Donald Trump e Kamala Harris empatam em Estados decisivos

Mostragem feita pela CNN mostra cenário muito equilibrado em Estados que irão decidir o próximo presidente dos Estados Unidos.

Faltando pouco menos de dois meses da eleição mais esperada pelo mundo em 2024, a disputa continua acirrada. Mesmo com diversos fatos ocorridos nas últimas semanas, tanto no partido democrata com a troca do atual presidente Joe Biden pela vice-presidente Kamala Harris, e o atentando criminoso a vida de Trump, no mês de julho.

Numericamente empatados

Dentre os cinquenta Estados Americanos, mais de quarenta já estão definidos, porém os chamados “Estados-pendulos” ainda tem vários eleitores indefinidos, e são esses eleitores que irão decidir essa eleição.

Segundo levantamento da CNN, Kamala lidera com uma margem pequena entre os eleitores em Wisconsin e Michigan, enquanto Trump tem vantagem no Arizona. Já na Geórgia, Nevada e Pensilvânia eles estão tecnicamente empatados.

Os votantes no estado do Wisconsin optam em Harris com 50% contra 44% para Trump, já no Michigan, Harris tem 48% contra 43% de Trump. No Arizona, Trump lidera com 49% contra 44% de Harris. Na Geórgia e Nevada, 48% apoiam Harris contra 47% para Trump, e na Pensilvânia, os políticos estão igualmente com 47%.

Em todos esses estados, uma média de 15% diz ainda estar indefinida em quem vai votar no próximo mês de novembro. Então é nessa margem que os candidatos devem investir nas próximas semanas em busca da Casa Branca.

Campanha de voto para as eleições de 2024 (Foto: reprodução/E+I e da-kuk/Getty Images Embed)

Vantagens X Desvantagens

A pesquisa mostra que para os eleitores, o ex presidente leva melhor em temas como imigração e economia e tem melhor capacidade para lidar com esses assuntos. E que a atual vice presidente leva melhor em temas de direitos humanos, como aborto. Além de ser considerada uma pessoa menos extremista que seu adversário. 

Muitos blocos de eleitores são almejados por ambos os concorrentes a ser o próximo presidente americano, como os latinos, negros e jovens que moram no centro oeste americano. E os descendentes Árabes e Palestinos que moram nesses lugares que andam indecisos principalmente para saber como eles irão lidar com a guerra em Israel.

A eleição americana acontecerá no próximo dia 5 de novembro.

Estilo sexualizado de Sabrina Carpenter gera debate nas redes

Sabrina Carpenter, uma estrela em ascensão da geração Z, tem chamado a atenção não só por seu talento musical, mas também por seu estilo marcante. Após o lançamento do seu mais recente álbum, “Short n’ Sweet”, que rapidamente conquistou o público, seu visual se tornou um dos tópicos mais discutidos nas redes sociais. Com uma estética ultra feminina, repleta de rendas, babados e tons de rosa, a cantora tem gerado debates sobre o limite entre sensualidade e sexualização.

Seu estilo, muitas vezes descrito como “coquette”, combina elementos infantis com uma forte dose de sensualidade, o que tem levantado questionamentos: seria este visual problemático ou apenas uma forma de Sabrina expressar sua feminilidade? Os internautas estão se questionando se é saudável sexualizar roupas infantis, já que isso pode influenciar a percepção de crianças sobre o que é ideal ou não.


Estilo coquette e sensual da cantora tem sido questionado (foto: reprodução/Seven.One Entertainment Group GmbH/Getty Images Embed)


A crítica ao estilo “coquette”

O estilo “coquette”, adotado por Sabrina, é caracterizado por roupas delicadas e românticas, muitas vezes associadas a uma estética mais jovem e inocente. Esse visual contrasta com sua escolha de peças mais sensuais, como lingeries e cortes ousados. Alguns críticos afirmam que a combinação desses elementos cria uma dualidade confusa entre o infantil e o adulto, o que leva a acusação de que a cantora estaria “se sexualizando demais”.

Para muitos, essa mistura levanta preocupações sobre a objetificação do corpo feminino e o impacto que isso pode ter em seu público jovem, especialmente aqueles que acompanham a artista.

Expressão pessoal ou imposição da mídia?

Por outro lado, há quem defenda que o estilo adotado por Sabrina seja uma forma legítima de expressão. Assim como outras artistas femininas, como Madonna e Britney Spears, ela explora sua sensualidade como parte de sua identidade artística. Para seus fãs, o uso dessas roupas não é problemático.

O tópico mencionado é válido e importante de se pensar, já que ela é uma formadora de opiniões e influencia seus milhões de seguidores. As escolhas dos artistas de sucesso precisam estar acompanhadas de muito pensamento crítico para que dessa forma, influenciem seu público da melhor maneira possível.

Entenda os rumores sobre o retorno de Príncipe Harry ao Reino Unido

A jornada do príncipe Harry nos Estados Unidos continua a atrair atenção internacional, mesmo após anos. Recentemente, surgiram especulações de que ele poderia estar planejando um retorno à Inglaterra e reconsiderar seu papel na família real. Contudo, essas informações foram rapidamente corrigidas e esclarecidas pelo portal “Daily Mail”.

Esclarecimento dos rumores

Segundo o relatório mais recente, Harry não tem a intenção de retornar ao Reino Unido para reassumir seus papéis como membro da família real. Ele prefere permanecer nos Estados Unidos, onde reside com a família, e possui uma nova rede de amizades, além de estar envolvido em projetos na América do Norte.


Príncipe Harry ao lado de Meghan Markle (Foto: Reprodução/Kola Sulaimon/Getty Images)

Portanto, as especulações sobre um possível retorno de Harry à sua antiga vida não se confirmaram. No entanto, o jornal “Mail on Sunday” relatou que o príncipe está enfrentando dificuldades para se conectar com publicitários em Hollywood. Ele teria buscado o auxílio de especialistas do Reino Unido para apoiar sua nova trajetória pública.

Harry visa desenvolver uma estratégia para se conciliar com seu pai, o Rei Charles III, sem precisar deixar os Estados Unidos. Para alcançar esse objetivo, ele está a procura de um novo assessor de relações-públicas.

Relação entre Harry e William

A tensão entre o príncipe Harry e seu irmão, o príncipe William, continua a ser um tópico constante na realeza. Após quase um ano sem se comunicarem, eles se encontraram essa semana no funeral de um tio. Ainda assim, os irmãos se mantiveram distantes e não foram vistos juntos durante a cerimônia.

Havia rumores de que Harry não compareceria ao Reino Unido para o funeral do tio, Lord Robert Fellowers, parente da princesa Diana, que faleceu aos 82 anos. O motivo seria uma disputa legal em que ele busca garantir proteção reforçada durante sua estadia no país. Porém, o príncipe ignorou essas especulações e viajou para prestar suas últimas homenagens ao tio.


Príncipe Harry e Príncipe William (Foto: Reprodução/Dominic Lipinsk/Getty Images)

A relação entre os irmãos se deteriorou desde 2016, quando William manifestou inquietação sobre o relacionamento de Harry com Meghan Markle. A situação piorou com a publicação do livro de Harry, onde ele revelou desavenças e problemas com o irmão ao longo do tempo. Esse desabafo contribuiu para o rompimento definitivo entre eles. Apesar dos esforços recentes de Harry para reatar, William tem mantido distância e ignorado suas abordagens.

Brasil ganha no goalball masculino na Paralimpíada de 2024 e se aproxima de bicampeonato

Depois de mais uma vitória na modalidade, em que venceu os Estados Unidos por 13 a 8 nesta sexta-feira (30/08), e ter estrelado com êxito contra a França na última quinta-feira (29) na Arena Paris 6, a equipe brasileira está no grupo A e se mantém unida, se mostrando cada vez mais preparada. O país é o atual campeão na modalidade. 

Partida entre Brasil e Estados Unidos

Mesmo com o time americano bem articulado, os jogadores brasileiros mostraram seu bom desempenho durante a partida. O primeiro tempo não foi tão agradável para o time brasileiro, pois apesar de logo no início do jogo Leomon Moreno ter marcado seu o primeiro gol, em poucos minutos, os americanos driblaram o placar, com Calahan Yong fazendo dois gols. Entretanto, a equipe brasileira reagiu, e novamente Leomon Moreno fez mais um gol, e outro de Emerson Ernesto. 

Equipe brasileira comemorando vitória sobre os Estados Unidos nesta sexta e mantendo a liderança na modalidade (Foto: Reprodução/ Marcello Zambrana/ CPB)

Os jogadores Tyler Merren e, novamente, Calahan Young, dos EUA, empataram mais uma vez o placar. Porém, o jogador brasileiro André Dantas marcou mais um gol finalizando o primeiro tempo com 5 a 4. A partida foi acirrada, enquanto Young fez outro gol, Leomon marcou mais um, totalizando 6 a 5 para os brasileiros. O jogador americano Christian King estabilizou o jogo deixando uma marca de 6 a 6, finalizando a primeira etapa com mais um gol de Emerson. 

Brasileiros seguem confiantes em vitória

O segundo tempo foi o suficiente para a seleção brasileira paralímpica sair na frente e marcar mais cinco gols, finalizando a partida com 13 a 8 para os brasileiros. 

Os jogos masculinos de goalball contam com 8 países. No grupo A estão: Irã, Estados Unidos, França e Brasil. No grupo B teremos, Ucrânia,  China, Egito e Japão. 

Já nas quartas de final, o time que for mais bem colocado em uma chave, jogará contra o melhor quarto lugar de outra. Dessa forma, a equipe que manter a vice-liderança de um dos grupos, enfrentará o terceiro colocado da outra chave. 

Brasil disputará novamente neste sábado(31), contra o Irã, às 12h30 (Horário de Brasília).

Governo brasileiro não assina comunicado que refuta resultado eleitoral na Venezuela

Durante o comunicado oficial emitido na última sexta-feira, o governo brasileiro afirmou que não assinou o comunicado que refuta o resultado eleitoral na Venezuela por não concordar com o teor do texto. A justificativa oficial foi de que o país é um dos únicos que ainda dialoga com ambos os lados da política venezuelana.

O comunicado divulgado foi assinado pelos Estados Unidos, União Europeia e mais dez países da América Latina, além da OEA. No comunicado, os signatários afirmaram que as eleições realizadas na Venezuela foram fraudadas.

Suprema Corte venezuelana valida Maduro como presidente

Recentemente, a Suprema Corte do país reconheceu o atual presidente Nicolás Maduro como vencedor das eleições venezuelanas, sendo que, anteriormente, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) já havia dado a vitória ao candidato. No entanto, isso ocorreu em meio às polêmicas de que ambos os órgãos vêm se recusando a apresentar as atas de votação.


Governo venezuelano ainda se recusa a entregar atas eleitorais (Foto: reprodução/Getty Images/News/Jesus Vargas/Getty Images Embed)


Além das polêmicas e pressões externas, dentro do país, a oposição alega que tanto o CNE quanto o TSJ são controlados por Maduro, o que tira a credibilidade da validação de ambos. De acordo com eles, o verdadeiro vencedor das eleições foi Edmundo Gonzalez.

Governo brasileiro já foi próximo de Maduro

O governo brasileiro, principalmente Lula, que já chegou a ser bem próximo de Maduro, vem recebendo pressões tanto internas quanto externas para tomar uma postura concreta sobre a contestação do resultado eleitoral venezuelano.

A própria eleição, que vai completar um ano na próxima semana, vem cercada de controvérsias, que vão desde a prisão de candidatos da oposição até a recusa de Maduro em admitir uma possível derrota. Além disso, o caos na política internacional do país levou países como os Estados Unidos a voltarem a impor sanções pesadas no país sul-americano.

Ex-presidente Donald Trump diz que não é a favor da proibição federal do aborto

Na noite desta quarta feira, 21 de Agosto, Tim Walz candidato a vice presidente do partido democrata, criticou a forma como os republicanos lidam com os direitos reprodutivos, ele teria afirmado que caso Trump fosse eleito iriam proibir o aborto no pais, o então opositor do empresário disse que isso iria ocorrer com ou sem congresso, em discurso na convenção democrata ele citou:

“Quando os republicanos usam a palavra liberdade, eles entendem que o governo deveria ser livre para invadir o escritório do seu médico. Corporações, livres para poluir água e ar. E bancos, livres para ter vantagem sobre os consumidores”.

Trump e o aborto

O então candidato Donald Trump respondeu ao democrata alegando que não iria haver uma proibição federal caso fosse eleito. em entrevista a Fox news O ex presidente falou:

“Eles dizem na convenção que eu quero uma proibição federal. Eu nunca faria isso, e eles sabem que eu já disse isso, não haverá uma proibição federal. A decisão agora esta de volta aos estados aos quais pertence

Durante sua campanha presidencial, Donald Trump não quis falar muito sobre a questão do aborto, entretanto teria dito que, caso fosse eleito novamente para a presidência, não iria assinar algo que impeça as mulheres de abortar, diferentemente do que ele reinterou lá em 2016, quando se opunha em relação a esse assunto.


Trump e Melania em evento do partido republicano. (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)


Corrida eleitoral

No início deste ano, quando ainda era pré-candidato à presidência, o republicano se mostrou interessado em apoiar uma proibição do aborto nos Estados Unidos da América, porém, naquela ocasião, ele teria indicado que possivelmente seria a favor de abortar no caso relacionado a Estupro, incesto, e até mesmo para salvar a vida de uma mãe, em entrevista a uma rádio na Terça Feira dia 19 de Abril de 2024 ele disse:

“O número de semanas agora, as pessoas estão concordando em 15. E eu estou pensando em termos disso. E isso resultará em algo muito razoável. Mas as pessoas estão realmente concordando, até mesmo os mais radicais, parece que 15 semanas é um número com o qual as pessoas estão concordando”.

As eleições americanas vão ocorrer no dia 5 de Novembro de 2024.

Kylie Jenner se rende ao modelo de biquíni brasileiro que conquistou o mundo

A empresária e influenciadora e americana Kylie Jenner, deixou os fãs encantados na última terça-feira, dia 20. O motivo foram algumas fotos publicadas em sua rede social, na ocasião a influencer usava um biquíni modelo cortininha, moda bem típica das brasileiras.

Os cliques aconteceram na mansão de Jenner, mais precisamente na piscina, ela posou usando uma peça azul e esbanjou  beleza na web. A peça escolhida é da coleção que ela mesma assina e faz parte da sua marca de beachwear.

Uma chuva de comentários

Após a publicação das fotos no Instagram, os fãs não pouparam comentários, elogiando a beleza da moça, que integra o clã das  Kardashians. “Ela sabe que é gostosa”, comentou um. “Linda, maravilhosa“, escreveu outro. “Realçou sua beleza“, comentou um terceiro.



Um pouco de história

O primeiro biquíni surgiu no dia 5 de julho de 1946, de forma oficial nas passarelas, através do estilista francês Louis Réard, durante um desfile em Paris. Na época, a peça foi considerada escandalosa demais e extremamente ousada. A primeira mulher a usá-lo foi a dançarina de boates, Micheline Bernardini, que posou para revistas, usando biquíni, pois nenhuma modelo da época queria aceitar o convite.

No ano de 1951 em Londres, durante a primeira edição do concurso Miss World, a peça foi proibida. Outros eventos de moda também seguiram a proibição. Porém, nada impediu o avanço do biquíni, que  continuou ganhando força e novas adeptas. Uma das maiores responsáveis por normalizar e popularizar a peça foi a atriz Brigitte Bardot, que usou um modelo de biquíni, durante as cenas do filme “E Deus criou a mulher”, de 1956.

Ele é brasileiríssimo

Quando o assunto é o biquíni cortininha ele vira alvo de disputa. Aqui no Brasil, uma das primeiras celebridades a usarem o modelo foi a atriz e apresentadora Monique Evans, nos anos 1980, desfilando pela praia de Copacabana, usando a peça que a mesma costurava em sua casa. De acordo com o livro “Rose Di Primo: do brilho a luz”, a criação da peça é creditada para Rose Di Primo, que foi uma das modelos mais famosas durante os anos de 1970.

A certeza que temos é o fato de que a peça viralizou e também é um hit internacional, sendo hoje comercializada no mundo inteiro.

Obama endossa Kamala Harris e convoca eleitores para defendê-la

No segundo dia da Convenção Nacional Democrata, Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, fez um fervoroso discurso em apoio a Kamala Harris, candidata à presidência. Revivendo seu icônico slogan “Yes, we can” para “Yes, she can”, Obama destacou Harris como um símbolo da verdadeira liberdade americana, uma figura capaz de abrir um novo capítulo na história do país.

Ele ressaltou a importância histórica de eleger a primeira mulher negra ao Salão Oval, enquanto alertava sobre as graves ameaças que pairam sobre a democracia com as eleições de novembro.

Com um tom que mesclava humor e seriedade, Obama traçou um contraste claro entre a visão inclusiva e libertadora de Harris e o clima de divisão e caos promovido por Donald Trump. Ele fez um apelo urgente aos eleitores, convocando todos a se unirem em uma mobilização massiva nos próximos 77 dias para garantir a vitória de Kamala Harris e proteger o futuro da nação.


Discurso do ex-presidente Barack Obama (Vídeo: Reprodução/X/NBCPolitics)

A visão de liberdade de Kamala e Tim Walz

Durante seu discurso, Barack Obama reforçou que Kamala Harris e Tim Walz representam uma visão mais ampla e inclusiva de liberdade nos Estados Unidos, centrada na valorização da diversidade e no direito de todos tomarem suas próprias decisões.

Ele destacou que a verdadeira liberdade está na capacidade de cada indivíduo escolher seu próprio caminho, sem que essas escolhas sejam impostas ou limitadas por preconceitos e divisões. Obama afirmou que Harris e Walz acreditam em uma América onde as escolhas individuais são respeitadas e onde a liberdade vai além das palavras, sendo refletida em ações que promovem igualdade e justiça para todos.

Ao dizer “Sim, ela pode”, Obama sublinhou a importância de reconhecer e respeitar as escolhas e as liberdades dos outros, enfatizando que essa visão é o que distingue a chapa democrata e representa a verdadeira essência dos valores americanos, em contraste com a polarização e o autoritarismo promovidos pela atual administração.

A mensagem central do ex-presidente foi clara: a liberdade que Harris representa é essencial para um futuro onde todos os americanos possam prosperar em igualdade de condições.


A vice-presidente Kamala Harris, candidata democrata à presidência, e seu companheiro de chapa, o governador de Minnesota, Tim Walz (Foto: Reprodução/Tom Williams/CQ Roll Call )

Mobilização urgente para eleger Kamala Harris

Obama fez um apelo fervoroso à mobilização dos eleitores, sublinhando que o futuro da democracia americana depende de uma ação coordenada e enérgica nos próximos 77 dias. Ele destacou a necessidade de uma campanha vigorosa para garantir a vitória de Kamala Harris e Tim Walz, enfatizando que cada esforço individual conta na construção de uma vitória coletiva.

O ex-presidente pediu que os apoiadores se envolvessem ativamente na campanha: “É hora de batermos nas portas, fazer ligações, e conversar com nossos amigos e vizinhos“, disse Obama, destacando a importância da mobilização de base.

Ele também alertou sobre as consequências da inação, ressaltando que a eleição é uma oportunidade crítica para reverter a polarização e o caos da administração atual.

Segundo Obama, o sucesso da campanha depende da determinação e do engajamento de cada eleitor, que deve se comprometer com a causa e lutar para garantir um futuro mais inclusivo e justo para todos os americanos.

Brasil foi decisivo para resolução da polêmica eleição da Venezuela

Na última sexta-feira (16), foi aprovada pelo Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), pedindo uma nova resolução para o resultado das eleições venezuelanas, adicionando mais um capítulo no polêmico processo eleitoral do país.

A nova resolução, acordada por todos os países- membros, solicita a publicação das atas eleitorais pelo governo de Nicolás Maduro. Os Estados Unidos se mostraram mais flexíveis nesta nova reunião, para que a proposta não fosse recusada, como aconteceu em 31 de julho, menos de um mês atrás.


Notícias sobre as eleições da Venezuela (Vídeo: Reprodução/YouTube/UOL)

A nova proposta

Diferente da última tentativa, desta vez os Estados Unidos adotaram uma postura mais flexível em relação às ideias propostas, já que no mês passado a resolução sugerida foi rejeitada. A aprovação passou por uma série de tentativas e negociações chefiadas por representantes brasileiros, fazendo com que o Brasil fosse fundamental na resolução e no acordo aceito. A proposta aceita traz como princípio a apresentação das atas eleitorais por parte do governo de Nicolás Maduro.

Importância do Brasil

Com a ausência de México e Bolívia, a negociação da resolução em questão foi liderada por representantes brasileiros na Organização dos Estados Americanos (OEA), onde países como Peru, Argentina, Equador, Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos e outros — 26 no total — votaram e concordaram com a nova proposta.

Com uma estratégia de um diálogo mais tranquilo e equilibrado, os representantes brasileiros buscaram evitar que o texto da OEA fosse apenas uma opinião de alguns países envolvidos na negociação e acabar sem expressar uma visão em comum acordo.

Assim, os 26 países-membros entraram em acordo para enviar a solicitação em comum acordo, pedindo a apresentação das atas eleitorais de Nicolás Maduro, para que tudo seja esclarecido.

O documento foi aprovado na última sexta (16), fazendo com que Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela.

Secretário de Estado dos Estados Unidos fala sobre busca por fim da guerra em Gaza

Nesta segunda-feira (19), o secretário de Estado Antony Blinken falou sobre as negociações em que Estados Unidos, Catar e Egito estão envolvidos para trazer uma trégua na região da Faixa de Gaza, onde Israel e o grupo Hamas estão em guerra desde um ataque terrorista do grupo, em 7 de outubro de 2023. O americano falou que esta pode ser a última oportunidade para que haja um acordo e consequentemente, o fim dos conflitos na região.


Vídeos sobre o segundo dia de guerra, há 10 meses (Vídeo: Reprodução/YouTube/UOL)

Busca por acordo

Além dos Estados Unidos, o Catar e o Egito estão diretamente envolvidos em um intermédio de uma negociação para que a guerra entre o Hamas e Israel acabe o mais rápido possível, conflito que está em vigor há quase um ano, desde 7 de outubro de 2023, com um ataque terrorista do grupo Hamas contra os israelenses.

O secretário Antony Blinken e o primeiro-ministro de Isreal, Binyamin Netanyahu, devem reunir-se nesta segunda-feira (19) para tratar destes assuntos, com ambos sendo figuras centrais nesta negociação em busca da paz.

Falas de Antony Blinken

Ainda envolvendo o secretário norte-americano, o presidente israelita Isaac Herzog disse à Antony que prioritariamente, ele deseja o regresso dos reféns e que isso, seria o maior objetivo humanitário do momento.

Sobre tal momento e atitudes que devem ser tomadas, Blinken disse o seguinte:

É hora de fazê-lo. É também hora de garantir que ninguém tome medidas que possam inviabilizar este processo

Antony Blinken, sobre o conflito.

O secretário dos Estados Unidos disse que agora é a hora de garantir o fim do conflito, sendo essa talvez a última oportunidade de tal atitude, buscando evitar qualquer medida que cause mais tensão ou mais conflitos, trabalhando para não ocorrerem provocações ou ações que resultem em algo pior.