Veja as principais notícias e manchetes do Brasil e no Mundo hoje. Textos feitos por especialistas e assista a vídeos de Política, Celebridades e mais.
Após inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), realizada na última sexta-feira (05), a empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais LTDA teve mais de 30 produtos interditados, ficando proibida a fabricação, comercialização e uso dos mesmos, devido ao funcionamento irregular de uma fábrica que apresentava condições insalubres. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
Produtos e lotes
A empresa Ervas Brasillis, que comercializa produtos e suplementos de origem natural, foi alvo da fiscalização da ANVISA, que constatou que os alimentos eram produzidos em local sem as devidas licenças sanitárias e em ambiente impróprio.
Conforme o Decreto-Lei nº 986/1969, artigo 46, empresas que fabriquem ou comercializem qualquer tipo de alimento devem possuir licenças emitidas por órgãos sanitários competentes, sejam eles estaduais, municipais ou do Distrito Federal. A medida publicada no Diário Oficial da União determina a apreensão de todos os lotes e a proibição de fabricação, comercialização, importação ou propaganda de qualquer produto da empresa Ervas Brasillis.
A lista conta com 32 produtos, sendo alguns deles são: Tadala Natural Marca NB Nutrition; Hibisco Marca Ervas Brasil; Óleo de Girassol Ozonizado Marca Ozonlife; Creatina Marca Turbo Black Vitamin; Hibisco Marca Ervas Brasi; Lactoze sem Glúten Marca Turbo Black Vitamin; Graviola – Marca Ervas Brasil; Magnésio Treonato – Marca Turbo Black Vitamin; L-Arginina e Alanina – Marca Turbo Black Vitamin, entre outros.
Suplemento alimentar em pó (Foto: reprodução/ Pinterest / The New York Times )
A empresa
Segundo informações disponíveis na internet, a empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais LTDA possui 17 anos de atuação, tendo sido fundada em 2008 no município de Marataízes, no estado do Espírito Santo. A empresa está sujeita a penalidade de multa conforme prevê a legislação aplicada pela ANVISA, além das proibições já determinadas.
Até o momento, não há informações sobre multas aplicadas ou previsão para a retomada das atividades da empresa em algum possível novo local.
Durante uma entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Ele afirmou que o Brasil está disposto a negociar, mas exigiu respeito às decisões do país. Lula também deixou claro que, se não houver acordo, o governo pode aplicar tarifas equivalentes como resposta.
Segundo Lula, o aumento das tarifas americanas não tem justificativa, já que os EUA têm tido superávit na balança comercial com o Brasil nos últimos anos. Ele criticou diretamente o ex-presidente Donald Trump por querer interferir em assuntos internos do país. “O que o Brasil não aceita é intromissão nas coisas do Brasil. Ele tem o direito de tomar decisão em defesa do país dele, mas com base na verdade”, disse Lula.
Lula quer conciliar comércios com o mercado global
O presidente explicou que o país buscará ajuda da Organização Mundial do Comércio (OMC) e de outras nações para tentar uma solução. Caso isso não funcione, o Brasil usará a chamada Lei da Reciprocidade a partir de 1º de agosto. Ele reforçou que o Brasil não quer conflito com ninguém, mas exige ser tratado com seriedade.
Se tem uma coisa que um governo não pode admitir é a ingerência de um país sobre a soberania de outro. E o mais grave, a intromissão de um presidente de outro país sobre o sistema de justiça brasileiro.
Trecho da entrevista do presidente ao Jornal Nacional (Reprodução/X/@LulaOficial)
Lula também disse que vai conversar com empresários brasileiros que exportam para os EUA para entender os impactos das tarifas e discutir soluções. Ele espera que o setor produtivo apoie o governo na defesa dos interesses do país. E concluiu: “Essa é a hora de a gente mostrar que o Brasil quer ser respeitado no mundo.”
Sobre a reunião dos BRICS
Ao ser questionado se suas falas durante o encontro dos Brics influenciaram Trump, Lula negou e destacou a importância do grupo de países do sul global. Ele disse que o Brasil quer mais autonomia para negociar e que não faz sentido depender apenas do dólar.
Sobre sua visita à ex-presidente argentina Cristina Kirchner, Lula afirmou que se tratou de um gesto humanitário autorizado pela Justiça da Argentina. Para ele, respeitar as instituições de outros países é essencial.
Os processos comerciais entre Brasil e Estados Unidos bateram o recorde desde o início da promulgação das tarifas pelo presidente estadunidense, Donald Trump. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14) pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil).
Conflito tarifário
O fato inusitado ocorreu em um momento em que as tensões globais envolvendo a estrutura comercial entre as nações chegou em seu ápice, com a ascensão da nova política tarifária de Trump para inclusive países aliados aos EUA. O Brasil que possui um histórico muito próximo ao país norte americano, caminhou na contramão ao resto do mundo.
Segundo o “Monitor do Comércio Brasil-EUA”, que é publicado pela Amcham, a medida do comércio alcançou US$20 bilhões entre janeiro e março de 2025. Esse é o maior valor já registrado para esse período desde o início da série histórica, representando um crescimento de 6,6% em comparação ao mesmo trimestre de 2024.
Nós queremos o livre comércio, o multilateralismo e uma relação civilizada entre o mundo. Juntos, nós somos muito fortes.
Presidente Lula comenta sobre politicas tarifarias dos EUA (Vídeo: reprodução/X/@LulaOficial)
Para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), dados sobre as exportações brasileiras para os EUA somaram US$9,65 bilhões no início do ano, ao mesmo tempo em que as importações foram totalizadas como US$10,3 bilhões.
Comércio Brasil e EUA
A concentração do tarifaço de Trump na economia brasileira foi direcionada ao setor do aço e alumínio, dificultando assim a comercialização do produto brasileiro em solo estadunidense. Segundo Herlon Brandão, é possível que a decisão dos EUA de aumentar as tarifas de aço e alumínio, que inclui produtos brasileiros, tenha impactado o resultado da balança comercial de março.
Donald Trump anunciou na semana anterior que as tarifas são direcionadas a nações que, segundo a Casa Branca, “roubam” os EUA em termos comerciais. Os produtos do Brasil foram taxados com a menor taxa, com apenas 10%, diferentemente de países como China, Canadá e Vietnã.
O presidente americano, Donald Trump, anunciou que países terão que pagar um alto valor para a suspensão de tarifas e que as mesmas são uma espécie de “remédio”. A polêmica da aplicação tarifária sobre diversos países marcaram o primeiro final de semana do mês de abril e nesta segunda-feira (7).
Inquietação mundial
O recado tarifário abalou boa parte dos setores econômicos de diversos países ao redor do mundo e também gerou retaliações de países que receberam as tarifas. A China, o qual é a principal nação que disputa o poder hegemônico mundial com os Estados Unidos, anunciou que vai adotar um princípio de reciprocidade econômica.
As ações asiáticas sofreram uma perda considerável, mas isso não abateu Trump, que relatou estar otimista com as ações adotadas. O presidente dos Estados Unidos disse que vários líderes europeus e asiáticos o procuraram tentando reverter sua decisão e negociar as questões tarifárias com a economia norte-americana.
Ainda fica a dúvida para diversos setores do mercado financeiro internacional sobre a permanência das tarifas, podendo ser medidas temporárias ou uma nova forma de regime. Assessores econômicos de Trump buscaram apresentar as novas medidas como uma reorganização do planejamento comercial global, encabeçada pelos Estados Unidos.
Scott Bessent, secretário do Tesouro do governo Trump, relatou que cerca de 50 países iniciaram negociações com os Estados Unidos desde a entrevista da última quarta-feira (2). Também foi anunciado que as tarifas ficarão em vigor por “dias e semanas”, mantendo assim a dúvida sobre o futuro do comércio mundial.
Donald Trump faz anúncio sobre tarifas (Vídeo: reprodução/X/ @factpostnews)
Ilhas com tarifas
Mas as novas ações econômicas aplicadas pelo governo de Trump não só abalaram a estrutura econômica, como também gerou curiosidades em determinados territórios tarifados. É o caso das Ilhas Heard e McDonald, território australiano que fica entre Madagascar e a Antártica, não possuindo habitantes humanos, mas apenas a fauna local como leões-marinhos e aves aquáticas.
Após mudança estabelecida em publicação do Diário Oficial da União, a partir de hoje, segunda-feira (31), os preços dos remédios terão seu preço máximo reajustado.
O preço definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) servirá como um limite máximo para reajustes em toda a indústria farmacêutica.
Dever dos comerciantes
A depender do nível, os comerciantes podem definir os preços da seguinte maneira:
Nível 1: 5,06% ;
Nível 2: 3,83% ;
Nível 3: 2,60%.
Para a validação, é necessária a apresentação do Relatório de Comercialização, obrigatório para todas as empresas que possuem registro de medicamentos.
O relatório deve incluir informações sobre faturamento e volume de vendas. Se não for enviado, estiver incompleto, apresentar inconsistências ou for entregue após o prazo, as empresas poderão ser penalizadas.
Além disso, as empresas que têm medicamentos registrados devem publicar os preços de seus produtos de forma ampla em veículos de mídia especializados e de grande alcance. Também devem disponibilizar, aos consumidores e aos órgãos de defesa do consumidor, listas atualizadas com os preços dos medicamentos.
Indústria farmacêutica terá impacto pelo aumento do preços. (Foto: Reprodução/ Clinimed)
Todos os anos, a CMED estabelece limites para o reajuste dos preços dos medicamentos, considerando alguns fatores, como a inflação. No entanto, esse aumento não ocorre automaticamente, pois depende de diversos critérios.
Cabe ao fornecedor definir o preço de cada medicamento comercializado, desde que respeite os limites legais e leve em conta a concorrência no mercado.
Segundo a Anvisa, o reajuste anual dos medicamentos é uma medida para evitar aumentos excessivos e proteger os consumidores.
Impacto imprevisível
A concorrência entre as farmácias e a disponibilidade de estoque dos produtos influenciam para que o reajuste médio fique abaixo do limite estabelecido pela CMED. Isso significa que o aumento pode levar mais tempo para impactar o consumidor.
Segundo o presidente da Sindusfarma, Nelson Mussolini, o reajuste dos preços pode levar meses ou até mesmo não ocorrer, dependendo da reposição dos estoques e das estratégias adotadas pelos estabelecimentos comerciais.
Por isso, é de suma importância que o consumidor pesquise nas farmácias pelas melhores ofertas dos remédios prescritos.
Nesta segunda-feira(11), o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de comércio exterior (Camex), tomou a decisão de fazer uma redução dos impostos na importação dos medicamentos, que costumam ser utilizados no tratamento de tipos de Câncer, além disso, também efetuaram uma redução em alguns produtos que costumam ser utilizados para o enfrentamento contra vários tipos de Cânceres, ainda reduziram para remédios usados para tratamento com outras doenças, essas medidas estão sendo tomadas para poder ajudar um acesso mais amplo ao público para esses tratamentos.
Produtos
A decisão foi referente a 13 produtos, sendo eles em sua grande maioria utilizados em tratamentos contra vários tipos de câncer. Os objetos que tiveram a redução foram os seguintes: insumos usados na produção de luvas médicas, insumos usados nas pás eólicas, insumos para pneus, defensivos agrícolas, lentes de contato hidrogel, e filmes utilizados em radiografias. Conforme o Camex, foi necessário o aumento de tarifas para os insumos de vidro, para poder ajudar no aumento de empregos do Brasil.
Brasileira que esta enfrentando o Câncer na foto lendo livro(Foto: reprodução/ Fg Trade/ Getty Images Embed)
Aumentos
Houve alteração de alíquotas em alguns produtos, sendo eles o vidro, que saiu de 9% para 16,2% e depois subiu um pouco mais para 25%. Já os insumos de painéis solares estavam em 9,6% e foram também para 25%. Após essas medidas serem postadas no Diário Oficial da União, estarão entrando em vigor, e a partir dai começaram a ser utilizadas. Os produtos que tiveram seus impostos reduzidos a zero costumavam variar entre 3.6% a 18%.
Redução de impostos
Conforme o informado pelo Ministério, houve mais reduções de impostos para 226 objetos, sendo do código NCM (Nomenclatura comum do Mercosul), e ocorreu também para 202 produtos que costumam ter ausência de produção.
Medidas começarão a valer após publicação no diário oficial, que ocorrera em breve
Os moradores da região do centro da cidade de São Paulo viveram momentos de incerteza nesta segunda-feira (18) após diversos bairros permanecerem por quase 10 horas sem energia elétrica, e por volta de 35 mil moradores e comerciantes locais sofrerem o impacto da falta de luz. As informações são do diretor de operações da Enel, Márcio Jardim.
A origem do problema
Segundo a concessionária Enel, o problema que se iniciou por volta das 10 horas da manhã deu-se origem por “uma escavação realizada pela Sabesp na região central de São Paulo atingiu acidentalmente cabos da rede subterrânea da distribuidora, e causou a interrupção da energia“. A Sabesp, no entanto, nega que a obra tenha atingido a rede elétrica e seja o pivô da quebra de fornecimento.
Em nota, a Enel se manifestou a respeito.
“A Enel Distribuição São Paulo informa que restabeleceu a energia para 70% dos clientes afetados nos bairros de Higienópolis, Bela Vista, Cerqueira César, Santa Cecília e Vila Buarque. A distribuidora esclarece que uma escavação realizada pela Sabesp na região central de São Paulo atingiu acidentalmente cabos da rede subterrânea da distribuidora, e causou a interrupção da energia por volta das 10h30 desta segunda-feira (18). De imediato, a companhia deslocou equipes de técnicos e eletricistas ao local para identificar a causa e realizar o reparo da rede. Em paralelo, a Enel disponibilizou geradores para atender um hospital e outros clientes prioritários. Em função das características envolvendo a rede subterrânea que atende aquela região, as equipes da distribuidora atuaram em parceria com a Sabesp durante toda a tarde”.
Já a Sabesp afirmou que a situação está sendo investigada e que a “avaliação preliminar constatou que as obras de manutenção e ligação dos ramais de esgoto não danificaram a rede elétrica subterrânea. A escavação foi feita manualmente, a partir das 11h, sem deslocamento da fiação“.
Transtornos na saúde
A interrupção no fornecimento de energia gerou transtornos na região central. Hospitais, residências e lojas enfrentaram o calor excessivo que acomete todo o estado sem energia, o que gerou ainda mais desconforto.
Pacientes que necessitavam de atendimento médico precisaram esperar, como foi o caso de Jane Aparecida, dona de casa que necessitava de atendimento ortopédico na Santa Casa, entretanto, não conseguiu. Em entrevista ao G1, ela contou que não havia atendimento, apenas preenchimento de fichas e ninguém era chamado. Jane ainda destacou que os banheiros estavam sujos, sem papel higiênico ou sabão. “Um verdadeiro caos“, pontuou Jane.
Para quem precisava de hemodiálise não foi diferente. Ao lado do Cemitério da Consolação, pacientes com doenças renais crônicas ficaram em espera, aguardando o retorno da energia. A espera gerou preocupação e também revolta.
“Eu estou esperando por uma questão de não desobedecer. Por mim, já tinha ido embora, sei que não vai voltar. Você acha que a Enel vai dizer ‘O coitadinho está lá sem fazer a hemodiálise dele’? Não, não…”, contou o entrevistado Luis Cenise, enquanto aguardava o atendimento para realização do tratamento.
Pacientes de quimioterapia do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo foram instruídos a retornarem para casa, uma vez que o atendimento estava impossibilitado. Entrevistados pelo G1 contavam com incerteza qual seria a data do retorno, que poderia ser na terça-feira (19) ou quarta-feira (20).
Quanto ao Hospital Santa Isabel, localizado em Higienópolis, operou apenas com atendimentos essenciais, garantidos por geradores básicos de energia. Higienópolis também ficou sem atividade nos semáforos.
Contatos pela TV Globo, a Santa Casa comunicou que remarcou os atendimentos de pacientes ambulatoriais e que as áreas de internação e emergência foram supridas por geradores básicos. Já o Hospital Santa Isabel e o Instituto do Câncer Dr. Arnaldo não retornaram o contato.
Em meio ao apagão, elevadores e demais meios de locomoção elétricas residenciais e comerciais não funcionaram, gerando situações desconfortáveis, como Dona Berenice, de 74 anos e residente da Vila Buarque, recém-operada, que precisou subir nove andares do prédio onde mora para conseguir acessar seu apartamento.
Comércio atingido
Não diferente da saúde, a área comercial também se viu na linha de danos causados pela quebra no fornecimento de energia elétrica.
O reflexo da falta de energia foi visível em ambas as áreas, uma vez que em frente a Santa Casa, um restaurante não preparou nem metade do consumo diário, que servia em média até 120 refeições e, nesta segunda-feira (18), não chegou a 30. José Carlos, gerente do local, ao contatar a Enel foi informado que o retorno não estava previsto.
“Os freezers, os sorvetes vão estragar, fora as mercadorias que estão lá em cima. Tem de R$ 700 a R$ 1 mil de sorvete. Vai perder tudo, chegou hoje”, relatou ele ao G1, contabilizando parte dos danos que eram previstos para o dia de calor, com temperaturas acima dos 35°c.
Mesmo em comércios que não dependem exclusivamente da energia elétrica também houve danos ao faturamento, como relata Claudinei Schiassi, dono de uma livraria. Ele conta que o prejuízo é online, uma vez que faz vendas através do serviço de market place e pode ser penalizado por atrasos e não emissão de notas fiscais.
“Nós temos as penalidades pelos marketplaces. A gente atende as vendas online, tem um prazo pra entregar. A gente não consegue emitir nota e não consegue entregar, então vou ser penalizado amanhã por esse atraso, né. Algumas penalidades a gente fica uma semana sem poder vender. Por uma falha que não é nossa, né”, lamentou.
Já na banca de jornais do Paulo Cardoso, a reclamação é quanto à qualidade dos serviços.
“Tá tudo descongelado. No escuro, eu vou ter que fechar mais cedo. Desde as 10h30 da manhã. A gente paga energia tão cara. Se ficar um dia sem pagar, eles já mandam mensagem, fazem a maior palhaçada. Na hora de prestar o serviço pra gente, a gente tá assim. Eu estou na escuridão e tenho que fechar”, contou em entrevista ao G1.
Nas redes sociais, a comoção foi generalizada por quem frequenta ou reside na área de apagão.
Através do ‘x’, internauta comenta a cerca do apagão (reprodução/x/@valeria_jurado6)
Usando as redes, principalmente o ‘X’ (antigo Twitter), os internautas deixavam evidente a insatisfação.
Nas redes socais. a conta da enel se tornou alvo de diversas reclamações quanto ao ocorrido (reprodução/Instagram/@enelbrasil)
As empresa ainda não se manifestou através das redes socais, deixando os internautas sem resposta.
A gigante do comércio eletrônico Shein anunciou um plano ambicioso para expandir seu marketplace no Brasil. Com a meta de atingir dois mil vendedores até o final de março, a empresa planeja iniciar sua expansão pelo Rio de Janeiro. Essa estratégia representa uma mudança significativa desde o lançamento do marketplace em abril de 2023, quando inicialmente se concentrava apenas na Grande São Paulo.
Plataforma conta com 15 mil vendedores
Atualmente, a plataforma já conta com 15 mil vendedores cadastrados, representando 55% das vendas totais da empresa. O diretor de marketplace da Shein, Raul Jacob, destacou um aumento de 50% no número de lojistas em apenas três meses, indicando uma demanda crescente no mercado brasileiro.
Para facilitar essa expansão, a Shein oferecerá suporte logístico e estratégico aos vendedores regionais, atuando como intermediária entre eles e os clientes. O Rio de Janeiro será a primeira região contemplada, onde aproximadamente 500 vendedores já estão cadastrados. A meta é dobrar esse número até o final de março, abrangendo 14 cidades estratégicas, incluindo Niterói, Duque de Caxias, São Gonçalo e Petrópolis.
Vendedores serão avaliados
Os vendedores interessados passarão por uma avaliação de qualificação antes de serem certificados para operar na plataforma da Shein. Os critérios incluem a necessidade de possuir um CNPJ ativo, conformidade com a legislação tributária brasileira e oferta de produtos verificados que respeitem os direitos de propriedade intelectual.
Pacote da Shein (Foto: reprodução/Tudo Celular)
Com essa iniciativa, a Shein busca proporcionar uma maior variedade de produtos aos consumidores, acelerar as entregas e apoiar a economia local. Além do Rio de Janeiro, a empresa planeja expandir para outros estados brasileiros nos próximos anos, visando alcançar 85% das vendas locais até o final de 2026.
Sobre a Shein
A Shein é uma das principais empresas de comércio eletrônico de moda do mundo, conhecida por sua vasta gama de roupas, acessórios e produtos de beleza a preços acessíveis. Fundada em 2008 na China, a Shein cresceu rapidamente e se tornou uma marca globalmente reconhecida, com uma presença significativa em diversos países ao redor do mundo
Uma das características distintivas da Shein é a sua abordagem rápida às tendências da moda. A empresa lança novos produtos diariamente, mantendo-se atualizada com as últimas tendências e estilos. Além disso, a Shein é conhecida por sua vasta variedade de opções, oferecendo desde roupas casuais até peças de moda praia, roupas de festa e itens de beleza.
A plataforma de compras da Shein é altamente acessível e fácil de usar, com uma interface intuitiva que permite aos clientes navegarem e fazerem compras de forma conveniente. Além disso, a empresa investe em tecnologia para melhorar a experiência do usuário, oferecendo recursos como recomendações personalizadas e um sistema de avaliações de produtos.