Yves Saint Laurent aposta em Hailey Bieber para sua nova coleção

Yves Saint Laurent apresentou sua aguardada campanha de Outono/2025 com Hailey Bieber como estrela principal, reafirmando sua posição de destaque no cenário da moda internacional. Sob o olhar criativo do renomado fotógrafo Gray Sorrenti, as imagens resgatam a sensualidade marcante dos anos 90, reinterpretada com um toque moderno e luxuoso. O ensaio aposta em texturas sofisticadas, como couro e seda, e evidencia o poder dos acessórios icônicos da maison francesa. Com isso, a YSL reforça sua habilidade de dialogar com diferentes gerações sem perder sua essência clássica e provocadora.

Divulgada oficialmente nesta segunda-feira (25), a campanha apresenta Hailey em produções que traduzem perfeitamente o DNA da marca: ousadia, elegância e sofisticação em medidas equilibradas. Entre os looks, destacam-se as meias pretas de bolinhas, os saltos de tiras e a jaqueta de couro, símbolos de atitude e refinamento. A escolha da modelo como rosto da coleção reflete não apenas sua influência no universo fashion, mas também a conexão da grife com uma nova geração que busca autenticidade. Ao unir passado e presente, a YSL entrega uma narrativa visual poderosa, que reafirma sua liderança na indústria do luxo.

A ousadia dos anos 90 revisitada

Inspirada na moda noventista, a campanha aposta em elementos icônicos da época, como a força do couro e os acessórios marcantes. Hailey Bieber encarna esse espírito com naturalidade, trazendo frescor e atualidade ao conceito clássico. O resultado é um visual que une nostalgia e contemporaneidade, mantendo a identidade luxuosa da YSL.


Hailey Bieber para a coleção de Outono/2025 de Yves Saint Laurent. (foto: reprodução/Instagram/@ysl)


Hailey como símbolo de uma nova geração fashion

A escolha de Hailey para liderar a campanha reforça a conexão da YSL com uma geração que valoriza autenticidade e estilo. Ícone de beleza e comportamento, a modelo representa o equilíbrio entre glamour e naturalidade, projetando uma imagem que conversa tanto com os amantes da moda tradicional quanto com o público mais jovem e digital.

Além do impacto visual, a campanha também celebra a herança da YSL em traduzir liberdade e ousadia. Hailey Bieber, ao assumir esse papel, mostra sua versatilidade como embaixadora da moda global, capaz de transitar entre o clássico e o moderno sem perder sua essência.

A presença de peças marcantes, como a bolsa preta com o icônico logo da maison, reafirma o poder dos acessórios como protagonistas de estilo. Combinados ao styling elegante, os detalhes elevam a proposta da campanha, reforçando a sofisticação atemporal da grife. A nova coleção de Outono/2025 promete não apenas ditar tendências, mas também reafirmar a força da YSL em criar narrativas visuais que ultrapassam gerações. E com Hailey Bieber no centro dessa história, a marca prova que continua a ser referência absoluta no cenário fashion internacional.

Mercosul e Canadá retomam diálogo estratégico em Toronto

Depois de um longo período de estagnação, as conversas entre o Mercosul e o Canadá para um tratado de livre comércio foram oficialmente retomadas. A movimentação ocorre em um cenário global instável, marcado pela escalada das tarifas entre os Estados Unidos e a China. Para fortalecer alianças comerciais, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai enviaram sinal verde para a retomada das tratativas.

A missão brasileira, prevista para setembro em Toronto, foi anunciada como o marco inicial dessa nova fase. Conforme informado pelos governos envolvidos, os chefes negociadores das nações devem se reunir novamente em outubro para dar continuidade às discussões. A proposta tem como objetivo criar caminhos para impulsionar o fluxo de exportações e investimentos entre os blocos.

Retomada acontece após quatro anos de pausa nas conversas

As negociações estavam congeladas desde 2021, após um início promissor em 2019. Contudo, o novo cenário global e o interesse mútuo em diversificar mercados reacenderam o diálogo. No comunicado conjunto divulgado na segunda-feira (25), Brasil e Canadá reafirmaram o compromisso com um comércio aberto, sustentável e baseado em regras claras, tendo a Organização Mundial do Comércio (OMC) como principal referência.


Participantes do Mercosul (Foto: reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)


Além disso, os governos declararam que a iniciativa representa um passo estratégico rumo à diversificação econômica. As partes envolvidas destacaram a necessidade de aprofundar as relações comerciais e gerar novas oportunidades para empresas, trabalhadores e investidores dos dois lados.

Brasil vê oportunidade diante do conflito comercial global

O avanço das conversas entre os blocos ocorre paralelamente à tensão gerada pelas tarifas anunciadas por Donald Trump. O governo brasileiro, atento ao impacto desse cenário nas cadeias globais, acredita que a parceria com o Canadá pode fortalecer o papel do Mercosul no comércio internacional.

A expectativa é que o novo acordo favoreça setores industriais, agrícolas e de serviços, consolidando o Brasil como um elo estratégico entre a América do Sul e o mercado norte-americano. Com isso, o bloco sul-americano busca ampliar sua presença global, enquanto sinaliza abertura para novos negócios em um ambiente comercial cada vez mais competitivo.

Trump revoga fiança sem dinheiro e critica extrema-esquerda

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (25) um decreto que visa proibir a liberação de detentos sem o pagamento de fiança, medida anteriormente adotada pelo seu antecessor, o ex presidente Joe Biden, do partido Democrata. Trump alegou intenção foi ‘’desastre na extrema-esquerda’’

Novo decreto

Donald Trump assinou a revogação do recurso que permitia ao preso aguardar o julgamento em liberdade sem a necessidade de pagamento de fiança. Em contrapartida, o réu precisava apenas comparecer a todas as audiências judiciais ao longo do processo.

O decreto passa a valer inicialmente apenas na capital do país, Washington, D.C., onde, algumas semanas atrás, Trump também declarou intervenção federal. A polícia local agora tem a ordem de manter os presos sob custódia para evitar a liberação sem pagamento de fiança.

Durante a declaração na Casa Branca, Trump afirmou: “Temos o direito de fazer isso [acabar com a fiança sem dinheiro] por meio da federalização.” O presidente ameaçou ainda reduzir verbas federais para estados que se opuserem ao decreto. Pam Bondi, Procuradora-Geral dos EUA, foi encarregada de identificar quais fundos federais podem ser suspensos ou cancelados, caso necessário.

Trump criticou o governo de seu antecessor, Joe Biden, declarando-o como ligado à extrema-esquerda. Biden, do Partido Democrata, foi eleito o 46º presidente dos EUA e exerceu o seu mandato de 2021 até o início de 2025. Ele era visto, entretanto, como defensor do centro-esquerda, e não da extrema-esquerda.

Intervenção federal

No dia 11 de agosto, Trump ordenou o controle federal da Guarda Civil na capital dos Estados Unidos, alegando a necessidade de redução da criminalidade em Washington, D.C. Desde então, tropas da Guarda Civil têm autorização para patrulhar a cidade armadas.

O presidente declarou, durante a cerimônia realizada na Casa Branca nesta segunda-feira, que pode expandir as patrulhas federais para cidades consideradas democratas, como Baltimore e Chicago. Em outra ordem executiva assinada na tarde de hoje, a Procuradora Pam Bondi foi instruída a processar pessoas que queimem ou profanem a bandeira dos Estados Unidos.


Donald Trump em evento do decreto de intervenção Federal (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)

Até o momento, o presidente Donald Trump apenas fez declarações sobre possíveis expansões federais e cortes de verbas de outras jurisdições. Nenhuma decisão adicional foi oficialmente decretada, além da revogação da fiança sem pagamento e do processo a quem queimar bandeiras.

Tensão geoeconômica: EUA e China disputam poder das terras-raras

A disputa comercial entre Estados Unidos e China se intensificou, especialmente no que tange ao fornecimento de materiais essenciais para a alta tecnologia, como as terras-raras. Em um episódio notável dessa tensão, o então presidente americano, Donald Trump, expressou sua insatisfação com a lentidão das exportações chinesas de ímãs de terras-raras.

Em uma declaração incisiva, ele ameaçou a China com a imposição de tarifas de até 200% sobre seus produtos se o fluxo desses materiais não fosse normalizado. A China, sendo o principal produtor global desses elementos, detém uma posição de poder crucial nesse cenário.

A geopolítica das terras-raras e a retórica ambígua de Trump

Essa ameaça ressalta a importância estratégica das terras-raras, que são minerais cruciais para a fabricação de ímãs utilizados em uma vasta gama de produtos, desde carros e eletrônicos até equipamentos de defesa. A dependência global da China para a obtenção desses materiais torna qualquer interrupção em seu fornecimento um problema sério, capaz de abalar cadeias de produção inteiras.

A decisão chinesa de impor licenças de exportação no início daquele ano foi vista por muitos como uma resposta retaliatória às tarifas americanas, o que acirrou a já complicada guerra comercial.


Matéria sobre a ameaça de 200% de tarifaço caso o país não forneça ímãs aos Estados Unidos (Vídeo: reprodução/YouTube/InfoMoney)

A retórica de Trump, embora combativa, também sinalizou a complexidade da relação bilateral. Ao mesmo tempo que proferia ameaças, ele mencionava a “relação estupenda” com a China e seu desejo de visitar o país. Essa dualidade refletia a tensão entre a necessidade de negociação e a postura firme de seu governo. Ele chegou a afirmar que, se “jogasse suas cartas”, poderia “destruir a China”, uma declaração que, embora hiperbólica, demonstrava a percepção de poder dos EUA na negociação.

Caminhos para a negociação: Acordos e tensões persistentes

Apesar das tensões, representantes de ambos os países se reuniram em várias ocasiões para tentar resolver as disputas. Esses encontros resultaram em acordos temporários, como a redução recíproca de tarifas, visando aliviar a pressão econômica mútua.

No entanto, o descontentamento americano permaneceu, com acusações de que a China estaria deliberadamente atrasando o processo de concessão de licenças de exportação. Essa situação ilustra como a geopolítica e a economia estão intrinsecamente ligadas, com o controle de recursos estratégicos se tornando um ponto central nas negociações entre as maiores economias do mundo.

Visto para os EUA ficará mais difícil a partir de setembro

Tirar o visto dos EUA se tornará uma árdua missão: a partir do dia 02 de setembro, a entrevista presencial se tornará obrigatória para a maioria das pessoas que buscarem o pedido de visto. O governo americano apertou ainda mais o cerco, mesmo para quem for menor de 14 ou maior de 79 anos.

Flexibilização diminuiu

Mesmo com as várias categorias de visto (turismo, estudo, intercâmbio ou trabalho temporário), quem for solicitar terá que se encaminhar ao consulado ou embaixada para conversa e agilização nas questões formais. Anteriormente, era comum que pedidos de renovação ou até mesmo primeiras solicitações em algumas situações fossem aprovados apenas com o envio de documentos, sem entrevista.

O anúncio explica que a mudança vale justamente porque as dispensas de entrevista foram exceções temporárias, criadas para agilizar a análise de pedidos em meio às restrições impostas pela pandemia de Covid-19. Agora, segundo o governo americano, chegou o momento de retomar os procedimentos tradicionais de avaliação.

Exceções serão raridade

No entanto, ainda há algumas exceções à rigidez das novas regras, como para alguns vistos com viés diplomático ou oficial, além de casos determinados diretamente pelo consulado. No entanto, a imagem é clara: quem pensar em viajar para os Estados Unidos, terá que marcar horário, se apresentar e realizar entrevista presencial.


Governo de Donald Trump tenderá a endurecer disponibilidade de vistos nos EUA (Foto: Christopher Furlong /POOL/ AFP)

Para os brasileiros que vislumbram visitar os EUA, a demanda por agendamentos aliada a filas de espera deve ser a consequência direta mais notável em todo esse processo, que se tornará mais demorado e competitivo. Assim sendo, especialistas recomendam que, quem já pensa em tirar o visto, faça-o antes mesmo que a nova regra entre em vigor, para assim ter mais agilidade para escapar das futuras filas.

A decisão marca o fim de uma fase mais flexível e traz de volta um modelo tradicional: entrevista presencial como regra, exceção apenas para poucos agora com o presidente Donald Trump no poder.

Alimentos taxados pelos EUA terão destino no Brasil

Nesta segunda-feira (25) o governo federal anunciou a manutenção da compra de alimentos brasileiros afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. A medida busca evitar que produtores fiquem no prejuízo por conta da sobretaxa de 50% aplicada a diversos produtos do setor agropecuário.

Alimentos terão novo destino

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar liderado por Paulo Teixeira, os alimentos que seriam exportados e acabaram sem destino poderão ser adquiridos pelo governo e direcionados a programas como a merenda escolar, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e outras compras institucionais. Assim sendo, produtos como açaí, manga, castanhas, pescados, mel e até água de coco, que estavam destinados ao mercado norte-americano, poderão abastecer escolas, hospitais e diferentes órgãos públicos no Brasil.


Querido por parte dos brasileiros, o café foi um dos alvos de taxação dos EUA (Foto: Reprodução/Bicafé Brasil)

O processo de compra será simplificado. Os produtores e exportadores não precisarão enfrentar licitações ou estudos técnicos demorados. A exigência será basicamente a apresentação de documentos que comprovem a perda de mercado externo, como declaração de exportação registrada no sistema Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior). O preço pago seguirá os valores já praticados nos programas governamentais, sem qualquer variação ligada ao dólar.

Ação é vista como oportunidade

O governo busca atingir duas metas: evitar que os produtores brasileiros arquem sozinhos com as perdas provocadas por uma decisão unilateral dos Estados Unidos e aproveitar a oportunidade para fortalecer a rede de abastecimento de alimentos no país, garantindo que itens de qualidade cheguem a serviços públicos essenciais.

Mesmo sem que haja previsão para o fim dessa política emergencial, a continuidade de compras está ligada a avanços em negociações internacionais que podem gerar abertura para novos mercados. Enquanto isso, a ideia é que o governo siga atuando como comprador de última instância, impedindo que a produção nacional seja desperdiçada e oferecendo suporte a quem foi impactado diretamente pelas tarifas.

Em resumo, trata-se de uma solução provisória que busca dar fôlego ao setor, proteger a renda de agricultores e exportadores e, ao mesmo tempo, beneficiar programas sociais de alimentação em todo o Brasil.

Encontro em Roma: Harry Styles e Zoë Kravitz levantam rumores de romance

Uma turista brasileira que estava de férias em Roma acabou despertando rumores ao flagrar Harry Styles e Zoë Kravitz circulando juntos pelas ruas da cidade. Segundo ela, os dois desembarcaram separadamente no aeroporto, mas seguiram reunidos em passeios por pontos icônicos como a Fontana di Trevi e as charmosas ruelas de Trastevere, sempre acompanhados por um discreto comboio de seguranças.

Em um dos registros publicados nos stories do Instagram, o cantor e a atriz aparecem trocando sorrisos enquanto entram de mãos dadas em um carro que os levou a um jantar reservado em uma trattoria típica. Apesar do clima de cumplicidade, não houve declarações oficiais nem confirmações de assessorias, o que só aumentou a curiosidade dos fãs sobre o possível envolvimento amoroso.

Comentários da brasileira

A brasileira Bia Lyrio que divulgou as imagens no seu perfil do TikTok comentou ter sentido que o encontro não se tratava de uma simples amizade, pois ambos demonstravam sintonia ao caminhar, parando para conversar com moradores locais e curiosos. Enquanto corre pelas redes uma enxurrada de teorias, muitos seguidores especulam se esse encontro em Roma será o início de um novo casal no universo das celebridades. Seja qual for a verdade, o registro inusitado elevou ainda mais a temperatura das especulações sobre Harry Styles e Zoë Kravitz.


Tiktok feito por Bia Lyrio (Foto: Reprodução/Tiktok/@BiaLyrio)


Romance de Harry

O último romance público de Harry Styles foi com a atriz canadense Taylor Russell. Os dois foram vistos juntos em diversos momentos ao longo de 2023 e 2024, incluindo aparições em Londres e em eventos culturais, como exposições de arte e peças de teatro. O relacionamento ganhou força após o fim da turnê “Love On Tour”, quando Harry passou a adotar um perfil mais reservado e longe dos holofotes.

Taylor, conhecida por seu papel em Bones and All, acompanhou Harry em algumas viagens, e os dois chegaram a ser fotografados em clima de intimidade, o que alimentou especulações sobre o envolvimento. No entanto, o casal nunca fez declarações públicas sobre o relacionamento, mantendo tudo sob discrição.

A separação aconteceu em 2024, encerrando o romance sem alarde ou polêmicas.
Desde então, Harry tem mantido sua vida amorosa longe das câmeras, até o recente flagra com Zoë Kravitz em Roma, que reacendeu o interesse dos fãs sobre seus relacionamentos.

Índia mantém relações comerciais com os EUA em meio à expectativa para novas tarifas

O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, declarou neste sábado (23), que está mantendo as relações comerciais entre Nova Délhi e Washington, mesmo com o país asiático precisando proteger determinados setores estratégicos.  A fala acontece por conta da expectativa de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos contra produtos indianos, que podem ser confirmadas nos próximos dias.

Tarifas ampliam atrito e travam negociações comerciais

Os EUA anunciaram sobretaxas que podem chegar a 50% sobre algumas exportações indianas, uma das medidas mais duras já aplicadas contra o país. Atualmente, uma tarifa de 25% está em andamento, e a parcela restante está prevista para começar a valer a partir de 27 de agosto. A Casa Branca tem como justificativa para a medida o aumento da importação de petróleo russo por parte da Índia, algo que vem gerando atritos diplomáticos.

Uma missão de negociadores americanos que deveria visitar Nova Délhi entre 25 e 29 de agosto foi cancelada, frustrando as expectativas de uma flexibilização ou adiamento dessas medidas. No entanto, Jaishankar destacou que certas linhas vermelhas precisam ser respeitadas. O ministro afirma que interesses fundamentais dos agricultores e pequenos produtores indianos não podem ser colocados em risco.


Ministro Subrahmanyam Jaishankar (Foto: reprodução/Roy Rochlin/Getty Images Embed)


No início de 2025, as tratativas comerciais já haviam esbarrado na resistência da Índia em iniciar o mercado agrícola e de laticínios a produtos estrangeiros. Apesar disso, o volume do comércio bilateral continua expressivo, superando a marca de US$ 190 bilhões, o que torna a relação estratégica para ambas as economias.

Tarifas podem frear crescimento indiano

Analistas da Capital Economics alertaram que a manutenção integral das tarifas poderia reduzir em até 0,8 ponto percentual o progresso econômico da Índia em 2025, além de prejudicar a atratividade do país como polo global de manufatura.

Jaishankar também criticou a postura do presidente americano, Donald Trump, afirmando que nunca houve na história recente dos EUA uma condução tão pública da política externa. Ele ainda ressaltou que as preocupações americanas com o petróleo russo não estão sendo aplicadas a outros compradores, como China e União Europeia, que possuem volumes de importação superiores aos da Índia.

Para o chanceler indiano, as compras de petróleo russo nunca haviam sido questionadas em negociações anteriores com Washington, sendo a imposição de tarifas vista como uma mudança brusca e inesperada na relação bilateral.

Efeito Magnitsky: aplicação da lei americana gera temores no Brasil após sanção a Moraes

A Lei Magnitsky, criada nos Estados Unidos em 2016, voltou ao centro do debate após atingir o ministro Alexandre de Moraes. A princípio, embora a norma seja vista como rigorosa, sua aplicação resultou em poucas punições financeiras nos últimos dez anos.

Deste modo, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) apresentou dados de que apenas duas penalizações foram ligadas diretamente à Magnitsky entre os anos de 2016 e 2025. Nesse sentido, o órgão aplicou 148 multas por descumprimento de diferentes sanções, o que mostra o peso reduzido da lei no universo total.

Punições milionárias expõem contraste

À primeira vista, apenas uma pessoa e uma corretora receberam multa especificamente com base na Magnitsky. As autoridades aplicaram valores muito abaixo de punições em outros casos. Em 2023, por exemplo, a Microsoft pagou quase US$ 3 milhões por serviços em países sancionados. Por outro lado, a Binance aceitou pagar US$ 968 milhões após investigações sobre transações de grupos terroristas.


Brasil pode ficar à beira de risco fiscal (Vídeo: reprodução/YouTube/Os Pingos nos Is)

Já em 2025, a GVA Capital pagou a maior punição: US$ 216 milhões por negócios com um oligarca russo. Esse contraste mostra que, apesar da repercussão política, a aplicação da Magnitsky atinge pouco em termos econômicos.

Reação no Brasil e incertezas jurídicas


O ministro Alexandre de Moraes, em 5 de agosto de 2025 (Foto: reprodução/Sergio Lima/AFP/Getty Images Embed)


A sanção contra Moraes provocou reações imediatas no setor bancário brasileiro. O Banco do Brasil suspendeu cartões do ministro vinculados a bandeiras americanas e ofereceu alternativas nacionais. Embora a decisão tivesse caráter preventivo, alguns especialistas defendem um diálogo direto com órgãos americanos para definir os limites da lei em território brasileiro.

Concomitantemente, o ministro Flávio Dino reforçou que medidas estrangeiras não têm validade imediata no Brasil sem chancela do Supremo Tribunal Federal (STF). Assim, a posição aumentou as dúvidas do mercado, que teme violar normas brasileiras ou americanas.


Trump segura taça da Copa e brinca sobre deixar o troféu na Casa Branca

O Salão Oval da Casa Branca foi cenário de um momento simbólico nesta sexta-feira (22). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu a taça da Copa do Mundo durante a apresentação da data e do local do sorteio dos grupos do Mundial de 2026. A competição será disputada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá.

O troféu foi entregue pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino. Ele explicou que a taça original só pode ser tocada por campeões, pelo dirigente da entidade e por chefes de Estado. Em tom descontraído, destacou que Trump também poderia segurá-la.

Momento de descontração com o troféu

Com a taça em mãos, Trump comentou que o objeto era pesado e chamou a atenção para o brilho dourado. Em seguida, fez uma brincadeira dizendo que o troféu ficaria bem exposto dentro da Casa Branca e questionou se poderia mantê-lo. Pouco depois, devolveu a peça a Infantino, que aguardava para continuar a cerimônia.


Trump segura a taça da Copa do Mundo e brinca sobre levar o troféu (Vídeo: Reprodução/YouTube/@g1globo)

O episódio se tornou o ponto alto do evento e reforçou o clima de expectativa para a Copa de 2026. A presença do troféu original deu destaque ao anúncio, simbolizando a proximidade do torneio e a parceria entre os três países-sede.

Declarações sobre segurança pública

Além do momento esportivo, Trump aproveitou a ocasião para falar sobre segurança em grandes cidades americanas. O presidente citou Chicago, Nova York e San Francisco como locais que poderiam receber intervenção federal semelhante à que já ocorre em Washington.

Desde agosto, cerca de 2 mil integrantes da Guarda Nacional foram enviados para a capital, com previsão inicial de 30 dias de permanência. Segundo o Departamento de Defesa, a medida pode ser estendida. Apesar disso, autoridades locais criticaram a decisão, lembrando que os militares não têm poder de prisão.

Relatórios oficiais da polícia de Washington mostram que os índices de criminalidade vêm caindo. Entre 2023 e 2024, o crime violento reduziu em 26%, atingindo o menor nível das últimas três décadas. Mesmo assim, Trump afirmou que pretende manter a presença federal até considerar a situação estabilizada.