Lucas Borbas retorna a Curitiba após receber atualização desfavorável sobre Isabel Veloso

Lucas Borbas divulgou nesta quinta-feira (11) um comunicado no Instagram informando que recebeu novas notícias sobre o estado de saúde de sua esposa, a influenciadora Isabel Veloso. Sem detalhar o conteúdo, ele afirmou que as informações não foram positivas e pediu orações. O influenciador contou que está a caminho de Curitiba, onde Isabel permanece internada na UTI. Antes de iniciar o relato, citou o salmo 34:18.

Comunicado de Lucas

No texto, Lucas evitou expor detalhes sobre a situação clínica, mas agradeceu as mensagens de apoio e reforçou o pedido por orações. “Não quero entrar em detalhes, mas peço oração a todos que sempre nos acolheram com todo carinho. Agradeço, de verdade, a cada pessoa que tem feito tanto por nós — em silêncio, em oração, em gestos, em palavras”, escreveu.


Isabel, Arthur e Lucas (Foto: reprodução/Instagram/@isabelvelosoo)


Ele encerrou a mensagem destacando que mantém a esperança: “Seguimos firmes, com fé, e acreditando que Deus está conosco em cada passo”.

Isabel passou por um transplante de medula em outubro e recebeu alta antes do previsto, celebrando o sucesso do procedimento. No entanto, dias depois, voltou ao hospital, sendo internada na UTI após uma crise respiratória que levou à intubação. Após apresentar melhora e respirar sem aparelhos, voltou a ser intubada na madrugada do dia 4, quando foi diagnosticada com pneumonia grave.

Doença de Isabel

Isabel foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin aos 15 anos e iniciou tratamento imediato. Aos 17, interrompeu o processo após descobrir que o câncer era incurável. Em outubro de 2024, exames mostraram avanço da doença, que voltou a crescer. Na época, ela estava grávida de cinco meses de seu primeiro filho com Lucas e precisou retomar o tratamento, já que o linfoma havia atingido os pulmões. Após o nascimento de Arthur, a influenciadora iniciou uma nova fase terapêutica.

Matéria por  Letícia Araújo

Novas diretrizes para diagnóstico de autismo são divulgadas

A Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil atualizou suas diretrizes para o diagnóstico e tratamento de pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Desta vez, o foco é combater práticas sem comprovação científica, divulgar intervenções baseadas em evidências e auxiliar no diagnóstico precoce.

Um novo documento de 33 páginas foi publicado pelos especialistas do Departamento Científico de Transtornos do Neurodesenvolvimento, com o objetivo de atualizar os métodos de diagnóstico e de tratamento do autismo. O material, voltado para crianças e adolescentes autistas, reforça que o TEA é predominantemente clínico e pode ser identificado por meio de observações, entrevistas com pais e responsáveis, além dos critérios do DSM-5. O documento também alerta para um risco quase despercebido pelos pais: o uso excessivo de telas, que pode replicar sintomas do transtorno. Fatores como vulnerabilidade social também podem influenciar o diagnóstico.


Terapeuta com paciente autista (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Andreswd)

Diagnóstico

Há diversas formas de iniciar o diagnóstico de uma criança com TEA. Uma das principais é dentro de casa, observando comportamentos e reações. No ambiente clínico, algumas etapas são fundamentais para uma constatação precisa, como: entrevista com pais ou cuidadores, observação direta, avaliações padronizadas e, por fim, os critérios diagnósticos do DSM-5.

No novo documento, os especialistas ressaltam que uma das principais formas de reduzir os sintomas do autismo é o diagnóstico precoce. A identificação dos sinais nos primeiros anos de vida é mais eficaz e pode trazer melhoras significativas no desenvolvimento da criança.

Tratamento

O estudo reforça que o tratamento do autismo deve ser individualizado, ou seja, não existe uma abordagem única para todos, já que cada criança tem sua especificidade. No entanto, há métodos comuns a diferentes grupos e níveis do transtorno, como: Intervenção precoce, Terapia comportamental (ABA), Fonoaudiologia, Terapia ocupacional, Psicoterapia, Apoio familiar e educacional.

O documento também alerta para tratamentos realizados sem comprovação científica, como: dietas restritivas, suplementação alimentar e probiótica, intervenções biológicas, psicanálise, Son-Rise, uso de canabidiol (CBD), ácido folínico, musicoterapia e arteterapia. Estudos como o publicado pela Nature Human Behaviour em agosto de 2025 indicam que alguns desses métodos podem promover bem-estar momentâneo, mas não apresentam evidência científica de evolução no TEA.

Abordagens em Estudo

Diversos tratamentos estão em fase de pesquisa, mas ainda não possuem comprovação de eficácia para aplicação clínica. Abordagens como estimulação craniana não invasiva, Floortime e equoterapia são consideradas promissoras para o futuro.

As novas diretrizes também alertam que o acompanhamento médico, relatórios detalhados e conduta ética são fundamentais para garantir terapias adequadas e os direitos previstos em lei. Todas essas medidas e estudos representam um verdadeiro avanço na área, refletindo uma transformação significativa nos processos de diagnóstico e tratamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista.

Sabrina Sato atualiza sobre a saúde do pai e recebe apoio nas redes

Sabrina Sato compartilhou com seus seguidores no Instagram uma atualização sobre a saúde de seu pai, mencionando que ele realizou uma cirurgia em agosto e que recebeu um diagnóstico neste ano, mas sem entrar em detalhes. Ela contou sobre o tempo que passou com ele no domingo (19), e declarou que foi um momento de conforto e música.

Apesar dos desafios, Sabrina tem se mostrado positiva nas redes, sempre mantendo sua audiência atualizada sobre o estado de seu pai. Sabrina Sato informou aos seguidores que passou o último domingo (19) ao lado do pai, Omar Rahal, e que ele está “cada dia mais forte” após o diagnóstico de câncer no pâncreas. A apresentadora compartilhou a mensagem em um story no Instagram acompanhado da música “O Que É o Amor”, de Arlindo Cruz.

Detalhes da atualização

Ao relembrar que Omar passou por cirurgia em agosto por conta do problema, ressaltou a importância do cuidado, do amor e da fé da família durante o tratamento, que segue sendo acompanhado de perto e com atualizações pontuais à imprensa e aos fãs. A postagem gerou manifestações de carinho e apoio de fãs e colegas nas redes sociais, com comentários desejando recuperação e força à família.


Sabrina Sato e família (Foto: reprodução/Instagram/@sabrinasato)

Relatos publicados confirmam que o diagnóstico foi de câncer no pâncreas e que houve intervenção cirúrgica em meses anteriores. A família segue acompanhando o tratamento e compartilhando atualizações pontuais com o público.

Reação e apoio

A postagem de Sabrina Sato sobre o pai mobilizou rapidamente seguidores e colegas, que reagiram com mensagens de carinho, emojis de coração e orações, além de relatos pessoais de quem já passou por situações semelhantes. Fãs deixaram comentários desejando recuperação e força, marcando amigos para compartilhar solidariedade, enquanto influenciadores e profissionais da TV publicaram mensagens públicas de apoio e lembraram a importância do afeto em momentos difíceis.


Sabrina Sato capa da Vogue (Mídia: reprodução/Instagram/@sabrinasato)

Muitos usuários compartilharam nos stories fotos e trechos de publicações anteriores em que Sabrina aparece com a família, formando uma corrente de empatia que misturou palavras de conforto, sugestões práticas de apoio emocional e avalanches de adesivos e vídeos curtos demonstrando torcida.

Axsome aposta em novo medicamento para tratamento de Alzheimer

A Axsome Therapeutics, uma empresa de produção de medicamentos, agora traça um caminho importante para a evolução da medicina. A companhia, que já domina o mercado com o antidepressivo Auvelity, aposta no momento em um novo medicamento para o tratamento da agitação do Alzheimer, um dos sintomas que acompanham a doença.

Desde seus primeiros dias em uma sala simples e pequena no Rockefeller Center, em Nova York, até se tornar uma das maiores referências no setor de biotecnologia, a Axsome assume uma postura que a diferença das demais empresas da área. Combinando a ciência com a estratégia de mercado, Herriot Tabuteau, CEO da Axsome, uniu décadas de sua experiência em investimentos de startups de biotecnologia com sua carreira na medicina. Outro diferencial que Tabuteau assumiu ao abrir sua companhia foi de não a financiar com capital de risco, somente com os seus próprios recursos e ajudas de parentes e amigos próximos.

Portfólio da gigante

Em termos de produtos, o grande lucro da Axsome é o Auvelity, um medicamento para tratamento do transtorno depressivo. Ele combina dois medicamentos já existentes e promete efeito em apenas uma semana de uso, o que o posiciona de forma diferente no mercado, já que a maioria dos antidepressivos demora entre seis a oito semanas para terem efeitos. Aprovado em agosto de 2022, as ações da empresa subiram 65% em apenas uma semana, o que a fez ser avaliada em US$ 3 bilhões. 

Outro movimento estratégico do CEO foi a compra do medicamento Sunosi, usado no tratamento da sonolência excessiva em pacientes com narcolepsia ou apneia do sono. A compra teve valor de US$ 53 milhões mais royalties de um dígito. A Axsome garantiu em apenas um ano US$ 66 milhões, através da venda de direitos do medicamento para a Europa, Oriente Médio e Norte da África.

Além desses dois grandes triunfos, agora a empresa de biotecnologia aposta no tratamento contra o Alzheimer. Um dos sintomas que a doença causa em pacientes é a agitação e o novo medicamento promete tratar esse efeito, além de evitar efeitos colaterais sérios que outros antipsicóticos causam, como a morte. Contudo, os resultados dos testes da medicação foram mistos e a FDA (Food and Drug Administration, agência dos Estados Unidos equivalente à Anvisa) ainda deve aprovar o remédio. 


Medicamento deve ajudar cerca de 150 milhões de americanos com Alzheimer (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Brian B. Bettencourt)

Referência no mercado 

Nomeada a partir dos termos “axônio” e “soma”, a Axsome foi iniciada em 2012 e passou por diferentes fases, que moldaram o que hoje é uma das maiores empresas de biotecnologia do mundo, com três medicamentos no mercado e mais cinco em desenvolvimento. 

Nos 12 meses anteriores a junho, a Axsome registrou uma receita de US$ 495 milhões, representando um avanço de 70% em relação ao mesmo período de 2024. Entretanto, mesmo com o crescimento de capital, a empresa ainda se encontra no vermelho, com um prejuízo de US$ 247 milhões. 

Já na Nasdaq, onde a empresa é negociada, ela está avaliada em US$ 6,1 bilhões, com Tabuteau exercendo uma participação de 15%, o que o posiciona como bilionário. O fundador da gigante avalia que ela pode chegar a US$ 16,5 bilhões em vendas dos seus medicamentos atuais, a posicionando como uma das principais e maiores empresas do setor farmacêutico do mundo. 

Anemia por deficiência de ferro: conheça condição identificada em Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o hospital neste domingo (14) após passar por um procedimento cirúrgico para retirada de lesões cutâneas. No entanto, o boletim médico também revelou que ele foi diagnosticado com anemia por deficiência de ferro, condição que pode comprometer a saúde e a qualidade de vida se não tratada adequadamente.

O que é a anemia por deficiência de ferro?

A anemia ferropriva é o tipo mais comum de anemia em todo o mundo. Ela ocorre quando o corpo não possui ferro suficiente para produzir glóbulos vermelhos em quantidade e qualidade adequadas. Essas células sanguíneas têm como função principal transportar oxigênio para todas as células do organismo.


Bolsonaro deixando o hospital neste domingo (14) e retornando para a prisão domiciliar (Vídeo: Reprodução/X/@JovemPanNews)

Sem ferro, a produção de hemoglobina — proteína presente nos glóbulos vermelhos que carrega o oxigênio — fica reduzida. Como consequência, o corpo apresenta menor capacidade de oxigenação, o que resulta em sintomas como cansaço extremo, fraqueza e dificuldade de concentração.

Sintomas e sinais de alerta

De acordo com especialistas, os principais sintomas da anemia ferropriva incluem:

  • cansaço excessivo e falta de energia;
  • irritabilidade e desânimo;
  • sensação de coração acelerado ao realizar esforços;
  • pele pálida, principalmente visível nos lábios e nas palmas das mãos;
  • queda de rendimento cognitivo.

A doença pode surgir de forma silenciosa, sendo muitas vezes descoberta apenas em exames de sangue. Quando não tratada, pode comprometer atividades do dia a dia e afetar diretamente a qualidade de vida.

Causas, tratamento e prevenção

A principal causa da anemia ferropriva está ligada a uma alimentação com baixa ingestão de ferro, comum na dieta moderna com alto consumo de alimentos ultraprocessados e pouca diversidade nutricional. Além disso, perdas de sangue, como em úlceras ou menstruação intensa, também podem contribuir para o quadro.

O tratamento geralmente envolve a reposição de ferro, seja por meio de suplementação ou pela adoção de uma dieta rica em alimentos como carnes vermelhas, feijão, lentilha, espinafre e outros vegetais verde-escuros.

A boa notícia é que a condição tem cura completa e após o tratamento, a melhora na disposição e no bem-estar é notável. Especialistas recomendam procurar um médico caso os sintomas persistam, para evitar complicações e garantir a recuperação plena.

Anvisa aprova Voragino, novo tratamento para tumores cerebrais

A Anvisa autorizou nesta segunda-feira (11), através de decisão publicada no Diário Oficial da União, o uso do Voragino (vorasidenibe), um novo medicamento para o tratamento de gliomas difusos de baixo grau com mutações. A decisão representa um avanço significativo da medicina, sendo uma alternativa revolucionária para casos do tumor.

O Voragino funciona como um inibidor das enzimas IDH1 e IDH2 mutadas, inibindo a produção de metabolismos que ajudam o tumor a crescer no cérebro. A aprovação foi baseada nos resultados do ensaio clínico INDIGO, que demonstraram uma redução de 61% no risco de avanço do tumor, além de atraso em seu crescimento e diminuição do volume. O medicamento é uma possibilidade para pacientes adultos e adolescentes a partir de 12 anos que já passaram por cirurgia e não necessitam de quimioterapia ou radioterapia imediatas.

Uso do medicamento no tratamento de gliomas

O Vorangino é um medicamento oral desenvolvido para bloquear as enzimas IDH1 e IDH2 mutadas, presentes em alguns tipos de gliomas. Essas mutações modificam o metabolismo celular, promovendo a produção de metabolismos que estimulam o crescimento do tumor. Ao bloquear essas enzimas, o tratamento reduz a produção desses metabólitos, bloqueando a multiplicação das células do tumor.

O medicamento é indicado para pacientes com gliomas difusos de grau 2 que apresentem mutações nas enzimas descritas acima, que já passaram por cirurgia prévia e não tem indicação imediata de radioterapia ou quimioterapia. Especialistas indicam que, embora o glioma de baixo grau tenha crescimento lento, ele pode evoluir para formas mais agressivas com o decorrer do tempo. A aprovação da Anvisa representa um avanço importante no tratamento de gliomas, através de um medicamento que diminui a progressão da doença.


Matéria da CNN sobre a aprovação (Foto: reprodução/X/@CNNBrasil)


O que é o glioma?

O glioma é um tumor que se forma na área cerebral ou na medula espinhal, que surge nas células gliais que circundam e auxiliam no funcionamento das células nervosas. Os principais são: os astrocitomas, que surgem nas células astrócitos, sendo o caso do glioblastoma, que é um tumor mais agressivo; os ependimomas, que se formam nos ependimócitos, células que revestem os ventrículos do cérebro e o canal central da medula espinhal; e os oligodendrogliomas que se originam nas células gliais chamadas oligodendrócitos.

Os gliomas podem ocorrer em adultos e crianças e os sintomas incluem dores de cabeça, náuseas, alterações cognitivas, entre outros. O tratamento normalmente se inicia com cirurgia, mas essa opção pode ser arriscada a depender da localização do tumor. O uso do Voragino abre novas perspectivas para o tratamento dos gliomas, oferecendo novas esperanças para os pacientes que sofrem com a doença.

Entenda a batalha de Preta Gil contra o câncer de intestino

Preta Gil morreu neste domingo (20), aos 50 anos. Ela tratava um câncer no intestino desde janeiro de 2023. Ela fez quimioterapia, radioterapia e uma cirurgia para tirar tumores em agosto de 2024, mas a doença voltou em outras partes do corpo, precisando de mais tratamentos. Ela morava em Nova York e viajava para Washington para receber os cuidados em um centro médico especializado.

Início do câncer

Preta Gil descobriu um câncer no intestino em janeiro de 2023 e iniciou tratamento com quimioterapia e radioterapia. Em 16 de agosto, fez uma cirurgia para retirar o tumor e o útero. Ficou 28 dias internada, teve alta e se mudou por um tempo para São Paulo para seguir o tratamento. Em dezembro anunciou o fim do tratamento, mas em 2024 exames de rotina mostraram que a doença havia voltado em quatro regiões do corpo: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter.

Após um novo tratamento com quimioterapia, que teve pouco efeito, Preta fez uma cirurgia de 21 horas para retirar os tumores. Ficou quase dois meses internada e teve alta em fevereiro de 2025. Depois, retomou a quimioterapia e, em maio, foi aos Estados Unidos para continuar o tratamento com remédios em fase final de testes. O plano era seguir até agosto, quando faria novos exames para definir os próximos passos.


Ana Maria Braga falando sobre sua amizade com Preta Gil e prestando homenagem (Vídeo: reprodução/X/@ALFINETEI)

O que é adenocarcinoma?

Preta Gil descobriu um câncer chamado adenocarcinoma, que atinge o intestino. Ela sentiu um desconforto na região no início de janeiro de 2023 e, pouco tempo depois, recebeu a confirmação da doença.

Esse câncer é um tumor maligno que pode aparecer em várias partes do sistema digestivo, principalmente na parte final do intestino. É um dos tipos de câncer mais comuns no Brasil e no mundo. Entre as mulheres, o câncer de intestino é o segundo mais frequente, atrás apenas do câncer de mama, segundo especialistas.

A maioria desses tumores começa a partir de pólipos, que são pequenas lesões benignas que crescem dentro do intestino grosso. Quando descoberto cedo, o câncer no intestino tem boas chances de cura e pode ser tratado com sucesso. O tratamento ideal para cura envolve cirurgia para remover o tumor. Após a operação, pode ser preciso fazer quimioterapia por alguns meses, dependendo do caso.

Se o câncer já estiver avançado e espalhado para outras partes do corpo, chamado de tumor metastático, a cura fica mais difícil. Nessa situação, o tratamento inclui quimioterapia combinada com terapias direcionadas conhecidas como “alvos moleculares”.

Volta do câncer

O câncer de Preta Gil voltou em quatro partes do corpo: dois tumores nos linfonodos (que ajudam na defesa do corpo), um nódulo no ureter (canal que leva a urina dos rins à bexiga) e uma metástase no peritônio (membrana que envolve os órgãos do abdômen).

Preta iniciou um novo tratamento com quimioterapia, mas como o resultado não foi o esperado, passou por outra cirurgia para retirar os tumores.

A equipe médica realizou o procedimento em dezembro de 2024; a cirurgia durou 21 horas e foi considerada um sucesso. Depois de quase dois meses no hospital, a cantora teve alta e continuou o tratamento em casa com mais sessões de quimioterapia.


Xuxa Presta homenagem a Preta Gil em seu Instagram (Vídeo: reprodução/X/@GloboNews)

Tratamentos nos Estados Unidos

Depois de alguns meses de quimioterapia no Brasil, Preta foi aos Estados Unidos em maio de 2025 para continuar o tratamento com remédios em fase de teste.

Ela ficou em Nova York e ia até Washington para receber o medicamento em um centro médico especializado.

A equipe médica planejava manter o tratamento até agosto de 2025, quando realizaria novos exames para definir os próximos passos.

Isabel Veloso inicia nova etapa no tratamento contra o câncer

A influenciadora digital Isabel Veloso, de 19 anos, que ficou conhecida na internet ao compartilhar a sua luta contra o câncer, agora se prepara para uma nova etapa de seu tratamento contra a doença. Nesta sexta-feira (18/07) em um post publicado em seu Instagram, ela aparece ao lado de sua nutricionista Alessandra Andrade.

Nova etapa do tratamento

Na legenda da imagem, Isabel explica os próximos passos para receber o transplante de medula óssea. A consulta era para reajustar a sua alimentação, preparando um corpo forte para a realização do procedimento. Vale ressaltar que a influenciadora parou o tratamento durante a sua gestação.


Consulta de Isabel Veloso a nutricionista (Foto: reprodução/Instagram/@isabelvelosoo)


Antes da visita no consultório a influenciadora abriu uma caixa de perguntas na rede social, onde foi questionada sobre a compatibilidade de medula, são normalmente verificados os familiares, no caso dela suas irmãs teriam 50% de chance de poder doar. Foram encaminhadas para fazer exames em Curitiba, no Paraná.

Caso não se confirme, é necessário entrar na fila de transplantes, como o exemplo de outra famosa, Fabiana Justus que passou pelo mesmo procedimento recentemente.

Diagnóstico do câncer de Isabel 

Isabel teve seu diagnóstico de Linfoma de Hodgkin em 2021, um tipo de câncer no sistema linfático aos 15 anos. Logo em seguida ela fez um tratamento com quimioterapia e um transplante de medula, divulgando que tinha alcançado a cura em 2023, porém a doença voltou ainda mais agressiva.

O que fez a influenciadora ter que recomeçar, antes desse novo transplante ela está fazendo uma imunoterapia que consiste em estimular o organismo a se defender, diferentemente dá quínio que elimina as células cancerígenas de forma severa e causa a queda capilar nos pacientes.

Durante os quatro anos em que dividiu seu dia a dia com a doença, Isabel passou por altos e baixos, incluindo a sua gravidez que foi acompanhada com muito mais cuidado, pois quando estava com cinco meses ela disse que o câncer havia chegado aos pulmões. 

Novo tratamento experimental de Preta Gil fora do Brasil

Em busca de novas alternativas contra o câncer, Preta Gil viajou aos Estados Unidos para iniciar um tratamento experimental após enfrentar complicações e resultados insatisfatórios com a quimioterapia no Brasil. A cantora, diagnosticada com câncer colorretal em 2023, passou por uma cirurgia de 21 horas no final do ano passado e agora aposta em uma terapia inovadora em fase de pesquisa clínica, com acompanhamento de instituições de referência como o Memorial Sloan Kettering, em Nova York.

O novo tratamento

A cantora viajou para fora do Brasil para experimentar novos tratamentos, pois segundo ela a quimioterapia aqui não foi tão eficaz quanto esperava. Nos Estados Unidos ela teve consultas no Virginia Cancer Institute, em Washington, e por exames com médicos especialistas do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, outra instituição que é referência mundial em tratamento e pesquisa de câncer em Nova York.

Durante participação no programa Domingão com Huck, em março deste ano, Preta disse:

“Então a gente tem que buscar alternativas. Alternativas em países diferentes, com tipos de estudos diferentes, ensaios diferentes ainda não publicados ou publicados, drogas que ainda não chegaram ao Brasil”.

Preta Gil passou por uma cirurgia de 21 horas em dezembro do ano passado, em que retirou parte do seu aparelho digestivo e de seu sistema linfático. 

Agora ele começará um tratamento inovador que ainda faz parte de uma pesquisa clínica. De acordo com o oncologista Fernando Maluf, a pesquisa clínica é a única forma da sociedade conseguir melhorar e avançar contra o câncer.

O diagnóstico de câncer

A cantora recebeu o diagnóstico de um câncer colorretal em janeiro de 2023, com remissão no final daquele ano, porém, em agosto agosto de 2024, relatou que a doença havia retornado, em quatro lugares diferentes: dois tumores nos linfonodos, um nódulo no ureter e metástase no peritônio.

Durante o período de quimioterapia, ela teve sepse, que se trata de uma doença grave que acontece quando o organismo tem uma resposta inflamatória desregulada a uma infecção.

Em dezembro de 2024, ela foi operada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ela recebeu alta depois de quase dois meses, no dia 11 de fevereiro. Através das redes sociais ela disse que estava em casa se adaptando.


Preta Gil após cirurgia de retirada dos tumores (Foto: Reprodução/Instagram/@pretagil)


No dia 15 de dezembro de 2024, Preta Gil foi a Nova York, a pedido dos seus médicos no Brasil, para saber a opinião de uma especialista no tipo de tumor que ela tinha. Ela relatou que a cirurgia para retirada dos tumores já estava marcada há algum tempo, e que havia a possibilidade de ter que fazer uma nova quimioterapia.

Anvisa aprova medicamento Mounjaro para perda de peso

Nesta segunda-feira (9), a Anvisa publicou no Diário Oficial da União a autorização para o uso do medicamento Mounjaro no tratamento da obesidade no Brasil. A decisão amplia as opções disponíveis para pacientes que buscam controle de peso com respaldo médico. A farmacêutica Eli Lilly, responsável pelo Mounjaro, já havia solicitado o registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária em setembro do ano passado. Entretanto, só teve pedido aceito após resultados científicos positivos.

Anteriormente, os médicos indicavam o remédio apenas para diabetes tipo 2 — assim como o concorrente Ozempic — agora, com a aprovação, especialistas podem utilizá-lo para combater o excesso de peso. Entretanto, em vários estados do país, há relatos de farmácias e sites que vendiam o medicamento de forma off-label, fora das indicações da bula.


Antes usado para diabetes tipo 2, agora o medicamento também auxilia na perda de peso (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Como Mounjaro atua no combate ao excesso de peso

O medicamento age no organismo ao estimular dois hormônios essenciais para o controle do peso: GLP-1 e GIP. Esses hormônios regulam o apetite, melhoram a resposta à insulina e retardam o esvaziamento gástrico, proporcionando maior saciedade. Estudos clínicos demonstraram que pacientes tratados com tirzepatida — princípio ativo do Mounjaro — perderam em média 22,5% do peso corporal, um resultado comparável à cirurgia bariátrica.

Além de reduzir o apetite, o remédio melhora o metabolismo da glicose e contribui para a diminuição da gordura visceral, ou seja, a gordura que se acumula envolvendo órgãos como o fígado e pâncreas. A medicação é aplicada semanalmente por meio de uma caneta auto injetável e garante efeito contínuo no organismo.

Preços e disponibilidade no Brasil

A princípio, a fabricante Eli Lilly oferecerá um programa especial de descontos, reduzindo o preço para compras feitas pela internet, através do site oficial da empresa ou em lojas físicas.

  • Para a versão de 2,5 mg, a caixa com quatro canetas custará R$ 1.406,75 no site, e R$ 1.506,76 em lojas físicas. Fora do programa de fidelidade da farmacêutica, o valor sobe para R$ 1.907,29.
  • Já na dosagem de 5 mg, os preços serão R$ 1.759,64 online e R$ 1.859,65 em lojas físicas, enquanto compras fora do programa terão custo de R$ 2.384,34.

Mas atenção: prefira comprar sempre em revendedores autorizados e sites de confiança. Evite negociações por chats de redes sociais e, principalmente, desconfie quando o medicamento estiver muito abaixo do valor de mercado. Remédios falsificados ou de procedência duvidosa podem conter substâncias inadequadas, comprometer a eficácia do tratamento e causar efeitos adversos.