Nova onda de ataques contra Israel deve atingir Tel Aviv e Haifa, afirma TV estatal do Irã

Nesta segunda-feira (16), o Irã lançou uma nova onda de ataques contra Israel com mísseis e drones, segundo a mídia estatal Press TV e outros veículos iranianos. Ainda conforme a emissora, os principais alvos são as cidades de Tel Aviv e Haifa. Até o momento, não há relatos de danos, feridos ou interceptações em Israel.

Já a IRIB TV informou que sirenes soaram em várias comunidades no norte de Israel, mas o governo ainda não confirmou a informação. Entretanto, nesta manhã (16/6), o exército declarou que alvos aéreos suspeitos que cruzarem o espaço israelense serão interceptados pela Força Aérea.

Irã promete retaliação após ataque à emissora estatal

Mais cedo, por volta das 11h da manhã (horário de Brasília— 17h no horário local), a Força Aérea Israelense bombardeou o prédio da Rádio e Televisão da República Islâmica do Irã. A ofensiva interrompeu uma transmissão ao vivo. O regime iraniano classificou o ataque como “um ato ignóbil e um crime de guerra” e prometeu continuar retaliando.

Nas imagens divulgadas pela emissora, uma explosão interrompeu a fala de Emami, apagando as luzes do estúdio. A jornalista correu da bancada enquanto uma fumaça cinza tomava o local. Apesar do impacto, ela não se feriu e voltou mais tarde para continuar a transmissão.


Ataque à TV estatal no Irã interrompe transmissão ao vivo (Vídeo: reprodução/X/@eixopolitico)

Israel confirma ataque à TV estatal

As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram que a Força Aérea realizou um ataque preciso com base em informações da Diretoria de Inteligência. O alvo foi um centro de comunicações usado para fins militares pelas Forças Armadas Iranianas. Segundo a instituição, o prédio abrigava operações militares sob a fachada de atividade civil, ocultando o uso estratégico da infraestrutura.

Além disso, o Ministro da Defesa do país, Israel Katz, também afirmou que as forças militares iranianas usavam o estúdio. “As Forças de Defesa de Israel atacaram a agência de transmissão do regime iraniano após uma evacuação em larga escala da área. Vamos atingir o ditador iraniano onde for necessário”, declarou Katz no X.

Escalada no Oriente Médio: Irã ataca Israel após bombardeios em Natanz

Em resposta a um bombardeio israelense realizado na quinta-feira (12), que atingiu instalações nucleares e matou altos comandantes militares iranianos, o Irã lançou na sexta-feira (13) uma série de mísseis contra alvos em Israel, elevando a tensão no Oriente Médio e provocando alerta na comunidade internacional.

Bombardeio em Natanz reacende tensão

A crise se intensificou quando Israel atacou centros de pesquisa nuclear em Natanz, cidade no centro do Irã que abriga duas usinas voltadas ao enriquecimento de urânio, etapa crucial para a produção de armas nucleares

O bombardeio resultou na morte do comandante da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, do chefe das Forças Armadas, Mohammad Bagheri, e de dois cientistas iranianos. Em carta enviada ao Conselho de Segurança da ONU, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, classificou a ação como uma “declaração de guerra” e prometeu vingança pela perda de vidas humanas.

Segundo autoridades israelenses, a operação teve como objetivo impedir o avanço do suposto programa nuclear iraniano, que, segundo um oficial das Forças de Defesa de Israel, já teria urânio enriquecido suficiente para a fabricação de armas nucleares.

Domo de Ferro intercepta maioria dos projéteis

A retaliação iraniana veio com o lançamento de mísseis balísticos contra o território israelense. De acordo com o governo de Israel, a maioria foi interceptada pelo sistema de defesa aérea Domo de Ferro (Iron Dome), mas algumas regiões foram atingidas.


Mísseis balísticos atingem Tel Aviv (Vídeo: reprodução/X/@TreyYingst/@Foxnews)


O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, acusou Teerã de ultrapassar “linhas vermelhas” ao mirar em áreas civis. “O Irã ousou disparar contra centros populacionais. Garantiremos que o regime dos aiatolás pague caro por isso”, declarou.

Do lado iraniano, o embaixador Amir-Saeid Iravani afirmou na ONU que os “ataques bárbaros e criminosos” de Israel atingiram infraestrutura civil, zonas residenciais e instalações nucleares.

Ele confirmou 78 mortos e mais de 320 feridos, com “esmagadora maioria” de vítimas civis. Iravani também responsabilizou os Estados Unidos pelos ataques, por fornecerem armas e apoio logístico. “Não esqueceremos que nosso povo morreu por armas americanas”, disse.


Mísseis de Israel atingem áreas civis iranianas (Foto: reprodução/Fatemeh Bahrami/Anadolu/Getty Images Embed)


Escalada militar gera temor de conflito regional

O Irã pediu que o Conselho de Segurança condene Israel e responsabilize o país pelos ataques. Já a Guarda Revolucionária iraniana afirmou que os mísseis lançados miraram “dezenas de alvos militares e bases aéreas” em solo israelense.

Com a troca de ataques e o endurecimento dos discursos, aumenta o temor de um conflito regional mais amplo. A comunidade internacional observa com apreensão os desdobramentos diplomáticos e a possibilidade de que a escalada militar entre Israel e Irã ultrapasse os limites da retórica e se torne uma guerra aberta no já instável cenário do Oriente Médio.

Irã ameaça EUA e Israel após ataques e diz que terão ‘destino amargo e doloroso’

O governo do Irã declarou que Israel e os Estados Unidos vão enfrentar consequências graves pelo ataque feito por Israel, na madrugada desta sexta-feira (13), contra locais ligados ao programa nuclear iraniano. O líder máximo do país, aiatolá Ali Khamenei, afirmou que Israel terá um “final amargo”.

Durante a madrugada, o exército de Israel atacou vários locais no Irã. Explosões aconteceram em Teerã, a capital, e em outras cidades. Segundo os militares israelenses, a ação teve como objetivo tentar parar o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.


Comandante do exército Mousavi (Foto: reprodução/X/@IRIran_Military)


O ataque matou o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Hossein Salami, e o chefe das Forças Armadas, Mohammad Bagheri. Dois cientistas que trabalhavam com energia nuclear também morreram.

Resposta do Irã aos ataques

O líder iraniano, Ali Khamenei, disse que essa ação mostra o “lado cruel” de Israel. Ele também afirmou que, apesar das perdas, novos líderes e cientistas vão assumir os cargos e continuar o trabalho que estava sendo feito.

Na televisão estatal, o porta-voz do exército iraniano, general Abolfazl Shekarchi, acusou os Estados Unidos de estarem por trás do ataque. Ele disse que tanto os EUA quanto Israel vão sofrer as consequências pelos bombardeios.

Os Estados Unidos negaram ter participado da operação. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que “Israel agiu por conta própria” e que a principal preocupação dos EUA é proteger seus soldados na região. Segundo ele, Washington foi avisado sobre a ação, mas não teve envolvimento direto.

Aumenta a tensão no Oriente Médio

O ataque aconteceu em um momento de aumento nas tensões entre Israel e Irã, em meio a acusações de que o governo iraniano estaria perto de conseguir fabricar armas nucleares. Um representante de Israel disse que o Irã já tem urânio suficiente para criar bombas.

Depois do bombardeio, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o principal alvo foi a usina de Natanz, considerada o ponto central do programa iraniano de enriquecimento de urânio.

Itamaraty denuncia “clara violação à soberania” iraniana por Israel em bombardeio

O Itamaraty, por meio de nota enviada à imprensa nesta tarde de sexta-feira (13), criticou os ataques feitos por Israel às instalações iranianas na última madrugada. Conforme a declaração, a ofensiva demonstra uma “clara violação à soberania” do Irã e ao “direito internacional”. Ainda, segundo o ministério, o conflito configura-se como um risco elevado para a “paz, segurança e economia mundial” e, por isso, solicita o fim imediato das hostilidades.

ONU se manifesta

Na mesma linha do Itamaraty, a Organização das Nações Unidas (ONU) também demonstrou preocupação com a ofensiva israelense contra o Irã e um possível revide. Em comunicado, o secretário-geral, António Guterres, pediu “contenção máxima” aos envolvidos, demonstrando preocupação com uma escalada do conflito na região.


Declaração do Secretário-Geral da ONU sobre os ataques de Israel contro o Irã (Foto: reprodução/X/@UN_News_Centre) 



A preocupação da ONU, deve-se não só ao fato de ocorrer uma maior desestabilização no Oriente Médio, como a um possível envolvimento de países aliados dos dois lados, onde o conflito assumirá proporções consideráveis, afetando tanto a segurança e a economia destes países quanto de países não participantes. 

Instalações nucleares 


Os ataques israelenses ao Irã geraram grande preocupação, também, por parte da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O diretor-geral da Agência, Rafael Mariano Grossi, informou que mantém contato com líderes iranianos a fim de verificar se as instalações nucleares do país foram afetadas. 

Conforme relatou Grossi, o governo do Irã informou que a usina de enriquecimento de urânio, na cidade de Natanz, “não apresenta níveis elevados de radiação”. Segundo a declaração, as instalações na cidade de Esfahan e a instalação subterrânea de Fordow, não foram afetadas.

Para o diretor-geral da AIEA, independente do contexto, jamais instalações nucleares devem ser atacadas, uma vez que uma possível contaminação por radiação nuclear afeta pessoas e meio ambiente, colocando em risco a segurança local e internacional.


Discurso de Rafael Mariano Grossi, diretor geral da AIEA (Vídeo: reprodução/X/@UN_News_Centre)

Nas últimas horas, o Irã tem investido contra o Estado de Israel como represália aos ataques sofridos nesta madrugada. As Forças de Defesa de Israel (IDF), juntamente com o Mossad, Serviço de Inteligência israelense, têm monitorado essa ofensiva interceptando drones e mísseis iranianos e realizando novos ataques ao país.

Apesar dos pedidos de trégua e acordos, por parte de vários líderes e organizações multilaterais, tanto Israel quanto o Irã, até o momento, não demonstram interesse em um cessar-fogo. Fazendo com que a comunidade internacional fique em alerta e volte suas atenções ao Oriente Médio, importante região geopolítica dentro do contexto global. 

“Não haverá paz imediata”, diz Trump após telefonema com Putin

Nesta quarta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que conversou por telefone com Vladimir Putin sobre os ataques ucranianos contra bases russas. Em postagem na Truth Social, o presidente americano afirmou que ambos mantiveram um diálogo diplomático, mas “não uma conversa que levará à paz imediata na Ucrânia”.

Segundo Trump, a ligação durou 15 minutos e o líder russo está decidido a reagir aos ataques que destruíram pelo menos 40 aviões russos. Ainda durante a conversa, ele demonstrou preocupação com o armamento nuclear do Irã e pressionou Putin para que interceda pelo fim do enriquecimento de urânio.

O presidente Putin disse, e muito fortemente, que terá que responder ao recente ataque aos aeródromos. Também discutimos o Irã e o fato de que o tempo está se esgotando na decisão do Irã sobre armas nucleares, que deve ser tomada rapidamente! Declarei ao presidente Putin que o Irã não pode ter uma arma nuclear e, sobre isso, acredito que estávamos em acordo”, escreveu Trump em sua rede social.


Donald Trump fala sobre a conversa com Vladimir Putin (Foto: reprodução/X/@Geopoliticabra2)

Putin endurece discurso

Vladimir Putin afirmou também nesta quarta-feira (4) que a Ucrânia realizou ataques contra pontes nas regiões de Bryansk e Kursk durante o fim de semana, e classificou as ofensivas como atos de terrorismo. As explosões derrubaram as estruturas, mataram sete pessoas e deixaram 115 feridos.

Segundo ele, os ataques atingiram civis e tinham o objetivo de prejudicar as negociações de paz. O Kremlin reforçou que responderá à ofensiva ucraniana e acusou Kiev de intensificar as hostilidades. Além disso, o presidente russo afirmou que os ucranianos pediram uma reunião de cúpula entre líderes. Entretanto, questionou como esse encontro poderia ocorrer diante das atuais circunstâncias de terro


Encontro de representantes da Rússia e Ucrânia, em Istambul, Turquia (Foto: reprodução/X/@HakanFidan)

Acordo de troca de prisioneiros

Anteriormente, em reunião realizada na Turquia, as partes chegaram a um acordo para a troca de todos os prisioneiros com até 25 anos, além dos doentes e gravemente feridos. O trato também prevê a devolução dos corpos de soldados mantidos por ambos os lados.

Enquanto isso, a Rússia apresentou sua proposta de paz, que exige a anexação definitiva de 20% do território ucraniano, incluindo as regiões de Donetsk, Lugansk, Kherson, Zaporíjia e a Península da Crimeia ao território russo. A retirada imediata das tropas desses territórios. Além da remoção das sanções impostas à Rússia pelo Ocidente e descongelamento de ativos russos bloqueados no exterior.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, classificou a proposta como um “ultimato com condições inviáveis” e sugeriu um cessar-fogo temporário, até que se encontre uma solução definitiva para o conflito.

Revelado o motivo para Brooklyn Beckham não ter visitado os pais

Uma fonte próxima a Brooklyn Beckham revelou o verdadeiro motivo pelo qual ele e sua esposa, Nicola Peltz, não visitaram os pais do modelo, David e Victoria Beckham, durante sua recente estadia em Londres, o que acabou gerando um desentendimento dentro da família. De acordo com a fonte, a ausência do casal no encontro familiar não foi por acaso, mas sim resultado de uma tensão crescente entre eles.

Tensão na família

Em entrevista exclusiva à revista Us Weekly, publicada na última terça-feira (27), a fonte explicou que Brooklyn evitou a visita porque “as coisas estavam tensas e ele não acreditava que a conversa com os pais seria produtiva”. O ambiente, segundo o informante, não favorecia um diálogo tranquilo, e o modelo preferiu não se envolver em um confronto que poderia piorar a situação.


Família Beckham (Foto: reprodução/Instagram/@victoriabeckham)

Além disso, a fonte revelou que Brooklyn está tentando “deixar as coisas acontecerem naturalmente” e optou por dar espaço a todos os envolvidos para que possam processar o que está acontecendo. “Ele não queria lidar com a situação no momento e prefere manter distância para evitar conflitos”, acrescentou o informante, mostrando que o jovem busca uma solução mais calma e ponderada para o impasse familiar.

Outro ponto destacado pela revista é que, desde que Brooklyn e Nicola deixaram de comparecer à festa de 50 anos de David Beckham, no início deste mês, o casal não tem mantido contato próximo com os pais do modelo. A fonte ressaltou que “eles seguem vidas separadas e continuam assim até agora”, evidenciando um afastamento que vai além do simples desencontro de agendas.

Distância dos pais

A publicação ainda aponta que Brooklyn e Nicola estão focados em suas próprias vidas e projetos, mantendo uma distância clara dos Beckham. “Eles estão apenas fazendo suas próprias coisas”, concluiu a fonte, indicando que o casal está priorizando seu momento pessoal e profissional.

Esse distanciamento entre Brooklyn e seus pais surpreendeu muitos fãs, já que a família Beckham sempre foi vista como unida e presente. No entanto, os relatos indicam que a situação está delicada e que talvez seja necessário tempo para que todos possam se reconciliar e restabelecer os laços familiares.

Países pressionam Israel e ameaçam sanções caso ofensivas em Gaza permaneçam

Líderes de França, Canadá e Reino Unido pediram o fim das ofensivas de Israel na Faixa de Gaza. Caso a ofensiva militar não seja interrompida, ‘medidas concretas’ serão tomadas pelos países em defesa de Gaza. Os líderes dos três países prometem não ficar de braços cruzados enquanto o governo de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, continua com essas ações escandalosas.

A posição dos líderes

Emmanuel Macron, presidente da França e os primeiros-ministros Mark Carney, do Canadá, e Keir Starmer, do Reino Unido, realizaram uma declaração conjunta condenando a linguagem de ódio utilizada pelo governo israelense e advertem sobre a violação do direito internacional humanitário. Os líderes reforçam a pressão sob o governo de Israel para a entrada de ajuda humanitária no país. Nesta segunda-feira (19) foi permitida a entrada de caminhões em Israel, mas a Organização das Nações Unidas considera a quantidade insuficiente.

“Israel sofreu um atentado atroz em 7 de outubro. Sempre apoiamos o direito de Israel de defender os israelenses contra o terrorismo, mas esta escalada é totalmente desproporcional. Se Israel não puser fim à nova ofensiva militar nem interromper suas restrições à ajuda humanitária, adotaremos outras medidas concretas em resposta.”


Vídeo detalha a história do conflito desde os primórdios. (Vídeo: Reprodução/YouTube/Toda Matéria)

No dia 18 de junho, uma convenção em Nova Iorque está marcada para a resolução do conflito entre os dois estados. Os líderes prometeram trabalhar com as autoridades e parceiros para alcançarem um consenso sobre o futuro de Gaza, baseado no plano árabe.

Estamos decididos a reconhecer um Estado palestino como contribuição para a realização de uma solução de dois Estados, e estamos dispostos a trabalhar com outros para tal fim.

Números do conflito

Israel busca controlar território palestino para derrotar o grupo terrorista Hamas, que foi responsável por realizar um ataque no dia 7 de outubro de 2023, vitimando 1.218 pessoas e sequestrando outros 251 civis, de acordo com dados oficiais israelenses. Dentre o número de reféns, 34 foram declarados mortos pelo exército israelense, e outras 57 pessoas continuam em cativeiro. Desde o início das ofensivas israelenses, a ONU registra pouco mais de 53 mil mortos no território.

Kanye West acusa Kim Kardashian de negligência e exploração dos filhos

North West, de apenas 11 anos, virou mais uma vez peça central no litígio entre Kanye West que acusa Kim Kardashian. O rapper enviou à ex-mulher uma notificação extrajudicial acusando-a de negligência e de usar os filhos para autopromoção, sobretudo nas redes sociais.

A gota d’água desta vez teria sido o Met Gala deste ano, que ocorreu na última segunda-feira (5). De acordo com Kanye, Kim deixou a filha sozinha em um carro por horas enquanto participava do evento.

Met Gala, TikTok e acusações de descuido

Um documento extrajudicial enviado pelos advogados diz que Kim não está cumprindo os acordos de custódia. Então, a influencer teve a acusação de expor a imagem de North em plataformas como o TikTok, contrariando a vontade do pai. Além disso, ele denuncia que o contato com os filhos tem restrições sem justificativa. Ye diz não ver Saint há semanas e afirma que seu acesso a Chicago e Psalm também está com limitações impostas pela famosa.


Influenciadora durante o Met Gala 2025 (Fotos: reprodução/X/@KimKardashian)

Mais uma vez, a movimentação reacende velhas tensões entre o ex-casal, que desde o divórcio em 2022 travam uma guerra sobre os rumos da educação dos filhos. Kanye, conhecido por declarações públicas misóginas contra sua ex, acusa Kim de impedir sua presença ativa na vida das crianças. Isso, segundo ele, agravaria um suposto quadro de alienação parental.

A escalada de um conflito público

Em resposta, fontes próximas à empresária alegam que ela nunca bloqueou o convívio entre pai e filhos. Pelo contrário: Kanye teria abandonado visitas e falhado em manter contato frequente. Por sua vez, o rapper se defende dizendo que não tem qualquer controle sobre as decisões que envolvem os filhos. Nem mesmo sobre o uso de seus nomes e imagens, um tema que considera central.


Kim e a filha nas redes sociais (Vídeo: reprodução/X/@KimKardashian)

O episódio envolvendo o Met Gala e a crescente presença de North em vídeos e eventos gerou revolta pública de Kanye. No entanto, ele também já incluiu a filha em uma de suas faixas musicais. A incoerência entre discurso e prática alimenta ainda mais a controvérsia.

Esfera Judicial: Kanye West acusa Kardashian e vice e versa

Com o envio da notificação e o agravamento do impasse, há rumores de que Kim estuda entrar com um pedido de guarda total das crianças. Em entrevistas recentes, ela admitiu estar sobrecarregada e criando praticamente os filhos sozinha.

Desta forma, a disputa entre os dois ícones da cultura pop ultrapassa o drama familiar. A questão entre eles esbarra em temas mais amplos, como a exposição infantil, racismo estrutural e os limites da fama.

Juliana Oliveira e Danilo Gentili: Troca de acusações agita a web

Recentemente, a manifestação de Juliana Oliveira nas redes sociais reacendeu uma polêmica envolvendo seu nome e o de Danilo Gentili.

Em seguida, a ex-assistente de palco do “The Noite” utilizou seu perfil para responder às declarações do apresentador, que a acusou de mentir sobre a falta de apoio dele e do programa após a denúncia de assédio contra Otávio Mesquita.

A versão de Danilo Gentili e a resposta de Juliana

Na quarta-feira (16), Danilo Gentili divulgou um vídeo no qual apresentou sua versão dos fatos. Alegando ter oferecido apoio a Juliana na época da denúncia. Para corroborar sua afirmação, ele chegou a divulgar áudios de conversas de 2020, nos quais demonstrava solidariedade e oferecia suporte jurídico e financeiro.

Em contrapartida, Gentili questionou a declaração de Juliana sobre a ausência de apoio, classificando-a como “mentirosa” e “ingrata”.


Danilo Gentili se manifesta rebatendo Juliana Oliveira (Vídeo: reprodução/Instagram/@danilogentili)


Em sua resposta, Juliana Oliveira não negou a gratidão pela oportunidade de trabalhar no programa, mas ressaltou que o apoio oferecido por Danilo e pela direção ocorreu a partir de 2020.


Juliana se manifesta após vídeo de Gentili (Vídeo: reprodução/Instagram/@jublackpower)


Após o ocorrido em 2016. O medo real de denunciar Otávio Mesquita a fazia temer perder o emprego e ser desacreditada. Juliana também mencionou que, antes de 2020, a escondiam no banheiro quando Otávio Mesquita invadia o estúdio, indicando um incômodo anterior ao apoio formal.

Posicionamento do SBT

Em virtude da repercussão do caso, o SBT também se pronunciou por meio de uma nota oficial. Nesse comunicado, a emissora afirmou ter tomado “todas as providências que lhe competia” através de seu Departamento de Governança Corporativa, em relação à denúncia de Juliana Oliveira contra Otávio Mesquita.

Ademais, o comunicado busca esclarecer a conduta do canal diante das acusações e reforça que o SBT tomou medidas internas.

Irã reage a ameaças nucleares de Trump

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, prometeu uma resposta “dura” nesta segunda-feira(31)  sobre um possível ataque dos Estados Unidos contra o território iraniano. Mesmo que o presidente americano, Donald Trump, não tenha sido citado em seu discurso, a fala seria uma retaliação às recentes declarações de Trump contra o projeto nuclear iraniano. 

Avisos de Trump

No último domingo (30) Trump, além de ter comentado sobre possíveis tarifas monetárias sobre o país do oriente médio, também incitou ameaças caso não haja logo um acordo nuclear entre os dois países. As falas ocorreram durante uma conferência de imprensa concedida para o veículo de comunicação NBC, em um momento de alta das retaliações dos Estados Unidos com diversas nações do mundo.

Em seu primeiro mandato como presidente em 2018, Trump retirou os Estados Unidos de um acordo realizado com o Irã sobre o programa nuclear iraniano e voltou com as sanções contra a república islâmica. O acordo firmado em 2015 durante a administração de Barack Obama, obrigava a limitação do programa em troca de flexibilização das sanções. 


Discurso do aiatolá Ali Khamenei (Vídeo: reprodução/X/@IranObserver0)

Histórico de tensões

O programa nuclear iraniano tem sido um desconforto para as nações ocidentais, embora o país alega que as motivações do projeto sejam para fins civis, o receio da posse de um poder bélico nuclear predomina. Desde o fim do acordo de 2015 e com as recentes respostas de Khamenei para Trump, uma nova tensão ganha força sobre a região do Oriente Médio. 

O Irã é uma república islâmica desde a Revolução de 1979 com a deposição da dinastia Pahlavi, que governava a nação persa desde 1925. Ao contrário do regime monárquico que tinha apoio direto dos Estados Unidos, a república iraniana adotou uma postura contrária aos interesses ocidentais sobre o país liderados pelo líder xiita, Ruhollah Khomeini, falecido em 1989 e sucedido pelo atual aiatolá, Ali Khamenei.