CCXP25: “Rodrigo é o Bicho” será o painel especial de Rodrigo Santoro

O maior festival de cultura pop do mundo, idealizado e patrocinado pela Omelete Company, anunciou ontem (16/11) que haverá, no dia 04/12, um painel especial ao brasileiríssimo Rodrigo Santoro. O ator é um dos responsáveis pela abertura dos caminhos para os brasileiros em Hollywood, possibilitando a participação de outros artistas no cenário hollywoodiano.

“Rodrigo é o Bicho”

Neste painel, Rodrigo Junqueira Reis Santoro terá uma retrospectiva de sua carreira no audiovisual, tanto no Brasil, como fora. O artista, com seus 50 anos completados no último dia 22 de agosto, fez muitos trabalhos em televisão até chegar às telonas. O intenso e profundo “Bicho de Sete Cabeças” (2001), de Laís Bodanzky, marcou sua carreira, na pele de um jovem internado à força num manicômio pela própria família. O longa foi premiado em vários festivais de cinema brasileiros e sul-americanos.

Na sequência, também ocupando um lugar de destaque, “Abril Despedaçado”, de Walter Salles, indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor filme estrangeiro. Sem temer quaisquer julgamentos, um tanto quanto rotineiros à época (2003), mergulhou de cabeça na pele da travesti Lady Di, no filme “Carandiru”, de Hector Babenco, ano em que também teve início sua carreira internacional, com uma participação, sem qualquer fala, em “As Panteras – Detonando” e no longa “Simplesmente Amor”, já com falas, fazendo um par romântico com Laura Linney.


Bastidores de “300″ (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


São 32 anos de uma carreira composta por vários títulos, com alguns destaques, como o trabalho em “300″ (2006), no qual Rodrigo viveu um Rei Persa, o “Xerxes I”, indicado ao prêmio MTV Movie de melhor vilão, ao lado de Jack Nicholson e Meryl Streep; “Rio” (2011) e “Rio 2” (2014), nos quais Rodrigo faz a dublagem em inglês e português e “Ben-Hur” (2016), dirigido por Timur Bekmambetov, no papel de Jesus.

Obras recentes

Recentemente, Santoro dublou o ratinho Vini na animação “Arca de Noé” (2023); “O Último Azul” (2025), filme de Gabriel Mascaro, que trata do exílio forçado contra idosos, vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim 2025, tendo sido pré-selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil no Oscar 2026 e “O Filho de Mil Homens” (2025), baseado no livro de Valter Hugo Mãe, que traz um olhar poético sobre vínculos e afetos, emocionando ao transformar a solidão em encontro, que chega aos streamings no próximo dia 19 de novembro.


Rodrigo Santoro nas filmagens de “O Último Azul” (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


Para 2026, será a vez do já filmado “Corrida dos Bichos”, dirigido por Fernando Meirelles, com previsão de lançamento nos streamings para o ano, e “Runner”, ao lado de Alan Ritchson e Owen Wilson, no qual Rodrigo faz um vilão maquiavélico.

Rodrigo Santoro vive pescador solitário no longa “Filho de Mil Homens”

A Netflix divulga hoje (20) o trailer de seu novo lançamento, estrelado por Rodrigo Santoro, que acumula em seu currículo mais uma interpretação tocante e profunda, que não mais surpreende, mas que, novamente, tocará o coração das pessoas. Após algumas sessões pontuais em cinemas selecionados a partir de 30 de outubro, o longa estreia no streaming dia 19 de novembro.

Complexidade das relações humanas

“Filho de Mil Homens” chega aos cinemas com olhar poético sobre vínculos e afetos, emocionando ao transformar a solidão em encontro. Apesar da linguagem delicada, esta traz a força como mola propulsora para o enfrentamento dos dilemas humanos, especialmente aqueles decorrentes das relações familiares, que carregam o amor, a solidão e as questões silenciadas no decorrer de uma vida de convivência.

Tudo isso sobrevoa a história de Crisóstomo, um pescador marcado pela ausência de uma família e pelo desejo de ser pai, interpretado por Rodrigo Santoro. Ao completar 40 anos de idade, melancólico e solitário, conhece Camilo, um menino órfão, que sofre com a rejeição, e o adota como filho.


Trailer do filme "Filho de Mil Homens" (Vídeo: reprodução/YouTube/@NetflixBrasil)

Outros personagens igualmente vulneráveis, à procura de afeto, identidade e sentido, surgem no decorrer da trama, aprofundando a questão central trazida: a complexidade das relações humanas.

Amar fora dos modelos tradicionais

Valter Hugo Mãe é o nome por traz dessa trama que transcende a forma tradicional de amar e, também, é o nome artístico do autor, editor, artista plástico, apresentador de televisão e cantor Valter Hugo Lemos, que escreveu o livro que foi base para o longa. De origem portuguesa, ganhou, em 2007, o Prêmio José Saramago com o romance “O remorso de Baltazar Serapião”, obra elogiada pelo próprio Saramago como “um tsunami literário”.


Rodrigo Santoro em performance no longa "Filho de Mil Homens" (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)

Johnny Massaro, que recentemente estreou “Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente”, também está no filme, além dos atores Miguel Martines e Rebeca Jamir. A direção e o roteiro ficam por conta de Daniel Rezende, com a produção feita pela Biônica Filmes e Barry Company.

Rodrigo Santoro revela por que mantém as filhas longe dos holofotes e fala sobre maturidade

Prestes a completar 50 anos, Rodrigo Santoro vive um momento de reflexão e equilíbrio entre carreira e vida pessoal. Casado com Mel Fronckowiak desde 2017 e pai de Nina, de 7 anos, e Cora, que completou 1 ano recentemente, o ator mantém uma postura firme: não mostrar o rosto das filhas nas redes sociais. A decisão, segundo ele, é uma extensão natural de sua personalidade e de sua relação com a intimidade, algo que considera essencial para sua saúde mental.

Santoro, que lida com a fama desde o fim dos anos 1990, quando se destacou em Hilda Furacão, admite que a exposição constante nunca foi fácil. Apesar de ter conquistado espaço em Hollywood e participado de grandes produções internacionais, ele optou por continuar vivendo no Brasil, mantendo uma “ponte aérea” para Los Angeles apenas quando necessário. Essa escolha, afirma, é fundamental para preservar suas raízes e estar próximo da família e dos amigos.

Reflexões de Rodrigo Santoro

Além de falar sobre a vida pessoal, o ator também refletiu sobre a importância de manter o equilíbrio emocional, algo que já explorou em papéis marcantes ligados à saúde mental, como em Bicho de Sete Cabeças e Heleno. Aos 50, ele se vê em uma das melhores fases da vida, aberto a novas experiências, recentemente, começou a praticar tênis, e reforça que não é a idade que define uma pessoa, mas sim as escolhas e a vontade de viver.


Rodrigo Santoro (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


Mel, por sua vez, compartilhou nas redes sociais momentos íntimos da maternidade, como o processo de desmame das filhas, revelando o lado emocional e desafiador dessa fase. Juntos, o casal constrói uma narrativa pública pautada pelo afeto, pela proteção da família e pela recusa em transformar a vida privada em espetáculo, uma postura cada vez mais rara no universo das celebridades.

Filhos de famosos

A exposição excessiva de crianças de famosos nas redes sociais pode trazer consequências profundas e, muitas vezes, irreversíveis para o desenvolvimento emocional e social desses jovens.


Rodrigo Santoro (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)


Especialistas alertam que, ao transformar a infância em conteúdo público, os pais, muitas vezes sem perceber, podem acelerar um processo chamado adultização, no qual a criança é inserida em contextos, responsabilidades e padrões de comportamento que não correspondem à sua fase de desenvolvimento. Essa exposição precoce pode afetar a autoestima, gerar pressão para corresponder a expectativas externas e até comprometer a construção de uma identidade saudável.

Por isso, muitos artistas, como o próprio Rodrigo Santoro, a Sandy e o Luan Santana, optam por manter os filhos longe dos holofotes, permitindo que eles cresçam de forma mais livre, segura e com a possibilidade de decidir, no futuro, se querem ou não viver sob a atenção pública.

Netflix revela primeiras imagens de “O Filho de Mil Homens”, com Rodrigo Santoro no papel principal

A Netflix divulgou as primeiras imagens de “O Filho de Mil Homens”, filme original baseado no aclamado livro do escritor português Valter Hugo Mãe. A produção, estrelada por Rodrigo Santoro, tem previsão de estreia global ainda em 2025, mas segue sem data confirmada.

Com direção e roteiro de Daniel Rezende, responsável por sucessos como Bingo: O Rei das Manhãs e Turma da Mônica: Laços, o longa promete emocionar o público com uma história sobre afeto, perda e reconstrução familiar.



Enredo emocionante sobre paternidade e pertencimento

Na trama, Rodrigo Santoro interpreta Crisóstomo, um pescador solitário que sonha em ser pai. A vida do personagem ganha novo sentido ao conhecer Camilo (Miguel Martines), um menino órfão que ele decide acolher. Juntos, formam uma nova família com Isaura (Rebeca Jamir), que busca se curar de uma dor profunda, e Antonino (Johnny Massaro), jovem marginalizado pela sociedade.

A história explora os vínculos que se constroem além do sangue, trazendo uma reflexão sensível sobre o que realmente significa ser família.


Imagens Oficiais de “O Filho de Mil Homens (Fotos: Reprodução/Marcos Serra Lima/Netflix)

Elenco de peso e produção nacional

Além de Santoro, o elenco conta com nomes como Antonio Haddad, Carlos Francisco, Grace Passô, Inez Viana, Juliana Caldas, Lívia Silva, Marcello Escorel e Tuna Dwek. A produção é assinada pela Biônica Filmes em parceria com a Barry Company.

Com essa adaptação, Valter Hugo Mãe tem sua obra levada às telas pela primeira vez. A expectativa é de que o filme conquiste o público global da Netflix com sua narrativa poética e profunda.

Valter Hugo Mãe participa de debate sobre a adaptação na 23ª edição da FLIP

No dia 1º de agosto, o autor Valter Hugo Mãe falará publicamente pela primeira vez sobre a adaptação cinematográfica de O Filho de Mil Homens. Ele participará da mesa “Do Livro às Telas”, na 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), ao lado do diretor e roteirista do filme, Daniel Rezende, e da diretora de filmes da Netflix Brasil, Higia Ikeda. O debate será mediado por Alejandro Chacoff, editor de literatura da revista Piauí.

Ainda no mesmo dia, o escritor integra a mesa “Escritor de Dois Mundos”, com mediação de Walter Porto. A conversa abordará o impacto de suas obras no Brasil e os novos rumos de sua carreira, impulsionados pela adaptação para o cinema.

“Brasil 70 – A Saga do Tri”: Netflix escala Rodrigo Santoro, Bruno Mazzeo e Lucas Agrícola para minissérie

A Netflix acaba de anunciar o elenco completo de “Brasil 70 – A Saga do Tri”, nova minissérie de ficção que vai dramatizar a campanha histórica da Seleção Brasileira rumo ao tricampeonato na Copa do Mundo de 1970. Com produção da O2 Filmes, a série já está em fase de gravações em locações no Brasil e no México, e promete recriar com realismo e emoção os bastidores e os lances inesquecíveis da que é considerada por muitos a maior equipe de futebol de todos os tempos.

Elenco de peso dá vida aos ídolos da Copa

No centro da narrativa estão três nomes de peso: Rodrigo Santoro, Bruno Mazzeo e Lucas Agrícola, que interpretam, respectivamente, o técnico João Saldanha, o treinador Mário Jorge Lobo Zagallo e o eterno camisa 10, Pelé. A escolha do trio como protagonistas reforça o tom dramático e emocional da produção, que pretende ir além do campo para explorar os conflitos internos da equipe, a pressão de representar um país inteiro e o contexto político conturbado da época, em plena ditadura militar.

Rodrigo Santoro vive João Saldanha, o ex-jornalista e técnico que conduziu o Brasil nas Eliminatórias, mas acabou afastado pouco antes do Mundial. Bruno Mazzeo assume o desafio de interpretar Zagallo, que herdou o comando da seleção e entrou para a história como o técnico do tricampeonato. Já Lucas Agrícola encarna Pelé em uma das fases mais emblemáticas da carreira do Rei do Futebol.


Netflix anuncia Rodrigo Santoro, Bruno Mazzeo e Lucas Agrícola para a minissérie (Foto: reprodução/Instagram/@netflixbrasil)


Mas o elenco não para por aí. A série traz uma seleção de talentos para dar vida aos outros craques da Copa: Ravel Andrade será Tostão, Caio Cabral interpreta o capitão Carlos Alberto Torres, Gui Ferraz dá vida a Jairzinho, Daniel Blanco assume o papel de Rivellino, Maicon Rodrigues vive Paulo Cézar Caju, Fillipe Soutto será Gérson, Hugo Haddad interpreta o goleiro Félix, e Victor Salomão dá vida a Dadá Maravilha. José Beltrão encara o desafio de interpretar Carlos Alberto Parreira, enquanto Val Perré será o massagista Mário Américo.

Entre os personagens fictícios que ajudam a construir a narrativa, o destaque vai para Marcelo Adnet, que interpretará Eusébio Teixeira, um locutor esportivo responsável por narrar os jogos e trazer uma camada extra de emoção à série. O elenco também inclui nomes como Bruna Mascarenhas (Rosemeri), Lara Tremouroux (Rosa) e Felipe Frazão (Leo), ampliando o retrato do período com histórias paralelas e dramas pessoais.

Criada por Naná Xavier e Rafael Dornellas, a minissérie tem direção geral assinada por Paulo Morelli e Pedro Morelli, com episódios dirigidos também por Quico Meirelles. O roteiro final ficou a cargo de Naná Xavier em parceria com Felipe Sant’Angelo, enquanto Guto Gontijo assina a produção executiva de desenvolvimento.

Produção recria bastidores e tensão da época

Com uma abordagem imersiva, “Brasil 70 – A Saga do Tri” se propõe a reviver os momentos que marcaram uma geração e ajudaram a construir o legado do futebol brasileiro. Ao mesmo tempo em que homenageia os craques em campo, a série também lança um olhar sobre os bastidores, os desafios emocionais da equipe e as tensões do país sob o regime militar, em uma combinação poderosa entre esporte, história e drama humano. Ainda sem data de estreia confirmada, a produção é uma das grandes apostas da Netflix e promete conquistar fãs de futebol, de séries históricas e, claro, de boas atuações.

Urso de Prata no Festival de Berlim “O Último Azul” exibe novo trailer

Em comemoração ao prêmio Urso de Prata, o grande prêmio do júri e considerado a segunda maior honraria do Festival de Berlim, atrás somente do Urso de Ouro, o filme brasileiro “O Último Azul”, do diretor Gabriel Mascaro, quem tem o ator brasileiro e estrela internacional Rodrigo Santoro como um dos protagonistas, ganha novo trailer. O longa vai estrear no Brasil, com primeira exibição na abertura do 53º Festival de Cinema de Gramado, entrando oficialmente em cartaz no próximo dia 28 de agosto.

Etarismo

O roteiro deste premiado longa-metragem aborda, entre outras questões, uma considerada cada dia mais polêmica na atualidade: o etarismo, um fenômeno social discriminatório, única e exclusivamente baseado na idade de uma pessoa, que pode ser manifestado de diversas formas preconceituosas, como tratamento injusto e exclusivo, estereótipos negativos, dentre outros.

Tereza, a personagem principal da trama, protagonizada pela reconhecida e aclamada atriz brasileira Denise Weinberg, é uma mulher de 77 anos, que recebe um chamado oficial do governo da Amazônia, cidade onde reside, para integrar uma colônia para idosos, que tem o objetivo de propiciar uma “melhor” qualidade de vida aos seus aderentes, em seus últimos momentos.


Cena do Filme “O Último Azul” (Foto: reprodução/X/@papelpop)

Rodrigo Santoro também integra o elenco do longa, interpretando Cadu, um homem misterioso e solitário, que cruza o caminho de Tereza, enquanto ela percorre sua jornada pelos rios da Amazônia antes de ser encaminhada ao exílio compulsório. De forma metafórica, Cadu funciona como uma voz interna que ecoa em Tereza, e num comportamento ambíguo, oscilando entre o risco e o afeto, a ternura, ele faz algumas proposições, para que ela reflita sobre seu destino.


Brasil distópico

Segundo o diretor do longa, Gabriel Mascaro, em um depoimento sobre o filme: “É muito lindo ver um longa filmado na Amazônia, no Brasil, encontrar ressonância com tantas culturas diferentes”. Ele se refere à repercussão positiva do longa, que ressoa nas diferentes culturas espalhadas pelo Brasil, que percorre pelas veias dos habitantes de seus 26 estados, além do Distrito Federal; um país com outros vários “países” dentro.

Após exibição no 53º Festival de Cinema de Gramado (13-23 de agosto), o filme vai estrear no circuito comercial no dia 28 de agosto.

Marina Ruy Barbosa brilha em Paris com look ousado e loiros renovados

A atriz Marina Ruy Barbosa está em Paris e, como de costume, não passou despercebida. Entre compromissos sociais e momentos de lazer, ela conseguiu unir estilo, elegância e atitude em aparições que renderam comentários nas redes. Acompanhada do ator Rodrigo Santoro, a artista equilibrou perfeitamente o casual do dia com o glamour da noite.


Marina Ruy Barbosa com seu look marrom (Foto: Reprodução/X/@mariruybarbosa)

Look noturno rouba a cena na capital da moda

Marina Ruy Barbosa exala sofisticação e ousadia em mais um look arrebatador. Em Paris, a atriz apostou em um vestido marrom de modelagem ajustada e acabamento fluido, que realça suas curvas de forma elegante. A peça se destaca pelo jogo de transparência no busto, que deixa parte da pele à mostra com sutileza, criando um efeito sensual e moderno.

O decote, em estilo “invertido”, cruza o colo com tiras de tecido finamente torcidas, valorizando o ombro e alongando a silhueta. A escolha da cor é um marrom quente com leve brilho, o que reforça a proposta refinada e sofisticada, além de harmonizar perfeitamente com o novo visual loiro da atriz.

Os acessórios são discretos, mas pontuais: brincos metálicos e uma pulseira dourada que acompanham o tom da roupa e não competem com o vestido. O styling também merece destaque: cabelos soltos em ondas glamourosas e maquiagem neutra, com foco no olhar intenso, completam a produção com equilíbrio e charme.


Marina Ruy Barbosa e Rodrigo Santoro (Foto: reprodução/Instagram/@marinaruybarbosa)


Rodrigo Santoro acompanha dia de lazer da atriz

Mais cedo, Marina registrou um momento ao lado de Rodrigo Santoro com descontração durante um torneio de tênis. Sentados em um sofá, os dois conversavam e tomavam uma cerveja, em clima de amizade e descontração. A atriz registrou o encontro nas redes sociais, compartilhando imagens espontâneas e divertidas.

Eles já contracenaram juntos na novela Amor à Vida (2013), e a química dos bastidores permanece evidente. A legenda da atriz — “Direto de Paris: vivendo o puro ouro do tênis” — encantou fãs, que especulam sobre possíveis reencontros artísticos entre os dois

Filme com Rodrigo Santoro conquista mais um prêmio

O filme “O Último Azul”, do diretor Gabriel Mascaro, foi premiado pela Associação Nacional das Distribuidoras Audiovisuais Independentes (ANDAI). A organização enfatizou a relevância da obra e certificou que ela será exibida em pelo menos 40 salas de cinema brasileiras. O longa está em circuito internacional de festivais e tem previsão para chegar ao Brasil no segundo semestre de 2025.

Premiações

O filme teve sua estreia mundial no dia 16 de fevereiro, durante a 75ª edição do Festival Internacional de Berlim. Na ocasião, “O Último Azul” recebeu o prêmio Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri, por ser considerado o segundo filme mais prestigiado da competição. 


Elenco recebe prêmio no Festival Internacional de Berlim (Foto: reprodução/Halil Sagirkaya/Anadolu via Getty Images Embed)


No mesmo festival, o longa também conquistou o Prêmio do Júri Ecumênico e o Prêmio dos Leitores do jornal Berliner Morgenpost. 

A obra de Gabriel Mascaro participa do circuito internacional de festivais, e até agora garantiu a presença em 13 mostras, em países como a China, Islândia e República Tcheca. A exibição está confirmada em mais de 15 países, como França, Alemanha, Portugal e Espanha. No Brasil, a distribuição será feita pela Vitrine Filmes.

No início de abril, o filme estreou na América Latina, com a transmissão no Festival de Cartagena das Índias, na Colômbia. Neste mês, ele ainda passa pelo Festival de Buenos Aires (BAFICI), que acontece entre os dias 1 e 13 de abril, e pelo Festival de Cinema de Istambul (IKSV), na Turquia, que começa no dia 11 e termina no dia 22 de abril. 

“O Último Azul”

O longa se passa em um Brasil distópico, onde o governo cria colônias para idosos desfrutarem os seus últimos anos de vida de maneira confortável. A trama acompanha a idosa Tereza, que deseja realizar uma viagem para a Amazônia antes de ser transferida para a habitação. Mesmo sem a permissão do governo, a senhora embarca para a viagem secretamente.

“O Último Azul” conta com um elenco composto por grandes nomes como Rodrigo Santoro (Cadu), Denise Weinberg (Tereza), Miriam Socorrás (Roberta) e Adanilo (Ludemir).

Rodrigo Santoro é confirmado em elenco de filme com Alan Ritchson

O brasileiro Rodrigo Santoro foi escalado para interpretar o vilão de “Runner”, longa que já conta com Alan Ritchson, de “Reacher”, e Owen Wilson, de “Marley & Eu”, no elenco. O filme de ação está sendo gravado na Austrália até o fim de maio. 

Elenco e enredo do filme

“Runner” narra a jornada de Hank Malone (Alan Ritchson), um entregador que tem três horas para levar um órgão até uma menina de sete anos que precisa de um transplante. Entretanto, a missão é afetada quando o traficante, interpretado por Rodrigo Santoro, entra na disputa pela posse da carga. Na trama, o ator Owen Wilson interpreta Ben, o médico que acompanha o almejado órgão. 

O filme norte-americano, que ainda não tem previsão de estreia, foi escrito por Tommy White e Miles Hubley e conta com a direção de Scott Waugh (Os Mercenários 4). A produção é de Mark Fasano e Jeffrey Greenstein. Além de Alan Ritchson, Rodrigo Santoro e Owen Wilson, o elenco já tem outros nomes de peso confirmados, como Adriana Barraza (Thor) e Leila George (Minha Namorada é uma Vampira).

Retrospecto do brasileiro

Além de “Runner”, Rodrigo Santoro participa do elenco de “O Último Azul”, filme lançado em fevereiro e que ganhou o Prêmio Urso de Prata no Festival de Berlim. O ator também está na adaptação do romance “O Filho de Mil Homens”, da Netflix, e em “Corrida dos Bichos”, de Fernando Meirelles e Ernesto Solis. 

Santoro ganhou destaque nacional ao atuar nas novelas “O Amor Está no Ar” (1997) e “Mulheres Apaixonadas”(2003), além de trabalhos em filmes como “As Panteras, Detonando” (2003) e “Bicho de Sete Cabeças” (2001). Após o sucesso no Brasil, Rodrigo decidiu se dedicar a projetos internacionais, como a série “Lost” (2006). Um dos papéis de maior destaque mundial foi no longa “300”, em que interpretou Xerxes I.


Rodrigo Santoro em “Bom Dia, Verônica” (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)

Os trabalhos mais recentes do artista em Hollywood foram a série “WolfPack” (2023) e o filme “Boundless” (2022), em que interpretou Fernando Magalhães. Em 2024, o ator brasileiro protagonizou a terceira temporada da série nacional “Bom Dia, Verônica” (2024). 

“O Último Azul”: produção brasileira leva Urso de Prata em Berlim

No último sábado (22), o Festival de Berlim entregou o cobiçado Urso de Prata a uma produção brasileira. “O Último Azul”, estrelado por Rodrigo Santoro, Denise Weinberg e dirigido por Gabriel Mascaro, foi o grande vencedor da segunda maior premiação do cinema internacional, que aconteceu em Berlim, na Alemanha, ao conquistar o Prêmio do Júri.


“O Último Azul” recebe Urso de Prata em Berlim (Vídeo: reprodução/X/@fabianalr_)

Ao lado dos protagonistas, o Mascaro subiu ao palco para agradecer o prêmio e ainda deixou uma mensagem sobre o significado de sua produção.

“‘O Último Azul’ fala sobre o direito de sonhar e acreditar que nunca é tarde para achar significado na vida. Muito obrigado.”

Na trilha da premiação

Além do Urso de Prata, o longa-metragem também conquistou outros prêmios na competição. Prêmio do Júri Ecumênico, dado a produções que se destacam abordando e promovendo valores humanos, sociais e espirituais, como justiça, dignidade, reconciliação e esperança. 


Rodrigo Santoro, Gabriel Mascaro e Denise Weinberg na estreia de “O Último Azul” na 75ª edição do Berlinale (Foto: reprodução/Instagram/@primeiroplanocom)

A produção também recebeu o Prêmio do Júri de Leitores do Berliner Morgenpost, concedido por júri formado pelos leitores do jornal alemão homônimo.

Rodrigo Santoro nas redes

Nas redes sociais, Santoro, protagonista da produção, aproveitou o espaço privilegiado para deixar uma mensagem ao público e também lembrá-los da importância da sobrevivência do cinema brasileiro para o mantimento da nossa própria cultura, além de transportá-la ao mundo. 

“Nós fazemos filme por amor a arte. A gente faz filme para contar nossas histórias, para falar da cultura do nosso país. Brasil é um país incrível, maravilhoso, que merece ser descoberto pelo mundo inteiro com toda a sua diversidade cultural.”

Santoro enfatiza que “O Último Azul” busca despertar uma reflexão sobre o tratamento dos idosos na sociedade brasileira. Além disso, ele espera que a produção emocione o público e provoque mudanças na forma como essa questão é vista.

O urso de ouro e prata

O troféu do Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), amplamente reconhecido por seu formato de urso, vai além de um simples símbolo estético. Ele carrega um profundo valor cultural, representando a identidade histórica de Berlim e sua conexão com a arte cinematográfica.

Inspirado no animal que compõe o brasão oficial da cidade de Berlim desde o século XIII, o urso representa força, coragem e resiliência e, por teoria popular, passada na história de geração em geração, sugere que a palavra “Bär”, que significa urso em alemão, influenciou o nome da cidade.

Assim, no Festival de Berlim, o urso simboliza não apenas os valores históricos da cidade, mas também fortalece a identidade do evento. Além disso, essa representação destaca a missão do festival de reconhecer produções inovadoras e de grande impacto artístico.

As cores prata e ouro dividem a premiação: o Urso de Ouro é o prêmio máximo, dado ao melhor filme de da Competição Oficial. O Urso de Prata, concedido em diversas categorias, inclusive autônomas ao Prêmio Oficial.