Brasil enfrenta a oitava onda de calor de 2024 com temperaturas extremas e risco de incêndios

Após um breve resfriamento no fim de semana, o Brasil enfrenta sua oitava onda de calor de 2024. A partir de domingo (29), as temperaturas voltam a subir, especialmente no Centro-Sul, com máximas elevadas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Além do calor intenso, espera-se baixa qualidade do ar e alto risco de incêndios, com céu […]

30 set, 2024
Foto destaque: Pedestres enfrentam calor e tempo seco na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo (SP) (reprodução/FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO)
Foto destaque: Pedestres enfrentam calor e tempo seco na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo (SP) (reprodução/FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO)
Pedestres enfrentam calor e tempo seco na Avenida Paulista

Após um breve resfriamento no fim de semana, o Brasil enfrenta sua oitava onda de calor de 2024. A partir de domingo (29), as temperaturas voltam a subir, especialmente no Centro-Sul, com máximas elevadas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Além do calor intenso, espera-se baixa qualidade do ar e alto risco de incêndios, com céu potencialmente esbranquiçado devido à fumaça das queimadas. A umidade do ar deve cair a níveis preocupantes em várias capitais. A onda de calor deve persistir até pelo menos 8 de outubro, com as maiores temperaturas previstas no interior de São Paulo, oeste de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, sul do Mato Grosso e Goiás.

Capitais

Em várias capitais, as temperaturas podem alcançar os 40°C, conforme o Inmet. Campo Grande deve registrar essa máxima já nesta segunda (30), enquanto Cuiabá atingirá a marca a partir de terça (1). Fábio Luengo, da Climatempo, indica que as temperaturas permanecerão acima da média até meados de outubro, com um possível alívio na segunda quinzena.


Brasil enfrenta a oitava onda de calor de 2024 com temperaturas extremas e risco de incêndios
Mapa de temperatura (Foto: reprodução/g1)

A onda de calor da última semana levou várias capitais a registrar recordes de temperatura no início da primavera. São Paulo quebrou seu recorde três vezes consecutivas, enquanto Brasília e Campo Grande também registraram as maiores temperaturas do ano. Segundo Luengo, altas temperaturas são comuns na primavera, pois a atmosfera já está mais aquecida nessa transição entre o inverno e o verão.

Saúde Pública

As altas temperaturas representam um risco significativo para a saúde pública. Condições como desidratação, exaustão pelo calor e insolação tornam-se mais comuns, principalmente entre grupos vulneráveis, como idosos e crianças. Hospitais e serviços de emergência podem ver um aumento no número de atendimentos relacionados a problemas causados pelo calor excessivo. É fundamental que as pessoas se mantenham bem hidratadas, utilizem roupas leves e evitem atividades físicas intensas durante os horários mais quentes do dia.

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