Jessie J anuncia novo álbum após oito anos sem lançamentos

Após quase uma década sem lançar um álbum completo, Jessie J anunciou que irá retomar seu lugar entre as grandes vozes do pop contemporâneo. A cantora britânica anunciou o lançamento de seu sexto disco de estúdio, Don’t Tease Me With a Good Time, que chega às plataformas digitais no dia 28 de novembro. O projeto marca mais do que um retorno aguardado pelos fãs ao mundo da música, mas também o início de uma nova fase em sua carreira mais autêntica, livre e pessoal.

Desde o sucesso global de hits como Price Tag, Domino e Bang Bang, Jessie J foi consolidada como um ícone versátil da cultura pop, transitando entre o mainstream e o soul. Porém, nos últimos anos sua carreira esteve em pausa, reflexão e reconstrução. Enfrentando desafios pessoais e profissionais, a artista decidiu seguir um caminho independente, rompendo com grandes gravadoras e optando por uma abordagem mais íntima e honesta de suas músicas.

O retorno da diva pop

A tracklist do novo álbum, que foi divulgada nesta segunda-feira (10) no Instagram da cantora, conta com 16 faixas que exploram as várias facetas musicais e emocionais de sua nova fase, indo do pop ao R&B mais introspectivo. O disco é descrito pela própria Jessie como um “caleidoscópio de emoções”, retratando os altos e baixos vividos por ela nos últimos anos.


Jessie J revela a tracklist completa de “Don’t Tease Me With a Good Time” (Vídeo: reprodução/Instagram/@jessiej)


Entre os destaques está a faixa “H.A.P.P.Y.”, performada pela primeira vez durante o show de Jessie J no The Town 2025, em São Paulo, cativando o público e arrancando aplausos e empolgação com seu retorno. Outras músicas como No Secrets, Believe In Magic, Living My Best Life e The Award Goes To prometem letras que abordam temas como autoconhecimento, superação e esperança.

Pop e liberdade criativa

Para esse novo capítulo, a artista se cercou de produtores renomados, incluindo Ryan Tedder (Beyoncé, Adele), Los Hendrrix (SZA), Dixson, Marty Maro e Jesse Boykins. A colaboração com esses diferentes nomes resultou em um trabalho diverso, com arranjos que unem batidas modernas e melodias nostálgicas, explorando a dualidade da cantora.

Além de marcar seu retorno às paradas, o disco simboliza a consolidação de uma fase independente e mais autoral da artista, agora fora do selo da Universal Music Group

Com Don’t Tease Me With a Good Time, Jessie J mostra que não tem medo de recomeçar e que sua voz continua sendo uma das mais potentes da cena pop. Um retorno que promete não apenas celebrar a artista que ela foi, mas também revelar a mulher que ela se tornou.

 

“Girls Just Wanna Have Fun”: Cyndi Lauper revive o hit ao lado de Avril Lavigne

A cerimônia do Rock & Roll Hall Of Fame, realizada em Los Angeles, no último dia 08, além de celebrar a diversidade do rock, do hip-hop e do soul, por mais de quatro horas seguidas entre shows, homenagens e depoimentos, elevou a lenda feminina do rock, a cantora Cyndi Lauper, ao seu hall da fama.

Pra celebrar o feito, não podia faltar o hino da cantora: “Girls Just Wanna Have Fun”, cantado em um dueto muito emocionante com a roqueira Avril Lavigne. Composta por Robert Hazard, em 1979, a letra da música foi alterada por Lauper, inovando e, ao mesmo tempo, ousando (para os moldes da época), ao abordar o desejo de liberdade e igualdade da mulher, numa sociedade predominantemente machista.

Hino feminista atravessa décadas

A parceria entre as roqueiras de gerações diferentes mostra a força contínua da música que marcou a carreira de Cyndi Lauper. Sendo o primeiro grande lançamento da cantora, ao assumir carreira solo, a música foi lançada em seu álbum de estreia “She’s So Unusual”, em 1983, ressaltando a força feminina e a liberdade de poder viver a vida com diversão.

A performance de “Girls Just Wanna Have Fun” nesta cerimônia pode ser considerada como um momento histórico para o rock mundial, pois além de ter deixado a plateia em completo êxtase, cantando em uníssono com Lauper e Lavigne, especialmente o refrão, uniu duas gerações do Rock’n’Roll, celebrando a mesma bandeira levantada por Lauper numa era em que pouco se falava sobre o tema. Mais ao final da canção, Raye e o trio de rap e hip-hop, Salt ‘N’ Pepa se juntaram à dupla.


Performance de “Girls Just Wanna Have Fun” na cerimônia 2025 do Rock & Roll Hall Of Fame (Vídeo: reprodução/Instagram/@rockhall/@cyndilauper)


A consagração no Rock & Roll Hall Of Fame

Cyndi foi introduzida no hall da fama do Rock & Roll Hall Of Fame, e fez uma declaração profunda e muito emocionada, que reverberou por todos os participantes e pelo público: “Meus ombros são largos o suficiente para que as mulheres que vierem depois de mim possam se apoiar neles”. E continuou: “A pequena menina que habita em mim ainda acredita que o rock’n’roll pode salvar o mundo”.

Tanto a declaração de Lauper, como a cerimônia, que celebrou a união de diferentes gerações, reforçam “Girls Just Want to Have Fun”  como um hino extremamente significativo para as mulheres, perpetuando e mantendo viva e acesa a mensagem da canção transformada.

Chappell Roan exalta Cyndi Lauper no Rock & Roll Hall of Fame

A cantora Chappell Roan emocionou o público ao introduzir Cyndi Lauper no Rock & Roll Hall of Fame, neste sábado (8), em Cleveland, Ohio. Sobretudo, com um discurso vibrante, Roan exaltou a veterana por inspirar gerações com autenticidade e coragem. “Ela nos ensinou que podemos ser barulhentas, excêntricas e ter qualquer cor de cabelo”, afirmou. 

A jovem artista ainda destacou que Lauper deu “permissão ao mundo para ser quem é”, celebrando a liberdade e o impacto da voz de True Colors no pop. O Rock & Roll Hall of Fame, localizado em Ohio, homenageia artistas e produtores que transformaram a música mundial. A entrada de Lauper, uma das maiores vozes dos anos 1980, reforça sua carreira como símbolo de diversidade e expressão artística.


Roan homenageia Lauper (Vídeo: reprodução/Instagram/@portalpopline)


Cyndi Lauper e o legado de “True Colors”

Lançada em 1986, True Colors consolidou Cyndi Lauper como ícone da música pop. Logo, a faixa-título de seu segundo álbum passou duas semanas no topo da Billboard Hot 100 e recebeu indicação ao Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina. 

Mais do que sucesso comercial, a música se tornou um hino de aceitação e coragem, inspirando movimentos sociais e emocionando fãs por décadas. Assim, com uma carreira marcada por versatilidade, Lauper venceu prêmios como o Grammy, o Emmy e o Tony, e se firmou como uma das artistas mais influentes do rock e do pop.


Roan e Lauper durante evento (Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images Embed)


Chappell Roan: irreverência e novas vozes do pop

Chappell Roan, que venceu o Grammy de Artista Revelação em 2025, representa uma nova geração de pop stars. Desse modo, seu estilo mistura synth-pop dos anos 1980 com influências das drag queens e uma estética “exagerada”. Em agosto, ela lançou The Subway, clipe que dividiu opiniões, mas reforçou sua identidade ousada e teatral.

Enquanto homenageia ícones como Lauper, Roan constrói seu próprio caminho. Sua fala no Hall of Fame reflete um elo entre gerações: o pop que rompe padrões, acolhe diferenças e transforma autenticidade em arte.

Rosalía inaugura “LUX” no Los40 Music Awards

Em noite de premiações na Espanha, Rosalía inaugurou nos palcos a fase “LUX” com uma performance de “Reliquia” nos LOS40 Music Awards Santander 2025, realizados no Roig Arena, em Valência, nesta sexta-feira (7).

O quarto álbum da artista convoca um imaginário católico ancorado em figuras femininas para examinar as relações humanas, do sagrado ao profano. Segundo a artista, o repertório nasceu de um ano de isolamento dedicado a escrever e reescrever.

LOS40 Music Awards

No palco, a artista surgiu cercada por um bosque de cruzes iluminadas, enquanto os versos da canção apareciam projetados em diferentes idiomas entre eles português, italiano, inglês e árabe.


Apresentação de Reliquia nos LOS40 Music Awards (Vídeo: reprodução/Instagram/@los40spain)


A cena, concebida com cerca de 20 músicos em cena e um desenho que evocava um “cemitério gótico”, sublinhou a nova fase de Rosalía, de forte imagética espiritual. A performance serviu de vitrine para “LUX”, quarto álbum da catalã.

LUX

No novo álbum, Rosalía adota a religião como eixo e reúne faixas em 13 idiomas e utiliza histórias de santas, combinando recursos do pós-hyperpop e da música de concerto.

Divulgada antes do lançamento, “Berghain” sintetiza a proposta: participação da London Symphony Orchestra e de Björk, versos em alemão, alternância entre canto popular e lírico e arranjos de cordas com traços de linguagem barroca, além de referências à tradição operística germânica.


Clipe oficial de “Berghain” (Vídeo: reprodução/YouTube/ROSALIA)


No Spotify, a canção entrou no Top 10 global e atraiu aplausos da crítica e de outros artistas. Madonna disse que a escuta sem parar.

Nos Estados Unidos, parte da imprensa tem analisado o álbum enfatizando referências religiosas, o uso de diversos idiomas e a presença de elementos da música de concerto. Na mídia, Rosalía ao lado de artistas como Bad Bunny é citada em discussões sobre a ampliação de formatos e linguagens no pop global.

Grammy 2026:Lista de indicados tem nomes como Bad Bunny e Sabrina Carpenter

Saiu a lista dos indicados ao Grammy em 2026, e a academia, o evento ocorrerá no dia 1° de fevereiro de 2026 na Crypto Arena em Los Angeles (EUA). Liderando a lista com 9 indicações, Kendrick Lamar terá uma boa disputa com Lady Gaga, que compete nas categorias mais importantes da premiação. Sabrina Carpenter, Bad Bunny e Leon Thomas também estão entre os indicados da premiação, entre outros nomes presentes.

Grammy 2026

Retornando às competições para 2026, Justin Bieber voltou a ser indicado pelo seu álbum “Swag”, ele está na disputa pela categoria de “álbum do ano” e também na “Melhor performance de pop solo” por “Daisies”. Ainda tivemos esse ano as indicações de Caetano Veloso e Maria Bethânia que serão representantes do Brasil, estando na categoria de “melhor álbum de Música global”.

Tivemos ainda alguns esnobados nas listas esse ano, como Lorde, que havia superado as expectativas com o seu quarto álbum, “Virgin”, não recebendo nenhuma indicação. Teve ainda Benson Boone, que desta vez não apareceu na listagem da premiação.


Sabrina Carpenter em apresentação no Madison Square Garden no dia 26 de outubro de 2025 (Foto: reprodução/kevin Mazur/getty images Embed)


Alguns indicados ao prêmio

Abaixo, segue a lista dos indicados ao grammy 2025

Canção do ano

  • “Golden”-Kpop Demon Hunters
  • “Luther”- kendrick Lamar, SZA
  • “manchild”-Sabrina Carpenter
  • “Dtmf”-Bad Bunny
  • “Anxiety”-Doechii
  • “Apt”-Rosé feat, Bruno mars
  • “Wildflower”-Billie Elish
  • “abracadabra”-Lady Gaga

Artista Revelação

  • Olivia Dean
  • The Marias
  • katseye
  • Addison Rae
  • sombr
  • Alex Warren
  • Leo Thomas
  • Lola Young

Melhor perfomance de Pop Solo

  • “Defying Gravity”- Cynthia Erivo e Ariana Grande
  • “Golden”- HUNTR/X:EJAE,Audrey Nuna e Rei Ami
  • “Gabriela”-Katseye
  • “APT”-Rosé e Bruno Mars
  • “30 por 30”- SZA e Kendrick Lamar

Melhor álbum Pop 

  • “Swag”-Justin Bieber
  • “Man’s Best Friend”- Sabrina Carpenter
  • “Something Beautiful”- Miley Cyrus
  • “Mayhem”- Lady Gaga
  • “I’ve Tried Everything But Therapy(Part 2)- Teddy Swims

Melhor perfomance de Rock

  • “U Should Not Be Doing That”-Amyl and the Sniffers
  • “The emptiness Machine”- Linkin Park
  • “Never Enought”- Tunstiller
  • “Mirtazapine”-Haley Williams
  • “Changes”(live from Villa Park)Back to the Beginning-Yungblud Feat Nuno Bettencourt frank Bello,Adam Wakerman , ||

Entre outros indicados no Grammy 2025, a premiação ocorre todo o ano e sempre tem grandes estrelas presentes nas categorias que envolvem cinema, e neste ano não será diferente, pois teremos filmes como “Wicked” e “Pecadores”, entre outras produções indicadas nas categorias, além, é claro, para o público latino teremos estrelas brasileiras na disputa como no ano passado com Milton Nascimento.

 

Veloso e Maria Bethânia são indicados ao Grammy Awards

Nesta sexta-feira (7), saiu a lista dos indicados ao Grammy Awards 2026. E, estando entre os indicados, estão Caetano Veloso e Maria Bethânia na categoria de melhor álbum de música global com o disco “Caetano e Bethânia ao vivo”. Eles vão concorrer pela primeira turnê conjunta feita entre eles. Esse projeto conta com diversas músicas gravadas da carreira dos dois irmãos, sucessos como “Brinca de viver”, “vaca profana” e “reconvexo”, além de ter uma homenagem a sua colega Gal Costa com “Baby”, tendo no total 33 cancções.

Caetano Veloso trajetória

Nascido em Santo Amaro, na Bahia, sendo o quinto de sete filhos de José Teles. Desde muito pequeno, sempre se demonstrou interessado na arte e pintura, foi fundamental na escolha do nome da sua irmã mais nova e deu o nome de “Maria Bethânia” se inspirando na valsa do compositor Capiba, que havia sido um sucesso na voz de Nélson Gonçalves. Aos dezesseis anos, dois acontecimentos o fizeram escolher a carreira musical: o primeiro foi quando ouviu a canção Chega de Saudade e o segundo foi que tomou conhecimento do disco de 1959 de João Gilberto.

Sua carreira se iniciou com ele interpretando canções da bossa nova, sendo influenciado por um dos ícones e fundadores desse gênero musical. Foi um dos colaboradores do estilo musical da MPB, fez parte do movimento Tropicália e trabalhou como crítico cinematográfico no jornal diário de notícias, dirigido na época por Glauber Rocha. Esteve envolvido em espetáculos semiamadores ao lado de Tom Zé. Seu primeiro trabalho foi na peça Boca de Ouro do escritor Nelson Rodrigues.


Maria Bethânia e Caetano Veloso no evento de ano novo no dia 31 de dezembro de 2024 (Foto: reprodução/Daniel Ramalho/Getty Images Embed)


Maria Bethânia carreira

Nascida na Bahia, em Santo Amaro, e irmã do cantor Caetano Veloso e da escritora e compositora Mabel Velloso, tendo como sobrinhos os cantores Belô Veloso e Jota Veloso. Lançou 50 álbuns de estúdio com 47 anos de carreira, estando entre os 10 artistas musicais mais vendidos no Brasil, com mais de 26 milhões de discos vendidos no país. Ela foi eleita em 2012 pela revista Rolling Stone Brasil a quinta maior voz da música brasileira.

Mudou-se para Salvador em 1960, com o intuito de terminar os seus estudos, compondo o corpo de alunos da escola de teatro da universidade federal da Bahia, começando a frequentar a universidade federal do estado, indo a inúmeras exposições de artes plásticas e aos mais variados shows musicais. Assim como seu irmão, seu primeiro trabalho foi na peça teatral Boca de Ouro de Nelson Rodrigues.

 

Lançamentos da semana marcam novembro com atualizações do mundo pop

Os lançamentos desta sexta-feira (7) chegam com atualizações e feats bombásticos do mundo Pop. Em terras Tupiniquins, Giulia Be retorna a cena com a faixa “Viciada”, enquanto Glória Groove finaliza “Serenata da GG” com a canção “Até Já” e Cláudia Leitte lança o vídeo clipe de “A Chave”. Já Pabllo Vittar, vai além mais uma vez e produz uma parceria internacional com Victoria de Angelis e Isabella Lovestory em “Killa”.

Além disso, os destaques desta semana contam com o reportório feminino em posição de alta visibilidade. Sendo assim, temos um compilado de ritmos envolventes e batidas sensuais que iluminam mais uma vez a cultura pop e drag.

“Killa” propõe feat internacional

Roubando a cena mais uma vez e ousando em seu reportório sensual, Pabllo Vittar surge em um feat que brinca com o imaginário em “Killa”. Ao lado de Victoria de Angelis e Isabella Lovestory, o batidão carrega traços do Reggaeton, do funk brasileiro e da música eletrônica.


Victoria de Angelis lança “Killa” em parceria com Pabllo Vittar e Isabella Lovestory (Vídeo: reprodução/YouTube/@victoria)


“Serenata da GG” chega ao fim com lançamento de “Até Já”

Em clima de pagode, Gloria Groove entrega uma poesia lenta que chama um amor de volta. Com uma canção leve e apaixonando, a artista encerra uma era e deixa memórias descritas como “inesquecíveis” pelo seu público. Porém, vale lembrar que não é um adeus da artista, mas, um até já para um próximo hit.


Gloria Groove revela “Até Já” (Vídeo: reprodução/YouTube/@GloriaGroove)


Giulia Be se declara em “Viciada”

Para viciar seus fãs brasileiros, a noiva de Conor Kennedy se declara para o amado em mais um lançamento deste mês. A letra que trás como analogia a obsessão por uma pessoa, conta com um clipe audacioso que retrata a criatividade da cantora carioca.


Clipe oficial de “Viciada” (Vídeo: reprodução/YouTube/@Giulia Be)


Claudia Leitte estreia clipe de “A Chave”

Para integrar o projeto “Especiarias”, a compositora carioca surge em “A Chave” com um ritmo chiclete e uma letra leve, positiva e autêntica. Cantando sobre fé, amor, autoestima e energia positiva, a artista retrata sua versatilidade em um ritmo que mistura o pagode com um instrumental altruísta.


Cláudia Leitte acrescenta “A Chave” no álbum “Especiarias” (Vídeo: reprodução/YouTube/@ClaudiaLeitte)


Desse modo, a veterana do pop brasileiro entrega uma performance divertida e que promete hitar nas festas de final de ano. Além disso, o clipe lançado há três dias já bateu o número de 18 mil visualizações e repercutiu positivamente perante ao fandom da artista.

 

Ludmilla aposta no R&B em seu mais recente lançamento

Ludmilla lança Fragmentos, seu novo projeto musical, que marca uma nova fase na carreira e vem repercutindo nas redes sociais. A cantora aposta em uma sonoridade mais brasileira, explorando ritmos nacionais e mostrando versatilidade ao transitar entre pop, funk e R&B.

O novo álbum

Os primeiros sinais do projeto surgiram no início de novembro, quando a artista revelou nas redes sociais que o novo álbum estava a caminho, gerando expectativa sobre possíveis colaborações.
O trabalho reúne 15 faixas e traz parcerias inéditas com artistas nacionais e internacionais, explorando sonoridades que vão do pop ao R&B, passando pelo funk e pelo pagode.

Em nota, Ludmilla contou que o processo de criação foi intenso e cheio de emoções. Disse que passou noites em claro buscando uma sonoridade verdadeira, com faixas que refletem suas vivências e vitórias. Segundo ela, o álbum é uma entrega pessoal, feita com o coração aberto e coragem para mostrar cada fragmento do que é.


Ludmilla publica foto anunciando novo álbum (Foto: reprodução/Instagram/@ludmilla)


Parcerias e colaborações

O projeto também conta com um time de convidados. Veigh participa de “Cheiro de Despedida”, segunda faixa do disco, enquanto Luísa Sonza se junta à cantora em “Calling Me”.

Ludmilla firmou ainda parcerias internacionais: a rapper americana Latto participa de “Bota”, e Muni Long colabora em “Tudo Igual”. Já em “Energy”, Lud divide vocais com as rappers Ajuliacosta e Duquesas, unindo estilos e vozes em uma colaboração potente.

Nascida em Duque de Caxias, Ludmilla iniciou a carreira com o nome MC Beyoncé e ganhou destaque no funk carioca. Com o tempo, reinventou sua imagem e som, ampliando sua presença em gêneros como pop, R&B e pagode.
Ao longo dos anos, conquistou prêmios, quebrou recordes de streaming e firmou colaborações com grandes nomes da música nacional e internacional. Fora dos palcos, é casada com a dançarina e influenciadora Brunna Gonçalves e é mãe da pequena Zuri.

SZA fala sobre novo álbum e comenta polêmicas com rappers

Nesta quinta-feira (6), a revista GQ publicou uma entrevista com a cantora e compositora SZA, na qual ela conversou sobre os bastidores de seu novo álbum, seu processo criativo e polêmicas envolvendo os rappers Kendrick Lamar, Drake e Nicki Minaj.

Novo projeto está nas fases iniciais

Em uma entrevista dada em seu estúdio de gravação, SZA fala sobre seu sucesso no ano de 2025. Ela afirma que este momento parece o “ápice de tudo” pelo que trabalhou ao longo do ano. Desde o Super Bowl deste ano, a cantora está em uma crescente, com o término de sua primeira turnê internacional, sua estreia nos cinemas e o sucesso de um single que permaneceu por 13 semanas no topo da Billboard Top 100.

Segundo a cantora, ela errou em não tirar um tempo para descansar: “Não sei por que estou de volta ao estúdio fazendo um álbum completamente novo, fazendo um monte de coisas. Passando dias fora de casa. Me sinto tão exausta”, afirmou.


SZA em ensaio fotográfico para a GQ (Vídeo: reprodução/Instagram/@gq)


A artista também comentou sobre seu novo álbum, que está nas fases iniciais de produção. Com três faixas finalizadas – “Passenger Princess”, “Burgers” e “Yearner” – o projeto não tem data de lançamento fixada, e pode nem mesmo sair em 2026.

Sobre seu processo de criação, a cantora-compositora revela que se reúne no estúdio com pessoas como Steve Lacy e incentiva os presentes a escreverem palavras em um pedaço de papel. Em seguida, as palavras são colocadas em um chapéu e depois são sorteadas, definindo um título e conceito para as faixas. Segundo a cantora, os resultados são “incríveis”.

Envolvimento involuntário em polêmicas

A cantora também falou sobre o fato de seu nome estar envolvido em polêmicas em dois episódios diferentes: com Kendrick Lamar e Drake, e com Nicki Minaj. Kendrick e Drake estão envolvidos em uma rivalidade pública que se intensificou no ano passado, quando ambos começaram a lançar diss-tracks (músicas de ataque) um sobre o outro.

SZA, que possui vínculo com os dois artistas, manteve a faixa “Rich Baby Daddy”, de Drake, em seu repertório durante a turnê Grand National, com Kendrick Lamar. “Não sei por que eu não estaria celebrando algo que eu adorei”, afirmou a cantora.

Ela continuou, afirmando que a briga é entre dois homens adultos e que preferiu não se intrometer: “Obviamente, adoro o Kendrick, somos da mesma família na TDE, e conheço o Drake há muito tempo. É sempre uma pena quando o pior acontece”, disse.


Capa da GQ com SZA (Foto: reprodução/Instagram/@gq)


Já sobre Nicki Minaj, SZA foi um dos alvos mais aleatórios da rapper, que sempre está envolvida em alguma discussão. Segundo Minaj, SZA teria contribuído de forma questionável ao disco de Beyoncé. A cantora, no entanto, afirma que não conhece Nicki Minaj e que não há uma história entre elas que justifique tal ataque.

Encerrando a entrevista, SZA reforça que está focada em seguir seu próprio caminho, equilibrando o auge da carreira com o desejo de se reconectar ao processo criativo de forma mais leve e autêntica. 

Mesmo cercada por especulações e disputas entre outros artistas, a cantora mostra maturidade ao se manter distante das polêmicas e centrada em sua arte — reafirmando que sua prioridade, neste momento, é a música e o crescimento pessoal que ela traz.

“Confessions on a Dance Floor”: Madonna celebra 20 anos de seu clássico das pistas com edição especial

Podem separar o glitter e ajustar a bola de espelhos: Madonna está pronta para reacender as pistas. Nesta sexta-feira (7), a Rainha do Pop lança a edição comemorativa de 20 anos de “Confessions on a Dance Floor”, álbum que marcou seu retorno definitivo ao universo da dance music e se tornou um dos projetos mais emblemáticos de sua carreira. O relançamento chega sem aviso prévio, surpreendendo os fãs e reacendendo a nostalgia de uma era que transformou as madrugadas dos anos 2000.

Uma celebração em ritmo contínuo

A nova edição, intitulada “Confessions on a Dance Floor (Twenty Years Edition)”, traz a experiência original em sua versão non-stop, com as faixas mixadas de forma contínua, como um set pensado para a pista. Mas a celebração não para por aí: o relançamento inclui oito faixas adicionais, entre músicas que ficaram de fora da versão oficial e remixes já cultuados.


Álbum “Confessions on a Dance Floor (Twenty Years Edition)” (Áudio: reprodução/Spotify/Madonna)


Entre as novidades, estão “History”, “Super Pop”, favorita entre os fãs, e “Fighting Spirit”, além de uma seleção de remixes clássicos. Ao todo, a edição comemorativa reúne 20 faixas, celebrando não apenas o álbum em si, mas também a estética, a sonoridade e o impacto cultural que a era “Confessions” representou.

O legado de uma era que redefiniu o pop

Lançado originalmente em 2005, “Confessions on a Dance Floor” foi aclamado pela crítica e se tornou um marco comercial, vendendo mais de 10 milhões de cópias globais e rendendo a Madonna um Grammy. O disco mergulha no encontro entre disco, pop e música eletrônica, criando faixas que equilibram introspecção e euforia, caso de “Hung Up”, “Sorry” e “Jump”, que seguem como hinos até hoje.


Capa de “Confessions on a Dance Floor” (Foto: reprodução/Site/Warner Records)


A era também consolidou a imagem de Madonna como uma artista capaz de se reinventar sem perder sua essência, conectando gerações na pista de dança.

Para os fãs que já estão prontos para reviver madrugadas ao som da batida pulsante do álbum, a artista guardou mais uma promessa: Madonna está trabalhando em um novo disco previsto para 2026, descrito por ela como uma continuação espiritual de “Confessions”. O projeto, apelidado provisoriamente de “Confessions II”, promete revisitar a energia libertadora que definiu a era.