SZA fala sobre novo álbum e comenta polêmicas com rappers

Nesta quinta-feira (6), a revista GQ publicou uma entrevista com a cantora e compositora SZA, na qual ela conversou sobre os bastidores de seu novo álbum, seu processo criativo e polêmicas envolvendo os rappers Kendrick Lamar, Drake e Nicki Minaj.

Novo projeto está nas fases iniciais

Em uma entrevista dada em seu estúdio de gravação, SZA fala sobre seu sucesso no ano de 2025. Ela afirma que este momento parece o “ápice de tudo” pelo que trabalhou ao longo do ano. Desde o Super Bowl deste ano, a cantora está em uma crescente, com o término de sua primeira turnê internacional, sua estreia nos cinemas e o sucesso de um single que permaneceu por 13 semanas no topo da Billboard Top 100.

Segundo a cantora, ela errou em não tirar um tempo para descansar: “Não sei por que estou de volta ao estúdio fazendo um álbum completamente novo, fazendo um monte de coisas. Passando dias fora de casa. Me sinto tão exausta”, afirmou.


SZA em ensaio fotográfico para a GQ (Vídeo: reprodução/Instagram/@gq)


A artista também comentou sobre seu novo álbum, que está nas fases iniciais de produção. Com três faixas finalizadas – “Passenger Princess”, “Burgers” e “Yearner” – o projeto não tem data de lançamento fixada, e pode nem mesmo sair em 2026.

Sobre seu processo de criação, a cantora-compositora revela que se reúne no estúdio com pessoas como Steve Lacy e incentiva os presentes a escreverem palavras em um pedaço de papel. Em seguida, as palavras são colocadas em um chapéu e depois são sorteadas, definindo um título e conceito para as faixas. Segundo a cantora, os resultados são “incríveis”.

Envolvimento involuntário em polêmicas

A cantora também falou sobre o fato de seu nome estar envolvido em polêmicas em dois episódios diferentes: com Kendrick Lamar e Drake, e com Nicki Minaj. Kendrick e Drake estão envolvidos em uma rivalidade pública que se intensificou no ano passado, quando ambos começaram a lançar diss-tracks (músicas de ataque) um sobre o outro.

SZA, que possui vínculo com os dois artistas, manteve a faixa “Rich Baby Daddy”, de Drake, em seu repertório durante a turnê Grand National, com Kendrick Lamar. “Não sei por que eu não estaria celebrando algo que eu adorei”, afirmou a cantora.

Ela continuou, afirmando que a briga é entre dois homens adultos e que preferiu não se intrometer: “Obviamente, adoro o Kendrick, somos da mesma família na TDE, e conheço o Drake há muito tempo. É sempre uma pena quando o pior acontece”, disse.


Capa da GQ com SZA (Foto: reprodução/Instagram/@gq)


Já sobre Nicki Minaj, SZA foi um dos alvos mais aleatórios da rapper, que sempre está envolvida em alguma discussão. Segundo Minaj, SZA teria contribuído de forma questionável ao disco de Beyoncé. A cantora, no entanto, afirma que não conhece Nicki Minaj e que não há uma história entre elas que justifique tal ataque.

Encerrando a entrevista, SZA reforça que está focada em seguir seu próprio caminho, equilibrando o auge da carreira com o desejo de se reconectar ao processo criativo de forma mais leve e autêntica. 

Mesmo cercada por especulações e disputas entre outros artistas, a cantora mostra maturidade ao se manter distante das polêmicas e centrada em sua arte — reafirmando que sua prioridade, neste momento, é a música e o crescimento pessoal que ela traz.

Drake lança seu primeiro eau de parfum, o Summer Mink

O lançamento acontece em um momento especial da carreira de Drake. Após apostar no mercado de fragrâncias com um óleo perfumado e uma linha de velas aromáticas, Drake agora avança ainda mais no universo da perfumaria. O cantor canadense lança nesta sexta-feira (25) o Summer Mink, seu primeiro eau de parfum pela Better World Fragrance House, marca criada por ele em 2020.

Consolidado como um dos maiores nomes do rap e do pop mundial, o artista tem ampliado seus projetos além da música, investindo fortemente em moda, lifestyle e beleza. A criação do seu próprio selo de fragrâncias reflete essa fase de expansão de sua marca pessoal para outros mercados de alto padrão.

Fragrância combina contrastes e assinatura de peso

O Summer Mink aposta em contrastes: frescor e calor, leveza e profundidade. A criação é assinada por Michael Carby, mesmo perfumista por trás do Carby Musk. A fragrância traz notas de saída cítricas e especiadas, um corpo floral e um fundo amadeirado e cremoso.


frasco do eau de parfum, Summer Mink (Fotos: reprodução Instagram/@champagnepapi)

O design do frasco também reflete essa dualidade, misturando formas orgânicas com uma base geométrica, em uma estética sofisticada e moderna. A ideia é oferecer uma experiência sensorial completa, que dialoga tanto com a imagem pública de Drake quanto com sua essência pessoal.

Summer Mink marca estreia na Ulta Beauty

O lançamento marca a entrada definitiva da Better World Fragrance House no segmento de perfumaria de prestígio. Além disso, o Summer Mink será o primeiro perfume masculino assinado por uma celebridade a integrar o portfólio da Ulta. Ulta Beauty é uma das maiores redes de cosméticos e beleza dos Estados Unidos. A empresa é conhecida por oferecer uma curadoria que vai de marcas acessíveis a nomes de prestígio, o que posiciona o perfume de Drake entre produtos de luxo, como os da Diptyque.


Eau de parfum, Summer Mink (Foto: reprodução Instagram/@champagnepapi)

O perfume chega ao mercado com distribuição inicial exclusiva pela rede Ulta Beauty, nos Estados Unidos, ao preço de US$ 148 por 50 ml, o que, convertidos para reais, com a cotação média atual de aproximadamente R$ 5,77, dá cerca de R$ 854,00.

Drake vence parcialmente processo contra Kendrick Lamar e Universal Music

Em janeiro deste ano, o rapper Drake processou Kendrick Lamar e a Universal Music (UMG) por difamação, mediante às mentiras contadas em “Not Like Us”, e hoje ele venceu o processo parcialmente. Segundo o rapper canadense, a produtora auxiliou na criação da música, a fim de que se tornasse um hit viral e espalhasse inúmeras mentiras sobre si.

Processo movido por Drake

Nesta quarta-feira (02), o Hollywood Reporter contou os detalhes do caso, narrando que o rapper acusou a gravadora de divulgar uma música que diz, falsamente, que ele é um pedófilo criminoso, além de insinuar que seja feita justiça com as próprias mãos. É dito também que o sucesso da música foi alavancado por sua rivalidade com Lamar de maneira antinatural.

Na ação por difamação, a juíza permitiu que o canadense tenha acesso aos documentos de contrato da UMG. Assim, Drake uniu as cópias do contrato da música que a produtora chama de “altamente sensíveis comercialmente”.

Alguns trechos de “Not Like Us” criticam o canadense, como dizer que ele tratava mal a ex-tenista Serena Williams quando namoravam, fora chamá-lo de pedófilo. Em documentos do processo, Drake declara que a Universal estava ciente das mentiras na letra de Lamar, mas seguiu em frente com o lançamento, “continuando a botar lenha na fogueira”, pois sabia que a controvérsia geraria muito lucro.

A música foi um sucesso assim que foi lançada, apresentando claramente a desavença entre os rappers e, fora sua popularidade mundo afora, garantiu a Lamar cinco Grammys.


“Not Like Us” é cantada em coro durante o Super Bowl de 2025 (Vídeo: reprodução/X/@bchartsnet)

Acesso a documentos confidenciais

Dada a vitória parcial de Drake, o processo foi atualizado, e agora ele tem acesso a documentos confidenciais da empresa. Assim, sua equipe pediu todos os contratos entre Kendrick e a Universal Music, bem como os documentos sobre a estrutura de remuneração executiva e os planos de incentivo anuais de 2020 a 2025.

Segundo Mark Gottilieb, advogado responsável pela defesa do canadense, este é o momento da verdade, e de descobrir o que a UMG estava tentando esconder, algo pelo qual Mark está bem ansioso.

Kendrick Lamar retorna ao topo do Spotify Global com “Not Like Us”

As últimas duas semanas foram incríveis para Kendrick Lamar. Na semana passada, durante a última edição do Grammy, ele levou cinco prêmios, incluindo o de Canção do Ano, por seu hit “Not Like Us”. Já no último domingo, dia 8, o rapper roubou a cena no show do intervalo do Super Bowl.

Devido aos triunfos, Kendrick voltou ao 1º lugar do Spotify Global com sua faixa polêmica, na qual critica duramente outro rapper famoso, Drake.

Grammy 2025

No mundo da música, as alfinetadas entre artistas não são novidades, mas Kendrick Lamar se destacou por ser o primeiro a ser premiado por músicas desse calibre. Com cinco prêmios, incluindo o de Canção do Ano, o rapper consolidou sua posição no topo da indústria.

Na plateia, estava Taylor Swift, famosa por suas letras que alfinetam outras celebridades. Ela se levantou para brindar a vitória de Kendrick, com quem já colaborou na faixa “Bad Blood”, lançada em seu álbum “Reputation”.

Na época, os fãs especularam que “Bad Blood” fosse uma alfinetada em Katy Perry, acrescentando um capítulo à antiga desavença entre as duas divas pop. Uma relação controversa que, ao contrário da rivalidade entre Lamar e Drake, acabou resolvida.


Taylor Swift comemorando a vitória de Kendrick Lamar no Grammys 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@variety)

Super Bowl 2025

O tão aguardado show do intervalo do Super Bowl 2025 teve como anfitrião Kendrick Lamar, que fez história com uma performance inesquecível. Atravessando sua carreira com grandes hits, desde sua colaboração com SZA até o icônico “HUMBLE”, de 2017, o rapper entregou um espetáculo que superou todas as expectativas.

O evento foi ainda mais esperado após o sucesso estrondoso de Kendrick Lamar no Grammy, e ele não decepcionou. Durante sua apresentação, o rapper não deixou de alfinetar Drake, trocando sorrisinhos após mencionar seu nome na música “Not Like Us”, que faz fortes acusações ao rival, principalmente por má conduta sexual.

Além disso, outro aspecto bastante comentado de sua performance foi o look escolhido. O rapper usou uma calça jeans bootcut, que gerou muitos comentários nas redes sociais e até foi apontada como uma possível próxima tendência.


Kendrick Lamar performando “Not Like Us” no Super Bowl 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@nfl)


Em apenas 13 minutos de show, Kendrick Lamar entregou uma das performances mais comentadas e inesquecíveis da história do Super Bowl.

O impacto avassalador do espetáculo e da premiação nas últimas duas semanas não apenas consolidou seu grande hit de 2024, mas também o transpassou para 2025, impulsionando sua volta ao topo das paradas musicais.

Philadelphia Eagles domina Chiefs e leva o bicampeonato da NFL

O tricampeonato consecutivo no Super Bowl se mostrou inalcançável logo no primeiro tempo para os Chiefs. O time de Patrick Mahomes tentou, mas viu suas esperanças destruídas pelo Philadelphia Eagles. A equipe vingou a derrota sofrida há dois anos e venceu por 40 a 22, neste domingo (9), no Caesars Superdome, em Nova Orleans.

Os Eagles não apenas venceram, mas expuseram a vulnerabilidade dos Chiefs, mostrando que até os gigantes podem cair. A melhor defesa da NFL sufocou Mahomes, que teve o pior desempenho de sua carreira em um Super Bowl. Ele sofreu seis sacks, sua pior marca em playoffs, e lançou duas interceptações antes de conseguir seus três touchdowns com o jogo praticamente decidido.

Jalen Hurts brilha e lidera os Eagles

Mesmo com uma atuação discreta de Saquon Barkley, que ainda assim quebrou os recordes de jardas totais e jardas terrestres em uma temporada, Jalen Hurts brilhou. Ele destruiu a defesa dos Chiefs com o braço e as pernas, lançando para dois touchdowns e correndo para outro. Com 17 passes completos para 221 jardas, 72 jardas terrestres e apenas uma interceptação, o quarterback foi eleito o MVP da final.


Hurts é eleito MVP (Foto: reprodução/X/@NFLBrasil)

O título é o segundo da franquia no Super Bowl e o quinto na história da NFL. Antes da fusão com a AFL, os Eagles haviam sido campeões em 1948, 1949 e 1960.

Eagles impõem vantagem histórica

A defesa dos Chiefs iniciou o jogo com dificuldades. Travis Kelce deixou cair um passe decisivo, e Mahomes quase foi interceptado. Os Eagles, então, abriram o placar com um touchdown no tradicional “Tush Push”, jogada onde o quarterback recebe ajuda dos companheiros para cruzar a linha.

Hurts foi interceptado no momento seguinte, mas os Chiefs não aproveitaram. Philadelphia converteu um field goal de 48 jardas e, em seguida, Cooper DeJean interceptou Mahomes e retornou para touchdown. O placar saltou para 17 a 0, e os Chiefs começaram a reviver o pesadelo da derrota para o Tampa Bay Buccaneers em 2021.

Mahomes sofreu mais um sack, colidindo com seu próprio guard, e a frustração dos Chiefs se refletiu em penalidades. Zack Baun interceptou o quarterback perto da endzone, e AJ Brown ampliou para 24 a 0. A vantagem dos Eagles no primeiro tempo foi a segunda maior da história do Super Bowl, atrás apenas dos 25 pontos de Washington sobre Denver em 1988.

Derrota foi inevitável

A pressão sobre Mahomes continuou no segundo tempo. Ele sofreu mais dois sacks e, sem opções, arriscou uma quarta descida sem sucesso. Hurts respondeu com um passe longo para DeVonta Smith, ampliando para 34 a 0.

Com o jogo praticamente perdido, torcedores dos Chiefs começaram a deixar o estádio antes do fim do terceiro quarto. Mahomes conseguiu seus três touchdowns, mas sem tempo para buscar a virada. O kicker Jake Elliott ainda estabeleceu um recorde ao marcar 16 pontos no Super Bowl, e os Eagles selaram a vitória.

Kendrick Lamar provoca Drake

O show do intervalo foi comandado por Kendrick Lamar, com Samuel L. Jackson introduzindo a apresentação como Tio Sam. Como prometido, Lamar trouxe um forte storytelling, com dançarinos formando a bandeira dos Estados Unidos enquanto ele cantava “HUMBLE.”. A performance incluiu os hits com participação da cantora SZA:


Kendrick Lamar durante show do intervalo no Super Bowl LIX (Vídeo: reprodução/X/@NFL)

  • “Squabble Up”
  • “HUMBLE.”
  • “DNA.”
  • “Euphoria”
  • “Man At The Garden”
  • “Peekaboo”
  • “Luther”
  • “All The Stars”
  • “Not Like Us”
  • “TV Off”

Para surpreender o público, durante a interpretação de “Not Like Us”, a tenista Serena Williams apareceu dançando no palco. O momento gerou ainda mais provocações a Drake, ex-namorado da tenista e alvo indireto da música. Para completar, as luzes do estádio formaram a frase “Game Over”, reforçando a provocação ao rapper.


Serena Williams foi convidada por Kendrick para participar do show (Vídeo: reprodução/X/@NFL

Trump comparece ao Super Bowl

O republicano Donald Trump se tornou o primeiro presidente em exercício a comparecer ao Super Bowl. Apesar do relacionamento conturbado com a NFL, ele esteve presente no Caesars Superdome para assistir à final. Seu histórico inclui polêmicas com a liga, especialmente após criticar Colin Kaepernick por ajoelhar durante o hino nacional em protesto contra o racismo.

O Super Bowl 59 foi um evento histórico não só pelas vitórias em campo, mas também pela presença de figuras políticas e públicas marcantes. Além da presença de Donald Trump, as redes sociais viram o ex-presidente Barack Obama se unir à comemoração, parabenizando os Eagles pelo bicampeonato. 


O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, parabenizou os Eagles nas redes sociais (Foto: reprodução/X/@BarackObama

A noite também foi repleta de estrelas do entretenimento, com vários artistas marcando presença no evento. Entre os nomes mais destacados estavam Taylor Swift, Jay-Z, Kevin Costner, Bradley Cooper e o ator John Hamm. A diversidade de personalidades do mundo da música e do cinema mostrou o impacto global do Super Bowl, tornando o evento ainda mais inesquecível para os fãs de esportes.

Rihanna posta vídeo nas redes sociais criticando “love songs”

A cantora Rihanna, atualmente com 36 anos, surpreendeu seus fãs ao compartilhar sua opinião sobre canções românticas dedicadas a alguém. Em um vídeo publicado em seu Instagram na última terça-feira (28), ela afirmou que acha esse tipo de homenagem cafona. “Por favor, nunca faça uma canção de amor para mim. É cafona. Confia em mim… eu já vi”, declarou. A declaração rapidamente gerou especulações entre seus seguidores, que interpretaram o comentário como uma possível indireta para o rapper Drake, de 38 anos.

Relacionamento com Drake

O relacionamento entre Rihanna e Drake foi marcado por idas e vindas entre os anos de 2009 e 2016. Durante esse período, o cantor abordou sua relação com a artista em diversas músicas. Em “Summer Games”, por exemplo, Drake narra a história de um romance que teve início e término durante o verão. A letra da canção expressa sua confusão e sofrimento emocional, deixando claro que se sentiu de coração partido e esperava maior honestidade da parceira.


Rihanna critica “love songs” (Reprodução/Instagram/@badgalriri)


Outro exemplo é a música “Finesse”, na qual Drake menciona seu desejo de que seu futuro filho tenha os olhos da amada. Além disso, em outro trecho, ele canta: “Fashion Week é mais uma coisa sua do que minha”, o que muitos interpretam como uma referência ao impacto de Rihanna no mundo da moda e da beleza.

Enquanto estavam juntos, os dois artistas colaboraram em diversos sucessos, como “What’s My Name”, “Take Care” e “Work”. Rihanna também participou da faixa “Too Good”, do rapper canadense, contribuindo com seus vocais para a canção.

Sem contato com o ex

Apesar do passado compartilhado, Rihanna deixou claro que sua relação com Drake não é mais próxima. Em entrevistas anteriores, ela afirmou que não o considera um inimigo, mas que também não mantém contato com ele. Um dos momentos mais marcantes do relacionamento dos dois ocorreu no MTV Video Music Awards de 2016, quando Drake entregou a Rihanna o Vanguard Award. Durante seu discurso, ele declarou publicamente que era apaixonado por ela desde os 22 anos. Na época da premiação, o rapper tinha 29 anos.

No entanto, Rihanna revelou posteriormente que não se sentiu confortável com a situação. Ela explicou que não gosta de receber elogios excessivos e que achou desconfortável ser o centro de tanta atenção naquele momento. Essa declaração reforçou a ideia de que, apesar do carinho mútuo que possam ter compartilhado no passado, os dois seguiram caminhos distintos e não mantêm mais laços estreitos.

A fala recente da cantora sobre canções românticas apenas reforça sua postura de distanciamento em relação a esse tipo de homenagem, especialmente quando envolve relacionamentos do passado. Com uma carreira consolidada na música, na moda e nos negócios, Rihanna continua sendo uma das artistas mais influentes da atualidade.

“Not Like Us”, de Kendrick Lamar, é eleita a melhor música de 2024

Nesta segunda (02), a plataforma ‘Pitchfork’ divulgou, em suas redes sociais, a lista das 100 melhores músicas do ano. O hit vencedor, contando com mais de 928 milhões de visualizações, somente na plataforma Spotify, ainda liderou o ranking de músicas mais ouvidas no mundo do rap por 2 semanas seguidas.

Confira o top 10 abaixo:

  • 1. Kendrick Lamar – “Not Like Us”
  • 2. Waxahatchee – “Right Back to It” [ft. MJ Lenderman]
  • 3. Chappell Roan – “Good Luck, Babe!”
  • 4. Jessica Pratt – “Life Is”
  • 5. Still House Plants – “M M M”
  • 6. skaiwater – “rain”
  • 7. Sabrina Carpenter – “Espresso”
  • 8. MJ Lenderman – “Wristwatch”
  • 9. Charli XCX – “Girl, so confusing featuring lorde”
  • 10. Jane Remover – “Magic I Want U”

Lamar sofreu acusações de Drake a respeito de sucesso da faixa

A música premiada, ainda foi alvo de acusações por parte do grande rival de Kendrick, alegando que tanto a gravadora ‘Universal’, quanto a plataforma ‘Spotify’, supostamente teriam promovido a música através de meios ilícitos, chegando inclusive a processar ambas as empresas. – Fonte: Portal Terra.


Lamar (Esquerda) e Drake (Direita) (Foto: reprodução/Mara Ocejo/Billboard)


Lamar ainda não se pronunciou publicamente em meio ao escândalo. Contudo, a gravadora rebateu o rapper.

A sugestão de que a UMG faria qualquer coisa para prejudicar qualquer um de seus artistas é ofensiva e falsa. Empregamos as mais altas práticas éticas em nossas campanhas promocionais e de marketing, relatou, em nota a Billboard

Letra e clipe polêmicos a respeito de Drake


Clipe de Kendrick Lamar (Vídeo: reprodução/YouTube)

A composição de Kendrick, escrita como sendo um ataque direto a Drake, faz fortes e duras acusações ao rapper, envolvendo escândalos de pedofilia e má conduta sexual por parte do cantor, além de alegar o mesmo de abusar da cena cultural dos subúrbios de Atlanta, apenas para fins de benefício financeiro próprio.

Drake processa Universal e Spotify por suposta corrupção na divulgação de hit de Kendrick Lamar

O rapper Drake abriu um processo contra a gravadora Universal Music Group (UMG) e a plataforma de streaming Spotify. A ação judicial, que veio a público nesta segunda-feira (25), alega que essas empresas teriam utilizado robôs digitais para aumentar artificialmente a popularidade do hit “Not Like Us”, de Kendrick Lamar.

O processo movido na corte de Manhattan também acusa a Universal de fazer pagamentos secretos ao Spotify e a influenciadores para inflar a difusão da faixa. A Drake’s Frozen Moments LLC, empresa do cantor, afirmou no texto que a UMG “lançou uma campanha para manipular e saturar os serviços de streaming e as ondas de rádio”.

Em uma das acusações, a ação na justiça diz inclusive que a Universal pagou a Apple para que sua assistente de voz, a Siri, “desviasse intencionalmente os usuários” para a música de Kendrick.

Os advogados de Drake declararam na petição que o rapper teria tentado resolver o caso com a UMG antes de ir à corte, mas a empresa teria dito que “não tem interesse em assumir responsabilidade por essa má conduta” e, ao invés disso, começou a demitir funcionários leais a Drake. Além de “ocultar sua suposta irregularidade”, a UMG teria pedido a Drake que movesse o processo contra o próprio Kendrick Lamar, ao invés da gravadora.

A resposta da gravadora

Ainda no dia 25, a UMG deu uma declaração dizendo que as acusações de Drake são mentirosas e ofensivas:

Nós valorizamos muito a ética em nossas campanhas de marketing e promocionais. Nenhum desses argumentos inventados e absurdos neste processo pode mascarar o fato de que os fãs escolhem a música que querem ouvir.


Spotify acusada por suposta corrupção (Foto: reprodução/Michael M. Santiago/Getty Images Embed)


Drake x Kendrick

O processo é consequência de uma longa batalha de “Diss Tracks” (músicas cujo objetivo é insultar ou expor algum artista), entre Drake e Kendrick Lamar. A ação chega aos tribunais uma semana após Lamar lançar seu disco “GNX”, que conta com a canção “Not Like Us”.

A rixa entre os dois artistas já é antiga, mas se intensificou no fim de março. Deste então, cada vez mais farpas são lançadas através das canções dos dois rappers.

Drake perde mais de R$ 2 milhões após apostar na vitória de Mike Tyson

Conhecido por suas apostas arriscadas no mundo dos esportes, Drake realmente apostou alto após a derrota de Mike Tyson para Jake Paul, em uma luta realizada na última sexta-feira (15) no Texas, nos Estados Unidos. O rapper canadense compartilhou em suas redes sociais que investiu US$ 355.000 (aproximadamente R$ 2 milhões) na vitória de Tyson, que, aos 58 anos, retornou ao ringue para enfrentar o fenômeno digital Jake Paul.

A luta e a aposta

A luta entre Mike Tyson e Jake Paul ocorreu na noite de sexta-feira, no Texas, Estados Unidos, durante um evento organizado pela empresa de esportes e entretenimento Social Gloves. O combate atraiu grande atenção, reunindo duas figuras polêmicas do mundo do boxe e das redes sociais.


A luta entre Jake Paul e Mike Tyson (Foto: reprodução/Instagram/@netflix)


Caso Tyson saísse vitorioso, o retorno seria significativo para Drake, com um ganho de cerca de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,8 milhões). No entanto, o que se viu no ringue foi a superioridade da juventude de Jake Paul.

Tyson, uma das maiores lendas do boxe, foi derrotado por decisão unânime dos juízes, com placares de 80-72, 79-73 e 79-73. Ele não conseguiu manter o ritmo durante os oito rounds de apenas dois minutos, mostrando limitações físicas evidentes.


A aposta de Drake publicada em seu Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@champagnepapi)


O ex-campeão não conseguiu resistir à energia e velocidade de Paul. Com a derrota de Mike Tyson para Jake Paul, Drake também sofreu uma perda significativa, já que havia apostado US$ 355.000 na vitória do ex-campeão.

Mike Tyson

Mike Tyson, considerado uma das maiores lendas do boxe, teve uma trajetória brilhante e turbulenta dentro e fora dos ringues. Tornou-se o campeão mundial dos pesos pesados aos 20 anos, o mais jovem da história, e dominou a categoria com uma combinação de velocidade, poder e agressividade. Entre 1987 e 1990, Tyson foi o campeão unificado, permanecendo invicto por quase 15 anos.

O evento que marcou sua luta contra Jake Paul foi transmitido pela Netflix, uma escolha que aumentou ainda mais a visibilidade e o apelo da disputa. A plataforma de streaming tem se aventurado cada vez mais no universo esportivo, com transmissões de eventos ao vivo e produções exclusivas.

Kendrick Lamar e Drake: a disputa continua com ‘Not Like Us’

Nesta quinta-feira (4), Kendrick Lamar, um dos maiores nomes do hip hop contemporâneo, lançou o clipe da música “Not Like Me” em seu canal no YouTube. O vídeo parece afirmar a vitória de Lamar na polêmica com Drake, ao mostrar o rapper quebrando uma piñata em forma de coruja, símbolo da marca de Drake, OVO, acompanhada da legenda: “Isenção de responsabilidade: nenhum OVHoes foi ferido na produção deste vídeo.”

A mensagem crua e autêntica de Kendrick Lamar em ‘Not Like Us’

Kendrick Lamar, com seu clipe “Not Like Us,” entrega uma mensagem contundente tanto visual quanto musicalmente. Filmado em Compton, Califórnia, o vídeo mostra Kendrick em sua comunidade local, enfatizando suas raízes e autenticidade. A cena central, onde ele quebra uma piñata em forma de coruja é uma provocação direta.


Lamar acusa Drake na letra de “Not Like Us” (Foto: reprodução/Instagram/@kendricklamarzz/)

Liricamente, “Not Like Us” é um ataque incisivo a Drake, criticando sua superficialidade e escolhas pessoais. Kendrick se diferencia, destacando sua independência e originalidade, enquanto questiona a autenticidade e a veracidade das alegações de Drake sobre sua vida e carreira. Versos como “Say Drake, I hear you like ‘em young / You better not have to go to Cell Block One” (tradução: Dizem, Drake, ouvi dizer que você gosta delas jovens / É melhor você não acabar na Cela Bloco Um) são diretos e acusatórios, insinuando comportamentos questionáveis de Drake. Combinando elementos visuais e líricos, Kendrick reafirma sua superioridade na cena do hip-hop e sua fidelidade aos próprios valores​.

A origem da rivalidade

A rivalidade entre Drake e Kendrick Lamar começou em 2013, quando Kendrick lançou um verso provocador na música “Control” de Big Sean, declarando sua intenção de superar vários rappers, incluindo Drake. Essa linha gerou uma onda de respostas na comunidade do rap, com Drake minimizando a importância da declaração de Kendrick em entrevistas subsequentes.


Grandes referencias do hip hop entra em conflito novamente (Foto: reprodução/Instagram/@kendricklamarzz/@drake)

Desde então, ambos os artistas têm lançado músicas com referências sutis um ao outro. Kendrick lançou faixas como “King Kunta” e “The Heart Part 4”, que muitos interpretaram como críticas veladas a Drake, enquanto Drake respondeu de maneira mais sutil em canções como “The Language” e “6PM in New York”.

O cenário atual

A rivalidade entre Drake e Kendrick Lamar nunca escalou para um conflito direto ou pessoal, mas permaneceu presente nas nuances de suas letras e na percepção do público. Ambos continuaram a ter carreiras extremamente bem-sucedidas e influentes, com Drake dominando as paradas de sucesso e Kendrick sendo amplamente aclamado pela crítica por suas contribuições artísticas e líricas.


A rivalidade instiga a criatividade (Foto: reprodução/Instagram/@kendricklamarzz/@drake)

A competição entre os dois é vista por muitos como uma dinâmica saudável dentro do rap, onde a rivalidade pode impulsionar a criatividade e a excelência. No entanto, a possibilidade de colaborações ou uma resolução definitiva da tensão entre eles ainda é incerta.