Dakota Johnson irradia futurismo sustentável em Gucci no Red Carpet de Splitsville

Na noite de quinta-feira, dia 21, Dakota Johnson subiu ao tapete vermelho da estreia de Splitsville em Los Angeles com um vestido-guarda-chuva prateado da Gucci que parece ter surgido de um sonho futurista. Assinada pelo designer Sabato de Sarno na coleção primavera-verão 2025 da Maison, a peça combina corset drapeado com corte coluna em tecido metalizado, valorizando a silhueta sem qualquer ornamento excessivo. Uma fenda generosa nas costas e o brilho líquido do lamê conferem movimento ao vestido, enquanto a cintura levemente marcada reforça o contraste entre estrutura e fluidez.

Em seus pés, sandálias minimalistas em prata envelhecida casaram perfeitamente com o conjunto, mas foram as joias em ouro branco e diamantes, brincos pendentes, pulseira robusta e anel delicado da Roberto Coin, que deram o toque final de sofisticação. O styling revisitou o espírito “quiet luxury” ao apostar em poucas peças, mas de alto impacto: cada elemento, do esmalte nude às ondas soltas no cabelo feitas pelo hairstylist Adir Abergel, foi pensado para impedir qualquer ruído visual. A make, assinada por Mary Wiles, seguiu a mesma linha clean, com pele acetinada, blush sutil, sobrancelhas leves e delineado preto quase imperceptível.

Moda de Dakota

O look de Dakota desta vez dialoga com sua trajetória fashionista em grandes eventos. Em maio, no Festival de Cannes, ela encantou ao desfilar de maxi vestido preto clássico da Gucci com alças finíssimas. Já em junho, durante a exibição de Materialists, surgiu com um modelo assimétrico que unia decote halter e costas nuas. Agora, ao escolher a versão metálica, Johnson consolida um padrão de elegância descomplicada, sempre explorando os contrastes entre shapes atemporais e materiais high-tech.


Dakota Johnson com vestido da Gucci na Premiere (Foto: Reprodução/Savion Washington/Getty Images Embed)


Splitsville, dirigido pela cineasta britânica Samantha White e estrelado por Wyatt Russell e Glenn Powell, ganhou uma atmosfera prateada antes mesmo de começar, graças ao visual de sua protagonista. “Quis algo que refletisse o enredo de reencontro e espelhamento entre os personagens”, contou a estilista Law Roach, responsável por grande parte do guarda-roupa usado pela atriz no set e na première. A referência ao espelho não é acaso: o brilho cromado do vestido espelha as luzes do teatro e reforça a ideia de autoquestionamento que permeia a trama.


Dakota Johnson com vestido da Gucci na Premiere (Foto: Reprodução/Savion Washington/Getty Images Embed)


Além de traduzir o mood de Splitsville, a escolha reforça o compromisso de Gucci com práticas sustentáveis: o lamê usado no vestido faz parte do programa Equilibrium, que utiliza fios reciclados e reduz a emissão de CO₂ em 40%. A grife tem investido em peças unissex e minimalistas, apostando na versatilidade e durabilidade dos looks. Segundo Sabato de Sarno, “o futuro da moda de gala passa pelo encontro entre o artesanal e o tecnológico, onde o design escultural valoriza o corpo sem agredir o planeta”.

Repercussão nas redes sociais

Nas redes sociais, a hashtag #DakotaInGucci disparou em minutos, com fãs elogiando o equilíbrio entre modernidade e feminilidade. Críticos de moda compararam o visual ao “futurismo suave” de década de 1990, quando estilistas como Azzedine Alaïa e Helmut Lang já combinavam shapes puristas com materiais inovadores. Para completar a noite, Dakota trocou o vestido por um macacão branco minimalista para after party, um aceno à estética clean que a acompanha tanto nas passarelas quanto nas telas.


Dakota Johnson com vestido da Gucci na Premiere (Foto: Reprodução/Savion Washington/Getty Images)


Com esse look, Dakota Johnson prova mais uma vez que domina a arte de traduzir narrativas em vestuário. Elevando o minimalismo ao status de luxo conceitual, ela reafirma sua posição de ícone contemporâneo e reforça a presença de Gucci como protagonista na interseção entre moda de red carpet e inovação sustentável.

Cosmic Kylie Jenner 2.0: o renascer sensorial da perfumaria de luxo

Cosmic Kylie Jenner 2.0 chega para reafirmar o poder da Kylie Cosmetics no universo da perfumaria de luxo e inaugura uma nova era de renascimento sensorial. Lançada em agosto de 2025 com exclusividade na Sephora Brasil, a fragrância abre com a doçura suculenta da pera e o brilho picante da pimenta rosa, combinação que desperta os sentidos com uma energia fresca e vibrante. No coração, a orquídea baunilha envolve a delicadeza da lavanda em um acorde floral cremoso, como um raio de luz dourada invadindo o quarto ao amanhecer, antes de ceder lugar a uma base quente e envolvente de âmbar e sândalo, que garante fixação prolongada, profundidade e um toque de sensualidade refinada.

O frasco escultural, herança estética da primeira edição, ganha agora um acabamento cromado espelhado que simboliza autorreflexão e crescimento pessoal, enquanto a embalagem externa em degradê pêssego evoca o nascer do sol e reforça o conceito de renovação constante. Pensada para dialogar com seu antecessor, Cosmic Kylie Jenner 2.0 pode ser aplicada sozinha ou em camadas: sobre a versão original, revela uma doçura luminosa; quando usada por baixo, assume um perfil mais quente e intenso, oferecendo versatilidade olfativa. Disponível em 10 ml (R$ 179), 50 ml (R$ 469) e 100 ml (R$ 569), ela convida você a celebrar cada amanhecer com elegância, atitude e um toque de magia cósmica.

Kylie Cosmetics

Kylie Cosmetics nasceu em 2015 a partir do desejo de Kylie Jenner de transformar sua paixão por maquiagem em um negócio próprio. O primeiro produto foi o icônico Kylie Lip Kit, um duo de batom líquido e lápis labial, que esgotou em minutos e colocou a marca no radar global. Em 2016, o nome trocou para Kylie Cosmetics e o portfólio se expandiu para incluir paletas de sombras, blushes, corretivos e até linhas de cuidados com a pele. O sucesso foi tanto que, em 2019, a gigante Coty adquiriu 51% da empresa, avaliando-a em US$ 600 milhões e acelerando a entrada da marca em 150 países.


Divulgação Cosmic Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram/@kyliecosmetics)


Com bases fundidas a batons, contornos faciais e iluminadores de alta performance, Kylie Cosmetics construiu reputação de qualidade premium e embalagens instagramáveis. Esse domínio no universo da beleza abriu caminho para o próximo grande passo: a perfumaria.


Divulgação Lip Kit Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram/@kyliecosmetics)


Alta perfumaria

Em novembro de 2024, estreou Cosmic Kylie Jenner, um floral ambarado que misturava pera e pimenta rosa, orquídea, baunilha e um fundo de âmbar e sândalo. A fragrância se tornou um fenômeno de vendas no Brasil e no exterior graças ao storytelling que conecta cada borrifada ao renascer de um novo dia.


Divulgação Cosmic Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram/@kyliecosmetics)


Em agosto de 2025, a marca elevou ainda mais esse conceito com Cosmic Kylie Jenner 2.0. O frasco espelhado sugere autorreflexão, e o degradê pêssego da caixa reforça a ideia de amanhecer.


Divulgação Cosmic Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram/@kyliecosmetics)


Hoje, a perfumaria da Kylie Cosmetics faz parte de uma divisão de produtos que reúne fórmulas exclusivas e colaborações limitadas, entre elas fragrâncias inspiradas em tendências do streetwear e edições comemorativas ligadas aos grandes eventos de moda. Com o apoio da estrutura global da Coty, a empresa projeta lançar ao menos mais duas fragrâncias por ano, cada uma explorando universos olfativos distintos. A meta é clara: transformar Kylie Cosmetics não apenas em referência de make e skincare, mas também em um nome de peso na perfumaria de luxo.

Lula rebate críticas de Trump e reforça defesa da soberania brasileira

O presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quinta-feira (21) que Donald Trump não deve “dar palpite” no Brasil. A declaração ocorreu durante um evento do Ministério da Saúde em Sorocaba, no interior de São Paulo.

Lula destacou que governar significa cuidar da população e rejeitou interferências externas. O Brasil tem sido alvo de Trump em diversas declarações, principalmente envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante o evento, Lula ainda disse: “aqui cuidamos nós”, ao criticar a postura do presidente norte-americano.

Tarifas e acusações comerciais

Atualmente, alguns produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos enfrentam tarifa de 50%. À primeira vista, o governo Trump justificou a medida alegando políticas “incomuns” do Brasil que afetariam empresas americanas e direitos civis.

Em contrapartida, Lula respondeu de forma enfática afirmando que o Brasil é parceiro confiável e não aceita imposições externas. “Não andaremos de joelhos para os americanos”, afirmou.


EUA aceitam dialogar com o Brasil (Vídeo: reprodução/YouTube/Uol)

Reações do governo brasileiro

Por outro lado, o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou mudanças nas classificações tarifárias para produtos com aço e alumínio, tornando-os mais competitivos. Além disso, o governo enviou resposta oficial ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, conhecido pela sigla USTR. No documento, o Brasil defendeu que não adota medidas discriminatórias e pediu diálogo aberto entre os países.

Consequentemente, as tensões aumentaram após sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky. Em reação, o ministro Flávio Dino reforçou que nenhuma decisão estrangeira tem validade automática no Brasil. O Supremo Tribunal Federal também destacou que medidas internacionais só produzem efeitos quando homologadas pela Justiça brasileira.

Medidas econômicas e posição no Brics

Para compensar o impacto do tarifaço, o presidente brasileiro anunciou R$ 30 bilhões em crédito para exportadores. A medida será implementada por Medida Provisória. Além disso, também defendeu que os países do Brics ampliem negociações sem depender do dólar.


— Lula da Silva no Palácio do Planalto (Foto: reprodução/Ton Molina/NurPhoto/Getty Images Embed)


Por fim, Lula afirmou que parceiros como Brasil e China poderiam utilizar moedas próprias, reduzindo a influência da moeda americana. Contudo, ressaltou que não é contra o dólar, mas quer alternativas justas para os países em desenvolvimento.

EUA desafiam Maduro e revelam vulnerabilidade do arsenal militar venezuelano

Pressionada pelo governo do presidente Donald Trump, a Venezuela enfrenta um dos maiores testes militares dos últimos anos. Segundo especialistas, a defasagem tecnológica, as restrições orçamentárias e as sanções internacionais comprometem o arsenal militar venezuelano, fragilizando suas Forças Armadas e limitando sua resposta aos Estados Unidos.

Nos últimos dias, a tensão aumentou com o envio de três navios de guerra norte-americanos ao sul do Caribe, próximo à Venezuela. O argumento dos EUA é combater cartéis de drogas. Em resposta, Maduro anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos, apresentados como parte da “defesa da pátria” diante das supostas ameaças americanas.

Escalada no Caribe

A movimentação dos navios elevou a tensão entre Washington e Caracas, reforçando o clima de confronto na região. Além disso, a retórica de defesa de Maduro se intensificou contra a presença militar americana. Segundo a Casa Branca, Maduro “não é um presidente legítimo” e estaria envolvido em crimes ligados ao narcotráfico. Há uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à sua captura.


Maduro critica presença militar dos EUA como “ameaça à paz regional” (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN)

Limitações do exército e impacto no arsenal militar venezuelano

De acordo com o relatório “Balanço Militar 2025” do IISS, as Forças Armadas da Venezuela enfrentam “capacidades restritas” e “problemas de prontidão” devido à crise econômica, isolamento diplomático e sanções. Portanto, há dependência de reparos improvisados, o que afeta caças, blindados e embarcações.

O orçamento militar do país foi de US$ 640 milhões em 2024, apenas 0,07% do montante destinado à Defesa pelos EUA, evidenciando o desequilíbrio bélico entre os dois países.

Composição do arsenal militar venezuelano

Apesar de parcerias com Rússia, China e Irã, o arsenal venezuelano é limitado e conta com:

  • 844 tanques e veículos blindados
  • 545 veículos de artilharia
  • 95 navios de patrulha e combate
  • 79 jatos de combate (F-16, Su-30 e K-8W)
  • 9 helicópteros de ataque
  • 2 fragatas e 2 submarinos
  • Sistemas de defesa aérea S-300
  • Drones Mohajer 6 e 2, além do Ansu-100 nacional
  • Mísseis de curto alcance russos e americanos
  • Esquadrão de 19 aeronaves Tucano EMB-312

No entanto, parte significativa do equipamento não está em plena operação devido à falta de peças e manutenção precária.

Risco de confronto e aliados externos

Para o professor Vitelio Brustolin, o cenário atual indica que uma ofensiva militar em larga escala dos EUA é improvável. Além disso, “o que vemos é um gesto de pressão, não um plano de mudança de regime”, afirmou, ressaltando que a movimentação de navios serve como sinal de força e instrumento de coerção, sem representar ordens de bombardeios em solo venezuelano. Por outro lado, Maduro aproveita a tensão para mobilizar a população e reforçar a resistência interna, convocando milhões de milicianos, ampliando os custos políticos de qualquer ação americana e fortalecendo o discurso de defesa da pátria.

Apesar das limitações, a Venezuela mantém parcerias estratégicas com Rússia, China e Irã, que fornecem equipamentos militares e assessoria técnica. Ainda assim, diante do poderio dos EUA, o desequilíbrio bélico permanece evidente, e a crise do país continua mais marcada por pressões diplomáticas e econômicas do que pelo risco de um conflito direto de grande escala.

Trump demanda renúncia de diretora do Fed e aumenta a tensão sobre autonomia da instituição

A potencial estratégia de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, reacende um debate crítico sobre a independência do Federal Reserve (Fed), o banco central do país. A instituição, desenhada para operar de forma autônoma e tomar decisões de política monetária sem interferências políticas, tem se tornado um alvo constante de críticas por parte de Trump, que busca uma maior influência sobre suas decisões, especialmente no que se refere às taxas de juros.

Trump mira Lisa Cook em nova ofensiva para influenciar o Federal Reserve

A mais recente investida de Trump se direciona a Lisa Cook, uma das diretoras do Fed nomeadas por Joe Biden. Com base em alegações levantadas por Bill Pulte, um de seus aliados, sobre supostas irregularidades financeiras envolvendo Cook, Trump pediu publicamente sua renúncia. Pulte, diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação (FHFA), afirmou que Cook teria declarado duas residências como principais em diferentes empréstimos, uma prática que, se confirmada, poderia ter-lhe garantido condições de financiamento mais vantajosas. As acusações, que datam de 2021, antes de sua nomeação para o Fed, foram rapidamente endossadas por Trump em sua plataforma de mídia social.


A diretora é uma das três pessoas nomeadas por Biden cujos mandatos se estendem para além do mandato de Trump (Foto: reprodução/X/@ForbesBR)

A situação de Cook exemplifica um dos principais desafios de Trump para remodelar o Fed. A diretora é uma das três pessoas nomeadas por Biden cujos mandatos se estendem para além de um possível segundo mandato de Trump. Essa particularidade de mandatos longos dificulta os esforços do ex-presidente em preencher a maioria das sete cadeiras do concelho, um passo fundamental para consolidar seu controle. Atualmente, apenas dois dos seis membros restantes foram nomeados por ele: Christopher Waller e Michelle Bowman.

A Luta pelo Controle e o Futuro da Política Monetária

A crítica de Trump ao Fed não é recente. Ele tem se posicionado abertamente contra a postura do atual presidente da instituição, Jerome Powell, defendendo uma drástica redução das taxas de juros para estimular a economia. Embora reconheça as barreiras legais que o impedem de demitir membros do conselho por discordâncias políticas, a estratégia de Trump se concentra em nomear aliados para as vagas que surgem.

A vaga deixada pela recente renúncia de Adriana Kugler, por exemplo, já foi preenchida com a nomeação de Stephen Miran, um nome próximo a Trump. No entanto, o desafio maior é a presidência do Fed. O mandato de Powell se encerra em maio, e Trump poderá nomear um sucessor. Ainda que Powell pudesse, teoricamente, permanecer como diretor até 2028, a tradição sugere que ele não o faria. A luta pelo controle da diretoria, no entanto, pode levar mais tempo, uma vez que os mandatos dos diretores têm duração de 14 anos e não coincidem com os ciclos eleitorais.

Essa busca por influência no Fed levanta sérias preocupações sobre a neutralidade e a estabilidade da política monetária americana. A autonomia do banco central é vista por economistas como um pilar essencial para a credibilidade do dólar e para a condução de políticas que visam o controle da inflação e a manutenção do pleno emprego, sem ceder a pressões políticas de curto prazo. As ações de Trump, ao questionar publicamente a integridade de seus membros e pressionar por mudanças na taxa de juros, alimentam a incerteza e testam os limites de uma das instituições mais importantes dos Estados Unidos.

Gap reage e lança campanha vibrante com grupo Katseye

A campanha de outono da Gap foi lançada em agosto de 2025, após a repercussão de um comercial da American Eagle com Sydney Sweeney, que viralizou devido ao trocadilho “Sydney Sweeney has great jeans”, interpretado de forma ambígua entre “jeans” e “genes”. O episódio, intensificado por elogios públicos do ex-presidente Donald Trump à atriz, movimentou a internet e expôs os desafios do marketing contemporâneo. Para se posicionar, a Gap apresentou “Better in Denim”, estrelada pelo grupo global Katseye, formado por seis integrantes de países como Índia, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Representatividade e diversidade como resposta estratégica

A campanha foi construída para destacar valores de diversidade, autenticidade e expressão pessoal. Nas peças publicitárias, as integrantes do Katseye aparecem em coreografias vibrantes, com estética inspirada nos anos 2000, reforçando a versatilidade do jeans como peça central da coleção. A Gap apostou em artistas em ascensão para aproximar-se de um público jovem, multicultural e conectado às tendências globais.


Vídeo divulgação da campanha entre gap e Katseye (Vídeo: reprodução/Instagram/@gap)


Enquanto o comercial da American Eagle gerou debate político e dividiu opiniões, a campanha da Gap foi elogiada pela crítica especializada e pelo público digital. Comentários positivos destacaram não apenas o carisma das integrantes do grupo, mas também a qualidade dos jeans, exibidos em movimentos intensos sem comprometer o conforto.

Repercussão digital e impacto no marketing de moda

Nas redes sociais, consumidores consideraram a iniciativa da Gap como uma das mais criativas do ano. Alguns chegaram a apontá-la como “campanha digna de prêmio”, reforçando que o timing e a estratégia transformaram a polêmica em oportunidade de destaque. Influenciadores também valorizaram a escolha de trilhas sonoras marcantes, como a música de Kelis, que deu tom nostálgico às cenas.


Grupo Katseye (Foto: reprodução/Instagram/@gap)


O episódio ilustrou como marcas globais de moda precisam equilibrar criatividade, celebridades e percepção pública. No caso da Gap, foi demonstrado que representatividade e storytelling bem planejados podem render engajamento positivo e consolidar imagem de marca no cenário competitivo do fast fashion internacional.

Jessie J compartilha experiência com o câncer de mama e maternidade

Durante o podcast Great Company, a cantora britânica Jessie J abriu o coração sobre como tem sido difícil lidar com o câncer de mama. Não somente pela doença em si, mas também por conta da maternidade: “Sinto que o câncer me roubou memórias com meu filho” confessou ela. Jessie J recebeu o diagnóstico em estágio inicial em junho de 2025, após uma série de exames realizados após seu aniversário de 37 anos.

Último show de Jessie J

Pouco antes de iniciar o tratamento, Jessie se apresentou no “Summertime Ball” em Londres e anunciou que faria uma pausa nos shows por um tempo. O momento teve caráter simbólico, pois ela se despediu temporariamente dos palcos para cuidar de si. “Esse é meu último show antes de vencer o câncer de mama” ela declarou, com honestidade crua e coragem rara. Ademais, a coragem tocou público e gritou que, apesar do medo, ela seguiria pronta para lutar.


Jessie J no hospital (Foto: reprodução/Instagram/@jessiej)

Maternidade em meio ao tratamento

Após a mastectomia, Jessie explicou que precisou evitar esforços físicos, o que dificultou interações simples com o filho, como pegá-lo no colo ou brincar. “Às vezes sinto que perdi momentos com ele, mas sei que estou fazendo o melhor que posso”, contou com naturalidade e honestidade. Ela também informou que ainda realizará uma cirurgia reconstrutiva, nesse sentido, a decisão foi recebida com empatia pelo público, que acompanhou cada atualização com carinho.


Jessie J e filho Sky (Foto: reprodução/Instagram/@jessiej)

Jessie J o avanço nos tratamentos

A boa notícia chegou algumas semanas depois: os exames mostraram que o câncer não se espalhou. Apesar de ainda precisar realizar ajustes na reconstrução mamária para equilibrar a simetria das mamas, Jessie celebra o alívio e compartilha pequenos momentos de esperança com os fãs. Ela lançou uma versão acústica da música “Living My Best Life”, incluindo a voz de Sky, em uma demonstração de que a música continua presente em sua vida.

Com sua postura transparente e acolhedora, Jessie J mostra que enfrentar desafios de saúde não a impede de continuar criando, inspirando e se reinventando tanto dentro quanto fora dos palcos.

Alckmin anuncia alívio para exportações brasileiras

No contexto das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, uma decisão recente do Departamento de Comércio norte-americano trouxe um importante alívio para as exportações brasileiras. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciou que os produtos brasileiros que contêm aço e alumínio em sua composição terão uma nova classificação tarifária, saindo de uma taxação elevada para uma alíquota mais competitiva.

Essa mudança, que enquadra as exportações na Seção 232 do Ato de Expansão Comercial, nivela as condições de concorrência para o Brasil, permitindo que os produtos nacionais paguem a mesma tarifa que os de outros países.

Redução de tarifas impulsiona competitividade brasileira nos EUA

Anteriormente, produtos com esses componentes sofriam com uma sobretaxa imposta pela administração do presidente dos EUA, Donald Trump, que chegava a 50%. A medida recém-anunciada, portanto, representa um avanço significativo na competitividade da indústria brasileira no mercado estadunidense. De acordo com Alckmin, o alívio afeta aproximadamente 6,4% do total das exportações brasileiras para os EUA, o que corresponde a cerca de US$ 2,6 bilhões de um total de US$ 40 bilhões.


Matéria sobre discurso de Alckmin onde ele diz que produtos industriais terão tarifas aliviadas (Vídeo: reprodução/YouTube/Rede TVT)

Setores-chave da indústria, como máquinas, equipamentos e motocicletas, que são altamente impactados pela nova tarifação, serão os principais beneficiados. A decisão americana é vista como uma forma de corrigir uma distorção comercial que prejudicava a economia brasileira, especialmente a indústria de manufaturados. O ajuste tarifário não apenas melhora a capacidade de competição dos produtos brasileiros, mas também ajuda a fortalecer os laços comerciais entre as duas nações.

Nova postura comercial dos EUA abre caminho para negociações mais equilibradas com o Brasil

O anúncio de Alckmin, feito após um encontro na Câmara dos Deputados para discutir projetos de interesse do comércio exterior, contrasta com o cenário de tensões comerciais vivenciado anteriormente. O governo Trump, por exemplo, havia imposto uma sobretaxa generalizada que, além de produtos industriais, atingiu setores sensíveis da economia brasileira como o agronegócio, com produtos como café, carne bovina e algumas frutas sendo fortemente taxados.

Apesar de a nova medida focar em produtos com aço e alumínio, ela sinaliza uma mudança de rumo nas relações comerciais, buscando maior equilíbrio e previsibilidade. A isenção de tarifas em alguns produtos estratégicos para o Brasil, como aeronaves, petróleo e gás natural, já era uma realidade antes, e agora se soma a essa nova reclassificação, indicando um possível ambiente mais favorável para as negociações futuras. Essa melhora tarifária é um passo importante para que o Brasil mitigue os impactos econômicos de uma política comercial global cada vez mais protecionista.

Alison Brie celebra papel como Evil-Lyn em Mestres do Universo

Alison Brie se prepara para dar vida à icônica vilã Evil-Lyn na adaptação live-action de Mestres do Universo, prevista para junho de 2026. Em entrevista ao site HeyUGuys, a atriz revelou que interpretar uma antagonista foi um desafio inédito em sua carreira, mas também uma experiência divertida e libertadora. Para ela, o papel trouxe a chance de explorar camadas mais sombrias e, ao mesmo tempo, carismáticas, dentro de um universo amado por diferentes gerações.

A atriz destacou ainda que Evil-Lyn não é apenas maligna, mas uma personagem que saboreia sua própria maldade, o que tornou a experiência “deliciosa” de viver no set. Brie adiantou que a relação entre sua personagem e Esqueleto será marcada por tensão e complexidade, prometendo ser um dos pontos altos do filme. Segundo ela, esse dinamismo é o que tornará a narrativa mais envolvente para o público, equilibrando ação, humor e drama.

Evil-Lyn: uma vilã deliciosamente maligna

Alison Brie ganhou notoriedade em séries como Community e GLOW, mas agora alcança um novo patamar ao interpretar Evil-Lyn, uma vilã que ela define como “deliciosamente vilanesca”. A atriz comentou que nunca havia interpretado uma antagonista verdadeira antes, ressaltando o prazer que teve em explorar cada nuance sombria da personagem que, mais do que cumprir ordens, saboreia seu próprio poder.

Além disso, a atriz destaca que Evil-Lyn possui uma inteligência estratégica que a torna imprevisível, capaz de manipular aliados e adversários com sutileza. Parte de sua complexidade vem da relação ambígua com Esqueleto, seu líder, marcada por lealdade, tensão e pequenas disputas de poder. Essa dinâmica cria camadas na personagem, tornando-a não apenas uma vilã tradicional, mas uma figura fascinante que equilibra charme, malícia e ambição, cativando tanto fãs antigos quanto novas audiências.


Teaser oficial de Mestres do Universo (Vídeo: reprodução/YouTube/Ingresso.com)


A relação complexa com Esqueleto

Um dos pontos altos da entrevista foi a menção à relação entre Evil-Lyn e seu líder, Esqueleto. Brie descreveu a conexão como “muito interessante”, sugerindo uma química carregada de tensão, ambição e, possivelmente, manipulação mútua. Essa relação promete adicionar profundidade dramática ao universo de Masters of the Universe, elevando a antagonista a uma figura central e multifacetada.

Segundo entrevistas recentes, o tom do filme parece equilibrar bem ação e humor, sem perder aquela leveza irreverente que marcou a série animada dos anos 1980. Brie chegou a desmentir rumores sobre um tom excessivamente sério para o longa, sinalizando que a adaptação deve manter um toque divertido, em linha com o material original.

Mestres do Universo, dirigido por Travis Knight (Bumblebee, Kubo and the Two Strings), traz um elenco de peso: Nicholas Galitzine como He-Man, Jared Leto como Esqueleto, Camila Mendes como Teela, Idris Elba como Mentor (Man-at-Arms), e Morena Baccarin como A Feiticeira. O longa explora a história de um jovem príncipe Adam, que se vê separado de seu verdadeiro lar, Eternia, apenas para retornar e enfrentar o mal que ameaça seu mundo com estreia marcada para 5 de junho de 2026.

Emily em Paris: 5ª Temporada revela elenco, data de estreia e novas imagens

A Netflix anunciou nesta quarta-feira (20) que a aguardada 5ª temporada de Emily in Paris estreia no dia 18 de dezembro de 2025, prometendo encantar os fãs com novos cenários, romances e reviravoltas. Protagonizada por Lily Collins, a série agora leva Emily Cooper para a Itália, onde ela vive momentos intensos em Veneza e assume a liderança da filial romana da Agence Grateau.

As primeiras imagens divulgadas revelam não apenas o charme vibrante da protagonista, mas também a presença de novos personagens, como Marcello (Eugenio Franceschini), que promete agitar sua vida pessoal e profissional. Segundo a sinopse oficial, Emily enfrentará desafios que vão de ideias de trabalho que saem do controle a segredos capazes de abalar relações próximas, tudo enquanto tenta equilibrar seu estilo de vida francês com as novas experiências italianas.

O que esperar na nova temporada

O elenco segue repleto de rostos queridos, como Philippine Leroy-Beaulieu, Ashley Park, Lucas Bravo e Lucien Laviscount, além de novidades como Minnie Driver, Bryan Greenberg e Michèle Laroque. Com moda, romance e intriga no ar, a nova temporada promete manter o espírito sofisticado e divertido que conquistou o público, mas com um tempero mediterrâneo irresistível.


Foto divulgação de Emily in Paris (Foto: reprodução/Instagram/@lilyjcollins)


Emily in Paris sempre foi um desfile ambulante de moda ousada, e tudo indica que a 5ª temporada vai elevar ainda mais o nível, especialmente com a mudança de cenário para a Itália. A figurinista Marylin Fitoussi, que já vestiu o elenco em todos os episódios, mantém seu lema de “quebrar todas as regras”. Ela não busca reproduzir fielmente o estilo parisiense, mas criar um universo visual escapista, cheio de combinações improváveis, cores vibrantes e texturas ricas.


Foto divulgação de Emily in Paris (Foto: reprodução/Instagram/@lilyjcollins)


Figurinos novos

Com looks que unem referências francesas, italianas e internacionais, criando uma estética cosmopolita e sofisticada. O maximalismo ganha uma repaginada, com sobreposições ousadas, estampas contrastantes e acessórios statement que elevam cada composição a um novo patamar de expressão visual.


Foto divulgação de Emily in Paris (Foto: reprodução/Instagram/@lilyjcollins)


As peças de luxo e alta-costura, ainda que inacessíveis para a maioria, como destaca Fitoussi ao afirmar que “ninguém possa pagar” por elas, têm como principal objetivo alimentar o imaginário e inspirar. Marcas brasileiras também conquistam espaço de destaque: na temporada anterior, PatBo e Serpui brilharam em cena, e há grande expectativa por novas colaborações globais que reforcem essa presença. Por fim, a moda se torna narrativa, com cada look refletindo os dilemas e transformações emocionais dos personagens, tornando o figurino uma extensão da própria história.


Foto divulgação de Emily in Paris (Foto: reprodução/Instagram/@lilyjcollins)


Fitoussi já adiantou que não se preocupa com críticas sobre realismo, para ela, o figurino é sobre liberdade criativa e inspiração, não sobre seguir regras. Isso significa que podemos esperar surpresas fashion que vão do extravagante ao romântico, sempre com aquele toque “Emily” que divide opiniões, mas nunca passa despercebido.