Virginia Fonseca anuncia que filhas passarão por cirurgia ainda em 2026

A influenciadora digital Virginia Fonseca, de 26 anos, anunciou nesta quinta-feira (15) que suas duas filhas pequenas — Maria Alice, de 4 anos, e Maria Flor, de 3 anos — deverão passar por um procedimento cirúrgico ainda em 2026. Em relato feito nas redes sociais, Virginia explicou que a decisão foi tomada após recomendações médicas por causa de dificuldades respiratórias e sono fragmentado das meninas, causadas pelo aumento das amígdalas e da adenoide, condição que tem levado as crianças a roncar muito e ter noites mal dormidas.

A cirurgia recomendada, chamada adenoamigdalectomia, visa melhorar a qualidade do sono e reduzir riscos associados a distúrbios respiratórios — um procedimento relativamente comum em pediatria, mas que, segundo especialistas ouvidos, pode trazer alívio significativo quando bem indicado.

“Sono afetado, rotina desafiada”: por que a cirurgia foi recomendada

Virginia contou que tomou consciência mais clara da necessidade do procedimento em uma noite em que as filhas dormiram com ela. Segundo a influenciadora, ambas começaram a roncar intensamente devido ao tamanho aumentado das amígdalas e da adenoide, o que, além de prejudicar a respiração normal, interferia diretamente no descanso das crianças — um sinal que chamou atenção dela e dos médicos.

“Hoje as Marias dormiram comigo, e as duas roncam muito, porque têm a amígdala e a adenoide muito grandes. Inclusive, esse ano vai sair a cirurgia, porque o médico já recomendou mesmo, porque está atrapalhando elas”, disse Virginia nas redes sociais, descrevendo o episódio de forma descontraída, mas com preocupação de mãe.

Ela acrescentou que Maria Flor costuma acordar várias vezes durante a madrugada, às vezes apenas para falar alguma coisa, antes de retomar o sono pesado e o ronco — o que evidencia o impacto da condição no descanso das meninas.

Médicos e especialistas em otorrinolaringologia explicam que amígdalas e adenoide aumentadas são um motivo recorrente de indicações para cirurgia em crianças. Quando essas estruturas crescem além do esperado para a idade, podem bloquear parcialmente as vias aéreas superiores, causando ronco, apneia do sono leve a moderada, infecções de repetição e desconforto respiratório geral. A cirurgia de remoção — a adenoamigdalectomia — é frequentemente recomendada quando os sintomas afetam a qualidade de vida.

Impactos no dia a dia e rotina familiar

Além das implicações médicas, Virginia trouxe à tona o impacto da condição das filhas no cotidiano da família. A influenciadora, que também é mãe de José Leonardo, de 1 ano, fruto do relacionamento com o cantor Zé Felipe, explicou que as noites interrompidas influenciam não apenas o descanso das crianças, mas a rotina de toda a casa.


Virgínia Fonseca com seus filhos (Foto: reprodução/Instagram/@virginia)


Esse compartilhamento público também abriu espaço para que outros pais e responsáveis reflitam sobre sinais semelhantes em seus filhos — como ronco persistente, respiração pela boca, acordares frequentes e fadiga diurna — que podem ser indicativos de problemas respiratórios relacionados a amígdalas e adenoide. Especialistas pedem que esses sinais não sejam ignorados e, um otorrinolaringologista seja consultado, caso persistam.

Vida familiar e contexto de Virginia

Virginia e Zé Felipe se separaram em maio de 2025, após cinco anos de relacionamento, permanecendo pais dedicados dos três filhos. Atualmente, Virginia Namora o jogador Vini Jr., do Real Madrid — relação que, apesar de atrair atenção da mídia, não tem relação com a decisão médica envolvendo suas filhas, conforme a influenciadora enfatizou.

A vida familiar de Virginia sempre foi amplamente compartilhada nas redes sociais, onde a influenciadora acumula milhões de seguidores e usa a plataforma tanto para divulgar momentos de rotina quanto para abordar temas mais sérios, como este sobre saúde infantil. Ao expor a experiência com as filhas, ela também reforçou a importância de observar sinais de que “algo não vai bem com o sono”, especialmente em crianças pequenas.

Ainda não há previsão definida para a cirurgia — a influenciadora informou apenas que o procedimento será realizado ainda em 2026, conforme a recomendação médica. Enquanto isso, ela continua dividindo com os seguidores episódios da rotina de maternidade, entre desafios e momentos de afinidade com as Marias.

Caso Banco Master chega ao STF e amplia crise institucional

O Banco Master entrou na mira do Supremo Tribunal Federal após apurações sobre suspeitas de fraude bilionária no sistema financeiro, que envolvem a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, investigações da Polícia Federal e questionamentos do Tribunal de Contas da União. Nesta quarta-feira (14), uma nova fase da Operação Compliance Zero resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e no bloqueio de bens superiores a R$ 5,7 bilhões, por determinação do ministro Dias Toffoli, ampliando o alcance das investigações para familiares do controlador do banco, Daniel Vorcaro, e outros agentes do mercado.

Liquidação do banco acendeu o alerta no sistema financeiro

O primeiro grande marco do caso ocorreu quando o Banco Central decidiu decretar a liquidação extrajudicial do Banco Master, após identificar irregularidades graves na condução das atividades da instituição. De acordo com o BC, havia indícios de que o banco mantinha operações incompatíveis com sua capacidade financeira, além de problemas na emissão de títulos e créditos sem lastro adequado.

A decisão teve como objetivo preservar a estabilidade do sistema financeiro e proteger os depositantes, acionando os mecanismos legais previstos para situações de risco sistêmico. A liquidação, no entanto, rapidamente extrapolou o campo técnico e passou a gerar questionamentos públicos, políticos e jurídicos, principalmente pelo volume de recursos envolvidos e pelo possível impacto sobre o Fundo Garantidor de Créditos.

Polícia Federal entra na apuração e aponta fraude bilionária

Com o avanço das apurações, a Polícia Federal passou a investigar a instituição no âmbito da chamada Operação Compliance Zero. As investigações indicam a existência de um esquema estruturado de gestão fraudulenta, com emissão de ativos financeiros sem respaldo real, movimentações suspeitas e possível lavagem de dinheiro.

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão, determinou bloqueio de bens e valores que somam bilhões de reais e ampliou o número de investigados. As suspeitas levantadas colocaram o caso entre os maiores escândalos financeiros recentes do país, elevando a preocupação de autoridades econômicas e do mercado.

TCU questiona atuação do Banco Central

Paralelamente às investigações criminais, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu instaurar uma inspeção para analisar a atuação do Banco Central no processo de liquidação do banco. O movimento do TCU abriu uma nova frente de debate institucional, ao questionar se o BC teria seguido todos os procedimentos adequados e se a medida foi proporcional.

O Banco Central reagiu, defendendo a autonomia técnica da autoridade monetária e argumentando que a liquidação foi baseada em dados concretos e na necessidade de evitar riscos maiores ao sistema financeiro. Especialistas alertaram que a disputa entre órgãos poderia gerar insegurança regulatória e afetar a confiança no modelo de supervisão bancária do país.



Investigação chega ao STF e muda de patamar

O avanço mais recente da apuração ocorreu com a chegada das investigações ao Supremo Tribunal Federal. O ministro Dias Toffoli determinou a centralização do processo na Corte, diante de indícios de que o caso poderia envolver pessoas com foro privilegiado ou conexões que exigiriam supervisão direta do STF.

Com isso, novas diligências passaram a depender de autorização da Suprema Corte, elevando o nível de atenção sobre o processo. A ida ao STF também reforçou o caráter sensível da investigação, que agora envolve diretamente o Judiciário, o Executivo e órgãos de controle, ampliando o alcance político e institucional do episódio.

Impactos econômicos e preocupação com investidores

Um dos principais pontos de atenção é o impacto do quadro sobre investidores pessoa física e sobre o Fundo Garantidor de Créditos. Caso as irregularidades se confirmem em larga escala, o FGC pode ser acionado para ressarcir aplicações dentro dos limites legais, o que pressiona os recursos do fundo e levanta debates sobre sua sustentabilidade em crises de grande porte.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou publicamente que o episódio pode se tornar a maior fraude bancária da história do Brasil, ressaltando a importância de uma apuração rigorosa e da defesa das instituições responsáveis pela estabilidade econômica.

Crise institucional e próximos passos

O caso Banco Master deixou de ser apenas uma investigação financeira e se transformou em um episódio de forte tensão institucional. O embate entre Banco Central, TCU, Polícia Federal e STF evidencia os desafios de coordenação entre os órgãos de controle e fiscalização diante de crises complexas.

Enquanto as investigações seguem sob sigilo parcial, o mercado financeiro acompanha de perto os desdobramentos, atento às decisões judiciais e aos possíveis reflexos regulatórios. O desfecho do processo será determinante não apenas para os envolvidos diretamente, mas também para o futuro da supervisão bancária e da confiança no sistema financeiro brasileiro.

Khloé Kardashian diz estar há quatro anos sem sexo

A socialite Khloé Kardashian surpreendeu fãs ao revelar que está há cerca de quatro anos sem vida sexual. Em um vídeo recente de perguntas e respostas, a empresária explicou que decidiu “banir” homens de sua cama por escolha própria, afirmando que vive um momento de autocuidado, foco nos filhos e priorização da própria paz emocional.

A declaração foi feita durante um vídeo de perguntas e respostas publicado em seu canal no YouTube, no formato “Ask Me Anything”, em que Khloé respondeu de forma direta e bem-humorada às curiosidades dos fãs. Aos 41 anos, a integrante do clã Kardashian afirmou que a ausência de sexo não é resultado de falta de oportunidades, mas sim de uma decisão consciente: “Eu poderia estar com alguém, mas não quero”, relatou. A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais e em portais de entretenimento ao redor do mundo.

Revelação feita em vídeo nas redes sociais

Durante o vídeo, Khloé explicou que sua cama se tornou um espaço de conforto, descanso e segurança emocional. Segundo ela, atualmente, o único homem autorizado a dividir esse ambiente é seu filho mais novo, Tatum. A empresária também é mãe de True, fruto do relacionamento com o jogador de basquete Tristan Thompson.

Um dos pontos enfatizados é que a decisão de ficar sem sexo não está ligada a repressão, trauma ou falta de desejo, mas a uma escolha pessoal. Ela ressaltou que cada pessoa vive sua sexualidade de maneira diferente e que não existe um padrão obrigatório a ser seguido.


Khloé fala sobre a vida sexual (Vídeo: reprodução/YouTube/Khloe Kardashian)


A empresária também tratou o assunto com leveza, brincando sobre seus hábitos na cama, como assistir séries e fazer pequenos lanches, sempre reforçando que hoje representa conforto e autonomia. “Minha cama é meu santuário”, afirmou, explicando sobre como esse espaço simboliza tranquilidade — em meio a uma rotina intensa de trabalho, maternidade e exposição pública. Para ela, dividir esse local com alguém exige um nível de confiança e conexão que ela não sente vontade de construir no momento.

Foco nos filhos e em si mesma

Khloé também deixou claro que sua prioridade atual são os filhos e o próprio bem-estar. Após relacionamentos conturbados e altamente midiáticos, ela afirma viver uma fase de reconstrução emocional. A empresária destacou que não sente pressa para iniciar um novo relacionamento e que prefere dedicar seu tempo à maternidade, aos negócios e ao autocuidado.


Khloé e sua família no Natal (Foto: reprodução/Instagram/@khloekardashian)


A postura reflete uma mudança de discurso em relação a anos anteriores, quando Khloé falava abertamente sobre o desejo de construir uma família tradicional. Hoje, ela afirma estar satisfeita com a vida que leva e com as escolhas que faz, mesmo que isso signifique ir contra expectativas externas.

Repercussão entre fãs e especialistas

A fala gerou ampla repercussão nas redes sociais. Muitos fãs elogiaram a sinceridade e a postura da empresária, destacando a importância de normalizar escolhas diferentes quando se trata de vida sexual e relacionamentos. Outros se identificaram com a ideia de priorizar a própria paz emocional após experiências difíceis.

Especialistas em comportamento e relacionamentos apontam que o discurso de Khloé dialoga com um movimento crescente de pessoas que optam por períodos de solteirice consciente, focados em autoconhecimento e autonomia emocional.

Histórico de relacionamentos conturbados

A socialite viveu relacionamentos marcados por polêmicas, especialmente com Tristan Thompson, com quem teve idas e vindas e enfrentou episódios públicos de traição. O fim definitivo do relacionamento ocorreu em 2021, após a confirmação de que o atleta havia tido um filho com outra mulher enquanto ainda mantinha vínculo com Khloé.

Desde então, a empresária tem se mantido solteira e, segundo ela, sem interesse em engatar novos romances. A experiência passada contribuiu para sua decisão de estabelecer limites mais rígidos quando o assunto é intimidade emocional e física.

Um novo momento

Mais do que uma confissão íntima, a declaração de Khloé Kardashian revela uma fase de amadurecimento e redefinição de prioridades. Ao afirmar que está há quatro anos sem sexo por opção, ela desafia expectativas sociais e reforça a importância de respeitar o próprio tempo.

Em um universo marcado por exposição constante e cobranças públicas, Khloé mostra que, para ela, a verdadeira intimidade começa com o cuidado consigo mesma — e que, por enquanto, isso é mais do que suficiente.

EUA apresentam plano em três fases para a Venezuela

O secretário de Estado dos Estados Unidos da América (EUA), Marco Rubio, apresentou nesta quarta-feira (7) um plano estratégico de três fases para a Venezuela após a captura do presidente Nicolás Maduro pelas forças americanas. A proposta combina medidas econômicas, políticas e sociais, culminando em uma transição de poder que, segundo o governo Trump, visa estabilizar o país, promover sua recuperação e preparar o terreno para um novo governo com maior participação democrática.

Estratégia em três etapas

O plano detalhado por Rubio — marcado por grande controvérsia — foi descrito como um esforço para evitar que a Venezuela mergulhe no caos político e econômico após a recente operação militar americana que resultou na captura de Maduro e de sua esposa.

A primeira fase do plano foca na estabilização imediata do país. Rubio afirmou que medidas como a apreensão e venda no mercado internacional de petróleo venezuelano sob sanções são parte dessa etapa, que ele descreve como uma espécie de “quarentena” econômica para a Venezuela. Segundo ele, entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo serão vendidos a preço de mercado, gerando receitas que os EUA pretendem controlar e administrar de forma a beneficiar a população venezuelana, não o antigo regime.

Segundo Rubio, isso é crucial para evitar uma espiral de desordem e permitir um ponto de partida financeiro e institucional para os próximos passos. A retenção e uso desses recursos têm sido um ponto forte de crítica por opositores da estratégia americana, que questionam a legalidade e os efeitos dessa abordagem econômica.

A segunda etapa, denominada de recuperação, combina fatores econômicos e sociais. Rubio explicou que os Estados Unidos querem garantir que empresas americanas e ocidentais tenham acesso justo ao mercado venezuelano, enquanto se cria um ambiente propício à reconstrução da sociedade civil.

Essa fase inclui planos para iniciar um processo de reconciliação nacional, que envolveria a anistia de opositores detidos e a reintegração de líderes políticos que resistiam ao regime chavista. A intenção, de acordo com o secretário americano, é que vozes diversas contribuam para a reconstrução institucional e social do país, com a participação de forças políticas antes marginalizadas.

A etapa final do plano, chamada de transição, ainda carece de detalhes mais específicos segundo Rubio, que prometeu mais informações “nos próximos dias”. No entanto, ele afirmou que essa fase será dedicada à transição efetiva de poder político para uma nova configuração que, nas palavras dos EUA, devem conduzir a Venezuela a uma estrutura mais democrática e com maior participação de diferentes setores políticos.


EUA anunciam plano de três fases para Venezuela e controle de vendas de petróleo (Vídeo: reprodução/YouTube/VEJA+)


Reações e controvérsias

A estratégia dos EUA tem gerado debates intensos tanto internamente quanto no cenário internacional. Legisladores democratas nos Estados Unidos criticaram o plano, acusando a administração Trump de agir sem consulta ao Congresso e de, essencialmente, apropriar-se do petróleo venezuelano sem a devida transparência ou justificativa legal clara.

Já alguns congressistas republicanos apoiaram a remoção de Maduro, mas também alertaram para a necessidade de que os EUA demonstrem motivações altruístas e um compromisso claro com a democratização efetiva da Venezuela, em vez de parecerem explorar seus recursos naturais em benefício próprio.

Além disso, a operação americana em solo venezuelano e a subsequente estratégia foram fortemente criticadas por países como Rússia, China e França, que consideraram a ação uma violação da soberania venezuelana e um precedente perigoso para a política internacional.

Impactos regionais e geopolíticos

A ação e o plano dos EUA têm reverberado por toda a América Latina, levantando preocupações sobre estabilidade regional, fluxos migratórios e o equilíbrio de poder geopolítico. A Venezuela, já enfrentando uma grave crise humanitária e econômica antes da intervenção, agora se encontra no epicentro de um novo capítulo de intervenção estrangeira, que pode redefinir suas relações com potências globais e com seus próprios cidadãos.

Analistas observam que, se o plano chegar a se concretizar conforme descrito, ele representaria uma das estratégias mais audaciosas dos Estados Unidos na América Latina em décadas, com implicações profundas para as políticas de energia, economia e direitos humanos na região.

Trump mira novos países após Venezuela

Após a controversa operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom de sua política externa e passou a apontar potenciais novos “alvos” em diferentes regiões do mundo. O movimento — criticado por aliados e condenado por adversários — indica um reposicionamento agressivo da estratégia americana, com implicações geopolíticas profundas e riscos de escalada de conflitos.

A expansão da retórica de Trump e os possíveis próximos passos

Poucas horas depois de comandar uma ofensiva na Venezuela que chocou a comunidade internacional, Trump começou a mencionar uma série de outros países que poderiam, segundo ele, estar sob maior escrutínio ou até sob ameaça de ação — seja diplomática, econômica ou militar. Entre os nomes mais citados nas últimas declarações presidenciais e reportagens estão Colômbia, Groenlândia, México, Irã e Cuba.



Colômbia: tensão com governo de Petro

O presidente americano não poupou críticas ao líder colombiano Gustavo Petro, chamando-o de “doente” e afirmando que um eventual ataque contra o país “soaria bem” — palavras que acenderam alerta de escalada na região. A Colômbia, tradicional aliada dos EUA no combate ao narcotráfico, tem uma relação complexa com Washington, marcada por cooperação mas também por desconfianças mútuas.

A retórica de Trump inclui ainda acusações a Petro de permitir a prosperidade de cartéis de drogas, o que intensificou a tensão bilateral. Embora não exista até o momento um plano militar formal, a simples sugestão de ação já elevou o clima de incerteza na América Latina.

Groenlândia: interesse estratégico e reação internacional

Mais ao norte, Trump voltou a mencionar a necessidade estratégica de os EUA “controlarem” a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca rico em recursos naturais e posicionado no Ártico — uma região cada vez mais disputada por potências globais.

Embora agora o discurso oficial seja mais focado na importância de um acordo ou compra, e não numa invasão, líderes dinamarqueses e groenlandeses rejeitam veementemente qualquer ameaça de anexação. A primeira-ministra da Dinamarca alertou que um ataque a um território da OTAN poderia significar o fim da própria aliança militar.

México: relações comerciais e combate ao crime

No caso do México, Trump voltou a criticar o governo de Claudia Sheinbaum por não “fazer o suficiente” para lidar com os cartéis de drogas e a violência nas fronteiras. Ele chegou a oferecer apoio militar ao país, proposta que foi rejeitada e vista por autoridades mexicanas como um desrespeito à soberania nacional.

O México, parceiro crucial em comércio e segurança regional, agora enfrenta uma interlocução mais ríspida com Washington, que pode afetar desde acordos econômicos até cooperação em imigração e combate ao crime organizado.

Irã: alerta e retórica militar

Em um contexto mais distante geograficamente, Trump renovou advertências ao Irã, afirmando que o país enfrentaria uma resposta “muito forte” caso sua liderança reprimisse violentamente protestos internos ou desafiasse interesses americanos.

Essa postura reforça um padrão de confrontos anteriores, incluindo ataques dos EUA a instalações iranianas que já ocorreram no ano anterior. A persistente retórica de Trump mantém as tensões altas no Oriente Médio, região crítica para a estabilidade global.

Cuba: colapso econômico e pressão

Embora Trump tenha declarado que Cuba poderia “cair por si só” devido à perda de apoio petrolífero da Venezuela, ele também insinuou que a ilha estaria sob maior pressão diplomática e econômica. A política americana em relação a Havana historicamente variou entre isolamento e tentativas de mudança de regime, e agora voltou a ganhar destaque na agenda de Washington.

A menção a Cuba, um país com profundas ligações políticas e históricas na América Latina, reacende temores de novos embates na região caribenha e engrossa o coro de líderes que veem a retórica dos EUA como uma ameaça direta à soberania nacional.

Repercussões e riscos geopolíticos

A ampliação das ameaças de Trump logo após a operação na Venezuela gerou críticas internacionais e levantou questões sobre a legalidade e legitimidade da política externa dos EUA. Governos europeus, latino-americanos e organizações multilaterais expressaram preocupação com o que consideram uma postura unilateralista e agressiva, capaz de desestabilizar alianças e relações diplomáticas estabelecidas.

Especialistas alertam que a escalada verbal pode não se traduzir imediatamente em ações militares, mas já altera profundamente o ambiente geopolítico, com potenciais impactos em comércio, segurança regional e cooperação internacional.

Bolsonaro passa mal na prisão e é levado ao hospital

O ex-presidente Jair Bolsonaro passou mal durante a madrugada desta terça-feira (6), sofreu uma queda dentro da cela onde está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e bateu a cabeça em um móvel. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que relatou preocupação com o estado de saúde do marido e afirmou que o atendimento médico só ocorreu pela manhã.

Relato feito por Michelle Bolsonaro

Em publicações nas redes sociais, Michelle Bolsonaro afirmou que o ex-presidente teve uma crise enquanto dormia e acabou caindo ao se levantar. Segundo ela, Bolsonaro “não está bem” e apresentou sinais de mal-estar durante a noite. A ex-primeira-dama também relatou que a cela permanece trancada no período noturno, o que teria impedido um atendimento imediato após a queda. O episódio só teria sido percebido oficialmente quando agentes da Polícia Federal foram chamá-lo pela manhã para receber visita.


Stories de Michele Bolsonaro sobre a saúde do marido (Foto: reprodução/Instagram/@michellebolsonaro)


Michelle descreveu o momento como angustiante e disse estar acompanhando de perto a situação médica do ex-presidente. Em tom de preocupação, afirmou que aguardava informações mais detalhadas sobre os primeiros atendimentos realizados e sobre as medidas que seriam tomadas a partir da avaliação clínica inicial.

Atendimento médico e avaliação inicial

Após o episódio, Jair Bolsonaro foi atendido por um médico da Polícia Federal e, posteriormente, avaliado por seu médico particular. De acordo com as informações divulgadas, o ex-presidente sofreu um traumatismo cranioencefálico leve em decorrência da queda. Os profissionais de saúde indicaram que, naquele primeiro momento, não havia sinais de gravidade, mas recomendaram observação clínica para monitorar possíveis complicações.

A Polícia Federal informou, em nota, que o atendimento foi prestado assim que a situação foi comunicada e que os ferimentos constatados foram leves. Segundo a corporação, não houve necessidade imediata de transferência hospitalar, mas o quadro segue sendo acompanhado por profissionais de saúde.



Possibilidade de exames complementares

Mesmo com a avaliação inicial indicando um quadro estável, a equipe médica considera a realização de exames complementares, como tomografia ou ressonância magnética, para descartar lesões mais graves em decorrência da pancada na cabeça. A realização desses exames, no entanto, depende de autorização judicial, já que Bolsonaro está sob custódia da Polícia Federal.

A defesa do ex-presidente já sinalizou a intenção de solicitar ao Supremo Tribunal Federal a liberação para que os exames sejam realizados em um hospital especializado em Brasília. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autorização ou sobre eventual transferência temporária para uma unidade hospitalar.

Histórico recente de problemas de saúde

O novo episódio ocorre poucos dias após Jair Bolsonaro ter recebido alta hospitalar. No fim de 2025, o ex-presidente passou por procedimentos médicos relacionados a uma hérnia inguinal e também tratou um quadro persistente de soluços, que vinha causando desconforto e exigiu acompanhamento clínico. Ele deixou o hospital no início de janeiro e retornou à custódia da Polícia Federal logo em seguida.

Desde o atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro apresenta um histórico recorrente de internações, cirurgias e complicações de saúde. Ao longo dos últimos anos, essas condições têm sido frequentemente citadas por aliados e pela defesa como motivo de preocupação quanto à sua permanência em regime prisional.

Impactos no cenário jurídico

A saúde do ex-presidente já foi usada anteriormente pela defesa como argumento para pedidos de prisão domiciliar, sob alegação de razões humanitárias. No entanto, o Supremo Tribunal Federal negou as solicitações, entendendo que as condições médicas apresentadas até então não justificavam a mudança no regime de cumprimento da pena.

Com o novo episódio envolvendo queda e traumatismo leve na cabeça, a defesa pode voltar a pressionar o Judiciário por medidas alternativas, dependendo do resultado dos exames e da evolução do quadro clínico. Especialistas avaliam que qualquer decisão nesse sentido dependerá de laudos médicos detalhados e de pareceres técnicos.

Repercussão política e expectativa por novas informações

O caso teve forte repercussão política e nas redes sociais, com manifestações tanto de apoiadores quanto de críticos do ex-presidente. Enquanto aliados demonstraram preocupação com sua integridade física, opositores ressaltaram que o acompanhamento médico faz parte dos procedimentos previstos para presos sob custódia do Estado.

Até o momento, Jair Bolsonaro permanece na Superintendência da Polícia Federal, em observação. A expectativa é de que novas informações sobre seu estado de saúde sejam divulgadas após a conclusão de exames médicos e avaliações complementares, o que deve ocorrer nos próximos dias.

Bolsonaro recebe alta hospitalar e retorna à sede da Polícia Federal para cumprir pena

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (1º) e retornou à sede da Polícia Federal, em Brasília, onde segue cumprindo pena determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava internado há cerca de nove dias em um hospital particular da capital federal, após apresentar complicações de saúde que exigiram acompanhamento médico e procedimentos clínicos. A liberação ocorreu após avaliação da equipe médica responsável, que considerou o quadro estável.

A internação aconteceu enquanto Bolsonaro já se encontrava sob custódia da Justiça. Segundo informações divulgadas por fontes oficiais, o ex-presidente deu entrada no hospital com sintomas relacionados a problemas gastrointestinais, que se agravaram nos dias anteriores à internação. Durante o período, ele permaneceu sob escolta da Polícia Federal, seguindo os protocolos de segurança adotados para pessoas privadas de liberdade em tratamento médico fora do sistema prisional.

Internação e acompanhamento médico

De acordo com boletins médicos divulgados ao longo da semana, Bolsonaro passou por exames clínicos e procedimentos para estabilizar o quadro de saúde. Entre as intervenções realizadas, esteve uma cirurgia considerada de média complexidade, além de acompanhamento contínuo para controle de dores e prevenção de complicações.

A equipe médica avaliou que, apesar da necessidade de cuidados, o estado de saúde do ex-presidente evoluiu de forma satisfatória, permitindo a alta hospitalar. A decisão levou em consideração não apenas o quadro clínico, mas também a possibilidade de continuidade do acompanhamento médico dentro da estrutura disponibilizada pela Polícia Federal.

Pedido de prisão domiciliar foi negado

Durante o período de internação, a defesa de Bolsonaro entrou com um pedido de conversão da pena para prisão domiciliar, alegando que o ex-presidente necessitava de cuidados médicos contínuos e que o ambiente hospitalar seria o mais adequado para sua recuperação.

O pedido, no entanto, foi analisado e negado pelo ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Na decisão, o magistrado considerou que, apesar da condição de saúde, não havia elementos suficientes que justificassem a substituição do regime de cumprimento da pena. O entendimento foi de que a estrutura disponível na sede da Polícia Federal é capaz de garantir o acompanhamento médico necessário, sem comprometer a segurança ou o cumprimento das determinações judiciais.

Retorno à custódia da Polícia Federal

Após receber alta, Bolsonaro deixou o hospital sob escolta e foi reconduzido à Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O deslocamento ocorreu de forma reservada, sem a presença de apoiadores ou manifestações nas imediações.

A Polícia Federal informou que o ex-presidente continuará sendo monitorado e que qualquer nova necessidade médica será avaliada conforme os protocolos estabelecidos. A instituição reforçou que o cumprimento da pena segue dentro dos parâmetros legais e sob supervisão constante.



Repercussão política e institucional

A notícia da alta hospitalar e do retorno de Bolsonaro à custódia repercutiu entre aliados e opositores. Parlamentares ligados ao ex-presidente manifestaram críticas à decisão do Supremo, reiterando argumentos sobre a condição de saúde do ex-mandatário. Já representantes de outros partidos defenderam a atuação das instituições e ressaltaram a importância do cumprimento das decisões judiciais.

Especialistas em direito constitucional avaliam que o caso reforça a autonomia do Judiciário na condução de processos envolvendo autoridades públicas, mesmo diante de pressões políticas e repercussão nacional. Para analistas, a situação também evidencia o desafio de equilibrar garantias individuais com o interesse público e o respeito às decisões judiciais.

Situação segue sob monitoramento

Segundo informações oficiais, o estado de saúde de Jair Bolsonaro é considerado estável, e não há, até o momento, previsão de novas intervenções médicas. A defesa informou que continuará acompanhando o quadro clínico e poderá apresentar novos pedidos à Justiça caso haja mudanças significativas no estado de saúde do ex-presidente.

Enquanto isso, Bolsonaro segue cumprindo pena na sede da Polícia Federal, sob monitoramento contínuo, em um dos capítulos mais recentes e sensíveis da relação entre o ex-chefe do Executivo e o sistema de Justiça brasileiro.

Taylor Swift, Ariana Grande e Sabrina Carpenter celebram a chegada do Ano Novo em grande estilo

 Taylor Swift, Ariana Grande e Sabrina Carpenter usaram as redes sociais para compartilhar como celebraram a virada do ano, exibindo momentos de união, elegância e descontração. As publicações rapidamente chamaram a atenção dos fãs, que acompanharam cada detalhe das comemorações e se inspiraram nas mensagens de renovação transmitidas pelas artistas.

Taylor Swift celebra o Ano-Novo com elegância e significado

Uma das artistas mais influentes da atualidade, Taylor Swift mostrou que, mesmo com uma carreira marcada por grandes turnês e recordes, faz questão de valorizar momentos de intimidade e conexão pessoal. Para a virada do ano, a cantora optou por uma celebração reservada, cercada de pessoas próximas e em um ambiente que refletia aconchego e tranquilidade.


 

Post sobre grande projeto de Taylor Swift (Foto: reprodução/ Instagram/ @taylorswift)


Embora discreta em relação à vida pessoal, Taylor costuma usar datas especiais para compartilhar mensagens simbólicas com seus fãs. O Ano Novo, para a artista, representa um período de reflexão, encerramento de ciclos e abertura para novas fases — sentimento que ficou evidente nos registros divulgados. Com uma estética sofisticada e clima acolhedor, a cantora transmitiu a ideia de renovação e gratidão, características frequentemente associadas à sua trajetória.

Ariana Grande celebra a virada com brilho, emoção e energia

Ariana Grande também entrou no clima da virada do ano com muito estilo e emoção. Conhecida por sua personalidade vibrante e por sua forte conexão com os fãs, a cantora compartilhou momentos especiais da celebração, marcados por alegria, música e afeto.

As imagens publicadas revelaram um ambiente festivo, mas, ao mesmo tempo, íntimo, reforçando a importância de celebrar cercada por pessoas queridas. Ariana costuma transformar ocasiões especiais em experiências cheias de significado, e o Ano Novo não foi diferente. A artista aproveitou o momento para celebrar conquistas, renovar esperanças e agradecer pelo ano que passou.

Além do clima de festa, a cantora também transmitiu uma mensagem de positividade, incentivando os fãs a iniciarem o novo ciclo com leveza, amor-próprio e novos sonhos.

Sabrina Carpenter celebra o Ano Novo com charme e descontração

Em ascensão no cenário pop internacional, Sabrina Carpenter também marcou presença nas celebrações de Ano-Novo de forma elegante e descontraída. A artista compartilhou registros que mostraram uma virada de ano leve, com momentos espontâneos e cheios de personalidade.

Conhecida por sua proximidade com os fãs, Sabrina costuma dividir detalhes de sua rotina e, desta vez, não foi diferente. As publicações mostraram um clima de celebração equilibrado entre sofisticação e simplicidade, reforçando sua autenticidade e carisma.

A cantora demonstrou entusiasmo com o início de um novo ciclo, destacando a importância de celebrar conquistas, valorizar as pessoas ao redor e abrir espaço para novas oportunidades. Seu Ano Novo foi marcado por boas energias, sorrisos e expectativas positivas para o futuro.

 

Virada em clima de amor: Vini Jr. e Virgínia, Léo Santana e Lore Improta, Luan Santana e Jade celebram o Ano-Novo

O Ano Novo é tradicionalmente um momento de renovação, reflexão e celebração  e para os famosos não foi diferente. Vini Jr. e Virgínia, Léo Santana e Lore Improta, além de Luan Santana e Jade, aproveitaram a chegada do novo ano para desacelerar, reunir pessoas queridas e celebrar a data em clima de união e carinho. As comemorações, compartilhadas nas redes sociais, encantaram os fãs e mostraram um lado mais íntimo dos casais, longe dos compromissos profissionais e da rotina intensa do dia a dia.

Vini Jr. e Virgínia celebram o Ano-Novo com leveza e proximidade 

Vini Jr. e Virgínia escolheram viver a virada do ano de forma tranquila e cercados por pessoas próximas. Conhecidos pela forte presença digital e pela rotina agitada, o casal aproveitou o período para desacelerar e curtir momentos simples, mas cheios de significado.

Nas redes sociais, os dois compartilharam registros que transmitiam aconchego, alegria e sintonia. A celebração contou com clima intimista, conversas longas, risadas e a valorização do tempo em família. Para os fãs, as imagens refletiram a importância de começar o novo ano com boas energias e ao lado de quem realmente importa.

A escolha por uma comemoração mais reservada reforçou a ideia de que, mesmo em meio à fama, o essencial continua sendo o afeto e a conexão genuína entre as pessoas.

Léo Santana e Lore Improta apostam em alegria, dança e união

Conhecidos pela energia contagiante, Léo Santana e Lore Improta celebraram a chegada do Ano-Novo de forma especial, ainda que em compromissos diferentes. Enquanto o cantor cumpria agenda profissional e comandava um show na virada, Lore acompanhou o momento à distância, mantendo o clima de carinho e apoio que marca a relação do casal.


Lore improta registra momentos do Ano Novo em família (Foto: reprodução / Instagram / @LoreImprota)


As publicações nas redes sociais mostraram o clima de festa, música e gratidão, características já marcantes da trajetória dos dois. Mesmo separados fisicamente na virada, Léo e Lore demonstraram sintonia, troca de mensagens carinhosas e muito orgulho mútuo, reforçando a parceria que conquistou o público.

Para os fãs, o casal segue sendo sinônimo de amor, cumplicidade e respeito, mostrando que, mesmo em meio à rotina intensa de trabalho, é possível manter a conexão e celebrar o início de um novo ano com positividade e união.

Luan Santana e Jade celebram o Ano-Novo com discrição 

Já Luan Santana e Jade optaram por uma celebração mais reservada e intimista. O casal escolheu viver a virada de maneira tranquila, priorizando a companhia um do outro e de familiares próximos. Conhecidos por preservar a vida pessoal, eles mostraram apenas alguns registros sutis, que transmitiram romantismo e serenidade.

O clima foi de introspecção e renovação, reforçando a ideia de que o Ano-Novo também pode ser um momento de pausa, reflexão e planejamento para novos ciclos. A escolha por uma comemoração mais discreta agradou os fãs, que elogiaram a sintonia e o respeito entre o casal.

Um Ano Novo marcado por união, amor e novos começos

As celebrações de Ano-Novo de Vini Jr. e Virgínia, Léo Santana e Lore Improta, e Luan Santana e Jade mostraram diferentes formas de viver a virada, mas todas com um ponto em comum: a valorização do afeto, da família e das conexões verdadeiras.

Entre festas animadas, encontros intimistas e momentos de reflexão, os casais reforçaram que o início de um novo ano vai além de fogos e celebrações  trata-se de renovar esperanças, fortalecer laços e abrir espaço para novas histórias. Para os fãs, acompanhar esses momentos foi uma forma de se inspirar e começar o ano com boas energias, amor e expectativa por tudo o que está por vir.

Post enigmático de João Guilherme agita a web

João Guilherme voltou a chamar atenção nas redes sociais após publicar um registro que rapidamente gerou repercussão entre fãs e páginas de entretenimento. A postagem aconteceu poucos dias depois de Bruna Marquezine ser flagrada ao lado do cantor Shawn Mendes, o que despertou curiosidade e levantou interpretações sobre uma possível relação entre os acontecimentos. Mesmo sem declarações diretas, a coincidência de datas foi suficiente para colocar o nome do ator entre os assuntos mais comentados.

Publicação gera repercussão imediata

Na publicação, João Guilherme aparece sem camisa, em um registro casual, acompanhado pela música “Posso Até Não Te Dar Flores”, interpretada por MC Ryan SP, MC Jacaré e MC Meno K. Um dos trechos da canção diz “melhor coisa é ficar solteiro”, verso que acabou sendo associado ao momento vivido pelo ator e ao noticiário recente envolvendo sua ex-namorada.

A escolha da música chamou a atenção do público, principalmente por ter sido feita logo após a divulgação das imagens de Bruna Marquezine ao lado de Shawn Mendes. Embora João Guilherme não tenha incluído nenhuma legenda explicativa, a publicação foi suficiente para gerar interpretações diversas e movimentar as redes sociais.

Contexto do flagra de Bruna Marquezine

A repercussão ganhou força após Bruna Marquezine ser vista acompanhada do cantor canadense durante uma passagem pelo Brasil. As imagens circularam rapidamente nas redes e em portais de entretenimento, despertando curiosidade sobre uma possível aproximação entre os dois artistas.

O encontro chamou atenção não apenas pela presença de Shawn Mendes, mas também pelo histórico recente de Bruna, que costuma manter discrição em relação à vida pessoal. Mesmo assim, o flagra acabou gerando comentários, análises e especulações entre fãs, principalmente por envolver dois nomes de grande projeção nacional e internacional.

Até o momento, Bruna Marquezine e Shawn Mendes não se manifestaram oficialmente sobre o encontro, mantendo o assunto em aberto e alimentando a curiosidade do público.



Reação do público e interpretações

A publicação de João Guilherme passou a ser vista como uma possível resposta indireta ao noticiário envolvendo sua ex-namorada. Muitos internautas interpretaram a escolha da música como uma forma sutil de se posicionar diante do momento vivido, ainda que o ator não tenha feito qualquer menção direta ao assunto.

A repercussão foi rápida, com comentários, compartilhamentos e análises se espalhando pelas redes sociais. Para parte do público, a coincidência entre os acontecimentos foi suficiente para estabelecer uma conexão. Outros, no entanto, destacaram que o artista apenas compartilhou um momento pessoal, sem qualquer intenção de provocar ou responder a rumores.

Silêncio e discrição dos envolvidos

Apesar da movimentação em torno do assunto, João Guilherme manteve uma postura discreta e não se pronunciou oficialmente sobre a interpretação dada à publicação. O mesmo ocorreu com Bruna Marquezine, que seguiu com sua rotina normalmente, sem comentar o episódio.

A ausência de posicionamentos reforçou a ideia de que o episódio se manteve no campo das interpretações do público, sem confirmação por parte dos envolvidos. Ainda assim, a repercussão demonstra como figuras públicas acabam tendo gestos cotidianos analisados de forma intensa nas redes sociais.

Quando a internet cria narrativas

Apesar da movimentação em torno do assunto, João Guilherme manteve discrição e não se manifestou oficialmente sobre o significado da publicação. O ator seguiu com sua rotina habitual nas redes sociais, sem comentar diretamente as interpretações feitas pelo público. Bruna Marquezine, por sua vez, também optou pelo silêncio e não se pronunciou sobre os rumores, mantendo a postura reservada que costuma adotar em relação à sua vida pessoal e aos assuntos que ganham grande repercussão na internet.

O episódio evidencia como ações aparentemente simples podem ganhar proporções significativas no ambiente digital, onde cada gesto, escolha musical ou publicação é analisada minuciosamente. Em um cenário marcado pela velocidade das redes sociais, pequenos detalhes acabam se transformando em narrativas amplas, debatidas por fãs, páginas de entretenimento e veículos de comunicação. Assim, o caso reforça como figuras públicas estão constantemente sob os holofotes e como qualquer movimentação pode gerar interpretações, debates e especulações entre seguidores atentos.