Duquesa traz performance com estilo urbano e poder no The Town

Jeysa Ribeiro, mais conhecida como Duquesa, é conhecida por sua voz marcante e letras que reforçam a autoestima feminina. Convidada pelo The Town, festival que ocorre na cidade de São Paulo, ela trouxe muito mais do que música, mas também, identidade visual.

Looks urbanos e glamurosos

No show que ocorreu na reta final do festival, Duquesa apostou em um visual marcante e poderoso, equilibrando sensualidade e força: uma roupa estilo macacão com a calça preta, um pouco larga, escrito “Taurus Gang”, a parte de cima branca com detalhes em preto e um óculos estiloso, combinando com a roupa. A rapper também apostou em acessórios como colares prateados em estilo correntinha e diversos brincos para complementar.


Apresentação da Duquesa no The Town (Vídeo: reprodução/X/@globoplay)


Suas dançarinas combinam com ela, mas com um look de duas peças: calça branca com detalhes pretos e um top branco, com luvas brancas, reforçando a estética da apresentação, com um cenário com detalhes urbanos.

Estética visual marcante

Duquesa tem um estilo consolidado, misturando o glamour e o urbano. Em seus videoclipes, shows e demais aparências públicas, podemos ver a artista usando cores como vermelho, amarelo e preto, além de estampas de oncinha e peças de couro. Além disso, ela também faz uso de acessórios para deixar seus looks ainda mais marcantes, tais como brincos de argola, anéis de prata, colares e óculos escuros.


Look completo da rapper (Foto: reprodução/Instagram/@rollingstonebrasil)


Para esse visual, ela também escolheu um sapato branco de salto fino, se mantendo fiel à paleta de cores. Seu cabelo ficou solto, com algumas ondas e uma franja. A estética da cantora também inclui peças com brilho, sobreposições, detalhes marcantes e texturas vibrantes. Duquesa se mostrou animada para sua participação no festival, e não foi para menos, visto que já é um dos mais comentados nas redes sociais.

Matéria do portal LorenaR7 por Eliza Lopes

Dakota Johnson brilha em ousado naked dress

A atriz americana Dakota Johnson arrancou suspiros e olhares no tapete vermelho do evento “Caring for Women Gala” que aconteceu na última quinta-feira (11) em Nova York. No evento beneficente, realizado pela Fundação Kering, Dakota Johnson desfilou um vestido preto transparente da Gucci, destacando-se pela elegância e ousadia. Ela reafirmou seu status de ícone fashion, apoiando causas contra a violência de gênero.

Analisando o look e seus detalhes

Dakota Johnson desfilou com um vestido preto transparente da Gucci, destacando-se pela elegância e ousadia. A peça, que segue a tendência dos “naked dresses”, é confeccionada em renda preta com detalhes florais e bordados discretos, proporcionando um visual sofisticado. O vestido apresenta mangas longas e gola alta, equilibrando o toque sensual com elementos de recato. Para garantir conforto e coesão ao look, Dakota usou um conjunto de lingerie preto composto por sutiã balconette e calcinha. Ela complementou o visual com joias em esmeraldas e diamantes, sandálias de salto alto com tiras finas e cabelo estilizado em um coque despojado, com fios soltos, conferindo modernidade ao conjunto.


Mais detalhes do look de Dakota Johnson (Foto: reprodução/Mike Copolla/Getty Images Embed)


O vestido escolhido é uma verdadeira obra-prima da alta costura, refletindo o estilo moderno e feminino de Dakota Johnson. A transparência da peça é suavizada pelos bordados florais em tons escuros, criando um contraste elegante que valoriza a silhueta com sutileza. Os acessórios delicados, combinados com as sandálias de tiras finas, reforçam o protagonismo do vestido no conjunto. Cada detalhe, do acabamento da renda à escolha da lingerie, revela cuidado com a harmonia do look, consolidando Dakota Johnson como um verdadeiro ícone de moda no tapete vermelho.

Naked dress domina as tendências da temporada

O “naked dress” continua a dominar os tapetes vermelhos, com várias celebridades adotando essa tendência ousada. No MTV Video Music Awards de 2025, Zara Larsson desfilou com um vestido transparente azul adornado com flores 3D e bordados cintilantes, criando um visual etéreo e moderno. Tate McRae também se destacou no evento com um vestido branco translúcido, combinado com lingerie branca, reforçando sua imagem de ícone fashion em ascensão. Sabrina Carpenter, por sua vez, apostou em um naked dress vermelho, que equilibrava sensualidade e elegância, atraindo todos os olhares no tapete vermelho.


Outras famosas aderiram à tendência (Foto: reprodução/Instagram/@glamourbrasil)


Essas aparições reforçam como o “naked dress” se consolidou como uma escolha de estilo para as celebridades contemporâneas. Margot Robbie, por exemplo, causou sensação na estreia de seu filme em Londres com um vestido transparente da coleção Armani Privé, repleto de bordados florais e um decote ousado, homenageando o legado do designer. Esse retorno ao estilo ousado pós-maternidade marca uma nova fase na carreira da atriz, consolidando ainda mais a tendência do “naked dress” como favorita da temporada.

Armani surpreende e deixa parte de sua grife para rival em testamento

Estilista Giorgio Armani, de 91 anos, surpreendeu o mundo da moda nesta sexta-feira (12), em Milão, ao ter seu testamento revelado com instruções inéditas. O documento determina que parte da grife Armani seja entregue a uma marca rival, decisão rara no mercado de luxo.

A medida, segundo pessoas próximas, busca preservar a independência criativa da maison e evitar que o império seja absorvido por conglomerados internacionais. O gesto inesperado provocou forte repercussão entre especialistas, investidores e admiradores, que agora discutem como será o futuro da marca após a partida do estilista.

Impacto da decisão no mercado de moda

A decisão de Giorgio Armani de incluir em seu testamento a entrega de parte da grife a uma rival imediata sacudiu os bastidores da moda internacional. Especialistas destacam que essa escolha rompe padrões tradicionais de sucessão no setor, em que marcas de luxo costumam ser absorvidas por conglomerados como LVMH ou Kering. No caso de Armani, a intenção declarada é manter a identidade da grife e evitar que ela se torne apenas mais uma peça em um império corporativo.

Para o mercado financeiro, o movimento gera incertezas, já que a governança da marca poderá enfrentar disputas entre herdeiros, executivos e a empresa concorrente beneficiada. Por outro lado, há quem veja a medida como um passo estratégico para assegurar que a filosofia de elegância atemporal de Armani se mantenha viva, mesmo após sua morte.

A revelação também mobilizou admiradores da marca em todo o mundo, que enxergam na decisão um reflexo do estilo autêntico e inovador que sempre marcou a trajetória do estilista. Independentemente das discussões jurídicas e empresariais, o testamento de Giorgio Armani já é visto como um marco na história da moda de luxo, capaz de influenciar como outras grifes planejarão suas sucessões no futuro.


— Giorgio Armani e suas modelos (Foto: reprodução/Andreas Solard/Getty Images Embed)


O legado de Giorgio Armani

Mais do que um gesto jurídico, o testamento de Giorgio Armani reforça o compromisso do estilista com sua própria visão de moda. Conhecido por revolucionar o vestuário masculino e feminino desde os anos 1970, Armani construiu um império que vai além das passarelas, incluindo perfumes, hotéis e até mobiliário.

Sua decisão de planejar o futuro da marca em vida mostra a preocupação em transformar sua grife em um patrimônio cultural, e não apenas em um negócio lucrativo. O legado do estilista está marcado pela busca pela elegância simples e sofisticada, capaz de conquistar gerações de consumidores em todo o mundo.

Para críticos, a disposição de entregar parte da marca a uma rival comprova que Armani sempre enxergou a moda como uma linguagem universal, e não apenas como uma competição de mercado. Essa visão humanista e inovadora é o que garante ao nome Giorgio Armani um lugar permanente entre os grandes da moda, independentemente dos rumos empresariais que a grife venha a tomar a partir de agora.

Michael Kors apresenta elegância prática em Nova York para o Verão 2026

O desfile de Michael Kors para o verão 2026 desembarcou em Nova York no dia 11 de setembro, abrindo o segundo dia oficial da Semana de Moda ao meio-dia, em um hangar industrial às margens do East River. A coleção explorou a dualidade entre elegância prática e espírito de férias, combinando linho cru e algodão orgânico com cortes fluídos.

Vestidos assimétricos de comprimento midi se alternaram com macacões leves e conjuntos de alfaiataria despretensiosa, enquanto estampas inspiradas em aquarelas tropicais tingiram paletas que transitavam do pêssego ao turquesa. Cintos de couro natural marcaram a cintura de silhuetas amplas, e acessórios como chapéus de aba larga e bolsas de ráfia reforçaram o clima de escapada sofisticada.

Em uma passarela ao ar livre pontuada por luz natural, a trilha sonora misturou jazz contemporâneo e batidas latinas, sublinhando o frescor urbano da apresentação. Entre os primeiros arquivos, destacaram-se sandálias de tiras finas e alpargatas repaginadas, convidando a mulher moderna a unir conforto e glamour. A recepção na plateia foi calorosa, com celebridades e influenciadoras celebrando o equilíbrio entre o cosmopolita e o resort, sinalizando que a nova fase de Michael Kors reforça sua assinatura de “jet set” acessível e atemporal.

New York Fashion Week

A edição de Primavera/Verão 2026 do New York Fashion Week será realizada entre 11 e 16 de setembro de 2025, reunindo cerca de 70 marcas para uma semana de imersão no estilo neoyorquino. O calendário oficial, divulgado pelo CFDA, equilibra grandes casas de moda com nomes emergentes, refletindo a curadoria que privilegia qualidade sobre quantidade. A programação diária começa às 11h com Michael Kors e segue com apresentações como Rachel Comey, Collina Strada e Grace Ling, encerrando por volta das 21h.


Desfile Michael Kors verão 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@michaelkors)


Além das passarelas, a Semana de Moda traz uma série de eventos exclusivos: um piquenique da Veuve Clicquot com Simon Porte Jacquemus, after-hours de Lu’u Dan com dance party e noodle night, e a “Ralph’s Club” de Ralph Lauren. KidSuper, de Colm Dillane, realiza uma apresentação off-site no Brooklyn Borough Hall, celebrando a cena artística local. Essas ativações contribuem para o networking entre profissionais e entusiastas, ampliando a vivência de moda para além dos desfiles tradicionais e criando narrativas imersivas na cidade que nunca dorme.

Repercussão de Michael Kors

Nas horas seguintes ao desfile, #MichaelKorsSS26 invadiu o feed de milhões de usuários. No Instagram, o carro-chefe foi um vídeo dos bastidores, que somou mais de 5,3 milhões de visualizações e 220 mil comentários elogiando o mood “resort urbano”. Influenciadoras de moda repostaram looks-chave, especialmente os macacões de linho e chapéus de aba larga, gerando um pico no engajamento do perfil oficial da marca.


Desfile Michael Kors verão 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@michaelkors)


O modelo mais enxuto desta edição sinaliza uma transição para um formato mais focado e sustentável, reduzindo viagens e produção de amostras. A valorização de coleções com DNA autoral e o incentivo a talentos emergentes podem redefinir o calendário de moda internacional. Ao equilibrar ícones estabelecidos e apostas vanguardistas, NYFW SS 2026 projeta uma temporada onde inovação, responsabilidade e o espírito cosmopolita de Nova York caminham lado a lado, antecipando tendências que chegarão às ruas e vitrines ao redor do mundo.

Legado de Armani: Testamento define venda gradual e plano de IPO da Maison

Em uma decisão que marcou uma guinada inédita para a maison fundada há cinco décadas, o testamento de Giorgio Armani, que faleceu em 4 de setembro aos 91 anos, estabelece que seus herdeiros devem vender gradualmente o controle da grife ou, como alternativa, promover sua listagem em bolsa. A determinação representa uma ruptura com a tradição de independência que caracterizou toda a trajetória do estilista, que sempre resistiu a propostas de diluição de sua participação na empresa.

O documento especifica que, dentro de 18 meses a partir da abertura da sucessão, deverá ser alienada uma primeira fatia de 15% do capital social. Em seguida, entre três e cinco anos após a morte do criador, os herdeiros ficam obrigados a transferir ao mesmo comprador adicionalmente entre 30% e 54,9% das ações. A prioridade de aquisição recai sobre grupos de porte global como LVMH, L’Oréal e EssilorLuxottica ou outras empresas de relevância equivalente identificadas pela Fundação Giorgio Armani. Caso não haja acordo com esses potenciais sócios, o testamento determina a realização de uma oferta pública inicial, seja na Bolsa de Milão ou em mercado similar no exterior.

Histórico da Maison

Ao longo da vida, Armani manteve um controle rigoroso sobre todas as decisões criativas e administrativas de seu império, recusando ofertas que pudessem comprometer as raízes italianas e o estilo minimalista que o consagraram. Em 2024, a companhia reportou receita de 2,3 bilhões de euros, mas registrou queda nos lucros em meio à desaceleração global do setor de luxo, cenário que pode ter influenciado as diretrizes pós-morte do estilista.


Giorgio Armani na Paris Fashion Week (Foto: reprodução/Marc Piasecki/Getty Images Embed)


Para assegurar a preservação de seus princípios, o testamento prevê seis classes de ações com direitos de voto diferenciados. A Fundação Giorgio Armani receberá 30% desses direitos, enquanto Pantaleo Dell’Orco, parceiro de negócios e de vida do estilista, caberá 40%. Juntos, eles manterão 70% do poder decisório. Além disso, caso a família opte pela abertura de capital, a fundação garantirá, no mínimo, 30,1% do capital social, preservando uma influência significativa sobre a condução da empresa.

Expectativas futuras

Analistas do mercado veem o grupo LVMH, avaliado em cerca de 240 bilhões de euros, como o candidato mais forte à aquisição, graças ao seu histórico de investimentos em marcas de luxo e à capacidade financeira para arcar com um negócio estimado entre 5 e 7 bilhões de euros. Essa perspectiva abre caminho para uma possível redefinição do cenário competitivo no setor da moda, colocando a Armani em posição de protagonismo em uma das maiores operações do mercado de luxo dos últimos anos.


Giorgio Armani na Paris Fashion Week (Foto: reprodução/Estrop/Getty Images Embed)


Além das instruções de venda e governança, o testamento enfatiza a necessidade de manter um estilo essencial, moderno, elegante e discreto, com foco em inovação, excelência, qualidade e refinamento dos produtos. Essas orientações, aliadas à estrutura de controle delineada, indicam a preocupação de Armani em perpetuar não apenas seu legado financeiro, mas também os valores estéticos e éticos que nortearam sua carreira.

Confira a estreia dos novos diretores criativos das principais grifes

Nos últimos meses, o cenário da moda internacional passou por grandes movimentações significativas com a nomeação de novos diretores criativos em algumas das principais marcas, como Versace, Chanel e Dior. As estreias oficiais estão marcadas para as próximas semanas de moda feminina e mostramos o calendário completo dessas apresentações tão aguardadas.

Semana de Moda de Milão

O calendário italiano contará com quatro estreias que marcam o começo de uma nova fase para algumas das marcas. Confira as datas:

  • 23/09 – Demna na Gucci
  • 24/09 – Simone Belotti na Jil Sander
  • 26/09 – Dario Vitale na Versace
  • 27/09 – Louise Trotter na Bottega Veneta

Modelos no desfile da Gucci durante a Semana de Moda de Milão 2024 (Foto: Reprodução/Victor Virgile/Gamma-Rapho/Getty Images Embed)



Semana de Moda de Paris

Já na capital francesa, o número de estreias é maior: sete diretores criativos sobem às passarelas pela primeira vez. A temporada promete redefinir rumos e provocar discussões no mercado de luxo.

  • 01/10 – Jonathan Anderson na Dior
  • 02/10 – Miguel Castro Freitas na Mugler
  • 02/10 – Mark Howard Thomas na Carven
  • 03/10 – Jack McCollough e Lazaro Hernandez na Loewe
  • 04/10 – Pierpaolo Piccioli na Balenciaga
  • 04/10 – Glenn Martens na Maison Margiela
  • 06/10 – Matthieu Blazy na Chanel

Modelo no desfile da Chanel durante a Semana de Moda de Paris 2025 (Foto: Reprodução/Peter White/Getty Images Embed)


As mudanças nos diretores criativos dessas marcas são muito importantes para o mercado de luxo. Essas trocas não são só sobre o visual, mas também são estratégias para renovar as marcas e atrair novos clientes. Segundo a Reuters e a Vogue Business, essas mudanças podem mudar o futuro das marcas, mas também podem trazer riscos, como perder a identidade ou afastar os clientes antigos.

Por isso, as estreias dos novos diretores criativos nas próximas semanas despertam grande interesse do mercado e dos fãs, que querem ver qual será o caminho de cada marca. Seja qual for o estilo dos desfiles, as principais maisons vivem um momento decisivo para a moda internacional, com potencial para renovar suas identidades e influenciar futuras tendências.

Tendência: Acessório de crochê que dominou o street style

Os acessórios de crochê voltaram com tudo e estão em alta no mundo da moda. Combinando o charme artesanal com um toque moderno, eles conquistam cada vez mais espaço em looks urbanos e despojados.

Prepare-se para ver (muito!) crochê nas ruas, nas redes e nos seus looks de primavera/verão. Depois de brilhar nas passarelas e no street style da Copenhagen Fashion Week (CPHFW), os acessórios de crochê estão oficialmente de volta — com força total e um toque moderno que promete conquistar do look casual ao mais elaborado.

E não estamos falando só de bolsas! Bucket hats, brincos, colares, cintos e até sandálias feitas com a técnica artesanal já são vistos em produções de it girls e criadores de estilo como @ritamontezuma que incorporam a tendência com originalidade e personalidade.

Por que o crochê virou tendência?

A resposta está na união perfeita entre o feito à mão, que valoriza o trabalho artesanal e o slow fashion, e a nostalgia que o crochê carrega. A estética retrô dos anos 70 e 2000 está em alta, e o crochê se encaixa perfeitamente nesse mood. Ele traz textura, cor e movimento, transformando até o look mais básico em uma produção cheia de charme. Além disso, a versatilidade do crochê impressiona: seja em tons vibrantes ou neutros, com formas mais geométricas ou orgânicas, o acessório certo pode elevar qualquer visual — do biquíni na praia à alfaiataria urbana.


Foto destaque: Modelos usando tendência do crochê (Foto: reprodução/Pinterest/ @Дарья Dushenka/@abigalemasters/@Emilienielsen/@okayjerrika/@nativa.tienda_)

Embora o crochê esteja circulando com força nas semanas de moda europeias, ele tem raízes profundas na moda brasileira. É uma técnica que atravessa gerações e que, agora, ganha novos significados nas mãos de marcas independentes e designers contemporâneos que unem tradição e inovação.


Foto destaque: Rita Montezuma usando acessório de crochê (Foto: reprodução/Instagram/@ritamontezuma)

Como usar?

Os acessórios de crochê são ideais para criar um jogo de texturas interessante. Combine com peças em jeans, linho ou alfaiataria para contrastar o toque rústico do artesanal com tecidos mais estruturados. O resultado é um visual equilibrado e cheio de estilo. Se quiser ousar, vale misturar peças e acessórios feitos à mão em uma produção coordenada e cheia de atitude. O look total em crochê é criativo, moderno e traz uma vibe retrô superatual.

Para quem prefere um toque pontual, bolsas e brincos coloridos de crochê são perfeitos para dar vida a looks neutros. Já os bucket hats e shoppers da tendência praia funcionam super bem com vestidos leves ou conjuntos em tecidos naturais. O mais legal de tudo é se divertir e fazer novas combinações!

Ralph Lauren inaugura a Semana de Moda de Nova York com coleção neutra

Nesta quarta-feira (10), a Ralph Lauren abriu a Semana de Moda de Nova York com o desfile da coleção Primavera/Verão 2026. A marca se adiantou ao calendário oficial, que começa nesta quinta-feira (11) e apresentou peças leves com foco na alfaiataria.

Trilha sonora tropical

Para envolver os convidados ao clima descontraído da coleção, a Ralph Lauren apostou em uma trilha sonora com ar tropical e moderno. Entre as escolhas, estavam uma versão atualizada de More Than a Woman, dos Bee Gees e Hey Homie, parceria entre Silva e Sofi Tukker. As músicas ajudaram a criar uma atmosfera de verão sofisticado, com ares de férias e leveza refletidos nas peças apresentadas na passarela.

Preto, branco e vermelho: o verão sofisticado da Ralph Lauren

A nova coleção da marca apresenta uma paleta de cor que contrasta uma com a outra: preto, branco e vermelho. As duas primeiras cores são mais neutras, normalmente presentes em peças em peças básicas, enquanto o vermelho surge como um ponto de destaque que traz intensidade às composições.

O verão de Ralph Lauren mostra que as três cores combinam na estação. Em alfaiataria clássica, a apresentação foi composta por diversas peças leves e fluidas, como vestidos e calças de pantalona. Algumas delas apresentam transparência leve.



Além disso, os looks das modelos foram complementados por acessórios como colares de prata e chapéus de palha, que reforçam a combinação entre sofisticação e a leveza do verão. Bolsas estruturadas e sandálias de tiras finas também ajudaram a criar um visual fresco e elegante ao mesmo tempo.



O foco em peças confortáveis reflete uma tendência crescente na moda, que busca unir estilo e praticidade. A nova coleção da Ralph Lauren apresenta opções que atendem a esse desejo contemporâneo, ao mesmo tempo, em que convida a uma reflexão proposta no desfile: aproveitar o verão com leveza e atitude.

CFDA Fashion Awards 2025 revela indicados e homenageados

Nova York, O Council of Fashion Designers of America divulgou nesta quinta-feira a lista de indicados ao CFDA Fashion Awards 2025, reforçando a diversidade criativa que vem transformando o cenário mundial da moda. Entre os nomes que concorrem ao título de Womenswear Designer of the Year estão Jonathan Anderson, Christopher John Rogers, Peter Do, S.S. Daley e Di Petsa, enquanto a disputa para Menswear Designer of the Year traz Casablanca, Grace Wales Bonner, Ahluwalia, Martine Rose e Ludovic de Saint Sernin. A seleção reflete tanto a consolidação de grifes já estabelecidas quanto o reconhecimento de novos protagonismos no vestuário feminino e masculino.

No segmento de acessórios, concorrem ao Accessory Designer of the Year, The Row, Gabriela Hearst, Bottega Veneta, JW Anderson e Telfar, mostrando como bolsas, calçados e joias seguem conquistando espaço como elementos centrais do styling contemporâneo. A categoria Sustainable Innovation Award lista Reformation, Stella McCartney, Collina Strada, Mara Hoffman e Bethany Williams, destacando projetos que propõem soluções de baixo impacto ambiental e práticas de produção éticas. Já o Emerging Designer of the Year será disputado por Bode, Carlos Nazario, Kenneth Nicholson, Hu Xia Loc e Matt Copson, todos responsáveis por propostas jovens e originais que têm atraído olhares globais.

Homenageados

Além das premiações competitivas, o CFDA anunciou três homenagens especiais para a cerimônia de 2 de junho, no Spring Studios, em Nova York. Ralph Rucci receberá o Geoffrey Beene Lifetime Achievement Award, em reconhecimento aos quase cinco décadas dedicadas à alta costura e ao prêt-à-porter. O ponto alto da noite ficará por conta da homenagem a Donatella Versace com o Positive Change Award, em reconhecimento ao seu engajamento em causas sociais, ao suporte dedicado à comunidade LGBTQ+ e ao constante incentivo a jovens talentos. Dessa forma, o evento se apresenta como um painel vivo dos elementos que impulsionam a moda contemporânea, reunindo tradição, inovação e responsabilidade social sob o mesmo holofote.


Donatella Versace (Foto: reprodução/Alessandro Levati/Getty Images)


A cerimônia será 3 de novemrbo no American Museum of Natural History, em Nova York, e promete reunir lideranças da indústria, atores e influenciadores internacionais. O presidente da entidade, Steven Kolb, afirmou que “estes indicados e homenageados representam não apenas o ápice da criatividade americana, mas também as conversas mais urgentes da moda: inclusão, sustentabilidade e inovação”. Com expectativa de público global, o CFDA Fashion Awards 2025 reafirma sua posição como uma das mais importantes celebrações da moda no calendário internacional.

The Row

A The Row nasceu em 2006 a partir da visão das irmãs gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, que decidiram canalizar sua experiência no entretenimento para criar uma marca de luxo fundamentada no minimalismo e na qualidade excepcional. O nome faz referência à rua onde cresceram em Los Angeles, símbolo de suas raízes e do equilíbrio entre conforto e sofisticação que passaria a nortear cada peça da grife.

Logo em seu ano de estreia, a The Row apresentou uma coleção enxuta de sete itens, entre camisetas perfeitas, leggings de cetim e vestidos de caxemira, adquirida integralmente pela Barneys New York. Enquanto Mary-Kate assume o posto de diretora criativa, Ashley lidera como CEO, e juntas garantiram ao longo dos anos reconhecimento de instituições como o Conselho de Designers de Moda da América (CFDA), reflexo da força de seu olhar discreto e inovador.


Gêmeas Olsen (Foto: reprodução/Bryan Bedder/Getty Images)


Com o passar dos anos, a The Row expandiu horizontes: montou estúdios em Tribeca, Paris e Londres, lançou sua primeira linha masculina em 2018 e, em 2021, apresentou a primeira coleção infantil. Paralelamente, firmou parcerias filantrópicas, como a coleção com a Toms Shoes e a colaboração especial com Damien Hirst em prol da UNICEF, reforçando o compromisso de elevar o luxo a um propósito social mais amplo.

Paris Hilton na campanha Outono/Inverno 2025 da Karl Lagerfeld em tributo ao Legado Parisiense

Em uma celebração ousada da elegância parisiense e do charme pop, a Maison Karl Lagerfeld revelou sua campanha Outono/Inverno 2025, intitulada “From Paris with Love”, com Paris Hilton como protagonista pela primeira vez como rosto oficial da marca. A escolha da socialite e empresária marca um encontro entre duas forças culturais que redefiniram os conceitos de celebridade, glamour e reinvenção ao longo das últimas décadas.

Registrada em preto e branco pelo fotógrafo Chris Colls, colaborador de longa data da Maison, a campanha brinca com um diálogo visual entre o universo flamboyant de Paris Hilton e o legado sofisticado de Karl Lagerfeld. A ambientação remete à icônica sequência Karl Interviews Karl, reinterpretada agora pela americana, e destaca referências diretas ao DNA parisiense que moldou a identidade da grife.

Divulgação

A divulgação acontece em formato 360°, abrangendo mídias impressas, plataformas digitais, instalações pop-up e grandes painéis urbanos. O ponto alto será um evento exclusivo na Paris Fashion Week, agendado para 1º de outubro de 2025, prometendo um momento noturno memorável em que Paris, tanto a mulher quanto a metrópole, estará no centro das atenções mundiais.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Ao lado de Paris Hilton, o modelo e ator espanhol Jon Kortajarena assume o protagonismo da linha masculina, encarnando a alfaiataria estruturada e o estilo confiante que caracterizam o menswear da Karl Lagerfeld. Essa parceria reforça a química natural entre ambos e amplia o alcance da campanha a diferentes públicos e mercados globais.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Composta por peças de Karl Lagerfeld, Karl Lagerfeld Paris e Karl Lagerfeld Jeans, a coleção aposta em cortes precisos, silhuetas diretas e acessórios atemporais. Em destaque, o K/Autograph, assinatura manuscrita de Karl desde os anos 1980, ganha nova interpretação como emblema de continuidade e originalidade dentro da proposta contemporânea da Maison.

Paris Hilton e a moda

Paris Hilton despontou no início dos anos 2000 como uma verdadeira ditadora de tendências, popularizando conjuntos de moletom da Juicy Couture que rapidamente se tornaram sinônimo do estilo Y2K. Seus vestidos fluidos ao estilo Barbie Malibu, sempre estampados e leves, bem como os icônicos looks metalizados, seja em versões longas ou curtas, firmaram sua reputação de ousadia e brilho nas passarelas de tapetes vermelhos ao redor do mundo.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Mais do que apenas uma socialite, Paris construiu uma marca de sucesso a partir de sua própria imagem, reinterpretando o estereótipo da “loira burra” através do rosa, do kitsch e de uma ingenuidade calculada que a tornaram um ícone pop. Essa capacidade de criar um personagem tão reconhecível quanto enigmático chamou a atenção de Karl Lagerfeld.