James Gunn comemora sucesso de Superman e destaca lado humano do herói

Após voltar com outro cenário e alcançar 22,5 milhões na pré-estreia dos Estados Unidos, James Gunn agradece o público pelo sucesso de Superman. O filme está em exibição nos cinemas. O diretor do longa falou sobre o bom desempenho nas bilheterias de Superman.

Bilheteria impressiona no lançamento

O filme de estreia da nova fase da DC Studios superou a marca de 200 milhões de dólares em bilheteria global logo no fim de semana de lançamento. Nos Estados Unidos, a produção também quebrou recordes ao arrecadar 122 milhões de dólares, tornando-se a maior estreia de um filme solo da franquia no país.

James Gunn valoriza o lado humano do herói

O diretor celebrou o sucesso do lançamento e agradeceu o apoio do público, destacando sua abordagem na construção do protagonista. Em publicação no X (antigo Twitter), James Gunn afirmou que, ao longo dos anos, o foco no lado “Super” do Superman foi recorrente, e que se sentia satisfeito por ter realizado um filme que dá ênfase ao lado humano do herói, alguém bondoso, movido pelo desejo de ajudar quem mais precisa.

Ele também afirmou que o fato de a mensagem do filme ter tocado tantas pessoas ao redor do mundo de forma tão profunda é um sinal esperançoso da empatia e da generosidade que ainda existem na humanidade. A mensagem original está logo abaixo.


Publicação do trailer oficial de Super Man, James Gunn (Vídeo: reprodução/X/@JamesGunn)

Recomeço promissor para a DC

Com um novo olhar para o personagem e um tom mais emocional, Superman marca um recomeço promissor para a DC Studios sob o comando de Gunn.


David Corenswet tirando fotos e dando autógrafos para fãs em premiere de Superman (Foto: reprodução/Instagram/@superman)


A boa recepção crítica e o desempenho nas bilheteiras indicam que a nova fase pode reconquistar tanto fãs antigos quanto uma nova geração de espectadores. Para James Gunn, o sucesso vai além dos números: é um sinal de que há espaço, no cinema de super-heróis, para histórias que valorizem a humanidade por trás dos poderes.

Variety aposta em Wagner Moura para o Emmy e Oscar com papéis de destaque no cinema e TV

A revista americana Variety aposta em Wagner Moura como um dos principais nomes para as indicações ao Emmy 2025 e ao Oscar 2026. Ela destaca o talento do ator em produções que têm chamado atenção internacional. O brasileiro ganhou notoriedade com sua atuação na minissérie “Ladrões de Drogas”, disponível na Apple TV+. A série aborda eventos históricos e políticos complexos. Além disso, sua performance no filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e aclamado no Festival de Cannes, também é muito elogiada. Moura se consolida como um dos artistas latino-americanos mais influentes, reconhecido por transitar com excelência entre cinema e televisão.

Variety aposta em Wagner Moura como destaque do Emmy e Oscar

No universo da televisão, a Variety aposta em Wagner Moura como forte candidato ao Emmy na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme. Na produção “Ladrões de Drogas” (“The Big Cigar”), ele interpreta um revolucionário que ajuda o líder dos Panteras Negras a fugir dos Estados Unidos na década de 1970.

Sua atuação vem recebendo muitos elogios da crítica. Por isso, a Variety reforça sua aposta no talento do ator, e assim, ele amplia seu prestígio no mercado global de streaming. Essa atenção comprova a força do brasileiro no cenário internacional.


Wagner Moura em “O Agente Secreto” (Foto: reprodução/X/@kmendoncafilho)

No cinema, a Variety destaca Wagner Moura por sua atuação no filme “O Agente Secreto“, aclamado no Festival de Cannes. Moura interpreta um ex-militar envolvido em uma trama de espionagem política e entrega uma performance profunda e emocional. O longa já está em cartaz nos cinemas brasileiros, ampliando a visibilidade do ator no circuito nacional e fortalecendo sua presença na temporada do Oscar 2026.

Uma eventual indicação ao Oscar representaria um marco para o cinema brasileiro e consolidaria o prestígio de Wagner Moura no cenário internacional. A revista reforça essa projeção ao colocá-lo entre os nomes mais fortes da temporada de premiações.

Carreira internacional e reconhecimento crescente

Desde o sucesso da série “Narcos”, o artista brasileiro tem expandido sua presença no cenário internacional. Por isso, a Variety o destaca como um dos nomes mais influentes do país na atualidade. Caso as indicações sejam confirmadas, ele será o primeiro brasileiro a concorrer ao Emmy e ao Oscar no mesmo ciclo. Essa conquista histórica promete elevar o prestígio do audiovisual nacional.

Além disso, esse reconhecimento reforça o papel fundamental de Wagner Moura na expansão do cinema nacional e da televisão brasileira no mercado global, abrindo caminho para que outros profissionais ganhem visibilidade internacional.

Tom Holland afirma “Trabalho de uma vida” na nova obra ‘A Odisseia’ de Nolan

O novo projeto de Christopher Nolan promete agitar o cinema internacional e, em uma entrevista recente ao GQ Sports o ator Tom Holland demonstrou empolgação ao interpretar Telêmaco. O ator afirmou que o papel foi “o trabalho de uma vida”.

Algo diferente de tudo

Tom disse que foi fantástico trabalhar com Christopher, admitiu que nunca viu ninguém que trabalhasse no mesmo estilo e que participar do processo com um verdadeiro mestre nessa arte e aprender sobre ela foi a melhor experiência que já teve.

A melhor experiência que já tive no set de um filme. Incrível. Foi empolgante. Foi diferente. E eu acho que o filme vai ser diferente de qualquer coisa que já vimos”, afirmou o ator.

O filme não tem nenhum papel confirmado até o momento, a não ser do protagonista Matt Damon, que viverá o Odisseu, também conhecido como Ulisses em algumas versões. Segundo a imprensa grega, onde uma grande parte do filme foi feita, Anne Hathaway interpretará Penélope, esposa do Odisseu.

Tom Holland interpretará o filho de Ulisses, Telêmaco, com a deusa Atena, interpretado por Zendaya, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong’o como Clitemnestra (ou Clitenestra), esposa de Agamenon. 

O elenco do longa traz outros grandes nomes como Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth e John Leguizamo, reforçando o peso dramático da produção. Christopher Nolan também conta com parceiros criativos de longa data: o premiado compositor Ludwig Göransson retorna após TENET e Oppenheimer, e Hoyte Van Hoytema reassume a direção de fotografia, mantendo a estética marcante presente em obras como Interestelar.


Cartaz do filme ‘A Odisseia’ (Foto: reprodução|Instagram|@portalboxreport)


O Longa

O filme que será lançado no dia 17 de julho de 2026, retrará um dos maiores clássicos da literatura grega, A Odisseia, será revisitado em uma superprodução comandada por Christopher Nolan, marcando seu retorno após o sucesso arrebatador de Oppenheimer, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Direção e Melhor Filme em 2024. A nova adaptação promete mergulhar profundamente na epopeia de Odisseu, herói grego que enfrenta uma longa e perigosa jornada de volta para casa após a Guerra de Troia. O cartaz do filme antecipa o tom mítico da obra, com a impactante frase “Desafie os deuses” acompanhada de uma cabeça de estátua grega despedaçada.

A produção pretende honrar a complexidade e o simbolismo da mitologia grega, repleta de referências aos deuses do Olimpo e criaturas lendárias. Sob a direção de Nolan, conhecido por seu domínio técnico e narrativas grandiosas, A Odisseia deve explorar os dilemas humanos do protagonista enquanto ele desafia o destino e a vontade divina.

Murderbot ganha 2ª temporada no Apple TV+ após estreia elogiada

Nesta semana, o Apple TV+ renovou oficialmente Murderbot para a segunda temporada. A emissora divulgou a notícia poucos dias antes da estreia do episódio final da 1ª temporada. Com isso, a série confirma seu sucesso e se prepara para retornar com novas aventuras do androide vivido por Alexander Skarsgård. Para quem já acompanha a série de ficção científica Murderbot desde sua estreia, a renovação para a segunda temporada chegou como um alívio, especialmente por ter sido anunciada antes mesmo da exibição do episódio final da primeira fase.

Renovação da segunda temporada de Murderbot

Logo após conquistar o público com seus episódios iniciais, a série recebeu sinal verde para continuar. No dia 10 de julho, a Apple TV+ anunciou a renovação, um dia antes do lançamento do último episódio, em 11 de julho.

Além disso, os co-criadores e produtores executivos de Murderbot, Chris e Paul Weitz, expressaram grande gratidão pela recepção dos fãs e mostraram entusiasmo com a expansão da série.


O ator Alexander Skarsgård interpretando o androide Murderbot na série da Apple TV+ (foto: reprodução/Apple TV+)

O que esperar da segunda temporada

Segundo Matt Cherniss, chefe de programação da Apple TV+, a nova temporada promete aprofundar a narrativa e adaptar mais livros da saga “The Murderbot Diaries”.

Portanto, é provável que vejamos as referências à série fictícia “The Rise and Fall of Sanctuary Moon” ganharem ainda mais destaque. Isso deve deixar os fãs da obra original ainda mais entusiasmados, já que a nova temporada promete aprofundar elementos específicos do universo de Murderbot, incluindo easter eggs, dilemas existenciais e o humor ácido característico da saga.


Alexander Skarsgård em traje completo como Murderbot na primeira temporada da série (foto: reprodução/Apple TV+)

Repercussão de Murderbot na Apple TV+

Até agora, a 1ª temporada contou com 10 episódios lançados semanalmente entre maio e julho de 2025. De acordo com o Rotten Tomatoes, a produção alcançou uma impressionante aprovação de 96%. Além de sucesso crítico, a série também conquistou fãs ao misturar ação, ficção científica e reflexões sobre identidade artificial. Por fim, o formato ágil e inteligente da série contribuiu para torná-la um dos grandes destaques do Apple TV+ em 2025.


O personagem Murderbot enfrenta dilemas em cenário futurista da série (foto: reprodução/Apple TV+)

Promessa da segunda temporada de Murderbot na Apple TV+

Dessa forma, com a confirmação da segunda temporada, Murderbot se consolida como uma das apostas mais promissoras da ficção científica recente. Mais do que nunca, o público aguarda ansioso por novos episódios que combinem emoção, humor e críticas sociais em um universo futurista instigante.

David Corenswet confirma sua presença caso haja uma sequência de Superman

Ao decorrer de uma entrevista para a Vanity Fair, David Corenswet, que viveu o jornalista Clark Kent, foi submetido a um detector de mentiras ao lado de Nicholas Hoult, que interpretou Lex Luthor na nova adaptação do Super Herói da DC. Assim, o astro de Superman acabou soltando que está sob contrato para uma possível sequência do longa que chegou aos cinemas brasileiros nesta última quinta-feira (10).

David Corenswet continuará como Superman

Desse modo, David Corenswet (“Pearl”) esclareceu que de fato deixaria de interpretar o super-herói em uma sequência para interpretar um Jedi em Star Wars. Porém, o galã explicou que já está “cotado” para o caso de uma futura continuação. Portanto, ele teria que conseguir conciliar ambas as gravações para viver o super-homem e um piloto de X-Wing na franquia da Disney. Além disso, o ator também fez questão de frisar que não iria querer fazer parte da Ordem Jedi, mas a oportunidade de desempenhar o papel de um piloto seria bastante agradável.


David Corenswet e Nicholas Hoult passam por detector de mentiras (Vídeo: reprodução/YouTube/Vanity Fair)

Entenda a nova visão de David Corenswet como Superman

O longa estrelado por David, carrega nomes de peso como Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) que será a icônica Lois Lane; Nicholas Hoult, nosso eterno “R” de “Meu namorado é um zumbi” deu vida a Lex Luthor; Skyler Gisond (“Licorize Pizza) aparece como Jimmy Olsen; Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) surge como Jor-El e Nathan Fillion (“Guardiões da Galáxia”) surpreende como Lanterna Verde.


Trailer oficial dublado de “Superman” com David Corenswet (Vídeo: reprodução/YouTube/Warner Bros/ Pictures Brasil)

Dirigida e produzida por James Gunn, a nova versão do Homem de Aço se estende a trajetória de Clark Kent após deixar Smallville. Assim, a nova trama oferece uma proposta que foge na clássica história de origem. Com a chegada desta nova versão, o público não terá a história de Krypton sendo destruída ou os Kent recebendo o bebê alienígena. Desse modo, a nova produção audiovisual da DC, quer mostrar um lado mais humano de Kent, em uma fase de transição entre juventude e a vida adulta.

Daniel Craig retorna em clima de tensão no primeiro vislumbre de “Entre Facas e Segredos 3”

A Netflix divulgou uma imagem inédita do terceiro filme da franquia “Entre Facas e Segredos”, que recebeu o título oficial de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out. A produção trará de volta o icônico detetive Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig, agora ao lado de Josh O’Connor, que viverá o misterioso padre Jud Duplenticy. A imagem divulgada já entrega um clima sombrio e carregado de tensão, prometendo mais uma trama complexa e envolvente.

Com direção e roteiro de Rian Johnson, o novo capítulo da franquia busca manter o sucesso dos longas anteriores: “Entre Facas e Segredos” (2019) e “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (2022). Com um novo elenco estelar e uma narrativa recheada de reviravoltas, a expectativa em torno da produção só aumenta.

Um novo mistério à vista

Na imagem recém-divulgada, vemos Benoit Blanc e o padre Jud sentados em um carro sob a chuva, ambos com expressões densas, que indicam o peso do novo mistério. A caracterização dos personagens já sugere que Jud poderá ser uma peça central no crime que está por vir seja como suspeito, cúmplice ou até vítima. Craig retorna com o mesmo ar enigmático que consagrou seu personagem, agora investigando um novo caso de assassinato em um cenário ainda não revelado.

O diretor Rian Johnson afirmou anteriormente que cada filme da franquia busca explorar um universo diferente, mantendo a identidade do detetive como elo central. Com isso, “Vivo ou Morto” promete apresentar uma ambientação completamente nova, personagens inusitados e segredos que se revelam aos poucos como nas boas histórias de Agatha Christie, que inspiram a saga.


Trailer de anúncio de estreia de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out. (vídeo: reprodução/YouTube/Netflix Brasil)


Elenco de peso reforça a produção

Além de Craig e O’Connor, o elenco está repleto de estrelas que prometem deixar a trama ainda mais intrigante. Nomes como Glenn Close, Josh Brolin, Mila Kunis, Jeremy Renner, Kerry Washington, Andrew Scott, Cailee Spaeny, Daryl McCormack e Thomas Haden Church estão confirmados na produção. Com tantas figuras importantes, os fãs já especulam quem será a próxima vítima e quem esconderá os segredos mais sombrios.

A escolha de Josh O’Connor, conhecido por seus papéis intensos e introspectivos, acrescenta uma nova camada de complexidade à narrativa. Sua interação com o detetive Blanc será um dos pontos-chave para o desenrolar da investigação, como já sugere a cena divulgada. A relação entre os personagens, envolta em desconfiança, pode ser o fio condutor da história.

A data de estreia ainda não foi oficialmente divulgada, mas a expectativa é de que o filme chegue à Netflix em 2025. Com o sucesso dos dois filmes anteriores e a repercussão positiva da franquia, espera-se que “Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out” mantenha o padrão elevado de roteiro, direção e atuações que cativou o público ao redor do mundo.

The Morning Show: 4ª temporada mergulha em guerra midiática e disputa por poder

A Apple TV+ divulgou hoje o trailer completo da tão aguardada 4ª temporada de The Morning Show, renovando o clima de intriga nos bastidores do jornal matinal que mistura poder, escândalos e manipulação da informação. O teaser destacado por cenas intensas entre Jennifer Aniston e Reese Witherspoon mergulha os espectadores em um universo pós-fusão da UBA e NBN, levantando questões sobre confiança e a manipulação da verdade em meio a deepfakes, teorias da conspiração e crises corporativas.

Com estreia marcada para 17 de setembro de 2025, a temporada terá 10 episódios, lançados semanalmente até 19 de novembro. O trailer pinta um retrato em que a redação se vê refém de novos interesses e perigo num país em tensão, e promete uma escalada dramática na dinâmica entre Alex Levy e Bradley Jackson.

Novos atores, novos conflitos

O elenco retorna com suas forças principais: Jennifer Aniston (Alex Levy), Reese Witherspoon (Bradley Jackson), além de Billy Crudup, Karen Pittman, Greta Lee, entre outros. A grande novidade são os figurões Marion Cotillard e Jeremy Irons, que se juntam à trama já robusta. A chegada de Boyd Holbrook no papel de um podcaster carismático, Brodie amplia o universo midiático apresentado na série.

A fusão entre UBA e NBN, agora oficializada, deve ser o eixo dramático da temporada. As primeiras imagens mostram corredores e estúdios tensionados, evidenciando um embate ideológico, jurídico e corporativo sobre quem dita a narrativa jornalística.


Trailer da nova temporada de The Morning Show, disponível na AppleTv+ (Vídeo: reprodução/YouTube/Apple TV)


Enredo em clima de “guerra informacional”

O trailer sugere uma escalada dramática: com menções a “motivações ocultas”, “cobertura corporativa” e a provocação “em quem confiar?”, a narrativa se afasta dos bastidores para se concentrar nas tentativas da redação de controlar uma verdade que se escapa. O uso de tecnologias como deepfakes e a proliferação de notícias falsas reforçam a sinopse oficial: “um país polarizado” onde a verdade é o bem mais instável.

A presença do FBI na storyline de Bradley, resquício da temporada anterior, pode tornar-se um ponto crítico. O trailer, no entanto, foca em confrontos de poder na liderança da nova rede unificada, apontando um duelo intenso entre Alex e Bradley.

Após a terceira temporada ter sido um sucesso de público e crítica — com 16 indicações ao Emmy e o prêmio de ator coadjuvante para Billy Crudup a quarta temporada chega com pressão para manter o nível. A fusão serve como catalisador para aprofundar dilemas éticos e morais que vêm desde os primórdios da série, agora reforçados pelo novo contexto político e social.

Com produção executiva de nomes como Charlotte Stoudt, Mimi Leder, Aniston e Witherspoon, The Morning Show continua apostando em uma trama combativa e relevante, com ecos da cultura contemporânea e os dilemas do jornalismo num mundo de pós-verdade.

Duna 3 revela imagem registrada por Denis Villeneuve

A conta oficial da franquia Duna divulgou nas redes sociais, nesta terça-feira (8), a primeira imagem dos bastidores do terceiro filme da saga. O registro foi feito pelo próprio diretor Denis Villeneuve, em comemoração ao início das filmagens do novo capítulo da história, que ainda não possui título oficial divulgado.

A imagem traz o cenário do deserto durante o pôr do sol, evocando o estilo visual característico do planeta Arrakis. A legenda da postagem inclui a frase “…em uma jornada para aquela terra onde caminhamos sem deixar pegadas”, trecho extraído de Messias de Duna, segundo livro da série escrita por Frank Herbert. A citação chamou a atenção dos fãs, que reconhecem nela um indicativo da direção narrativa que o terceiro filme pode tomar.

Elenco estrelado e novos personagens se unem à trama

Sob direção de Denis Villeneuve, a franquia Duna adapta para os cinemas uma das maiores obras da ficção científica. O elenco já conta com nomes como Timothée Chalamet, Zendaya, Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Javier Bardem, Josh Brolin, Dave Bautista e Stellan Skarsgård.


Registro em comemoração ao inicio das filmagens de Duna 3 (Foto: reprodução/X/@dunemovie)

O terceiro filme promete continuar a saga política, espiritual e épica que conquistou o público e a crítica. Além dos veteranos, nomes como Christopher Walken, Florence Pugh, Léa Seydoux, Austin Butler, Souheila Yacoub e Anya Taylor-Joy se juntam ao elenco.

Saga Duna

A trama de Duna acompanha a trajetória da família Atreides, enviada ao planeta desértico Arrakis para comandar a produção da valiosa especiaria, melange uma substância rara que possibilita desde viagens interestelares até habilidades mentais extraordinárias.

Em Duna: Parte Dois, Paul Atreides (Timothée Chalamet) luta para sobreviver ao lado do povo Fremen, desenvolvendo dons de clarividência enquanto se envolve com Chani (Zendaya). Unindo-se aos nativos, ele lidera uma jornada de vingança contra o Imperador e a Casa Harkonnen, responsáveis pela queda de sua família. Atualmente, Duna: Parte Um e Duna: Parte Dois estão disponíveis para streaming na plataforma Max.

Barbie prepara o quarto extra: Sydney Sweeney quer ser sua irmã na sequência

Sydney Sweeney,atriz e produtora americana,que atualmente filma a terceira temporada da série Euphoria (HBO), deu uma entrevista para o famoso portal americano “Bustle”, e ao relembrar um comercial que fez para uma famosa rede de sorvetes e bolos nos EUA, sentiu uma vibe da Barbie dos anos 2000, deixando os fãs alucinados com uma possível participação na sequência como irmã da icônica boneca, que se transformou no símbolo da cultura pop e da moda.

Nostalgia adolescente

Encarando a correria entre sua agenda habitual e as gravações da terceira temporada da série Euphoria (HBO), após hiato de 4 anos desde o encerramento da 2ª temporada, Sweeney revelou estar muito feliz pelo retorno, demonstrando uma enorme satisfação ao reencontrar pessoas que trabalharam tanto na 1ª, quanto na 2ª temporada e que se tornaram quase que uma família para ela, quando iniciou essa jornada aos 20 anos de idade.

Além de falar um pouco sobre a próxima jornada de Cassie, sua personagem na série de Sam Levinson, que aborda dramas adolescentes de estudantes do ensino médio, relacionados às drogas, sexo, amizades, traumas bullying, aceitação, a qual denominou “alucinante, devido às reviravoltas de sua vida”, a atriz, muito saudosista, relembrou, segundo suas próprias palavras, um dos momentos mais felizes de sua vida, quando gravou um comercial para uma rede de sorvetes e bolos nos EUA, em que ela tinha que fazer o “enorme sacrifício” de degustar diversos sabores de sorvete.

Esta, literalmente “doce lembrança” a fez sentir uma vibe da boneca Barbie dos anos 2000, e ao ser questionada se faria uma participação na sequência do longa, especialmente sendo irmã da icônica boneca, disse:

“Eu teria que ler um roteiro, mas sou um grande fã de Margot [Robbie], então não me oporia a isso.”


Atriz Sydney Sweeney (Foto: reprodução/Instagram/@sydney_sweeney)


Outros trabalhos  

Antes de retornar à Euphoria, a “futura irmã de Barbie” atuou em um filme biográfico, que conta a história de Christy Martin, uma ex-boxeadora americana, atualmente analista de boxe e palestrante motivacional, e comentou ter ficado bastante impressionada com a perseverança de Christy, e de quem ela é como mulher, finalizando que interpretar alguém como ela, com tantas camadas e profundidade é o sonho de qualquer atriz.

Já em seu novo longa, Eden, a atriz interpreta a personagem Margret Wittmer, nas décadas de 1930 e 1940, uma mulher real, que deixou a Alemanha e foi para uma ilha deserta em Galápagos para sobreviver.

No início de 2026, será a vez de dar vida a Kim Novak, uma atriz que se aposentou, mas foi estrela de Vertigo, suspense do renomado diretor Alfred Hitchcock em 1958, Oscar de Melhor Diretor de Arte.

[Crítica] “Jurassic World: Recomeço” tenta abraçar enredos clássicos de forma atual

Com a estreia de “Jurassic World: Recomeço” nesta quinta-feira (3), os cinemas brasileiros foram infestados por fãs de longa data desta saga clássica. Assim, com suas 2h14 de duração, a obra dirigida por Gareth Edwards e roteirizada por David Koepp, prometeu uma melhora dos efeitos especiais com o avanço do CGI e novos dinossauros propostos. No entanto, o apelo à nostalgia dos fãs ficou nítido a cada frame do longa e com o uso da trilha sonora nostálgica de Jurassic Park, composta por John Williams.

Clássicos da franquia de Jurassic World

Cinco anos após “Jurassic World: Domínio”, onde nos despedimos dos protagonistas interpretados por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e por Bryce Dallas (“Histórias Cruzadas”), adentramos em uma nova era em que dinossauros coexistem com a humanidade no dia a dia. Sendo assim, na nova proposta de Edwards e Koepp somos apresentados a um mundo em que um saurópode fica “encalhado” no meio da rua e atrapalha o trânsito de Nova York, algo que é já naturalizado no cotidiano de uma sociedade que aparentemente odeia os animais “pré-históricos”.

No entanto, surge Martin Krabs (Rupert Friend), um agente contratado por uma grande empresa para entrar em contato com uma militar especialista em caçar dinossauros. Consequentemente, conhecemos Zora Bennett, interpretada por Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), que aceita a proposta de ir até uma ilha remota no litoral do Equador, quase que imediatamente, após ser convencida por uma quantia significativa e a esperança de salvar a humanidade. Ademais, um paleontólogo civil, que trabalha em um museu falido, entra na equipe com a promessa de realizar o sonho de estar realmente de frente com uma dessas feras magníficas em seus habitats “naturais”.


–Equipe de “Jurassic World: Recomeço” relata experiência das filmagens (Vídeo: reprodução/Instagram/@universalpicsbr)


Portanto, unidos aos companheiros de Zora, eles colocam a vida em risco em uma jornada típica pela “salvação da humanidade”. Porém, os planos de Krabs são frustrados e os aliados precisam desviar o percurso quando tomam a decisão de atender o pedido de socorro de uma família. Enquanto isso, somos apresentados a Ruben Delgado (Manuel Garcia-Ruffo), Isabella Delgado (Audrina Miranda), Teresa Delgado (Luna Blaise) e Xavier Dobbs (David Iacono) que viajam juntos em família para realizar o sonho do patriarca de cruzar o atlântico com as herdeiras e o genro. Sonho esse, que em um universo infestado por dinossauros tem tudo para dar errado.

Clichê com crianças e dinossauros

Desde o clássico Jurassic Park ao atual Jurassic World, o telespectador se confunde com a sensação de que todo filme da franquia aborda uma temática familiar e que em quase toda trama, as crianças sempre irão lutar pela sobrevivência e terão que suportar as consequências depois de uma experiência traumática causada pelos próprios responsáveis. Desse modo, a proposta atual não foge muito da essência de “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” de 1993, onde conhecemos as primeiras crianças da franquia que são apresentadas como Lex (Ariana Richards) e Tim Murphy (Joseph Mazzello), netos de John Hammond. E há dez anos, em “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” houve o primeiro e único contato com os irmãos Zach (Nick Robinson) e Grey (Ty Simpkins), sobrinhos de Claire Dearing. Para, em seguida, Isabella Sermon viver Maisie Lockwood nas sequências de “Jurassic World: Reino Ameaçado” e “Jurassic World: Domínio”.

Consequentemente, a produção demonstra que ainda segue com a ideia de se diferenciar da essência do livro, que aborda a temática dos dinossauros de forma mais sombria e adulta. Então, quando a família Delgado surgiu na telona, não foi surpresa para muitos que haveria alguma dinâmica de superação e confiança ou que a caçula que odiava os animais acabaria fazendo algum “amiguinho” pelo caminho na tentativa de suavizar o enredo para que se tornasse acessível para o público em geral.

Além da clássica família de férias que acaba em uma ilha cheia de animais mortíferos, o admirador da obra também se depara com a chegada de Dolores, uma pequena triceratops bípede que é a principal responsável por arrancar risadas do público. Em contrapartida, a atuação da jovem Audrina Miranda (“The Phoenix”) enriquece a personagem infantil ao passo que a atriz mirim consegue transmitir o medo real da jovem Isabella Delgado, de perder seu pai, interpretado por Manuel Garcia-Ruffo (“Pedro Páramo”) e sua irmã mais velha, vivida por Luna Blaise (“Manifest”). Inclusive, sua interação com David Iacono (“O Verão que mudou minha vida”) que viveu o inicialmente relaxado Xavier Dobbs, surpreendeu o telespectador com as interações leves, naturais e comuns do cotidiano de uma família com um novo membro.

Investimento no horror

Buscando uma aproximação maior do livro escrito por Michael Crichton em 1990, Jurassic World 4 nos trouxe uma perspectiva mais aterrorizante e uma aposta suave no suspense principalmente durante as cenas finais onde a neblina aumenta a dramaticidade da cena e arranca suspiros de aflição da platéia. Além disso, a nova trama abrange de forma mais “monstruosa” os testes genéticos realizados pela indústria fictícia “In Gen”, criada por John Hammond e Benjamin Lockwood, assim, essa nova narrativa poupa o clássico T-Rex (que marcou sua presença) do papel de vilão principal. Desta vez, a criatura pré-histórica apareceu mais como um animal em seu habitat de caça, onde os dirigentes grandiosamente resolveram trabalhar uma curiosidade pouco comentada sobre a espécie: supostamente os tiranossauros eram excelentes nadadores.


Segundo trailer oficial de “Jurassic World: Recomeço” (Vídeo: reprodução/YouTube/Universal Pictures Brasil)

Além da preocupação da equipe de tentar transmitir uma naturalidade nos gestos comportamentais dos animais, foi possível captar o avanço da tecnologia e o cuidado em tentar transmitir uma pele mais real o possível, como na cena em que o doutor Henry Loomis (Eterno “Anthony Bridgerton”) acaricia a perna de um Braquiossauro. Assim, a sensação de um perigo maior se aproximando foi possível juntamente com a fotografia impecável que ajudou a transmitir as nuances dramáticas e assustadoras da obra. Porém, como no início da sessão às luzes vermelhas ganharam destaque na face monstruosa de uma mutação genética entre um T-rex e outras criaturas, o público assustado teve a certeza de que o final do filme contaria com alguma cena onde algum dos heróis precisaria erguer um sinalizador vermelho para escapar, assim como Claire Dearing fez no primeiro filme da continuação de Jurassic Park.

Em resumo, a criatura final cumpriu seu papel de parecer uma fera mais cruel que o aposentado T-Rex. Mas, o enredo entregou uma narrativa previsível e aconchegante —clássica de um filme genérico de ação para uma família assistir em uma tarde chuvosa. Sendo assim, “Jurassic World: Recomeço” não fugiu das demais tramas da extensa franquia de sete filmes, pelo contrário, decidiu abraçar a trajetória já contada a décadas e escolheu uma forma nostálgica para pedir permissão ao público para abrir espaço para uma nova cadeia de histórias.