Angelina Jolie enfrenta crise após Shiloh sair de casa para morar com a namorada

Parece que o clima não está dos mais leves na mansão Jolie. Segundo informações divulgadas pelo The Daily Mail, Angelina Jolie enfrenta um momento delicado com a recente decisão de sua filha Shiloh, de 19 anos, de deixar o ninho para viver com a namorada, a dançarina Keoni Rose. As duas dividem um apartamento em Los Angeles há algumas semanas e foram flagradas se abraçando do lado de fora do novo lar.

Angelina tenta manter o controle

Fontes próximas à família revelam que Angelina, embora tente manter a serenidade, não fica nada confortável com a ideia de ver um dos seus filhos longe de casa. “Ela gosta de todos os seus pássaros sob o mesmo teto”, contou uma fonte ao tabloide britânico. Ainda assim, a atriz não abre mão do cuidado com a filha: Shiloh segue sendo acompanhada de perto por um time de ex-militares que garantem a segurança do casal 24 horas por dia.


Shiloh é a filha biológica mais velha de Angelina Jolie e Brad Pitt (Foto: reprodução/Jc Oliveira/Getty Images Embed)



Suposta namorada de Shiloh chama atenção da mídia

Keoni Rose, nascida em Los Angeles e com passagens como modelo, teria conhecido Shiloh em aulas de dança, paixão antiga da filha de Jolie e Pitt. Desde novembro do ano passado, as duas são vistas com frequência, alimentando os rumores de romance.


Suposta namorada de Shiloh (Foto: reprodução/instagram/@keonirose)


Shiloh nasce sob os holofotes e sempre teve laço forte com a mãe


Shiloh Nouvel Jolie-Pitt nasceu em 27 de maio de 2006, na Namíbia, em meio a um verdadeiro furor da imprensa internacional. Primeira filha biológica do casal mais comentado de Hollywood à época, ela sempre chamou atenção por seu estilo autêntico e personalidade forte. Angelina já declarou em entrevistas que Shiloh sempre teve uma energia única e que as duas compartilhavam uma conexão especial, com momentos de muita cumplicidade, o que torna essa nova fase ainda mais sensível para a atriz.

Distância de Brad Pitt aumenta

Vale lembrar que, ao completar 18 anos, Shiloh opta por abandonar o sobrenome do pai, Brad Pitt, com quem tem uma relação distante. Assim como os irmãos mais velhos Maddox, Pax e Zahara, que também abrem mão do nome do ator. A relação entre Brad e os filhos continua estremecida desde o divórcio polêmico com Angelina, em 2016, marcado por acusações e muito drama nos bastidores.

Clima tenso: Pedro é afastado por Filipe Luís e futuro no Flamengo volta a ser incerto

O futuro de Pedro no Flamengo voltou a ganhar destaque nos bastidores do clube após novos desdobramentos nos últimos dias. O atacante, que já vinha enfrentando momentos de oscilação na temporada, ficou fora da lista de relacionados na partida contra o São Paulo, no último fim de semana, e foi alvo de críticas públicas do técnico Filipe Luís.

A possível saída de Pedro levanta questionamentos não apenas sobre o planejamento do Flamengo para o restante da temporada, mas também sobre a gestão de elenco do clube. Ídolo da torcida e peça fundamental nas conquistas recentes, o atacante passou de protagonista a figura secundária em poucos meses

Filipe ficou revoltado com Pedro

Durante coletiva, o treinador do Rubro-Negro foi direto ao justificar a ausência do camisa 9: “desempenho abaixo do esperado nos treinamentos“. A declaração, embora sincera, provocou forte desconforto entre os representantes do jogador, que passaram a considerar, de forma mais concreta, uma possível saída do clube ainda nesta janela de transferências.

Internamente, a relação entre Pedro e a comissão técnica parece ter se desgastado nos últimos meses. A situação ficou ainda mais delicada após a cirurgia no joelho, que tirou o atacante de parte importante da temporada. Desde então, o camisa 9 teve dificuldades para retomar o protagonismo em campo e perdeu espaço com o novo comando técnico.

Querem negociar o jogador

De acordo com fontes ligadas à diretoria do Flamengo, há disposição para negociar o jogador. Um dirigente chegou a afirmar nos bastidores que aceitaria uma proposta de 15 milhões de euros cerca de R$ 97,5 milhões valor bem abaixo da avaliação de mercado atual do atleta, estimada em mais de R$ 140 milhões. O número também representa uma desvalorização em relação ao pico de mercado de Pedro, registrado no início de 2024.


Pedro dando um Voleio com a camisa do Flamengo (Foto: reprodução/ Wagner Meier/Getty Images Embed)


Com contrato até 2027, Pedro segue treinando normalmente no Ninho do Urubu, mas seu futuro segue indefinido. Resta saber se algum clube apresentará uma oferta dentro das condições desejadas pelo Flamengo e se o atacante, ídolo recente da torcida, encerrará sua passagem pela Gávea de forma precoce.

Crise no Corinthians se agrava com ausência de Memphis Depay em treino

O Corinthians enfrenta mais um capítulo turbulento em sua já conturbada temporada. O atacante Memphis Depay não compareceu ao treino da última quarta-feira (9), no CT do Parque São Jorge, e acendeu o alerta nos bastidores do clube. A ausência do camisa 10 ocorre em meio a uma crise financeira que se arrasta há meses e pode representar um sinal claro de insatisfação do jogador com os recorrentes atrasos salariais.

Situação financeira crítica e clima de instabilidade

O clube do Parque São Jorge vive um cenário delicado. Com uma das folhas salariais mais caras do futebol brasileiro (a terceira maior, segundo especialistas), o Corinthians enfrenta dificuldades para honrar compromissos com jogadores e funcionários. Parte do problema está no pesado financiamento da Neo Química Arena, cujas dívidas seguem impactando diretamente a gestão financeira do clube.


Neo Química Arena, Estádio do Corinthians (reprodução/Nelson Almeida/Getty Images embed)


Além do caos nas finanças, o Timão lida com uma crise política intensa, agravada pelo recente afastamento do ex-presidente Augusto Melo. Internamente, a turbulência tem afetado o desempenho da equipe, que mesmo com altos investimentos, conquistou apenas um título nos últimos seis anos: o Campeonato Paulista de 2025.

Depay insatisfeito e clima tenso no elenco

Memphis Depay, contratado com status de estrela e idolatrado pela torcida desde sua chegada, estaria entre os mais descontentes com a situação atual. Segundo jornalistas próximos ao clube, o atacante estaria demonstrando insatisfação com a diretoria, adotando uma postura de “corpo mole” diante dos atrasos salariais, o que explicaria sua ausência recente nos treinamentos.

A atitude do jogador, embora compreensível diante da falta de pagamento, pode comprometer sua relação com a torcida, que sempre o apoiou. Em meio a um momento decisivo da temporada, o Corinthians precisa reunir todas as suas forças para encarar os próximos desafios. No domingo, a equipe enfrenta o Red Bull Bragantino pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Além disso, já se prepara para o confronto das oitavas de final da Copa do Brasil contra o arquirrival Palmeiras.

Necessidade de reestruturação

A ausência de Memphis Depay nos treinos é um sintoma de uma crise maior que ameaça corroer o ambiente interno do Corinthians. Com problemas financeiros, instabilidade política e desempenho aquém das expectativas, o clube precisa agir com urgência para evitar um colapso ainda maior.

A presença e o comprometimento de atletas de elite são cruciais para que o time reencontre o caminho das vitórias e recupere a confiança da torcida.

Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil e gera crise com governo Lula

Nesta quarta-feira (09), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encaminhou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciando que a partir do dia 1º de agosto, passa a valer a tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos.

Logo após o tarifaço de Trump, Bolsonaro (PL) reagiu enviando uma indireta a Lula (PT). O ex-presidente publicou em suas redes sociais, uma citação de Provérbios 29.2, que diz: “Quando os justos governam, o povo se alegra. Mas quando os perversos estão no poder, o povo geme”. 

Junto a isso, aliados de Jair Bolsonaro culparam Lula pela ação de Trump, uma vez que, segundo eles, o governo atual vem estabelecendo uma política grosseira aos EUA, defendendo posições contrárias aos interesses americanos e se aproximando da China e do Irã.

Justificativas para nova tarifa

Na carta enviada a Lula (PT), o presidente dos Estados Unidos traz como um dos argumentos para elevação de tarifa o julgamento do ex-presidente, Jair Bolsonaro no STF. Trump classificou a forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente como uma “vergonha internacional” e que o julgamento precisa acabar imediatamente por se tratar de um “caça às bruxas”.

Desde março deste ano, Jair Bolsonaro responde a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na tentativa de golpe de Estado em 2022. Além disso, ele está inelegível até 2030, devido a uma decisão de 2023 do Tribunal Superior Eleitoral.

Junto ao ex-presidente mais sete réus respondem pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.


Analista de Internacional faz análise sobre a repercusão internacional do tarifaço de Trump (Vídeo: reprodução/Youtube/CNN Brasil)


O processo está sob as regras da legislação penal, e se encaminha para a última etapa antes do julgamento, as chamadas alegações finais, que decide se o grupo será acusado ou absolvido.

Outra justificativa do presidente norte-americano é a relação comercial com o Brasil, que segundo ele é  “injusta e desequilibrada” e que a tarifa de 50% busca corrigir essas lacunas.

Como a decisão de Trump afeta o Brasil?

A decisão do governo americano impacta diretamente os produtos que lideram as exportações entre Brasil e Estados Unidos, sendo eles o petróleo, o aço, o café e as carnes bovinas.

Em carta, Trump alerta Lula dizendo que se o Brasil adotar medidas de reciprocidade e aumentar as próprias tarifas em resposta à ação do governo americano, os EUA aumentaram ainda mais as taxas sobre produtos brasileiros, acrescentando o percentual aumentado aos 50% já previstos por eles.

O presidente norte-americano aponta que uma possível redução de tarifa poderia ser feita caso o Brasil abrisse seus mercados e eliminasse tarifas e barreiras comerciais. E promete agilizar os processos para viabilizar a iniciativa de empresas brasileiras que queiram fabricar seus produtos diretamente nos EUA para evitar os 50% em suas exportações.

Resposta do governo brasileiro

O governo brasileiro rebateu, por meio de texto publicado no site do Planalto e nas redes sociais do presidente Lula (PT), as afirmações feitas por Trump e afirmou ser falsa a informação sobre o déficit norte-americano, uma vez que “as estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos”. Além disso, ressaltou que “qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da lei brasileira de reciprocidade econômica“.

Ainda em texto, Lula defende o Judiciário brasileiro. “O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de Estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”.

Ex-Ministro dos Transportes Russo é encontrado morto logo após deixar governo

Roman Starovoit foi encontrado morto dentro de seu carro nesta manhã de segunda-feira (07/07) apenas algumas horas após ser demitido do Ministério por Vladimir Putin. De acordo com a apuração do jornal russo “Izvestiya”, o ex-ministro teria tirado a própria vida com uma arma de fogo. Um decreto presidencial foi publicado noticiando a exoneração do caro, sem, contudo, explicitar maiores justificativas. Starovoit estava à frente do Ministério desde maio de 2024 e enfrentava investigações por corrupção em sua antiga gestão, enquanto governador da região de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia.

Hipótese de suicídio

Segundo a agência de notícias Reuters, o Comitê Investigativo da Rússia, responsável pela investigação de crimes graves, trabalha para que haja uma conclusão precisa sobre o momento em que ocorreu a morte, pois, por ora, há muitos relatos conflitantes, não obstante, Roman Starovoit tenha sido encontrado, dentro de seu carro, já sem vida, com um ferimento de bala e, ao lado de seu corpo, segundo apontam vários meios de comunicação russo, uma pistola pertencente a ele mesmo, o que leva à suspeita de suicídio.

O suposto ato teria sido cometido algumas horas após o ex-ministro ter sido desligado de seu cargo no Ministério dos Transportes, sem maiores justificativas, pelo atual Presidente Russo, Vladimir Putin, cargo que Starovoit ocupava desde maio de 2024.


Vladimir Putin e Roman Starovoit (Foto: reprodução/X/@bosunatiklama)


Antes de ser nomeado Ministro, Roman governou a região de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia. Seu sucessor, Alexei Smirnov, foi acusado, em abril deste ano, por desvio de dinheiro público destinado à defesa, o que teria deixado a região mais vulnerável aos ataques ucranianos, na guerra em vigor há 4 anos.

Muito pressionado para justificar os motivos que levaram à exoneração do ex-Ministro, o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov apenas se limitou a dizer que caso Putin tivesse perdido a confiança em Starovoit, isso estaria expressamente mencionado no comunicado oficial, o que não ocorreu.

Antes de ser nomeado Ministro, Roman governou a região de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia. Seu sucessor, Alexei Smirnov, foi acusado, em abril deste ano, por desvio de dinheiro público destinado à defesa, o que teria deixado a região mais vulnerável aos ataques ucranianos, na guerra em vigor há 4 anos.

Crise na Rússia

Em virtude da guerra travada com a Ucrânia, a Rússia enfrenta uma crise nos meios de transporte e é nesse clima que ocorre a demissão de Starovoit. O setor de aviação, por exemplo, está com falta de peças de reposição e a Russian Railways, a estatal ferroviária russa, responsável pelo transporte de cargas e passageiros, uma das maiores do mundo, enfrenta crise provocada pelas altas taxas de juros, necessárias para conter a inflação.

Nomeação de Andrei Nikitin

Para ocupar o cargo anteriormente sob a responsabilidade de Starovoit, Putin nomeou Andrei Nikitin como Ministro Interino dos Transportes, ele que foi governador da região de Novgorod. Ao ser questionado sobre a rápida nomeação de Nikitin, o porta-voz do Kremlin, Peskov, disse:

“No momento, na opinião do presidente, as qualidades profissionais e a experiência de Andrei Nikitin contribuirão melhor para garantir que esta agência, que o presidente descreveu como extremamente importante, cumpra suas tarefas e funções.”


Nomeação de Andrei Nikitin como Ministro Interino dos Transportes Russo

O recém-nomeado Ministro não fez nenhum comentário sobre seu encontro com Putin, exceto sobre a enorme tarefa para reduzir os gargalos de carga e garantir fluxos transfronteiriços de mercadorias mais tranquilos.

Malik Beasley afunda em dívidas, perde contrato milionário e pode ser banido da NBA

Malik Beasley, jogador do Detroit Pistons, vive uma crise fora das quadras que ameaça não só seu desempenho esportivo, mas também sua permanência na NBA. Um dos principais arremessadores da temporada 2024/25, Beasley encerrou o campeonato com 347 bolas de três convertidas, um dos maiores números da liga. Mas os problemas pessoais e financeiros se tornaram maiores que seus feitos dentro de quadra.

O atleta acumula dívidas milionárias, está envolvido em processos judiciais e é alvo de uma investigação por suposto envolvimento com apostas ilegais, o que pode levar ao seu banimento definitivo da liga.

Ex-astro do Pistons, Beasley vê carreira desmoronar

O estopim para a crise foi o cancelamento de um contrato de três anos no valor de US$ 42 milhões com o Detroit Pistons. A equipe decidiu recuar após as denúncias virem à tona e optou por contratar Duncan Robinson, ex-Miami Heat, para ocupar a vaga.

Beasley tem mais de US$ 8 milhões em dívidas e responde a diversas ações na Justiça. Ele deve US$ 5,8 milhões a uma empresa que antecipou valores com base em contratos futuros, e é cobrado em US$ 2,25 milhões pela agência Hazan Sports Management, que o acusa de quebra de contrato e de não devolver um adiantamento de US$ 650 mil.


O armador Malik Beasley acumula dívidas (Foto: reprodução/Instagram/@basquetehouse)


Processos em série e risco de banimento definitivo

Outros credores incluem um dentista (US$ 34 mil) e até uma barbearia (US$ 26,8 mil). Além disso, uma agência de marketing também entrou com processo por descumprimento contratual.

Ao longo de sua trajetória, Malik Beasley disputou 523 jogos na temporada regular e 43 nos playoffs, com 6002 pontos, 1415 rebotes, 696 assistências e 1284 cestas de três. Apesar dos números expressivos, o jogador pode ter seu nome riscado de vez do basquete profissional.

A investigação sobre apostas está sendo conduzida por autoridades federais nos Estados Unidos. Segundo reportagens, o foco são apostas feitas em partidas em que Beasley atuou. Até agora, ele não foi formalmente acusado de nenhum crime.

Bolsonaro é diagnosticado com pneumonia viral

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por exames médicos neste sábado (21) no Hospital DF Star, em Brasília, após sentir-se mal na sexta-feira (20), durante compromissos políticos em Goiás. Segundo o médico Cláudio Birolini, responsável por acompanhar a saúde do ex-presidente, os exames identificaram um quadro de pneumonia viral, mas ele garantiu que o estado de saúde de Bolsonaro é bom e que não há motivo para alarme.

Birolini explicou que os exames já estavam previamente agendados, mas foram antecipados devido ao mal-estar apresentado. Após a realização dos procedimentos, foi iniciado um tratamento medicamentoso para combater a infecção. O médico destacou que a pneumonia parece estar em fase de resolução, o que significa que o organismo já está reagindo positivamente.

Outros sintomas relatados por Bolsonaro

Além disso, Bolsonaro relatou episódios recorrentes de soluços e vômitos, que têm gerado desconforto significativo. Segundo Birolini, o soluço se intensificou recentemente, exigindo um ajuste na medicação. “Ontem acabamos aumentando a dose para combater o soluço, o que acabou deixando ele sonolento”, relatou o médico.


Hospital onde Jair Bolsonaro está internado (reprodução/x/@g1)

Birolini também chamou atenção para os hábitos alimentares do ex-presidente, apontando que a maneira como ele se alimenta pode estar contribuindo para os sintomas. “Ele come muito rápido, fala bastante durante as refeições e quase não mastiga os alimentos. Vamos trabalhar uma reeducação alimentar nesse sentido, não pela dieta em si, já que ele pode comer de tudo, mas pela forma como ingere os alimentos”, explicou.

Cirurgia que o ex-presidente realizou em abril

Em abril deste ano, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia complexa, com duração de cerca de 12 horas, para tratar aderências intestinais e reconstruir a parede abdominal, sequelas das cirurgias realizadas após o atentado sofrido durante a campanha de 2018. No entanto, segundo Birolini, os sintomas apresentados nesta semana não têm qualquer relação com o pós-operatório. “Do ponto de vista cirúrgico, está tudo ótimo”, afirmou.

Apesar do diagnóstico e do tratamento em curso, Bolsonaro demonstrou disposição ao sair do hospital. Tirou fotos com apoiadores e concedeu entrevista à imprensa, mostrando que segue ativo, embora sua equipe médica recomende uma desaceleração na agenda para favorecer a recuperação completa.

Crise interna na Ferrari incomoda Leclerc e pressiona Vasseur 

A crise na Ferrari parece ter chegado ao ponto de afetar até mesmo a confiança de Charles Leclerc, principal piloto da escuderia. Apesar do contrato renovado até 2029, rumores indicam que o monegasco já cogita um futuro longe de Maranello. A pressão também recai sobre o chefe da equipe, Frédéric Vasseur, que pode perder o cargo caso não haja reação nas próximas corridas.

Crise e frustração crescentes

A temporada 2025 da Fórmula 1 está longe de atender às expectativas da Scuderia Ferrari. Apesar de dois pódios consecutivos e da busca por um terceiro no Grande Prêmio do Canadá, o desempenho geral da equipe tem gerado frustração — especialmente para Charles Leclerc. Segundo o jornal italiano Corriere della Sera, o piloto estaria revendo seu futuro com a equipe, mesmo após renovar contrato até 2029.


Charles Leclerc no Grande Prêmio da Espanha (Foto: reprodução/Clive Rose/Getty Images embed)


O ambiente interno é de desconfiança. Leclerc teme que a equipe não esteja pronta para o novo ciclo técnico da Fórmula 1 a partir de 2026. A comparação com rivais como Oscar Piastri, que já venceu corridas com a McLaren em curto prazo, só reforça a insatisfação. Segundo fontes próximas, ele já cogita outras possibilidades para seguir competitivo.

Mercedes na mira e comando ameaçado

Uma das opções mais comentadas nos bastidores é a Mercedes, que ainda não renovou com George Russell e teria espaço para Leclerc. O piloto é admirado por Toto Wolff e veria na equipe alemã um caminho mais sólido para buscar títulos.

Enquanto isso, o chefe Frédéric Vasseur está sob forte pressão. A diretoria teria lhe dado um prazo de três corridas para colocar a Ferrari novamente no pódio. A data-chave é o GP da Grã-Bretanha, onde a equipe promete uma atualização importante nos carros. Caso não haja evolução, nomes como Antonello Coletta ou até Christian Horner são cogitados para substituí-lo.

Clima tenso nos bastidores

Embora ainda não existam declarações oficiais, o desconforto de Leclerc e a instabilidade no comando são cada vez mais comentados no paddock. A chegada de Lewis Hamilton também não trouxe os efeitos esperados. O britânico vive um início de temporada difícil e relata não estar sendo ouvido pela equipe.

Leclerc segue como o rosto da Ferrari, mas sua paciência parece ter limites. Se os resultados não aparecerem, o casamento com a escuderia italiana pode terminar antes do esperado — e a Fórmula 1 testemunhará mais uma grande mudança no grid.

Evo Morales é mira do Ministério Público da Bolívia

Após o vazamento de um áudio, no qual o ex-Presidente da Bolívia, Evo Morales, ordena o isolamento da capital administrativa La Paz, pedindo o bloqueio de estradas, o governo boliviano resolveu agir, levando ao conhecimento do Ministério Público, defensor da sociedade, a suposta prática de crimes como terrorismo, incitação pública à prática de crimes, atentado à segurança, obstrução de processos eleitorais, dentre outros.

Paralização das estradas

Apoiadores de Juan Evo Morales Ayma paralisaram mais de quarenta estradas do país, incluindo aquelas pertencentes ao Departamento de Cochabamba, reduto político de Morales, exigindo a renúncia do atual Presidente do país, Luis Arce, uma vez que creem que ele é o responsável por manipular o sistema eleitoral, fato que culminou na exclusão do ex-presidente das próximas eleições presidenciais da Bolívia, que acontecerão em agosto de 2025.

Isso gerou uma grave crise no abastecimento do país, que também enfrenta problemas econômicos relacionados ao aumento de preços, gerando protestos e a convocação de uma greve nacional, feita pelos trabalhadores do transporte em Sucre, capital constitucional da Bolívia, e sede do Poder Judiciário.

Em meio a uma das estradas bloqueadas por pedras e pelos próprios manifestantes, um se pronuncia em vídeo postado na rede social X:

“Não há combustível, nem comida, nem remédios e, além disso, nos obrigam a eleger um presidente de direita. É por isso que bloqueamos as estradas, até que a democracia se estabeleça”.


Manifestantes em protesto na Bolívia (Vídeo: reprodução/X/@JOTACE7777)


Para acalmar os ânimos, Luis Arce anunciou 11 medidas para melhorar a economia, dentre elas a aprovação de um decreto para abastecer, com recursos externos, o sistema financeiro nacional, aumentando o limite de entrada de moeda estrangeira no país para pessoas físicas, elevando o valor de US$ 10 mil para US$ 50 mil.

Fala de Morales

Em um post na rede social X, Evo Morales afirma que o atual governo, além de persegui-lo, quer silenciá-lo, alegando que esta última denúncia se soma a outros 13 processos abertos por Arce contra ele, e que isso não resolverá a escassez de combustível e nem restaurará a estabilidade cambial.


Post de Evo Morales na rede social X (Foto: reprodução/X/@evoespueblo)


Por fim, o ex-presidente diz que a Bolívia precisa de soluções e não de perseguições, pois pactos com a direita não trarão estabilidade, apenas mais crise.

Elon Musk perde R$ 148 bilhões em meio a crise com Trump e queda da Tesla

Segundo a Forbes, Elon Musk perdeu US$ 28,3 bilhões (R$ 158 bilhões) nesta quinta-feira (5). A queda ocorreu após as ações da Tesla despencarem quase 15%. O bilionário enfrenta turbulências no mercado e um rompimento público com Donald Trump. Tudo porque, Trump anunciou nesta quinta-feira (5) que pode encerrar subsídios e contratos governamentais com as empresas Tesla e SpaceX. Curiosamente, a decisão surgiu após o bilionário criticar a proposta de reforma tributária do governo americano, que reduz incentivos para empresas de energia limpa.

O embate entre os dois ex-aliados se intensificou quando Musk publicou em sua conta na rede X (antigo Twitter) que o presidente dos EUA estaria na lista de Jeffrey Edward Epstein — entenda quem foi mais abaixo —, aumentando a polêmica. Veja:


https://twitter.com/elonmusk/status/1930703865801810022
Musk publica que Trump estaria nos arquivos de Epstein (Foto: reprodução/X/@elonmusk)

Crise entre Musk e Trump: como começou

Conforme sabemos, Musk começou aliado do governo Trump, apoiando suas políticas econômicas e ocupando um cargo no Departamento de Eficiência Governamental (sigla em inglês DOGE). No entanto, a relação mudou quando o CEO da Tesla criticou a reforma tributária republicana, que cortava incentivos para empresas de energia limpa. Trump, incomodado com as declarações, afirmou que ele já conhecia o projeto e sugeriu que a parceria entre eles poderia estar chegando ao fim.

Portanto, a tensão aumentou quando Musk rebateu publicamente em sua rede social que, sem seu apoio financeiro, Trump teria perdido a eleição. Em resposta, o presidente ameaçou cortar subsídios e contratos governamentais com Tesla e SpaceX, atingindo diretamente os negócios do bilionário. Por fim, o dono do X associou Trump ao caso Epstein, aprofundando a crise entre os dois ex-aliados.


Trump diz estar “decepcionado” com Elon Musk (Vídeo: reprodução/X/@eleicoesempauta)

Saída do governo Trump

O magnata da tecnologia deixou o governo dos Estados Unidos na semana passada, encerrando sua atuação no DOGE. Nomeado por Donald Trump para reduzir gastos federais, Musk implementou cortes significativos, eliminando milhares de empregos e contratos. No entanto, ele não atingiu as metas de economia inicialmente prometidas.

Apesar da saída discreta, o republicano elogiou sua eficiência em uma cerimônia oficial. A relação entre os dois, porém, se deteriorou após divergências sobre políticas fiscais e subsídios governamentais.

Quem foi Jeffrey Epstein e por que Musk o mencionou

Jeffrey Epstein construiu sua fortuna por meio de um fundo de investimentos e manteve relações próximas com políticos, celebridades e membros da realeza nos Estados Unidos. No entanto, sua reputação desmoronou quando foi acusado de liderar uma rede de tráfico sexual de menores, o que levou à sua prisão em 2019.

Antes mesmo de ser condenado pela Justiça americana, ele tirou a própria vida no Centro Correcional Metropolitano, um complexo prisional, em Nova York. Sua cúmplice, Ghislaine Maxwell, recebeu uma sentença de 20 anos por facilitar o acesso de meninas para os abusos cometidos por Epstein. Hoje (5), Musk acusou Donald Trump de aparecer nos arquivos do caso Epstein. Segundo o bilionário, essa seria a razão pela qual os documentos ainda estão secretos.