Diplomatas de Trump visitam Brasil buscando minerais raros

Vieram ao Brasil, membros do governo de Donald Trump, com o objetivo de procurar e negociar minerais importantes para a produção de tecnologias. O presidente dos Estados Unidos possui o plano de negociar com países ricos em minérios, como o Brasil e a Groenlândia. Faz parte desse plano, o acordo que foi feito com a Ucrânia.

A visita ao Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou alguns de seus diplomatas para o Brasil, com o objetivo de fazer negociações no setor de minerais raros. Essa informação foi confirmada pelo diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Ele participou das reuniões com os americanos e afirmou que a missão teve um caráter exploratório.


Donald Trump durante discurso (Foto: reprodução/ Francis Chung/Politico/Bloomberg/Getty Images Embed)


A visita teve um tom exploratório. Eles perguntaram se há possibilidade de parcerias e por que o Brasil, apesar de seu potencial, ainda mantém trocas comerciais em baixos volumes nesse setor”, informou Jungmann.

Essa missão atinge o Brasil em meio a uma corrida global por minerais raros, que são utilizados na produção de baterias, semicondutores e vários tipos de tecnologia avançada. De acordo com Jungmann, várias delegações estrangeiras estão buscando negociar com o Brasil, em busca do potencial mineral do nosso país.

O objetivo de Trump

O presidente Donald Trump tem a exploração de minerais como uma de suas principais medidas econômicas, em seu governo. Ele anseia a captação desses minerais em países que são ricos nesses minérios, como o Brasil e a Groenlândia, que ele inclusive está tentando anexar aos EUA, para conseguir acessar suas reservas.


Donald Trump discursando (Foto: reprodução/Francis Chung/Politico/Bloomberg/Getty Images Embed)


Em um cenário dominado quase completamente pela China, Trump está tentando fazer negociações com diversas nações. O principal acordo feito até agora, foi com a Ucrânia, onde os EUA prometeu um fundo de investimento no país europeu, em troca de acesso aos minerais de terras raras.

Justiça dos EUA impede fim de benefício temporário a imigrantes

Nesta última segunda-feira, 5, o Tribunal de Apelações do 1º Circuito, em Boston, rejeitou o pedido do governo Trump para cancelar o status de permanência legal temporária de imigrantes vindos de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela. A decisão teve como base uma liminar da juíza federal Indira Talwani que negou a tentativa do governo revogar, sem análise individual, os benefícios concedidos durante o governo Biden, aos imigrantes. A medida garante que cerca de 400 mil pessoas possam continuar vivendo e trabalhando legalmente no país.

Política migratória mais rígida motivou decisão

O governo do presidente Donald Trump, conhecido por sua política mais dura contra a imigração, havia solicitado o fim de programas criados para receber pessoas de países em crise. Esses programas ofereciam proteção humanitária temporária, com autorização para morar e trabalhar legalmente nos Estados Unidos.

Em março desde ano, o Departamento de Segurança Interna anunciou que iria encerrar o benefício concedido a centenas de milhares de cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos. A justificativa era rever as políticas anteriores e ampliar o controle migratório. A decisão foi contestada por entidades civis e levada à Justiça.


Atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Foto: reprodução/ Chip Somodevilla/Getty Images Embed)


Juíza pede respeito à análise caso a caso

A juíza Indira Talwani, responsável por barrar a medida, afirmou que o cancelamento coletivo dos benefícios violaria princípios legais. Para ela, cada caso deve ser analisado individualmente, levando em conta a situação de cada imigrante.

A decisão do tribunal mantém a proteção temporária em vigor até que o caso seja julgado de forma definitiva, trazendo alívio para milhares de famílias que vivem legalmente no país.


A Juiza Indira Talwani (Foto: reprodução/Alex Wong/Getty Images Embed)


Aplicativo de autodeportagem

CBP Home é o nome do novo aplicativo que o governo americano criou para que imigrantes ilegais consigam regressar ao seu país natal. Segundo o departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, quem optar por sair do solo americano por “vontade própria” receberá um auxílio financeiro de 1.000 dólares (R$ 5.658 na cotação atual) para ter assistência na viagem e sair da lista de deportados dos EUA.

Trump anuncia reunião com estúdios de Hollywood após prometer taxação de filmes feitos fora dos EUA

Um dia após anunciar a aplicação de 100% de aumento na tarifa para filmes produzidos fora dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou que vai se reunir com representantes da indústria cinematográfica para discutir os impactos da medida.

— Não quero prejudicar a indústria; quero ajudá-la. Vamos nos reunir com os estúdios. Quero ter certeza de que estão satisfeitos, porque o que nos importa são os empregos — declarou Trump durante coletiva de imprensa na Casa Branca, segundo a CNBC.


Trump anunciou reunião com estúdios de Hollywood após anúncio de nova taxa (Foto: reprodução/Brendan Smialowski/AFP)

Estúdios podem ser os mais afetados pela medida 

Por anos, grandes produções de Hollywood têm sido realizadas fora dos EUA, aproveitando incentivos fiscais oferecidos por países como Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia. Títulos como Missão: Impossível Acerto Final, Minecraft – O Filme e Avatar são exemplos de produções que se beneficiaram desses créditos internacionais.


Estúdios podem ser os maiores prejudicados com nova medida de Trump; reunião busca analisar prejuízos (Foto: reprodução/David Swanson/Getty Images Embed)

Ainda não está claro se a nova medida atingirá apenas obras estrangeiras ou também grandes produções de estúdios americanos filmadas no exterior, como as da Disney, Warner e Paramount. Caso se confirme a abrangência total da tarifa, a indústria americana pode ser diretamente afetada, inclusive em seus projetos de maior orçamento.

Streaming segue sem definição

Trump não especificou se a taxação incluirá produções voltadas ao streaming. Plataformas como a Netflix realizam boa parte de suas gravações fora dos Estados Unidos, incluindo sucessos como Black Mirror e Bridgerton. A ausência de detalhes levanta dúvidas sobre o impacto da medida em um setor que, nos últimos anos, tornou-se central para o audiovisual americano.

Produções internacionais fazem parte da rotina da indústria cinematográfica há décadas. A trilogia original de Star Wars, por exemplo, foi inteiramente filmada fora do território americano. Com o avanço de incentivos globais, o movimento se intensificou — e qualquer restrição pode gerar repercussões amplas em toda a cadeia produtiva.

Até o momento, não há confirmação sobre quando a nova política será oficializada. Mais detalhes devem ser divulgados pelo Departamento de Comércio dos EUA nas próximas semanas.

EUA e China tentam negociar para reduzir as tarifas de importação entre os países

Os Estados Unidos entraram em contato com a China, para discutir sobre as tarifas impostas sobre o país, por Donald Trump, de acordo com uma conta de redes sociais conectada à mídia do estado chinês, nesta quinta-feira (01).

Autoridades dos EUA confirmaram que estavam se conectando com a China para discutir as negociações, porém o governo asiático nega qualquer tentativa de contato, mas deixa em aberto essa possibilidade.

A tentativa de negociações

Nesta quinta-feira (01), o veículo chinês Yuyuan Tantian, ligado à mídia estatal chinesa, informou, em sua conta oficial na rede social Weibo, que os Estados Unidos tinham entrado em contato com a China para fazer negociações sobre as tarifas de 145%, impostas sobre o país asiático, pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump.


Presidente Trump em discurso (Foto: reprodução/Saul Loeb/AFP/Getty Images Embed)


Algumas autoridades dos EUA, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e Kevin Hassett conselheiro econômico da cada Branca, se mostraram esperançosos com esse alívio das tensões comerciais. Hasset informou à CNBC que houve discussões vagas entre os governos sobre as tarifas, porém que o fato da China ter cedido os impostos sobre alguns produtos dos EUA, na semana passada, já foi um passo na direção do progresso.

A China demonstrou, anteriormente, a sua indignação com as taxas impostas sobre o país. Eles declararam o como isso seria apenas uma maneira de intimidá-los e de tentar deter a ascensão econômica do país, que atualmente está em segundo lugar no ranking do PIB, perdendo somente para os próprios Estados Unidos. Eles então aplicaram também as suas próprias taxas sobre os produtos americanos, que chegaram a 125%.

Bessent afirmou que as negociações só poderão ocorrer quando as tarifas dos dois países abaixarem.

As supostas conversas

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, em uma entrevista, que estava em negociações para alcançar um acordo sobre as tarifas, com a China. Ele ainda adicionou que o presidente chinês, Xin Jinping, o havia ligado.


Donald Trump acenando (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)


Pequim, no entanto, negou qualquer contato direto com os americanos, acusando Washington de enganar a população. Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, confirmou que ainda não havia conversas sobre as tarifas.

As autoridades chinesas, entretanto, afirmaram o interesse em negociações, apenas pontuando que o diálogo entre as duas nações deveria ser baseado na igualdade, respeito e benefício mútuo.

EUA e Ucrânia firmam acordo estratégico para exploração de “Terras Raras”

Representantes dos EUA e da Ucrânia assinaram na data de ontem, quarta-feira (30), um acordo de parceria bilateral referente à exploração de “Terras Raras” ucranianas. Com duração de dez anos, o pacto visa a reconstrução do país do leste europeu, prejudicado pela guerra contra a Rússia, em curso desde 2022. 

 A assinatura do ato era uma condição exigida pelo presidente americano Donald Trump ao presidente ucraniano Volodymyr Zelenski, desde fevereiro deste ano (2025), em troca de apoio financeiro-militar. Na ocasião, o encontro realizado no salão oval da Casa Branca foi encerrado devido a conflito de interesses entre as partes. 

Segundo autoridades ucranianas, o acordo pode ser assinado após passar por consideráveis ajustes, uma vez que, o acordo inicial era visto como unilateral, favorecendo principalmente os EUA. Desta vez, segundo o primeiro-ministro da Ucrânia, Denys Shmyhal, o pacto firmado favorece ambas as partes.

Repercussão

Desde sua assinatura, o acordo está sendo amplamente divulgado. Nas redes sociais, tanto o governo de Donald Trump quanto de Volodymyr Zelensky comentaram sobre o assunto. 

A Ministra da Economia ucraniana, Yulia Svyrydenko, em uma sequência de postagens, detalhou os termos do acordo firmado, declarando que a parceria não tira o controle das “Terras Raras” da Ucrânia.


Publicação inicial sobre o acordo entre EUA e Ucrânia feita por Yulia Svyrydenko (Foto: reprodução/X/2@Svyrydenko_Y|)

Pelo lado americano, o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, analisou a parceria como histórica e essencial para acelerar a recuperação econômica ucraniana.


https://twitter.com/BessentSco42680/status/1917718468725555315
Publicação do Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, relacionada ao acordo firmado (Foto: reprodução/X/@BessentSco42680)

Além das autoridades diretamente envolvidas na assinatura do ato, diversos integrantes dos governos americano e ucraniano celebraram a assinatura do acordo, que, segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, “sinaliza o comprometimento do governo Trump com uma Ucrânia livre, soberana e próspera”.

Termos do acordo 

O principal pacto firmado pelo acordo é a criação de um Fundo de Investimento entre os dois países, o qual atrai investimentos multilaterais para a Ucrânia. Fortalecendo a economia, alavancando a criação de empregos e a cadeia de suprimentos. 

O fundo está na média de 50/50, será gerido pelos dois países igualitariamente e ambos determinarão onde investir e como investir, sem voto dominante. 

Um segundo ponto muito comentado é sobre o controle referente às “Terras Raras”. De acordo com Yulia Svyrydenko, a soberania ucraniana não será afetada, uma vez que todos os recursos territoriais continuarão sob o domínio do país. 

Referente ao que e onde extrair, Svyrydenko enfatiza que será determinado exclusivamente pela Ucrânia e está “claramente estabelecido” no pacto. 

Dois outros pontos, não menos importantes estabelecidos, referem-se às empresas estatais ucranianas, que permanecerão sob domínio e supervisão do governo do país, e a adesão da Ucrânia à União Europeia, que não foi contemplada no acordo. Deixando a cargo ucraniano aderir ou não à organização


Scott Bessen, Secretário do Tesouro dos EUA e Yulia Svyrydenko, Ministra da Economia da Ucrânia, assinando o acordo firmado entre os dois países. (Foto: reprodução/X/@USTreasury)


A divulgação dos termos do acordo é, em tese, importante para tranquilizar autoridades mundiais, organizações multilaterais, mercado financeiro e instituições públicas e privadas.  Uma vez que, entendia que ao firmar um pacto com os EUA sobre suas “Terras Raras”, a Ucrânia perderia o controle de uma parte considerável de seu território.

Terras raras

As “Terras Raras” ucranianas são áreas produtoras de elementos utilizados nas produção de computadores e smartphones, além de equipamentos médicos. São denominadas de “Terras raras”, pois os elementos encontrados nessas áreas são difíceis de serem encontrados na natureza, em geral. 

A Ucrânia possui 5% de toda a reserva de materiais raros existentes no mundo, classificados pela União Europeia. Dos 30 elementos classificados como raros, os ucranianos possuem 21 deles.

Entre os minerais encontrados nas “Terras Raras” estão o ítrio, utilizados na produção de displays de televisores, supercondutores e ligas metálicas. O samário, componente importante na  produção de motores elétricos e dispositivos eletrônicos. O disprósio, utilizado para produzir componentes de reatores nucleares. O túlio, voltado para produtos médicos. O lutécio, aumentando a resistência e a durabilidade de ligas metálicas. 

Além dos minerais mencionados acima, as “Terras Raras” também possuem lítio, utilizado na produção de dispositivos eletrônicos e veículos elétricos. E, segundo o governo de Volodymyr Zelenski, a Ucrânia possui por volta de 450 mil toneladas desse mineral. 

 O titânio, outro mineral raro,  utilizado na área mecânica, na construção de motores de aeronaves e foguetes, também é altamente cobiçado pelas grandes potências mundiais. 

De acordo com estudos realizados pelo ISW (Instituto de Estudo da Guerra) os territórios ucranianos onde estão concentrados a maioria dos minerais raros, estão sob domínio ou invasão russa. 

Na imagem abaixo, são as áreas sinalizadas em vermelho.


Áreas de cidades ucranianas sob controle russo – 30 de abril de 2025 (Foto: reprodução/ISW)

O acordo firmado entre EUA e Ucrânia, para exploração desses territórios por parte do governo americano, em partes, retira a dependência dos EUA de países asiáticos, uma vez que a guerra comercial entre EUA e China não tem previsão de término momentânea. 

Os próximos passos e desdobramentos da assinatura deste acordo e como a Rússia se portará diante dele, serão conhecidos nos próximos dias, fazendo com que as atenções mundiais se voltem a esta questão.

PIB dos Estados Unidos cai em 0,3% nos primeiros meses de governo Trump

Trump negou a relação da queda com o tarifaço anunciado recentemente. O presidente americano afirmou que os índices vão melhorar quando as tarifas entrarem em vigor. “Só assumi em 20 de janeiro. As tarifas começarão a valer em breve, e as empresas estão começando a se mudar para os EUA em números recordes. Nosso país prosperará, mas precisamos nos livrar do ‘excesso’ de Biden”, publicou Trump nas redes sociais.

Aumento nas importações

Contudo, o indicador apontou que as importações por empresas aumentaram em 41,3% na tentativa de evitar custos mais altos. O aumento é o maior desde o terceiro trimestre de 2020 no auge da pandemia de Covid-19 e gerou um grande déficit comercial. 

Um dia após o Censo do Departamento de Comércio dos EUA divulgar os dados negativos, os principais índices de Wall Street também apresentaram queda, o que reflete preocupação e incerteza sobre o futuro da economia.


Donald Trump anuncia o “tarifaço” (Foto: reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)


O grande volume de cortes de gastos do governo federal que resultou em demissões em massa também aumentou a pressão sobre a economia americana. 

Desaprovação popular

Trump vê as tarifas como uma forma de revitalizar a receita das contas públicas e compensar os cortes de impostos, grande promessa eleitoral durante a campanha. Porém, depois de 100 dias de mandato, o descontentamento da população com o governo Trump está em crescimento. A economia é o principal ponto de crítica, assim como no governo de seu antecessor. 

Segundo a Reuters, a confiança tanto dos consumidores quanto dos empresários despencou e atingiu os níveis mais baixos dos últimos cinco anos.  Com a aproximação das tarifas, economistas projetam aumento de preço nos serviços para empresas e famílias. 

O presidente americano vem sendo pressionado a rever a política de taxações externas devido às repercussões negativas iniciais após o anúncio do tarifaço, principalmente após a disputa com a China ficar mais acirrada.

EUA prende mais de 100 imigrantes em boate

Imigrantes foram presos pelas autoridades americanas na boate, em Colorado Spring, neste domingo, (27). A ação é conforme a atitude política determinada pelo Presidente Donald Trump.

Foi a maior operação para restringir os estrangeiros ilegais nos Estados Unidos, e conforme a Administração Antidrogas dos EUA (DEA), sigla em inglês, foram presos 114 imigrantes. A informação foi divulgada pela agência Reuters.

Procuradora informa prisão de imigrantes ilegais

Embora a prisão tenha ocorrido na boate subterrânea, não há informação específica sobre a origem dos estrangeiros.

“Esta manhã, ( o DEA) prendeu mais de 100 estrangeiros ilegais em uma boate subterrânea frequentada por terroristas da Tda e MS-13″, disse a procuradora-geral dos EUA. Pam Bondi, no X.

“Cocaína, metanfetamina e cocaína rosa foram apreendidas e duas pessoas foram presas com mandados existentes”, acrescentou Bondi.


Operação que prendeu imigrantes (Vídeo: reprodução/X/@DEAROCKYMTNDiv)


Ocupantes já haviam sido informados pela DEA

Vários avisos já tinham sido comunicados aos ocupantes da boate subterrânea pela Dea. Já que o presidente Donald Trump garantiu expulsar os imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Na boate, havia cerca de 200 pessoas, sendo 114, ilegais. A Dea informou ainda que eles foram colocados no ônibus para processamento e com chances reais de deportação.

Sobre imigração

Desde que o presidente Donald Trump assumiu em 20 de janeiro, as agências intensificaram as ações de fiscalização para acabar com a presença de estrangeiros irregulares nos Estados Unidos.
Um dia antes dessa operação, foram presas 800 pessoas que estavam em condições ilegais no país. Conforme informou o Departamento de Imigração dos EUA, agências e autoridades estaduais da Flórida.

A imigração é um fenômeno demográfico. Ao entrar em outro país que não é o seu de origem. Nos EUA, muitas pessoas entram visando ficar por tempo indeterminado e se estabelecer financeiramente.
E uma das áreas mais vigiadas do mundo é ao sul do México, por onde os estrangeiros entram fazendo a travessia ilegal por um rio.

Trump diz que presidente da Rússia deve assinar acordo para o fim da guerra

Neste domingo (27), Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, reiterou sua insatisfação com Vladimir Putin, criticando o novo ataque de mísseis lançado contra Kiev. Trump também declarou que tem dúvidas sobre o real interesse do líder russo em buscar o fim da guerra.

Acho que a reunião correu bem. Veremos o que acontece nos próximos dias. Provavelmente aprenderemos muito. Fiquei muito decepcionado com os mísseis voando perto da Rússia”, disse Trump quando deixava Nova Jersey.

Além dessa declaração, Trump declarou que acredita que existam limites de um acordo, reforçando que quer que Putin assine o acordo para acabar com a guerra e voltar à vida.

Intensas críticas de Trump à Putin

Em apenas 100 dias de seu governo, o presidente dos EUA insistentemente tem feito críticas ao líder russo, Vladimir Putin sobre os ataques contra a Ucrânia mesmo em meio a negociações de um cessar-fogo.

Trump tem usado como justificativa a esses ataques diretos a Putin, o grande número de vítimas civis causadas pelos bombardeiros da guerra.

Reunião com Zelensky e proposta de cessão da Crimeia

Durante sua passagem pelo Vaticano, para a cerimônia do funeral do Papa Francisco, Trump teve uma reunião com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, onde o presidente americano afirmou que a Ucrânia cederia a Crimeia à Rússia, num acordo de cessar-fogo.

Mesmo com todas as conversas e negociações em andamento, a Rússia continuou os ataques à Ucrânia, o que fez com que Trump sugerisse à imposição de sanções financeiras bem mais rigorosas a Rússia, caso Putin não se comprometa com a paz.


Donald Trump e Zelensky durante conversa no Vaticano (Foto: Reprodução/Handout/Getty Images Embed)


Estados Unidos ameaçam reavaliar as negociações

Marco Rubio, secretário do Estado Americano, declarou que a paciência americana está acabando, dizendo ainda que os EUA podem de alguma forma, reavaliar as negociações caso não haja nenhum progresso significativo.

O governo russo por sua vez, afirmou que irá manter operações militares contra  Ucrânia por conta da presença de ajudas e forças estrangeiras que estão auxiliando a Ucrânia.  

Preço da Trump Coin aumenta após anúncio de jantar exclusivo com o presidente dos EUA

Nesta quarta-feira (23), a meme coin oficial do presidente dos EUA, Donald Trump, disparou seu preço, após ser anunciado um evento especial que contará com os principais detentores da moeda digital. O token teve seu preço aumentado em 70%.

O aumento do valor da moeda

Na noite de quarta-feira (23), a meme coin oficial de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a $TRUMP, teve um grande aumento de valor repentino, subindo em 70%. O motivo para esta explosão no valor da moeda foi um anúncio de que o presidente estaria organizando um jantar de gala, exclusivo para os 220 maiores detentores de sua meme coin. O preço da $TRUMP chegou a alcançar o pico de US$ 15,47 (R$ 86,63) e após isso, o valor caiu para US$ 12,15 (R$ 68,04), na manhã de quinta-feira (24).


Representação física de uma criptomoeda (Foto: Reprodução/ROMAIN COSTASECA/Hans Lucas/AFP/Getty Images Embed)


No site oficial do token, o evento foi anunciado como o mais exclusivo do mundo, o que gerou muita satisfação em quem investe na criptomoeda. No jantar, o presidente Trump irá discorrer sobre o “Futuro das Criptomoedas”. Dentro do site existe um ranking dos maiores detentores, ou seja, uma marcação de quem poderá participar do evento de gala. O prazo até a contagem terminar é de 12 de maio e, após isso, serão enviados os convites.

Essa notícia também acabou impulsionando o valor da moeda digital da primeira dama Melania Trump, a $MELANIA, que teve um aumento de 30%. O valor diminuiu na manhã de quinta-feira (24), chegando a US$ 0,4575 (R$ 2,56).

O evento exclusivo

O jantar de gala está marcado para o dia 22 de maio e será no clube de golfe exclusivo de membros de Donald Trump, em Washington D.C. Após o término do evento, haverá uma recepção VIP exclusiva do presidente americano, seguida de um tour especial.


Donald Trump em evento na Casa Branca (Foto: Reprodução/Chris Kleponis/CNP/Bloomberg/Getty Images Embed)


Anteriormente, esse tour era descrito pela Casa Branca, porém essa informação foi removida. O site da moeda também afirmou que Trump irá participar do evento apenas como convidado e não pediu nenhum tipo de contribuição financeira.

Negociações comerciais com EUA são negadas pela China

O porta-voz do governo chinês, He Yadong, informou nesta quinta-feira (24) por meio de uma coletiva de imprensa, que não há acordos entre EUA e China relacionados à política tarifária de Donald Trump

Segundo Yadong as alegações do presidente americano em relação ao assunto, são inverídicas e pediu para o presidente Trump “ouvir as vozes racionais” ecoadas pela comunidade internacional. 

 He Yadong, funcionário do Ministério do Comércio, ressalta ainda, que a questão começará a ser resolvida quando os EUA suspender as tarifas impostas à China de forma unilateral. 

Negociações estagnadas 

Anteriormente o Ministério do Comércio da China, através de suas redes sociais, declarou que “para desatar um nó, ninguém é mais adequado do que aquele que o amarrou”, fazendo uma alusão de que foi o próprio governo americano o causador dessa situação.

Em uma sequência de publicações, o MOFCOM responde ao governo americano, informando que a China está aberta ao diálogo e que não houve negociações entre os países. 


Resposta do Ministério do Comércio da China ao governo Trump (Foto: reprodução/X/@MOFCOM_China)

Apesar do presidente Donald Trump alegar na data de ontem, quarta-feira (23) de que mantinha diálogos diários com o governo de Xi Jinping em busca de resolver o conflito tarifário entre os dois países, essa nova declaração chinesa aumenta as tensões econômicas em escala global, desestabilizando o mercado financeiro. 

Abertura comercial da China 

Enquanto não há um posicionamento definitivo sobre as políticas tarifárias impostas pelos EUA e como será resolvido o conflito com o país asiático,  o presidente chinês, Xi Jinping realiza acordos comerciais com diversos países. Seja na China ou diretamente em visita aos parceiros comerciais. 


Presidente chinês Xi Jinping em acordo comercial com o presidente queniano William Ruto e suas respectivas esposas (Foto: reprodução/Instagram/@maoning_mfa)


Recentemente, a fim de atrair investidores estrangeiros, a Agência Reguladora de Planejamento Estatal da China diminuiu o número de empresas restritas a atuar no país. A medida visa alavancar a economia nacional gerando renda e empregos ao povo chinês. 

Por meio de sua “Iniciativa Cinturão e Rota” o país asiático vem investindo bilhões de dólares em países em desenvolvimento, especialmente no Sul Global, a fim de expandir sua influência nesses países e, fortalecer acordos bilaterais e multilaterais.