que agora precisam encontrar um equilíbrio entre permitir a liberdade de expressão e prevenir a propagação de desinformação.
O post de Elon Musk serve como um lembrete da importância da responsabilidade na era digital. Com o avanço da tecnologia, líderes de plataformas de mídia social e usuários devem ficar mais atentos sobre os conteúdos que consomem e compartilham.
Kamala Harris e Donald Trump, estão em disputa acirrada em quatro dos estados decisivos do país para a corrida presidencial americana, segundo pesquisas divulgadas pela emissora de TV americana Fox, feitas após Joe Biden desistir de disputar sua reeleição. As eleições iram acontecer no mês de novembro.
Ambos os candidatos têm os mesmos 49% nos estados de Michigan e Pensilvânia. Em Minnesota, Kamala tem 52% e Trump 46%. Em Wisconsin, Trump tem 50% e Kamala tem 49%.
No país, os estados decisivos são aqueles que não demonstram preferência clara por Republicanos ou Democratas durante o período eleitoral. Como o voto americano acontece de modo indireto, todos os delegados de um estado vão para um único candidato, colocando esses estados em posição de decisão do resultado do pleito.
Kamala em melhor posição que Biden
Em três desses estados, Kamala tem atualmente classificações numericamente mais altas do que Biden tinha em abril.
As pesquisas indicavam:
Wisconsin (abril): Biden 48%, Trump 48%, em julho Kamala tem 49%;
Michigan (abril): Biden 46%, Trump 49%, julho, Kamala tem 49%
Pensilvânia (abril): Biden 48%, Trump 48%, julho Kamala tem 49%
Conforme a pesquisa, também foi mostrado que a maioria dos eleitores desses 4 estados eram a favor da desistência de Joe Biden da corrida presidencial e apenas dois terços querem que ele complete o seu mandato.
Biden desistiu de concorrer à reeleição pelo Partido Democrata no último dia 21 e já declarou apoio a sua vice, Kamala Harris
Kamala Harris e Joe Biden (Foto: Reprodução/Instagram/@kamalaharris)
Principais desafios para o próximo presidente dos EUA
O próximo presidente americano ira encontrar muitos desafios em seu mandato, mas o principal deles está associado as questões econômicas do país, já que os Estados Unidos que atingiu o maior nível de inflação em 40 anos.
Outro tema importante que o futuro líder americano terá que lidar são as pautas sobre imigração e à política externa, tanto sobre o relacionamento com outros líderes mundiais quanto em relação às decisões tomadas sobre a guerra na Ucrânia e em Gaza.
Após um comício realizado nesta última sexta-feira (26), falas de Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, foram extremamente criticadas nas redes sociais. Na ocasião o ex-presidente disse que se os cristãos votarem nele daqui a quatro anos, ‘’não terão que votar de novo’’.
Fala de Trump
O bilionário continua sua fala afirmando que seu governo irá ‘’consertar tudo’’, e seria a razão da comunidade cristã não precisar ir às urnas novamente, confira abaixo a fala completa de Trump.
“Cristãos, saiam e votem, só desta vez. Vocês não terão que fazer mais isso. Mais quatro anos, quer saber, tudo estará resolvido, tudo ficará bem, vocês não terão mais que votar, meus cristãos lindos”.
Donald Trump em comício ( Foto: Reprodução/Evan Vucci / AP / DPA)
Logo após o fim do comício, a frase do candidato tomou conta da internet com várias pessoas discuto e acreditando que poderia ser uma prova de uma possível tendencia antidemocrática e autoritária dele. Relembrado sua tentativa de anular a eleição de 2020 após ser derrotado para Joe Biden, essa atitude que levou os seus apoiadores a fazer o ataque ao capitólio em 6 de janeiro de 2021.
Outra fala de Trump que voltou à tona aconteceu durante uma entrevista ao jornal Fox News em dezembro de 2023, onde ele comenta que se vencer as eleições em novembro atuaria como um ‘’ditador’’ durante o ‘’primeiro dia’’ de mandato para fechar a fronteira sul com o Mexico e expandir a perfuração de petróleo na região.
Eleição americana
Após a decisão de Biden desistir de sua candidatura à reeleição e coloca a sua vice-presidente, Kamala Harris para ser tornar a candidata democrata a disputa se acirrou, com muitas pesquisas colocando-a e Trump empatados na margem de erro.
A vice-presidente Kamala Harris (Foto: Reprodução/AP Photo/Tony Gutierrez)
A mais recente foi feita e divulgada pelo Jornal americano ‘’The New York Times’’ nesta terça-feira (23) possuindo a margem de erro de 3.3 pontos, o intuito entrevistou 1.142 eleitores do país entre os dias 22 e 24.
Entre prováveis eleitores, aqueles que pensam em ir às urnas dia 5 de novembro, o ex-presidente tem o percentual de 48% e Kamala obtém 47%. Entre os registrados a intenção de voto de Trump continua com 48% enquanto a democrata abaixa para 46%.
Após Biden desistir da corrida presidencial, o atual nome para assumir a candidatura pelo partido Democrata ficou para Kamala Harris, e nesta sexta-feira (26), o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama anunciou seu apoio a Kamala.
Kamala recebeu ligação do ex-presidente
A eleição presidencial nos Estados Unidos, ocorrerá no dia 5 de novembro. E segue em disputa pelo lado Republicano o ex-presidente Donald Trump, que já se mostrava preparado para o cenário onde não fosse mais concorrer à presidência com Biden. Contudo, ainda não há certeza de que Kamala Harris, realmente venha concorrer a presidência, o partido ainda pode optar em nomear o senador Sherrod Brown, a confirmação será no dia 19 de agosto, na convenção de Chicago.
Na manhã desta sexta-feira foi publicado no X (antigo twitter) um vídeo onde mostra Obama e Michele realizando uma ligação para Kamala, demonstrando seu apoio a sua candidatura.
I’m so proud of my girl, Kamala. Barack and I are so excited to endorse her as the Democratic nominee because of her positivity, sense of humor, and ability to bring light and hope to people all across the country. We’ve got your back, @KamalaHarris! pic.twitter.com/xldcZeDXuS
Kamala Harris recebe ligação de Obama e Michelle (Reprodução/X/@michelleobama)
Harris e Trump seguem com troca de acusações
A corrida presidencial nos EUA, segue com um clima tenso, quando se trata da disputa entre Kamala e Trump, nos últimos dias, vem ocorrendo uma série de acusações por parte dos dois. Harris acusou Trump de arrastar o país para um “passado obscuro”, e Trump aponta que Biden foi tirado da disputa, para dar lugar a uma candidata “lunática” e “mentirosa”. A troca de acusações entre os dois segue. Kamala disse à Federação Americana de Professores que o programa dos republicanos nos EUA, é para desenvolver um passado obscuro.
Harris, se mostra preparada para disputar a presidência com Trump, em seu X, fez acusações indicando que Trump recuou de um debate no dia 10 de setembro.
Kamala pretende se tornar a primeira mulher a ser presidente dos Estados Unidos, deixando claro que usará sua experiencia como promotora para explorar as condenações de Trump. Vale lembrar que o republicano foi condenado em maio deste ano por 34 crimes de falsificação de registros financeiros.