Tecnologia e nova geração facilitam discussões sobre ovnis, afirma ex-oficial do Pentágono

Luis Elizondo, ex-comandante do Programa de Identificação de Ameaças Aeroespaciais Avançadas (AATIP) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, acredita que os avanços tecnológicos foram fundamentais para abrir a conversa sobre objetos voadores não identificados (Ovnis). Em entrevista à CNN, o ex-oficial do Pentágono destacou que as novas gerações, mais dispostas e com acesso fácil à informação, estão contribuindo para que o tema deixe de ser um tabu.

O papel da tecnologia na discussão sobre ovnis

De acordo com Elizondo, o avanço da tecnologia tem permitido a democratização da informação e das imagens relacionadas aos Ovnis. Há 10 anos, muitas das imagens que hoje circulam facilmente pela internet eram restritas a órgãos governamentais e militares. Ele afirma que, com os dispositivos de hoje, qualquer pessoa pode tirar fotos ou gravar vídeos com qualidade, algo impensável há uma década.

A NASA já conduziu estudos para analisar Ovnis, inclusive com o uso de inteligência artificial. A maioria dos avistamentos foi atribuída a balões, drones ou fenômenos naturais. Embora alguns casos ainda não tenham explicação por falta de dados, não há evidência de origem extraterrestre.

O governo dos EUA é frequentemente acusado de esconder provas sobre o assunto. Um ex-agente da Força Aérea já chegou a afirmar que o país teria recuperado destroços de OVNIs e material biológico “não humano”, embora ele não tenha visto pessoalmente. Lembrando que OVNI significa “objeto voador não identificado” e não quer dizer, necessariamente, algo de origem extraterrestre.


Luis Elizondo afirmou que os ovnis são reais e que os EUA têm artefatos alienígenas em depoimento na Câmara dos Representantes, em novembro de 2024 (Foto: reprodução/Instagram/@cnnbrasil)


A nova geração e a aceitação de um universo desconhecido

O ex-comandante norte-americano também destacou que as gerações mais jovens têm uma perspectiva muito mais aberta sobre o possível contato com formas de vida extraterrestre. Eles estão mais dispostos a abordar o tema sem o peso dos estigmas sociais e culturais que cercaram as discussões sobre o assunto no passado.

“A geração mais jovem, é muito mais aberta à discussão da realidade de que vida inteligente pode existir em nosso Cosmos. Agora percebemos que vivemos em um universo inimaginavelmente grande e complexo e estamos começando a ver sinais de que potencialmente há vida em outros planetas”, declarou Elizondo na entrevista.

O livro que pretende desmistificar os bastidores da caçada a Ovnis

Em abril, Elizondo lançou no Brasil o livro Iminente — Os Bastidores da Caçada do Pentágono a Óvnis, que detalha sua jornada à frente do AATIP. A obra, publicada pela Harper Collins, revela os bastidores dos estudos realizados por sua equipe no Departamento de Defesa dos Estados Unidos e os desafios que enfrentaram, como as pressões vindas de setores religiosos e das empresas aeroespaciais.

Voyager 1 consegue voltar a funcionar após falha na comunicação

Os engenheiros da NASA conseguiram reativar os propulsores da Voyager 1, que estavam desativados desde 2004. Essa ação foi feita pouco antes de uma falha na comunicação entre a base de operações e o satélite. Os cientistas esperam que essa nova mudança nos propulsores seja o suficiente para manter o satélite estável, até conseguirem se comunicar com ele novamente.

O feito da NASA

A sonda espacial Voyager 1 teve uma nova melhoria em seus sistemas recentemente, após 21 anos em que estava com problemas. Engenheiros da NASA obtiveram sucesso em reativar os propulsores originais do satélite, que não funcionavam desde 2004. Esse feito ocorreu justamente minutos antes de um apagão na comunicação com a sonda.


Representação da sonda espacial Voyager 1 no espaço (Foto: reprodução/X/@JCGRELET)

Esse problema pode ter sido causado pois estavam sendo feitos aprimoramentos em uma antena que mantinha contato com as sondas Voyager 1 e Voyager 2. Caso isso não fosse resolvido a tempo, a missão histórica poderia ter sido arruinada.

Essa nova solução dos propulsores originais pode ser a chave para manter a nave estável até os cientistas conseguirem entrar em contato com ela novamente, no próximo ano.

A famosa sonda espacial

A Voyager 1 foi lançada ao espaço em setembro de 1977, estando no espaço a quase 40 anos. Os propulsores são de grande importância, pois são eles que posicionam a antena do satélite em direção à Terra. Isso é o que permite a transmissão de dados entre a sonda e a base de operações.


Representação do satélite Voyager 1 com o tempo que foi lançado no espaço (Foto: reprodução/X/@forallcurious)

Dentro das partes principais da nave estão os motores de rotação que servem para mantê-la alinhada com uma estrela guia, mantendo uma orientação no espaço. A sonda está atualmente a 25 bilhões de quilômetros da Terra.

WWDC 2025: Apple deve apresentar nova interface visual, IA nos AirPods e recurso de Wi-Fi inteligente

A Apple se prepara para a edição 2025 do seu evento anual Worldwide Developers Conference (WWDC), que acontece entre os dias 9 e 13 de junho. Tradicionalmente focada em atualizações de software, a conferência é voltada principalmente para desenvolvedores, mas também costuma apresentar inovações que impactam diretamente a experiência dos usuários dos dispositivos da marca. E este ano, as expectativas são altas.

Segundo reportagem publicada pela Bloomberg, a empresa planeja adotar um tom mais cauteloso nesta edição, após a repercussão negativa da WWDC24, em que diversos recursos anunciados ainda não foram entregues ao público. A promessa agora é por lançamentos mais realistas e implementações consistentes.

Introdução a todos os aparelhos Apple

Entre os destaques previstos está a introdução de uma nova linguagem visual unificada em todos os sistemas operacionais da Apple — incluindo iOS, iPadOS, macOS e watchOS. A reformulação busca tornar a experiência entre dispositivos mais coesa, moderna e fluida, com elementos gráficos consistentes em toda a linha.

O Apple Intelligence, conjunto de ferramentas baseadas em inteligência artificial, também deve receber atualizações importantes, ampliando seu alcance para novos aplicativos e funcionalidades. Um dos recursos mais aguardados é a capacidade dos AirPods traduzirem conversas em tempo real, usando IA para reconhecer e interpretar diferentes idiomas de forma instantânea. A funcionalidade pode transformar o modo como usuários interagem em contextos multilíngues, especialmente em viagens internacionais ou ambientes corporativos.

Ipad é uma das prioridades


Escudo da Apple (Foto: reprodução/Apple/Divulgação)

O iPadOS também está na lista de prioridades, com promessas de avanços na multitarefa e no uso profissional dos tablets. Já o aplicativo Saúde deve receber um coach virtual com inteligência artificial, projetado para oferecer recomendações personalizadas sobre exercícios, qualidade do sono, bem-estar e estilo de vida.

Outro ponto relevante é a sincronização automática de redes Wi-Fi cativa, aquelas que exigem preenchimento de dados para acesso, como em aeroportos, hotéis e cafeterias. A nova ferramenta permitirá que dispositivos preencham essas informações automaticamente, tornando o processo de conexão mais rápido, seguro e eficiente.

Com foco em IA e usabilidade, a Apple pretende demonstrar que está preparada para liderar a próxima fase da integração entre tecnologia pessoal e inteligência artificial.

Samsung lança novo S25 Edge visando ficar a frente da Apple

Nesta terça-feira (13) a Samsung divulgou seu mais novo lançamento, o S25 Edge. O smartphone ultrafino é o mais fino já lançado pela companhia sul-coreana e é a grande aposta da empresa para ficar a frente de sua concorrente Apple no mercado premium. Seu projeto ultra fino pretende atender o público na faixa dos 20 e 30 anos, que buscam por smartphones mais leves e compactos.

Especificações do dispositivo

O modelo conta com uma tela de 6,7 polegadas e 5,8 milímetros de espessura, tornando o aparelho ligeiramente maior que sua versão básica. O S25 Edge conta também com as mais recentes funções de inteligência artificial incorporadas pela Samsung. Um dos recursos é a IA multimodal, que irá permitir o usuário interagir com seu dispositivo em tempo real através da visão e da voz. A função possibilita que o usuário realize perguntas através da câmera do smartphone.


Unboxing do novo S25 Edge é apresentado pela Samsung. (Vídeo: Reprodução/YouTube/Samsung Brasil)

O S25 Edge pode superaquecer?

No evento de lançamento, o vice-presidente executivo da Samsung Moon Sung-Hoon comentou sobre a preocupação em relação ao gerenciamento de calor do dispositivo.

Alguns podem se preocupar que um telefone mais fino comprometa o desempenho ou tenha dificuldades com o gerenciamento de calor. Conseguimos projetar uma câmara de vapor mais fina para se adequar ao design fino. Estamos confiantes que o S25 Edge pode ser usado sem preocupações com superaquecimento.

A Samsung pontua que lançará o S25 Edge em 30 países, chegando às lojas da Coreia do Sul no dia 23 de maio e nas lojas dos Estados Unidos no dia 30 deste mês. O valor inicial estipulado é de US$1.099 (aproximadamente R$6.165 na cotação atual). Analistas sugerem que a data de lançamento foi estrategicamente planejada, já que a Apple pretende lançar um Iphone mais fino no segundo semestre deste ano.

Beleza high-tech: como a máscara de LED pode melhorar sua pele

Já se foi o tempo em que cuidar da pele se limitava a cremes e esfoliantes. A revolução agora vem em forma de luz: as máscaras faciais de LED têm ganhado espaço nas rotinas de beleza de quem busca resultados reais com praticidade e inovação. Criadas inicialmente para uso clínico, essas máscaras high-tech agora estão acessíveis ao público doméstico, permitindo que tratamentos antes restritos a consultórios cheguem ao conforto do lar.

Utilizando diferentes comprimentos de onda de luz — como azul, vermelha, verde e âmbar —, essas máscaras conseguem penetrar em diversas camadas da pele, oferecendo tratamentos personalizados para questões como acne, flacidez, manchas e linhas finas. A tecnologia por trás da máscara é segura e indolor, e quando usada de forma correta, pode promover uma verdadeira transformação no viço e na saúde da pele.


Hadra Banks testando a máscara de led (Vídeo: reprodução/YouTube/Hadra Banks, cientista)

Entenda os benefícios por cor de luz

Cada cor emitida pela máscara tem um propósito específico:

  • Luz vermelha: é a mais conhecida por estimular a produção de colágeno e acelerar a regeneração celular, sendo ideal para quem busca combater os sinais de envelhecimento;
  • Luz azul: atua diretamente nas bactérias causadoras da acne, desinflamando e prevenindo novas lesões;
  • Luz verde: trabalha no controle da hiperpigmentação, clareando manchas e uniformizando o tom da pele;
  • Há ainda a luz âmbar, que promove luminosidade e revitalização em peles opacas.

Esses efeitos não ocorrem da noite para o dia: a consistência é a chave. O uso contínuo da máscara, em sessões de 15 a 20 minutos, de duas a três vezes por semana, proporciona resultados visíveis em poucas semanas, sem agredir a pele.

Use com responsabilidade e orientação

Apesar de segura, a tecnologia não é indicada para todos. Pessoas com fotossensibilidade, gestantes ou com histórico de doenças de pele devem consultar um dermatologista antes de usar. Também é importante evitar o uso em pele lesionada ou inflamada.

Ao incorporar a máscara de LED à rotina, o ideal é aplicá-la sobre a pele limpa e seca, complementando o tratamento com bons ativos dermocosméticos após a sessão. Assim, ciência e autocuidado caminham juntos — e sua pele agradece.

Revelado o posicionamento de Trump e do Papa Francisco sobre as IAs

Recentemente, foi compartilhada uma imagem gerada por inteligência artificial, mostrando o presidente dos EUA, Donald Trump, com as vestimentas de Papa, no perfil da Casa Branca. Apesar de ter negado envolvimento no feito, o americano já vinha utilizando a IA em sua campanha à presidência, no ano passado. O Papa Francisco havia previamente opinado sobre o uso desta tecnologia, apontando-a como uma interessante ferramenta, que deve ser manuseada com muita responsabilidade.

A visão de Trump

Nestes últimos dias, com as discussões sobre o novo conclave, no Vaticano, que acabou elegendo Robert Francis Prevost, o Papa Leão XIV, haviam muitas discussões sobre quem seria o novo pontífice. Em meio a esses debates, o perfil oficial da Casa Branca, no X, postou uma imagem gerada por inteligência artificial, que mostrava o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vestido como um Papa. Essa postagem gerou polêmica, por conta da associação do político, com uma figura religiosa. Trump, no entanto, afirmou que não teve qualquer tipo de envolvimento na postagem, e que foi feita simplesmente como uma brincadeira.


Imagem de Donald Trump de Papa, gerada por IA (Foto: reprodução/X/@OuncesApp)

Esse caso não é o primeiro onde vemos Trump ligado com as IAs, visto que ele comumente utiliza da tecnologia para se projetar nas redes sociais. Um caso famoso desse usa, foi durante sua campanha à eleição para presidente dos EUA, no ano passado, quando Donald postou vídeos fakes de celebridades apoiando o Partido Republicano, como Taylor Swift.

A visão do Papa Francisco

O falecido Papa Francisco também se manifestou sobre o uso das IAs, antes de sua morte, em abril deste ano. Após ser vítima de deepfakes que viralizaram, no ano de 2023, ele afirmou sobre como a tecnologia pode ser perigosa para a humanidade.


Imagem do Papa Francisco gerada por IA (Foto: reprodução/X/@PopBase)

Ele afirma sobre o quão incrível e cheia de possibilidades a inteligência artificial é, uma ferramenta que permite ao humano criar inúmeras coisas, com grande facilidade e eficiência. Porém que também deve vir com uma enorme responsabilidade, visto que a IA pode se tornar um perigo para os humanos, caso saia do controle e seja usada para o mal.

A imensa expansão da tecnologia deve ser acompanhada por uma adequada formação da responsabilidade pelo seu desenvolvimento. A liberdade e a convivência pacífica ficam ameaçadas quando os seres humanos cedem à tentação do egoísmo, do interesse próprio, da ânsia de lucro e da sede de poder.”, declarou Francisco, antes de sua morte.

Antes de falecer, o pontífice deixou uma mensagem para os líderes globais, alertando sobre a responsabilidade que têm em mãos.

Paris Hilton lança Parívie sua linha de skincare

Paris Hilton, ícone de versatilidade, se lança no universo do skincare. Sua nova aposta é a Parívie, marca criada em parceria com a presidente e cofundadora Alexandra Marsh. A linha de estreia é baseada na inPHinite Youth Technology, tecnologia desenvolvida para combater os estressores modernos da pele.

Visando a mulher moderna e suas necessidades, a linha propõe proteção contra a exposição excessiva às telas e à fadiga ambiental, com fórmula que combina peptídeos de última geração, antioxidantes e extratos fermentados com probióticos. A proposta é estimular a produção natural de colágeno, proteger contra o envelhecimento precoce e aumentar a absorção dos ativos na pele.



Eu sei como é estar sempre ligada, sempre em movimento, sempre presente — e eu não trocaria isso por nada”, afirmou Paris Hilton. “Após dois anos desenvolvendo a Parívie, eu queria criar algo que potencializasse aqueles momentos que reservamos para nós mesmas — sejam cinco minutos ou uma rotina completa. É sobre inovação que funciona, beleza que retribui e ajudar a se sentir autoconfiante e radiante.”

Os produtos

A coleção de estreia da Parívie traz seis produtos focados em desempenho e praticidade:


Paris Hilton lança Parívie (Foto: reprodução/Instagram/@pariviebeauty)

  • That’s Radiant Daily Purifying Cleanser: limpador suave e profundo com BHAs e ceramidas.
  • That’s Smooth Skin-Perfecting Elixir: essência iluminadora com ácidos de frutas e ativos que fortalecem a barreira cutânea.
  • That’s Tight Plumping Vitality Serum: sérum multifuncional com inPHinite Youth, que firma e reduz linhas finas.
  • That’s Quenched Barrier Support Crème: hidratante rico que restaura a hidratação e reforça a barreira da pele.
  • That’s Firm Contouring Neck Treatment: tratamento para o pescoço com peptídeos,que são pequenas cadeias de aminoácidos e ácidos de frutas.
  • That’s Restored Overnight Repair Crème: creme noturno luxuoso voltado para recuperação e renovação celular.

Beleza e identidade

Segundo post feito nas redes de Paris, a marca nasceu de um desejo antigo:

Ao longo dos anos, tive o privilégio de viver e respirar tudo relacionado à beleza. Sempre sonhei em criar algo que não fosse apenas mais uma marca, mas que refletisse minha filosofia e minha visão de beleza atemporal e icônica. Esse sonho agora é realidade.”

A socialite afirma que a Parívie é mais do que sobre pele bonita: é sobre confiança, poder e autoexpressão sem faixa etária. Com cuidado em cada detalhe, da fórmula às embalagens, a aposta é em um conceito que une luxo, eficácia e inovação.

Revelados detalhes da nova IA da Meta

A Meta lançou recentemente seu novo aplicativo de inteligência artificial, entrando na competição com outros sistemas, como o do ChatGPT. Ele utiliza o modelo Llama 4, que é mais econômico do que outros usados por diferentes IAs. A funcionalidade da inteligência artificial está ligada aos produtos da Meta, como os perfis de suas redes sociais, como Facebook e Instagram, além dos óculos especiais da empresa.

A nova IA da Meta

A empresa de tecnologia, Meta, do bilionário Mark Zuckerberg, lançou recentemente seu próprio aplicativo de inteligência artificial. Essa ação coloca a Meta como concorrente de outros sistemas de IA, como o ChatGPT, da OpenAI.


Logo da Meta AI em um celular e um tablet (Foto: reprodução/Jonathan Raa/NurPhoto/Getty Images Embed)


O aplicativo possui um chatbot de IA e um feed que tem a função de visualizar a maneira a qual outros usuários estão manuseando a ferramenta. Ele usa o modelo Llama 4, que foi lançado neste mês, pela própria Meta, sendo elogiado por ser mais econômico do que outros, como o Gemini, Deepseek e ChatGPT. A empresa, apesar de só ter lançado sua IA agora, já contava com um assistente virtual em seus aplicativos.

A funcionalidade da IA da Meta

Um dos atributos oferecidos pelo aplicativo é um chatbot de IA, que dá respostas baseadas em pesquisas na web e informações compartilhadas pelos próprios usuários do Meta, em seus perfis e atividade nas redes sociais, como Facebook e Instagram. Os usuários que conectarem suas contas na IA, principalmente, poderão desfrutar de uma experiência mais personalizada. Os que possuem os óculos Ray-Ban Meta também terão uma maior personalização, visto que é possível iniciar conversas pelos óculos e depois passá-las para o aplicativo.


Celular com os aplicativos da Meta, em frente à logo da empresa (Foto: reprodução/Nikolas Kokovlis/NurPhoto/Getty Images Embed)


Também é um atributo a geração e edição de imagens, além de um modo de voz, onde é possível interagir com a IA, enquanto outros aplicativos do Meta são utilizados. Além disso, há um assistente de voz, que dá resposta por meio de conversas. No entanto, ela não possui acesso à internet, portanto, não consegue atualizar informações em tempo real.

Revelado o motivo de levarem batata-doce e grão-de-bico em voo da Blue Origin

No último voo da companhia espacial Blue Origin, de Jeff Bezos, foram levadas, além de 6 tripulantes, sementes brasileiras de batata-doce e grão-de-bico na espaçonave. Essas sementes foram enviadas ao espaço para testar suas propriedades em um ambiente nada próprio para o cultivo de plantações e analisar quais melhorias tecnológicas poderiam ser aplicadas nesse processo.

As sementes no espaço

No dia 14 de abril de 2025, foi ao espaço o foguete New Shepard, da Blue Origin, empresa do CEO da Amazon de Jeff Bezos, em uma missão que levava a cantora Katy Perry, junto com mais 5 mulheres ao espaço, por alguns minutos. Nessa nave espacial, além das próprias tripulantes, também foram enviadas sementes brasileiras de batata-doce e grão-de-bico. Essas sementes foram para o espaço para analisar quais novas tecnologias para o plantio poderiam ser utilizadas no cultivo fora da Terra e também para fazer uma parceria entre o agronegócio brasileiro e a exploração espacial.


Foguete New Shepard iniciando lançamento (Foto: reprodução/Justin Hamel/Getty Images Embed)


Esses experimentos com as sementes foram organizados pela Rede Space Farming Brazil, que é uma iniciativa conjunta da Embrapa e da Agência Espacial Brasileira (AEB), como uma maneira de desenvolver métodos de plantio em ambientes nada favoráveis à plantação, como o espaço, que é conhecido por ter alta radiação, microgravidade e não possui solo fértil.

A batata-doce e o grão-de-bico foram as sementes escolhidas por conta de suas propriedades, como alta resistência, crescimento acelerado, baixa necessidade de insumos e uma elevada adaptabilidade. Alguns benefícios nutricionais de cada uma podem ser identificados como: a batata-doce possui carboidratos de baixo índice glicêmico e compostos antioxidantes e o grão-de-bico tem um alto teor de proteínas.

As plantas foram expostas à microgravidade por volta de cinco minutos, situação essa, que pode causar alterações genéticas e novas respostas fisiológicas. Os pesquisadores visam acelerar os processos de aprimoramento genético das plantas, não só para fazer um possível cultivo no espaço, mas também para fazê-las suportarem as próprias condições mais extremas da Terra, como a seca.

As novidades para o agronegócio

Esses experimentos que estão sendo feitos fora da órbita do nosso planeta servem não somente para o cultivo espacial, mas também para trazer melhorias para o plantio na própria Terra. O objetivo de diferentes organizações, como a Rede Space Farming Brazil é gerar tecnologias que podem ser utilizadas no setor agropecuário do Brasil e essas viagens espaciais podem ser o caminho para isso.


Plantação de batata-doce (Foto: reprodução/YAMIL LAGE/AFP/Getty Images Embed)


Alguns dos avanços tecnológicos são: a geração de plantas mais resistentes, que conseguem sobreviver em situações desfavoráveis para o plantio, a criação de sistemas de cultivo em ambientes fechados e a utilização da Inteligência Artificial na gestão agrícola, usando os algoritmos e padrões no monitoramento das plantas.

Cientistas encontram fortes indícios de vida alienígena

Uma nova descoberta no mundo da astronomia pode impactar tremendamente o nosso mundo, cientistas descobriram um possível registro de vida além da Terra. Foram detectadas impressões digitais químicas de gases produzidos apenas no nosso planeta, por meio de processos biológicos. O planeta foi identificado como um “mundo oceânico”, ou seja, um planeta repleto de água que pode habitar micro-organismos.

Vida fora da Terra

Um grupo de cientistas pode ter feito a maior descoberta do mundo da astronomia. Utilizando o Telescópio Espacial James Webb, eles descobriram os mais fortes sinais de possível vida além do planeta Terra e do nosso sistema solar. Foram detectadas, na atmosfera de um planeta alienígena, denominado K2-18b, impressões digitais químicas de gases, somente produzidos por processos biológicos aqui na Terra.

Os gases, sendo o sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila, identificados em K2-18b, são produzidos na Terra por organismos vivo, de vida microbiana, como o fitoplâncton marinho.

Esse fato pode nos levar a crer que nesse planeta, existe vida microbiana, porém os próprios pesquisadores enfatizam que não é uma confirmação de que existam formas de vida nesse planeta, somente uma bioassinatura, ou seja, um indicador de processo biológico, que vai ser revisado e observado com cuidado, para dar as informações mais precisas possíveis.


Representação da Terra em comparação com o K2-18b (Foto: reprodução/X/@Rainmaker1973)

Isso não quer dizer, porém, que os cientistas não ficam animados com essa descoberta, pois isso pode indicar a possível existência de micro-organismos, formas de vida, fora da Terra. Também há esforços para procurar vestígios de vida além da Terra, no nosso próprio sistema solar, principalmente em ambientes que tem potencial de vida, como Marte e Vênus.

O astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, e também o principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters deu declarações sobre a descoberta.

Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possível detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitáveis com as instalações atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”

Afirmou Madhusudhan.

O planeta K2-18b é 8,6 vezes mais maciço que a Terra e seu diâmetro é 2,6 vezes maior. Ele orbita, junto de outro planeta, em uma zona habitável, sendo a distância que a água líquida pode existir na superfície de um planeta, em volta de uma estrela anã vermelha, que é menor e menos luminosa que o nosso Sol. Ele está localizado a cerca de 124 anos-luz da Terra, na constelação de Leão.

Um planeta de água

Desde a década de 1990, foram descobertos, aproximadamente, 5.800 planetas fora do nosso sistema solar, os denominados exoplanetas. O grupo de cientistas criou uma hipótese de que existam “mundos oceânicos”, ou seja, alguns desses exoplanetas são cobertos por água líquida, que pode ser habitada por micro-organismos e uma atmosfera rica em hidrogênio.

Algumas observações anteriores do telescópio James Webb registraram gás metano e dióxido de carbono na atmosfera do K2-18b, essa sendo a primeira ocasião em que moléculas à base de carbono foram encontradas na atmosfera de algum exoplaneta que está na a zona habitável de uma estrela.


Representação do K2-18b com sua estrela anã vermelha (Foto: reprodução/X/@MAstronomers)

De acordo com Madhusudhan, o único cenário que explicaria todo conjunto de informações obtidas é de que o K2-18b é um “mundo oceânico”, sendo assim, é um planeta que contém vida fora da Terra. A teoria é de que os oceanos desse planeta são mais quentes que os do nosso planeta.

Quando questionado sobre organismos multicelulares e vida inteligente, o cientista disse que não poderia responder essa questão, pois a suposição era apenas de vida microbiana simples.

O Webb descobriu que o planeta possuía registros de DMS e o DMDS, ambos sendo da mesma família química, que são importantes bioassinaturas dos exoplanetas, com um nível de confiança quase total. A concentração de gases na atmosfera do planeta é milhares de vezes maior que a da Terra, estando em concentrações atmosféricas de 10 partes por milhão, por volume. Isso é outro possível indicador de que existiria vida fora da Terra.