Apple leva 1,5 milhão de IPhones da Índia para os EUA para driblar tarifas

Após o anúncio das tarifas de importação, feito pelo presidente Donald Trump, a Apple fretou aviões cargueiros para conseguirem transportar 1,5 milhão de unidades de IPhone, o equivalente a 600 toneladas, da Índia para os Estados Unidos.

Isso foi feito como uma maneira de “vencer” a medida do presidente, pois as tarifas impostas sobre a China, a maior fabricante de smartphones, seriam as mais severas.

A medida da Apple

A Apple, considerada a maior empresa de tecnologia do mundo, tomou uma medida visando contornar as tarifas de importação, feitas pelo atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essa medida inclui a importação de aparelhos da linha IPhone, da Índia para os EUA.

Esse esquema ocorre, pois as tarifas colocadas sobre a China, que é a maior fabricadora e exportadora dos celulares, foram as mais impactantes, em 125%, muito mais do que os 26% cobrado na Índia.

De acordo com fontes da Reuters, o peso total dos telefones transportados foi de 600 toneladas, distribuídas entre seis aviões, ou seja, 100 toneladas por veículo.

Tendo em mente que o peso de um IPhone 14, junto de um cabo de carregamento, embalados, é de aproximadamente 350 gramas, o que significa que de acordo com os cálculos, isso equivale à 1,5 milhão de aparelhos.


Caixa de IPhone 16 em loja da Apple (Foto: reprodução/Jay L Clendenin/Getty Images Embed)


A fonte da Reuters ainda acrescentou que a empresa fez lobby com as autoridades dos aeroportos indianos, para diminuir o tempo de passagem pela alfândega no aeroporto de Chennai, no Estado de Tamil Nadu, de 30 horas para 6 horas.

Mudanças nas indústrias indianas

Com essa medida da Apple em aumentar a produção e exportação de IPhones da Índia, tentando alcançar 20% das importações, o equivalente a um quinto, sendo o resto pertencente à China, as fábricas indianas tiveram mudanças em seu esquema de trabalho. A mais notável foi que os domingos começaram a contar como dia de trabalho.


IPhones 16 expostos em loja da Apple (Foto: reprodução/Hector Retamal/AFP/Getty Images Embed)


A maior fábrica da Índia, a Foxconn, em Chennai, funciona agora aos domingos. Essa fábrica foi responsável por produzir 20 milhões de aparelhos celulares no ano passado, incluindo os modelos recentes, o IPhone 15 e 16. Essas ações devem impulsionar as produções da Índia e as ações no meio de fábricas do país.

China alerta seus cidadãos sobre viagens aos EUA

O governo chinês alertou a população sobre os riscos de viagens aos Estados Unidos para seus cidadãos. Os alertas foram anunciados nesta quarta-feira (9), e são um reflexo das relações fragilizadas entre os dois países devido ao conflito comercial instaurado nas últimas semanas.

Alerta para viajantes

Diante do novo aumento de tarifas da China sobre produtos norte-americanos, que passou a ser de 84% nesta quarta-feira, as recomendações foram apresentadas para evitar a interação da população chinesa com um país que tem adotado cada vez mais uma postura hostil à China. As medidas americanas foram adotadas com a eleição do presidente republicano, Donald Trump.

Segundo o Ministério da Cultura e Turismo da China, essas seriam as justificativas para a decisão:

“Recentemente, devido à deterioração das relações econômicas e comerciais entre China e EUA e à situação da segurança interna nos Estados Unidos, o Ministério da Cultura e Turismo alerta os turistas chineses para que avaliem cuidadosamente os riscos de viajar para os Estados Unidos e tomem cuidado.”


Anúncio oficial do governo chinês (Foto: reprodução/Ministério da Cultura e Turismo da China)

O Ministério da Educação também aconselhou os estudantes chineses a refletirem antes mesmo de querer realizar algum intercâmbio ao país norte-americano, devido aos “riscos” dos últimos dias. O embate tarifário entre as duas nações parece alterar drasticamente as relações diplomáticas sino-americanas.

Deterioração das relações

O anúncio de Washington na terça-feira (8) de que a taxa sobre produtos chineses subirá para, 104% ocorreu depois que Pequim retaliou o “tarifaço” de Trump na semana anterior, elevando as tarifas sobre produtos norte-americanos. A China foi um dos países com maiores níveis de taxação entre os estados anunciados.

Trump, já havia anunciado que não mudaria sua política tarifária mesmo com as retaliações por parte do governo chinês. Com a baixa das relações entre Estados Unidos e China, a incerteza é impregnada tanto para os setores internos americanos, quanto para as diversas camadas que compõem o comércio global.

China impõe tarifa de 84% sobre produtos dos EUA e intensifica guerra comercial

A China anunciou um novo aumento significativo nas tarifas sobre produtos importados dos Estados Unidos, elevando os impostos de 34% para 84% a partir desta quinta-feira, 10 de abril. A medida foi oficializada pelo Ministério das Finanças chinês como uma resposta direta ao anúncio feito pelo governo Trump no início da semana, que elevou para 104% a taxação sobre produtos chineses exportados para os Estados Unidos.

Em comunicado, o governo chinês classificou a postura norte-americana como “um erro em cima de outro erro” e acusou Washington de violar os princípios do sistema multilateral de comércio. “A prática dos EUA infringe seriamente os direitos legítimos da China e prejudica gravemente a ordem baseada em regras do comércio global”, disse a nota oficial.

A resposta chinesa incluiu ainda controles mais rigorosos sobre exportações de minerais de terras raras e outras medidas econômicas. Autoridades de Pequim reforçaram que o país está preparado para “lutar até o fim”, criticando duramente o que chamaram de unilateralismo agressivo da Casa Branca.

Pequim revida nova rodada de tarifas dos EUA

Com a escalada da guerra comercial, os impactos econômicos começam a se refletir nos mercados internacionais. O S&P 500 já acumula queda de quase 20% desde seu pico, entrando oficialmente em mercado de baixa. Bolsas da Ásia, como as de Xangai, Hong Kong e Seul, também apresentaram recuos significativos.


Discurso do Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi (Vídeo: Reprodução/Youtube/Sky News)

O clima de tensão se agravou ainda mais após declarações do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, que classificou a economia chinesa como “a mais desequilibrada da história moderna” e disse que a recusa da China em negociar era “previsível”.

Efeitos da guerra comercial já impactam mercados globais

Enquanto países como Japão sinalizam disposição para o diálogo, a China se mantém firme em sua postura de confronto. “Se os EUA realmente quiserem resolver a questão por meio do diálogo, devem adotar uma atitude de igualdade, respeito e benefício mútuo”, afirmou Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.

As consequências para o comércio global e inflação ainda são incertas para as duas maiores economias do mundo, marcando uma nova fase na relação comercial.

EUA impõem tarifa de 104% à China e acirra guerra comercial

Nesta terça-feira (8), a Casa Branca confirmou que as tarifas de 104% sobre produtos chineses começarão a ser cobradas a partir de quarta-feira (9). A decisão foi anunciada pela secretária de imprensa Karoline Leavitt, após o prazo dado pelo presidente Donald Trump para a China recuar sua retaliação comercial ter expirado sem resposta.


Secretária de imprensa Karoline Leavitt durante coletiva (Foto: reprodução/Al Drago/Bloomberg/Getty Images Embed)


Tarifa recorde entra em vigor após silêncio da China

Trump havia dado até as 13h do mesmo dia para o governo chinês retroceder na decisão de retaliar as tarifas americanas. Mais cedo, Donald chegou a afirmar, em suas redes sociais, que aguardava uma ligação de Pequim. A resposta, porém, foi o silêncio. Durante a madrugada, o governo chinês anunciou que manteria as tarifas contra os EUA, reforçando que “em uma guerra comercial, não há vencedores”.

O impasse elevou as tensões entre as duas maiores economias do planeta, dando sequência a uma escalada tarifária que iniciou no dia 2 de abril, quando Trump anunciou novas taxas de importação sobre 180 países, com foco especial na Ásia.

Efeito dominó atinge mercados e preocupa investidores

A medida norte-americana gerou reações em cadeia nos mercados globais. Apesar de as bolsas asiáticas e europeias terem fechado em alta, o clima de instabilidade fez com que os principais índices de Wall Street perdessem força ao longo do dia. No Brasil, o IBOVESPA passou a operar em baixa e o dólar voltou a atingir os R$ 6 por volta das 14h.

O temor de uma guerra comercial ampliada fez com que investidores fugissem de ativos de risco. Conforme a Casa Branca, cerca de 70 países já procuraram os EUA para negociar acordos diante das novas tarifas, numa tentativa de evitar retaliações semelhantes às aplicadas sobre a China.

A tarifação de Trump prevê uma composição de taxas resultantes no total de 104%:

  • 10% já estavam em vigor antes de fevereiro;
  • outros 10% foram adicionados no início do ano;
  • uma nova tarifa de 34% foi anunciada em 2 de abril;
  • e agora, mais 50% foram impostos após a retaliação chinesa.

O clima de tensão entre as duas maiores economias do mundo segue sem previsão de trégua e o impacto no comércio global pode ser profundo.

Trump impõe tarifa de 10% ao Brasil para produtos importados

O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) uma tarifa de 10% sobre produtos brasileiros. Este é mais um passo do seu pacote de medidas comerciais que estabelece sobretaxa a todos os países com entrave comercial considerados “desproporcionais” por Trump. 

Embora assuste, a tarifa de 10% imposta ao Brasil é a menor entre todas as aplicadas, ao lado de Singapura e Reino Unido. De acordo com uma simulação do Bradesco, essa medida pode gerar um impacto de cerca de US$ 2 bilhões nas exportações brasileiras. 

Além disso, a Casa Branca também esclareceu que as tarifas anunciadas por Trump já incluem taxas recíprocas. No entanto, países já taxados anteriormente, como Canadá e China, terão um aumento no percentual de taxas.  

As medidas passam a valer a partir de 5 de abril. 

Controvérsia nas tarifas recíprocas 

O princípio das tarifas recíprocas busca equilibrar os custos de importação entre os países. Dessa forma, se um país cobra uma taxa de 15% sobre um produto dos Estados Unidos, os EUA adotam a mesma taxa de 15% para o produto equivalente vindo do país. No entanto, muitos analistas consideram que esta regra desrespeita acordos multilaterais e compromissos firmados.  

Usando esses parâmetros, Trump optou por aplicar uma sobretaxa equivalente à metade do chamado “nível de proteção” calculado. Entretanto, especialistas criticaram a metodologia desmesclar tributos internos com tarifas de importação, o que pode gerar imprecisões. Outro aspecto polêmico é a complexidade de medir barreiras não-tarifárias, como normas ambientais e regras de propriedade intelectual. 


Trump apresentou uma tabela com os países e suas respectivas tarifas (Vídeo: reprodução/X/@GloboNews)

Impactos na economia brasileira

Economistas que acompanharam o pacote de tarifas, já adiantaram que a economia brasileira deve sentir um impacto pequeno no curto prazo, já que os setores mais vulneráveis, como aeronaves e petróleo, não estão entre os primeiros alvos. Porém, é importante lembrar que a taxa de 25% imposta ao aço e alumínio permanece. Embora seja alta, está dentro do parâmetro.  

Um ponto preocupante para a economia do Brasil é que as tarifas impostas a vários países devem elevar a inflação nos EUA e, com isso, manter por lá, juros mais altos por mais tempo. Nesse sentido, o Real precisaria encarecer o crédito e limitar o espaço para cortes de juros, derrubando o crescimento econômico no Brasil.

Novas tarifas de Trump trará retaliações e pode prejudicar os EUA

As tarifas oficializadas pelos EUA irão atingir o México, Canadá e China, mas irão prejudicar os próprios estadunidenses. Embora as medidas sejam impostas como uma suposta forma de proteger a economia nacional, especialistas alertam que o chamado “efeito máquina de lavar” pode acabar pesando no bolso dos consumidores e das empresas dos EUA.

O presidente Donald Trump determinou a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos importados do Canadá e do México, além de uma taxa de 10% para mercadorias chinesas. Segundo o governo, a imposição das tarifas é uma luta contra a ameaça de imigrantes ilegais e drogas.

Respostas dos outros países 


Retaliações de países atingidos pela decisão de Trump (Foto: reprodução/Instagram/@cnnpolitica)


A decisão de Trump gerou retaliações. Justin Trudeau, o primeiro-ministro do Canadá, anunciou que devolverá as tarifas de 25% sobre os produtos vindos dos EUA. Trudeau afirmou que as tarifas irão afetar o país do mesmo jeito. Itens que vão sofrer com a decisão vão ser, por exemplo, bebidas alcoólicas, frutas, roupas e eletrodomésticos.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, se manifestou em revolta contra as alegações do governo americano. Em um comunicado oficial, ela anunciou que medidas econômicas também estão sendo preparadas como resposta. 

Rejeitamos categoricamente a calúnia que a Casa Branca faz contra o governo do México de ter alianças com organizações criminosas, bem como qualquer intenção intervencionista em nosso território.

Claudia Sheinbaum

O governo chinês declarou que pretende recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar as tarifas impostas por Trump e afirmou que tomará medidas para defender os interesses e direitos de sua população.

Uma guerra comercial

A imposição dessas tarifas levanta muitas preocupações, pois podem levar a um novo conflito comercial. Essa disputa pode gerar impactos negativos não apenas para os países diretamente envolvidos, mas para uma economia global. Se esse cenário se intensificar, os próprios Estados Unidos poderão enfrentar dificuldades econômicas, especialmente pela retaliação de todos países que serão atingidos.

Reajustes nas tarifas de ônibus afetam capitais em 2025

O ano de 2025 começou com impactos diretos nas tarifas do transporte público no Brasil. As capitais dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte anunciaram reajuste nos valores das passagens de ônibus, que variam entre 4,29% e 15% na elevação dos preços. 

Alguns dos municípios já anunciaram o aumento dos bilhetes ainda em dezembro de 2024. A capital Florianópolis marcou o maior percentual de aumento, 15%, enquanto Recife registrou o menor, de 4,29%. A justificativa da alta dos preços, segundo alguns prefeitos, se dá pelo preço do diesel, pelo câmbio do dólar e por custos de contratos. 

Florianópolis

A capital catarinense registrou a maior alta. O reajuste foi implementado no primeiro dia do ano e passou de R$6 para R$6,90 em pagamentos feitos em dinheiro ou no QR Code. A taxa de aumento é de 90 centavos, o que indica 15% de aumento.

Os usuários do Cartão Cidadão do Sistema Integrado de Mobilidade passaram a pagar R$5,75. O aumento configura a capital com uma das  passagens de ônibus mais caras do país. 

Rio de Janeiro

O prefeito reeleito Eduardo Paes, anunciou no dia 1º de janeiro a alta da tarifa. A mudança ocorrerá a partir de domingo (5). A passagem passará de R$4,30 para R$4,70.


Prefeito Eduardo Paes assina decreto de reajuste (Foto: Reprodução/Charles Sholl/UOL)



O aumento corresponde à correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA. O último reajuste no município ocorreu no começo de 2024, quando a passagem passou de R$4,05 para R$4,30.

Belo Horizonte

O reajuste na capital mineira será de 50 centavos. A mudança tarifária do município vai de R$7,70 para R$8,20 e entra em vigor no dia 9 de janeiro. O aumento marca um percentual de 6,49%.

Em defesa, a administração do estado de Minas Gerais informou que a porcentagem da alta é menor do que o que foi solicitado pelas operadoras de transporte. A inflação e a correção de custos contratuais também são fatores que contribuíram para a alteração

Natal

As tarifas do transporte público na capital do Rio Grande do Norte tiveram um acréscimo de 40 centavos. O preço da passagem passou de R$4,50 para R$4,90. A última modificação ocorreu em novembro de 2023.

O reajuste foi aprovado pelo Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana (CMTMU) em dezembro do ano passado. Nas linhas de bairro, o preço da passagem ficou em R$4,30.

São Paulo

A cidade de São Paulo registrou alteração na tarifa do ônibus de R$4,40 para R$5. A transição ocorrerá a partir do dia 6 de janeiro e marca uma elevação de 13,6% no preço da passagem.



Prefeito Ricardo Nunes afirma aumento do preço da tarifa (Foto:Reprodução/ Taba Benedicto/Terra)

O preço da passagem não sofre alteração desde 2020. O aumento foi determinado pelo Conselho Municipal de Trânsito e Transportes e mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Recife

A capital pernambucana registrou um dos menores reajustes do ano. Com um aumento de apenas 4,29%, a passagem vai subir de R$4,10 para R$4,28 e começa a ser validada no dia 5 de janeiro.  A alteração foi determinada pelo Conselho Superior de Transporte Metropolitano. Os ajustes nos valores das passagens não mudam desde 2022.

Salvador

O novo valor da capital baiana será válido a partir do dia 4 de janeiro. O município determinou uma alta de 7,69% e a passagem vai de  R$5,20 para R$5,60 em ônibus comuns , ônibus amarelinhos e BRT. A passagem não sofre reajuste desde novembro de 2023. Segundo o prefeito Bruno Reis, o reajuste deriva da inflação acumulada desde o último reajuste. 



Donald Trump anuncia proposta de tarifação a países devido à imigração ilegal

Nesta quinta-feira (6), o empresário, ator, político, e ex-presidente americano, Donald Trump (77 anos), realizou sua primeira apresentação pública, depois do julgamento em que recebeu 34 acusações criminais e ter sido condenado. No evento, o candidato à corrida para a Casa Branca, comentou sua posição a respeito da temática de imigração ilegal de estrangeiros ao território norte-americano, como também, sobre as medidas que futuramente pretende tomar, caso seja eleito, para atenuar tal problema no país.


Donald Trump discursa em Phoenix, Arizona (Foto: reprodução/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


Entre as diversas deliberações que necessitam ser aplicadas acerca da problemática, que envolve não somente aspectos econômicos, como também social e cultural, conforme a opinião do republicano, uma das mais importantes e mais urgentes ações a serem tomadas, é a aplicação de uma taxa as diversas nações, que não mantém a fiscalização do trânsito de imigrantes que não possuem documentação legal para migrarem para o solo estadunidense, principalmente países asiáticos como a China.

Campanha eleitoral no estado do Arizona

Apesar das polêmicas que ultimamente têm acompanhado o nome do candidato a presidência dos Estados Unidos da América, Donald Trump tem se mantido enérgico e engajado na disputa que pode levá-lo a cadeira presidencial. Desse modo, o republicano não tem poupado esforços para manter fiéis seus antigos apoiadores, e também em angariar uma nova safra de eleitores, com a realização de discursos fervorosos e de cunho conservador, como o que fez no evento que participou no estado do Arizona, EUA, acerca da proposta de imposição de uma tarifa aos países que não monitoram os imigrantes ilegais para o território norte-americano.


Trump fez comentários e respondeu perguntas do público durante campanha eleitoral no Arizona (Foto: reprodução/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


Em discurso, o ex-presidente estadunidense anunciou que se uma nação como a China não consegue monitorar o fluxo de pessoas que migram de modo ilegítimo para os Estados Unidos, a forma correta de combater o problema é tocando no setor da economia, ao aplicar uma tarifa aos países que não colaboram para solucionar a questão.