Paris Jackson, filha de Michael Jackson, fala sobre dor e gatilhos

Paris Jackson, filha do falecido Michael Jackson, usou suas redes sociais nesta quinta-feira (11), para desabafar sobre o impacto emocional que sofre ao ser marcada em fotos explícitas da autópsia de seu pai. O episódio veio à tona após a repercussão de vídeos chocantes relacionados ao assassinato do influenciador Charlie Kirk, que teriam reativado traumas antigos da modelo. Ela disse que frequentemente é marcada nessas imagens e que esse compartilhamento descuidado causa gatilhos psicológicos.

Em sua fala, Paris enfatizou que mesmo discordando de convicções políticas de outras pessoas, sente profunda empatia por quem sofre em situações como a de Kirk, assim como por familiares que podem estar experimentando dor não apenas agora, mas também no futuro. Ela sublinhou que nenhuma pessoa deveria ter que enfrentar esse tipo de exposição invasiva ou reviver traumas com base em conteúdos fortes compartilhados online.


Paris Jackson nos stores do Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@parisjackson)


Autópsia de Michael Jackson e marcações indesejadas

Paris Jackson relatou que parte do sofrimento que vivencia advém da difusão de fotografias da autópsia do seu pai, nas quais ela é marcada repetidamente nas redes sociais. Essas imagens são compartilhadas sem consideração pelos impactos emocionais que causam, especialmente para alguém tão diretamente ligado à vítima. A falta de sensibilidade desses usuários, segundo Paris, revela uma desconexão quanto ao respeito à memória de pessoas falecidas e ao bem-estar psicológico dos familiares.


Michael Jackson e seus dois Filhos, Paris e Prince Jackson (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Dave M. Benett)


O gatilho provocado pelo caso Charlie Kirk

O desabafo de Paris Jackson se deu no contexto da morte do influenciador político Charlie Kirk, assassinado durante uma palestra em Utah (EUA). Vídeos do assassinato circularam amplamente, e o choque causado por essa divulgação reforçou traumas antigos na modelo. Paris afirmou que esse episódio “mexeu” com ela, fazendo-a reviver sensações ligadas à perda do pai, morto por overdose em 2009; uma morte cuja autópsia, também, foi objeto de vazamentos e uso exploratório em redes sociais.

Apesar de toda a revolta pessoal, Paris Jackson escolheu assumir uma posição de empatia mais abrangente. Ela disse sentir “muito” pela família de Charlie Kirk, esposa, filhos e todos os que estão passando por esse choque, mesmo sem compartilhar necessariamente das visões políticas dele. Esse ponto mostra que Paris tenta separar crise pessoal de posicionamentos ideológicos, defendendo que o respeito humano deve preceder divergências de opinião. Ela enfatizou que nenhuma família merece ser empurrada para esse tipo de dor pública.

O episódio levanta questões profundas sobre privacidade em tempos de redes sociais superexpostas. Fotografias sensíveis, como imagens de autópsias, quando viralizadas, tornam-se traumas adicionais para parentes de vítimas. Embora existam regras nas plataformas para conteúdos explícitos, muitas vezes aplicadas tardiamente ou não aplicadas com rigor. Paris Jackson, ao relatar seu sofrimento, também chama atenção para a necessidade de regulamentações mais firmes ou autoconscientização dos usuários.

Trump se manifesta após condenação de Bolsonaro

Donald Trump se pronunciou nesta quinta-feira (11) sobre o julgamento e a condenação do ex-presidente, apontado como líder da trama golpista.

O presidente americano já havia esboçado sua opinião sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e classificou o episódio como uma “caça às bruxas”, criticando duramente o Judiciário brasileiro.

Entenda as acusações contra Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro responderá por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Esse julgamento decorre da conspiração e dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Segundo as investigações, o plano foi arquitetado por Bolsonaro e aliados do governo. Na ocasião, extremistas bolsonaristas invadiram, depredaram e vandalizaram prédios públicos na capital federal, símbolos da democracia brasileira.


O fim dos votos e a consumação da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Paralelo entre os ataques ao Capitólio e a Brasília

A relação entre os dois presidentes tem pontos em comum: governos que propagam fake news, adotam tom agressivo e extremista em seus discursos e questionam o sistema eleitoral democrático.Em 2021, Donald Trump reagiu com indignação e descontentamento à derrota para o democrata Joe Biden e acusou o processo eleitoral de fraude. Após essas declarações, seus apoiadores romperam o bloqueio em Washington no dia da posse do presidente eleito. O ato, considerado uma tentativa de golpe, resultou em vandalismo, depredação de patrimônio público, cinco mortes e inúmeras prisões. A investigação contra Trump, no entanto, foi arquivada.

No Brasil, o mesmo modus operandi se repetiu em Brasília após a derrota de Jair Bolsonaro, com algumas diferenças: acampamentos improvisados em áreas públicas, acesso facilitado aos prédios dos Três Poderes e ampla depredação. O desfecho, porém, foi distinto os responsáveis foram julgados e condenados por seus crimes.

O deputado federal e filho de Jair Bolsonaro, em entrevista à Reuters, afirmou que espera que o governo americano aplique mais sanções ao governo brasileiro e que os ministros do STF que votaram a favor da condenação sofram sanções sob a Lei Magnitsky, aplicada anteriormente ao ministro Alexandre de Moraes.

Trump comenta acerca do assassinato do ativista Charlie Kirk

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou hoje sobre o assassinato do ativista Charlie Kirk, que ocorreu ontem na Utah Valley University, do estado homônimo, nos EUA. Os comentários ocorreram em um evento no Pentágono, principal base militar estadunidense, na região metropolitana de Washington, que relembrou os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Casa Branca.

Líder compara ação da esquerda a terrorismo

Na análise acerca da violência que culminou com a morte do influencer conservador Charlie Kirk, de 31 anos, o chefe do Executivo estadunidense disse que o país vive um momento sombrio e responsabilizou a esquerda pela violência política perpetrada.


UOL explica quem foi Charlie Kirk, o polêmico ativista estadunidense morto na tarde de ontem (Vídeo: reprodução/YouTube/UOL)


“Durante anos, os radicais de esquerda compararam americanos maravilhosos como Charlie a nazistas e aos piores assassinos em massa e criminosos do mundo. Esse tipo de retórica é diretamente responsável pelo terrorismo que estamos vendo em nosso país hoje, e isso precisa parar imediatamente”, afirmou Trump.

“A violência política da esquerda radical já feriu pessoas inocentes demais e tirou vidas demais”, alertou ele.

Ativista foi assassinado ontem durante palestra para universitários

Charlie Kirk, uma das principais vozes da direita entre os jovens americanos, foi baleado na tarde de ontem durante um debate no estilo “Me prove que estou errado” com estudantes da Utah Valley University. Essa era a primeira de uma série de aparições que faria em mais 14 instituições.

Após ser rejeitado pela Academia Militar de West Point, aos 18 anos, o conservador Charlie Kirk fundou a organização Turning Point, que defendia uma maior presença de valores direitistas no sistema de ensino estadunidense, atuando em 3.500 escolas e universidades dos 50 estados americanos. 

A revolta contra o aparelho educacional pode ser vista em seus livros, Campus Battlefield (O Campus enquanto Campo de Batalha, em tradução livre), The MAGA Doctrine (A Doutrina do Faça a América Grande de Novo) e The College Scam: How America’s Universities Are Bankrupting and Brainwashing Away The Future Of America’s Youth (A Cilada Universitária: como as universidades dos Estados Unidos estão endividando e submetendo o futuro da juventude americana à lavagem cerebral).

Com grande capilaridade entre os jovens, Charlie Kirk apoiou a candidatura de Donald Trump em 2016. Na mesma época, tornou-se assessor pessoal do filho, Donald Trump Jr., obtendo acesso privilegiado à família presidencial. Em 2024, o ativista fortaleceu novamente a campanha do atual presidente.

Segundo dados da agência de notícias Reuters, os EUA vivenciam o período mais prolongado de violência política desde a década de 1970, com mais de 300 casos desde o ataque ao Capitólio por apoiadores de Trump, em janeiro de 2021.

Kamala Harris lançará livro sobre período de sua campanha à presidência de 2024

A ex-vice-presidente e ex-candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris, lançará seu livro chamado “107 Days”, no dia 23 de setembro pela editora Simon & Schuster. No dia 24 de setembro, um dia após o lançamento oficial, ela estará em New York para o início da sua turnê. 

Essa turnê contemplará 15 cidades, passando por estados nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. “107 Days” em tradução livre, “107 dias” remete ao período de campanha de Kamala à presidência dos Estados Unidos, que ao final perdeu para o atual presidente Donald Trump, candidato na época pelos Republicanos.

Ato de nobreza ou imprudência?

A jornalista da CNN Brasil, Mariana Janjácomo leu o livro e comentou sobre alguns trechos. Harris comentou que ao analisar hoje vê que foi uma imprudência permitir que Joel Biden concorresse a presidência novamente, a ex-candidata à presidência comenta que era uma escolha que tinha que ser feita além de ego ou ambição, mas sobre vencer o outro candidato. Kamala comentou também que sentiu uma falta de apoio do lado da Casa Branca, entende sua parte pela derrota, porém acreditava que o apoio da Casa Branca e os democratas poderia ter sido maior.


Foto: Matéria sobre livro “107 Days” da Ex-vice-presidente e ex-candidata Kamala Harris (Foto: reprodução/X/@CNNBrasil)

Em alguns momentos de ataque da oposição Harris sentia que a Casa Branca não a protegia e destacava os aspectos positivos e conquistas como vice-presidente. Kamala afirma que a Casa Branca pensava que se destaque muito ela, estariam diminuindo os feitos de Biden, portanto o não fizeram, mas no ponto de vista de Harris, engrandecer ela estaria engrandecendo Biden junto. 

Lealdade a Biden e Futuro

Kamala Harris demonstrou em todo período de governança de Biden e até o tempo que foi candidata à presidência uma grande lealdade ao ex-presidente Joel Biden, principalmente após os debates de junho de 2024, onde Biden demonstrou um pouco de cansaço e confusão nas palavras, e houve uma grande pressão que ele renunciasse à candidatura. Kamala mantivesse ao lado dele, mesmo acreditando que naquele momento o melhor era ele renunciar, porém, ela temia que ele pensasse que Harris diria isso para tomar a candidatura dele. 


Kamala Harris ao lado de Joel Biden na Casa Branca (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)


No livro: “Original Sin: President Biden’s Decline, Its Cover-up, and His Disastrous Choice to Run Again” de Jake Tapper & Alex Thompson, tem uma parte que alega que os democratas e a Casa Branca escondem a condição de saúde de Biden, entretanto Kamala afirma que nunca foi escondido a real saúde do ex-presidente americano. Harris ainda alfineta ao dizer

“No seu pior dia, ele ainda tinha mais conhecimento, era mais capaz de exercer julgamentos e muito mais compassivo do que Donald Trump em seu melhor dia. Mas, aos 81 anos, Joe ficou cansado. Foi então que sua idade começou a aparecer em tropeços físicos e verbais.” 

Kamala Harris anunciou que não concorreria à eleição do próximo ano para governadora da Califórnia, estado que representou no Senado e onde trabalhou como procuradora. Isso muito provavelmente porque Harris deve se candidatar novamente em 2028 para concorrer à presidência dos EUA.

Bill Gates sai do top 10 dos mais ricos dos EUA pela primeira vez em 34 anos

Depois de mais de três décadas no topo do ranking dos bilionários norte-americanos, Bill Gates ficou fora do grupo dos dez mais ricos dos Estados Unidos. Segundo a lista Forbes 400 de 2024, o cofundador da Microsoft ocupa agora a 14ª posição, atrás de Mike Bloomberg e logo à frente de Alice Walton, herdeira do Walmart e mulher mais rica do mundo.

Gates vem reduzindo seu patrimônio

Mesmo com uma fortuna estimada em US$ 107 bilhões (cerca de R$ 588,5 bilhões), Gates vem deliberadamente reduzindo seu patrimônio. Em maio, ele anunciou que pretende doar 99% de sua riqueza à Fundação Bill & Melinda Gates até 2045, quando completará 90 anos. A organização, criada para financiar projetos em saúde e educação, deve encerrar suas atividades naquele ano.

Além do foco em saúde global, a Fundação Gates também investe em educação, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica para países de baixa renda. Nos últimos anos, a instituição destinou recursos significativos a vacinas, sistemas de saneamento básico e projetos de agricultura resiliente ao clima. Esses esforços, segundo Gates, são essenciais para reduzir desigualdades e preparar comunidades vulneráveis para os desafios das próximas décadas.

Para atingir a meta, Gates prevê repassar “bilhões por ano” à fundação. Segundo estimativas da Forbes, somente desde a última edição do ranking ele já doou cerca de US$ 7 bilhões (R$ 38,5 bilhões). “Meu testamento é muito claro: quando eu morrer, todo esse dinheiro vai para a fundação”, disse o bilionário à revista.


Ex eposa de Bill Gates (Foto: reprodução/Taylor Hill/Getty Images Embed)


Sua queda começou em 2021

A queda de Gates no ranking começou em 2021, ano em que se divorciou de Melinda French Gates após 27 anos de casamento. Na época, sua fortuna caiu de US$ 134 bilhões para US$ 107 bilhões. Parte dessa redução se deve à transferência de recursos para Melinda, que deixou o cargo de copresidente da Fundação Gates e recebeu US$ 12,5 bilhões para financiar sua própria instituição filantrópica. Segundo a Forbes, os ativos transferidos no acordo de divórcio chegam hoje a US$ 29 bilhões (R$ 159,5 bilhões).

Apesar de figurar mais abaixo na lista, Gates continua estabelecendo metas ambiciosas para sua fundação, como eliminar mortes maternas e infantis por causas evitáveis, erradicar a pólio e reduzir o impacto da malária. Essas iniciativas devem continuar diminuindo seu patrimônio — e, consequentemente, sua posição no ranking dos mais ricos dos Estados Unidos.

CFDA Fashion Awards 2025 revela indicados e homenageados

Nova York, O Council of Fashion Designers of America divulgou nesta quinta-feira a lista de indicados ao CFDA Fashion Awards 2025, reforçando a diversidade criativa que vem transformando o cenário mundial da moda. Entre os nomes que concorrem ao título de Womenswear Designer of the Year estão Jonathan Anderson, Christopher John Rogers, Peter Do, S.S. Daley e Di Petsa, enquanto a disputa para Menswear Designer of the Year traz Casablanca, Grace Wales Bonner, Ahluwalia, Martine Rose e Ludovic de Saint Sernin. A seleção reflete tanto a consolidação de grifes já estabelecidas quanto o reconhecimento de novos protagonismos no vestuário feminino e masculino.

No segmento de acessórios, concorrem ao Accessory Designer of the Year, The Row, Gabriela Hearst, Bottega Veneta, JW Anderson e Telfar, mostrando como bolsas, calçados e joias seguem conquistando espaço como elementos centrais do styling contemporâneo. A categoria Sustainable Innovation Award lista Reformation, Stella McCartney, Collina Strada, Mara Hoffman e Bethany Williams, destacando projetos que propõem soluções de baixo impacto ambiental e práticas de produção éticas. Já o Emerging Designer of the Year será disputado por Bode, Carlos Nazario, Kenneth Nicholson, Hu Xia Loc e Matt Copson, todos responsáveis por propostas jovens e originais que têm atraído olhares globais.

Homenageados

Além das premiações competitivas, o CFDA anunciou três homenagens especiais para a cerimônia de 2 de junho, no Spring Studios, em Nova York. Ralph Rucci receberá o Geoffrey Beene Lifetime Achievement Award, em reconhecimento aos quase cinco décadas dedicadas à alta costura e ao prêt-à-porter. O ponto alto da noite ficará por conta da homenagem a Donatella Versace com o Positive Change Award, em reconhecimento ao seu engajamento em causas sociais, ao suporte dedicado à comunidade LGBTQ+ e ao constante incentivo a jovens talentos. Dessa forma, o evento se apresenta como um painel vivo dos elementos que impulsionam a moda contemporânea, reunindo tradição, inovação e responsabilidade social sob o mesmo holofote.


Donatella Versace (Foto: reprodução/Alessandro Levati/Getty Images)


A cerimônia será 3 de novemrbo no American Museum of Natural History, em Nova York, e promete reunir lideranças da indústria, atores e influenciadores internacionais. O presidente da entidade, Steven Kolb, afirmou que “estes indicados e homenageados representam não apenas o ápice da criatividade americana, mas também as conversas mais urgentes da moda: inclusão, sustentabilidade e inovação”. Com expectativa de público global, o CFDA Fashion Awards 2025 reafirma sua posição como uma das mais importantes celebrações da moda no calendário internacional.

The Row

A The Row nasceu em 2006 a partir da visão das irmãs gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, que decidiram canalizar sua experiência no entretenimento para criar uma marca de luxo fundamentada no minimalismo e na qualidade excepcional. O nome faz referência à rua onde cresceram em Los Angeles, símbolo de suas raízes e do equilíbrio entre conforto e sofisticação que passaria a nortear cada peça da grife.

Logo em seu ano de estreia, a The Row apresentou uma coleção enxuta de sete itens, entre camisetas perfeitas, leggings de cetim e vestidos de caxemira, adquirida integralmente pela Barneys New York. Enquanto Mary-Kate assume o posto de diretora criativa, Ashley lidera como CEO, e juntas garantiram ao longo dos anos reconhecimento de instituições como o Conselho de Designers de Moda da América (CFDA), reflexo da força de seu olhar discreto e inovador.


Gêmeas Olsen (Foto: reprodução/Bryan Bedder/Getty Images)


Com o passar dos anos, a The Row expandiu horizontes: montou estúdios em Tribeca, Paris e Londres, lançou sua primeira linha masculina em 2018 e, em 2021, apresentou a primeira coleção infantil. Paralelamente, firmou parcerias filantrópicas, como a coleção com a Toms Shoes e a colaboração especial com Damien Hirst em prol da UNICEF, reforçando o compromisso de elevar o luxo a um propósito social mais amplo.

Paris Hilton na campanha Outono/Inverno 2025 da Karl Lagerfeld em tributo ao Legado Parisiense

Em uma celebração ousada da elegância parisiense e do charme pop, a Maison Karl Lagerfeld revelou sua campanha Outono/Inverno 2025, intitulada “From Paris with Love”, com Paris Hilton como protagonista pela primeira vez como rosto oficial da marca. A escolha da socialite e empresária marca um encontro entre duas forças culturais que redefiniram os conceitos de celebridade, glamour e reinvenção ao longo das últimas décadas.

Registrada em preto e branco pelo fotógrafo Chris Colls, colaborador de longa data da Maison, a campanha brinca com um diálogo visual entre o universo flamboyant de Paris Hilton e o legado sofisticado de Karl Lagerfeld. A ambientação remete à icônica sequência Karl Interviews Karl, reinterpretada agora pela americana, e destaca referências diretas ao DNA parisiense que moldou a identidade da grife.

Divulgação

A divulgação acontece em formato 360°, abrangendo mídias impressas, plataformas digitais, instalações pop-up e grandes painéis urbanos. O ponto alto será um evento exclusivo na Paris Fashion Week, agendado para 1º de outubro de 2025, prometendo um momento noturno memorável em que Paris, tanto a mulher quanto a metrópole, estará no centro das atenções mundiais.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Ao lado de Paris Hilton, o modelo e ator espanhol Jon Kortajarena assume o protagonismo da linha masculina, encarnando a alfaiataria estruturada e o estilo confiante que caracterizam o menswear da Karl Lagerfeld. Essa parceria reforça a química natural entre ambos e amplia o alcance da campanha a diferentes públicos e mercados globais.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Composta por peças de Karl Lagerfeld, Karl Lagerfeld Paris e Karl Lagerfeld Jeans, a coleção aposta em cortes precisos, silhuetas diretas e acessórios atemporais. Em destaque, o K/Autograph, assinatura manuscrita de Karl desde os anos 1980, ganha nova interpretação como emblema de continuidade e originalidade dentro da proposta contemporânea da Maison.

Paris Hilton e a moda

Paris Hilton despontou no início dos anos 2000 como uma verdadeira ditadora de tendências, popularizando conjuntos de moletom da Juicy Couture que rapidamente se tornaram sinônimo do estilo Y2K. Seus vestidos fluidos ao estilo Barbie Malibu, sempre estampados e leves, bem como os icônicos looks metalizados, seja em versões longas ou curtas, firmaram sua reputação de ousadia e brilho nas passarelas de tapetes vermelhos ao redor do mundo.


Paris Hilton na campanha de Karl Lagerfeld (Foto: reprodução/Instagram/@karllagerfeld)


Mais do que apenas uma socialite, Paris construiu uma marca de sucesso a partir de sua própria imagem, reinterpretando o estereótipo da “loira burra” através do rosa, do kitsch e de uma ingenuidade calculada que a tornaram um ícone pop. Essa capacidade de criar um personagem tão reconhecível quanto enigmático chamou a atenção de Karl Lagerfeld.

Fortunas disparam: Musk lidera a Lista da Forbes de 2025 e Buffett se destaca pela generosidade

A lista Forbes 400 de 2025 mostra que os bilionários americanos de 2025 seguem acumulando fortunas históricas, totalizando US$ 6,6 trilhões (R$ 35,85 trilhões), alta de 22,2% em relação ao ano anterior. Elon Musk lidera o ranking com US$ 428 bilhões, enquanto Warren Buffett se destaca pelo compromisso com doações. Apesar do crescimento das fortunas, a maioria mantém participação modesta em iniciativas sociais, enquanto alguns se destacam mais que outros.

A Forbes também destaca o desempenho das mulheres na lista. Alice Walton, filha do fundador do Walmart, lidera entre elas com um patrimônio de US$ 109,5 bilhões. Por outro lado, Donald Trump aparece na 201ª posição, com US$ 7,2 bilhões. O levantamento evidencia que nem todos os nomes de destaque ocupam o topo do ranking.

Riqueza concentrada e generosidade proporcional

O levantamento também revela que, mesmo com recorde de patrimônio, a filantropia proporcional não acompanhou o crescimento das fortunas. Entre os bilionários americanos de 2025, apenas 11 destinaram mais de 20% de suas riquezas a causas sociais, incluindo Buffett, Bill Gates, Melinda French Gates e MacKenzie Scott. Além disso, grande parte da lista destinou parcelas menores de suas fortunas: menos de 5% no total e menos de 1% para quatro em cada dez bilionários.

Warren Buffett segue como maior doador em valores absolutos, com US$ 64,8 bilhões destinados a fundações e projetos filantrópicos ao longo da vida. Por outro lado, nomes como Elon Musk, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg aparecem com participação mínima nas iniciativas sociais, evidenciando contraste entre crescimento financeiro e distribuição voluntária de recursos.

Top 10 bilionários dos EUA em 2025

  1. Elon Musk | US$ 428 bilhões | Tesla, SpaceX
  2. Larry Ellison | US$ 276 bilhões | Oracle
  3. Mark Zuckerberg | US$ 253 bilhões | Meta
  4. Jeff Bezos | US$ 241 bilhões | Amazon
  5. Larry Page | US$ 179 bilhões | Google
  6. Sergey Brin | US$ 166 bilhões | Google
  7. Steve Ballmer | US$ 153 bilhões | Microsoft
  8. Jensen Huang | US$ 151 bilhões | Semicondutores
  9. Warren Buffett | US$ 150 bilhões | Berkshire Hathaway
  10. Michael Dell | US$ 124 bilhões | Dell Technologies

Fora do top 10, Bill Gates ocupa a 14ª posição, com patrimônio de US$ 124 bilhões, mantendo destaque por suas doações bilionárias e atuação em causas sociais globais.


Bill Gates, cofundador da Microsoft, durante jantar na Sala de Jantar de Estado da Casa Branca em 4 de setembro de 2025, em Washington, DC (Foto: reprodução/Alex Wong/Getty Images Embed)

Mulheres e bilionários americanos de 2025: Alice Walton lidera

O presidente Donald Trump aparece na 201ª posição, com US$ 7,2 bilhões. Suas doações representam apenas 0,03% da fortuna, mostrando que a participação em doações varia entre os bilionários. Enquanto isso, entre as mulheres, Alice Walton lidera o ranking com US$ 109,5 bilhões, fruto da herança do Walmart. Diferente de outros herdeiros, ela se concentra em curadoria de arte e filantropia, sem participar diretamente da gestão da rede varejista. Assim, consolida seu papel como a mulher mais rica e influente em doações nos Estados Unidos.

Cardi B anuncia turnê após lançamento de “AM I THE DRAMA?”

Cardi B anunciou que fará algo inédito em sua carreira com a turnê que acompanhará o lançamento do álbum “AM I THE DRAMA?”. A artista enfatizou, porém, que os fãs devem manter expectativas realistas em relação ao formato e ao cronograma dos shows. Segundo a rapper, a nova série de apresentações promete novidades, mas os detalhes ainda não estão definidos.


O álbum está previsto para ser lançado em 19 de setembro, e a rapper informou que as apresentações começarão assim que ela concluir a divulgação. “Sem tempo a perder”, declarou, adiantando que os fãs terão notícias sobre datas e locais em breve. Segundo ela, a programação sairá antes do que o público imagina, mas ainda aguarda confirmação dos detalhes. Os anúncios oficiais estão em fase final de preparação e devem ocorrer nos próximos dias.


Sobre a possibilidade de se apresentar no Halftime Show do Super Bowl no futuro, Cardi B não descartou a ideia. A artista considera que ainda não chegou o momento ideal para esse tipo de performance de grande porte. “Sinto que em breve, se eu conseguir, terei mais hits. Terei mais experiência e vou botar para f*der”, afirmou a rapper, demonstrando confiança nas próximas etapas de sua carreira. Enquanto isso, ela prefere concentrar esforços no lançamento do álbum e na turnê.

Possíveis rumos da turnê

Uma das principais apostas para a turnê pós-“AM I THE DRAMA?” é uma residência em Las Vegas, onde Cardi B uniria seu apelo internacional a um espetáculo intimista e roteirizado capaz de explorar cada faceta de sua performance.

Em paralelo, a inclusão de colaborações com artistas convidados em diferentes cidades surge como estratégia para manter o frescor do show e incorporar elementos regionais, criando pontes com públicos diversos ao redor do mundo. A cenografia, por sua vez, pode se inspirar diretamente no conceito de “drama” proposto pelo álbum, utilizando cenários teatrais, luzes cenográficas e narrativas visuais que ampliem a imersão dos fãs.


Cardi B na Paris Fashion Week (Foto: reprodução/Pascal Le Segretain/Getty Images embed)


Surpresas pontuais, como convidados especiais e mudanças no setlist segundo a energia de cada plateia, também fazem parte das possibilidades, reforçando o caráter único de cada apresentação. Seja qual for o formato escolhido, a expectativa é de que Cardi B aproveite a tour para consolidar sua evolução artística, oferecendo um espetáculo inovador e cheio de personalidade.

Cardi B meme

Durante o recente julgamento civil que envolvia Cardi B e a segurança Emani Ellis, cada resposta espontânea da rapper acabou gerando um verdadeiro espetáculo de memes nas redes sociais. Uma das cenas mais recorrentes mostrou o advogado perguntando qual dos diversos estilos de cabelo que ela usava era “real”, ao que Cardi B respondeu, sem perder o bom humor, “são perucas”. Em outro momento, seu gesto silencioso de apontar para os olhos e depois para o advogado virou reação universal para demonstrar impaciência online.


Cardi B em show (Foto: reprodução/Elsa/Getty Images embed)


Vídeos postados no TikTok e no X acumularam milhões de visualizações ao captar Cardi B interrompendo o interrogatório com um sonoro “Hello?” e ao negar ter havido contato físico, ensinando até termos jurídicos ao público leigo (“debate” em vez de “altercação”). A espontaneidade com que ela lidou com perguntas sobre unhas, manobras de marca-texto e teorias sobre gravidez transformou o tribunal num palco de humor e respondeu às investidas do advogado com respostas que logo viraram GIFs, stickers e trilhas sonoras satíricas em todo canto da internet.

Josh Allen aparece liderando corrida de MVP após vitória dos Bills sobre os Ravens

Logo na estreia da temporada, o Buffalo Bills esteve envolvido em uma das viradas mais memoráveis dos últimos anos, em um duelo de domingo à noite. Mesmo estando atrás no placar por 40 a 25 no último quarto, a equipe conseguiu reagir e arrancar uma vitória surpreendente sobre o Baltimore Ravens, comandado pelo quarterback Lamar Jackson.

Em sua oitava temporada na NFL, o atual MVP Josh Allen segue provando ser uma peça de enorme impacto no futebol americano. 

Final de partida emocionante

Com uma vantagem de 15 pontos e menos de 12 minutos restantes no último quarto, tudo indicava que Lamar Jackson e o Baltimore Ravens caminhavam para se vingar de Josh Allen e do Buffalo Bills, repetindo o duelo da semifinal do Divisional Round da AFC nos playoffs anteriores.

No entanto, Allen comandou uma reação espetacular diante do ex-bicampeão de MVP, Lamar Jackson. O quarterback dos Bills foi responsável por dois de seus quatro touchdowns totais, enquanto a defesa aproveitou um erro de Derrick Henry ao forçar um fumble. Logo depois, Matt Prater converteu um chute de 32 jardas, selando a virada por 41 a 40 no Highmark Stadium, em Orchard Park, Nova York.


Jogaço entre Bills e Ravens na semana 1 da NFL (reprodução/Youtube/GETV)

Allen encerrou a noite com 394 jardas lançadas e dois passes para touchdown, além de correr para 30 jardas e mais duas pontuações terrestres. Lamar Jackson registrou 209 jardas aéreas e dois touchdowns lançados, além de acrescentar 70 jardas corridas com outro touchdown. Derrick Henry ainda acumulou 169 jardas pelo chão e duas touchdowns, mas não conseguiu evitar a derrota dos Ravens.

Josh Allen mantém desempenho

Essa demonstração de frieza em um duelo de horário nobre da temporada regular reforçou a fama de Josh Allen como alguém capaz de brilhar nos momentos mais críticos. Mesmo estando apenas no fim da primeira semana da NFL, sua atuação o colocou imediatamente como principal candidato ao prêmio de MVP do ano. Além disso, a impressionante reviravolta entrou literalmente para a história como a primeira partida a encerrar com o placar de 41 a 40.