Câmara dos EUA aprova abertura de arquivos do caso Epstein

A Câmara dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira (18) uma resolução que exige a divulgação de documentos sigilosos ligados ao caso de Jeffrey Epstein, o financista acusado de tráfico sexual e exploração de menores. A medida, aprovada por ampla maioria, representa um forte momento de pressão política por respostas e esclarecimentos sobre os bastidores do escândalo.

A resolução pede que os arquivos sobre Epstein, inclusive aqueles mantidos sob sigilo por agências federais, sejam liberados para exposição pública. O objetivo é permitir que pesquisadores, vítimas e a sociedade possam acessar detalhes até então escondidos, o que inclui documentos judiciais, relatórios de investigações e informações sobre potenciais cúmplices.

Transparência e investigação pública em primeiro plano

Com a aprovação, há expectativa de um impacto grande. Analistas apontam que novas revelações podem emergir sobre como o esquema de Epstein funcionava, possivelmente ligando figuras poderosas e investigadas por envolvimento. A medida abre caminho para reavaliação judicial e exige que agências como o FBI e autoridades financeiras compartilhem dados confidenciais.


Post no X comenta sátira feita com o caso (Foto: reprodução/X/@nacaomarvell)


Para muitos sobreviventes, a liberação é vista como uma forma de justiça: ter acesso a documentos pode significar confirmar relatos, reconstituir percursos e entender como o sistema falhou em protegê-las no passado.

Questões legais e resistência institucional

Apesar da aprovação na Câmara, a liberação dos documentos ainda depende de outros trâmites legais. Alguns agentes federais já indicaram resistência, alegando riscos à segurança nacional, privacidade ou mesmo que parte dos documentos envolve testemunhas que pediram proteção.

Além disso, criticam-se os limites da resolução: mesmo com a aprovação, nem todos os arquivos poderão ser públicos imediatamente. Parte será mantida sob sigilo restrito por algum tempo, enquanto outras serão analisadas para decidir o que pode ser divulgado. Ainda assim, o sinal enviado pela Câmara é claro: há uma forte demanda por transparência e por uma responsabilização mais ampla no caso Epstein.

Google anuncia investimento de US$ 40 bilhões para expansão de data centers no Texas

O Google anunciou um investimento de US$ 40 bilhões para ampliar sua infraestrutura de centro de dados no Texas, com a construção de três novos complexos. O projeto aumentará o número de data centers que a empresa já tem no estado norte-americano de dois para cinco, reforçando sua presença na corrida da inteligência artificial.

O investimento alto marca um momento estratégico para a gigante de tecnologia, que aposta no crescimento da demanda por IA. De acordo com a Bloomberg, o CEO do Google, Sundar Pichai afirmou que a construção dos data centers disponibilizará milhares de empregos, através de treinamentos.

Novos centros de dados

Os três novos data centers do Google serão distribuídos entre os condados de Armstrong e Haskell. Segundo a Bloomberg, um dos complexos em Haskell será alocado ao lado de uma nova usina solar com sistema de armazenamento de energia em baterias, que visa reduzir o impacto na rede elétrica do local e tornar o funcionamento mais sustentável.

Pichai reforçou que o investimento de US$ 40 bilhões não apenas irá alavancar a empresa na computação para IA, mas também irá fomentar a economia local por meio da criação de novos empregos e capacitação técnica. A empresa investirá em programas de treinamentos profissionais para estudantes de universidades e aprendizes de eletricista.


Data center do Google no Texas (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Ron Jenkins)


Por que o Texas?

O estado do Texas vem se tornando um polo atrativo para a criação de data centers, principalmente por sua combinação de disponibilidade de terrenos e custo de energia para uso industrial mais barato. Essas características tornam o estado do sul dos EUA especialmente competitivo entre as empresas de tecnologia, como o Google – que já mantém dois polos no local. Conforme a Bloomberg, o governador do Texas, Greg Abbott, afirmou que o estado pode se tornar o estado com o maior número de data centers do Google no mundo, se todos os projetos obterem sucesso.

Não somente o Google, mas também empresas como a OpenAI e Anthropic também tem anunciado grandes planos para erguer centros de dados no Texas. O centro de IA da OpenAI tem previsão para inaugurar em 2026, na cidade de Abilene; já a Anthropic anunciou um investimento de US$ 50 bilhões em data centers em estados norte-americanos, incluindo o Texas.

Já são 11 mortos confirmados em acidente aéreo nos EUA

Na última terça-feira (04), um avião de carga caiu logo após decolar no aeroporto internacional de Louisville, no Kentucky. Até agora, são 11 pessoas mortas, além de outras 7 feridas.

Foi informado que, dos mortos, 4 são tripulantes da aeronave e outros 3 estavam no solo no momento da queda e teriam sido atingidos. As autoridades locais isolaram a área e iniciaram as investigações para determinar as causas do acidente, que ocorreu poucos minutos após a decolagem. Equipes de resgate e peritos da aviação trabalham no local para recolher destroços e esclarecer o que provocou a tragédia.

Destino da aeronave

O avião de carga do modelo MD-11 estava saindo do Aeroporto Internacional de Louisville, no Kentucky, nos Estados Unidos, e seu destino era Honolulu, Havai. A decolagem ocorreu às 17:15, mas poucos minutos depois, moradores da região relataram ter ouvido um barulho forte.

Repercutiram imagens e vídeos feitos por moradores e pessoas que trabalham no aeroporto da aeronave já coberta de chamas e fumaça. O corpo de bombeiros chegou ao local e tentou conter o incêndio e prestar socorro às vítimas do acidente.


Vídeo da aeronave em chamas (Vídeo: reprodução/X/@Metsul)


Posicionamento do Governador

O governador do Kentucky, Andy Beshear, disse em um comunicado oficial que já haviam sido confirmados 11 mortos e que ele teme que esse número aumente até o fim do dia. Ele também afirmou que as equipes de resgate continuam atuando intensamente na região do acidente, contando com o apoio de bombeiros, policiais e voluntários. Segundo Beshear, o governo estadual está oferecendo toda a assistência necessária às famílias das vítimas e acompanhando de perto o trabalho das autoridades locais e federais envolvidas na investigação das causas da tragédia.

O governador comentou isso porque, além das pessoas que já foram encontradas mortas e feridas, ainda há pessoas desaparecidas em meio ao acidente. As equipes de busca seguem vasculhando a área próxima ao aeroporto internacional de Louisville, onde destroços da aeronave e partes incendiadas dificultam o acesso. Moradores da região relataram ter ouvido uma forte explosão no momento da queda, o que reforça a gravidade da situação. As autoridades pedem que a população evite se aproximar do local e que qualquer informação sobre possíveis desaparecidos seja comunicada às equipes de resgate. As autoridades ainda estudam as possíveis causas do acidente que derrubou o MD-11.

Avião de carga de grande porte cai nos Estados Unidos e causa nove mortes

Um avião de carga de grande porte caiu nesta terça-feira (4) em Louisville, no estado de Kentucky, nos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pelo governador Andy Beshear, nove pessoas morreram e dez estavam feridas. O avião, que realizava um voo de carga, saía da cidade norte-americana em direção a Honolulu, no Havaí.

Equipes de emergência foram acionadas para conter as chamas e realizar resgates na área onde o avião caiu. De acordo com Beshear, os trabalhos se estenderam durante toda a noite e ainda continuavam na manhã desta quinta-feira (5).

O que se sabe sobre o avião

A aeronave envolvida no acidente era um modelo McDonnell Douglas MD-11 e pertencia a UPS, uma das maiores empresas do setor logístico do mundo. Produzido a 34 anos, o MD-11 é um avião de transporte de grande porte e inclusive já realizou voos no Brasil.

De acordo com imagens que circulam nas redes, o avião chegou a subir levemente do solo no aeroporto Muhammad Ali, mas logo em seguida caiu e explodiu. Segundo a Agência Federal de Aviação dos EUA (FAA) o destino do voo era Honolulu, no Havaí.

A quilômetros de distância da cidade era possível visualizar uma coluna de fumaça, provocada pelo incidente. Ao cair, o avião causou um incêndio, devido ao combustível a bordo, que atingiu vários prédios de uma área industrial.


Momento em que avião cai no estado de Kentucky (Vídeo: reprodução/YouTube/@CNNbrasil)


Vítimas e consequências

Segundo o governador do Kentucky, o número de mortes subiu para 9 nesta manhã e ainda pode aumentar. O número de feridos está na marca de 10, de acordo com ele. O hospital UofL Health, para onde os feridos foram encaminhados, informou que durante a manhã que eles ainda estavam hospitalizados, e dois estavam em estado crítico, causado por queimaduras.

As decolagens de terça à noite haviam sido canceladas no aeroporto Muhammad Ali. Pouco antes das 10h de hoje (pelo horário de Brasília) a pista foi aberta novamente para pousos e decolagens, de acordo com a administração do aeroporto e o prefeito de Louisville, Craig Greenberg. Entretanto, as autoridades da cidade pediram que os moradores evitem passar por um raio de 7,5 km do aeroporto.

Morre Dick Cheney, ex-vice-presidente dos Estados Unidos

Dick Cheney, ex-vice-presidente dos Estados Unidos entre 2001 e 2009, morreu na última segunda-feira (3), aos 84 anos, em decorrência de complicações cardíacas. O comunicado foi divulgado pela família de Dick nesta terça (4). Considerado uma das figuras mais poderosas da política norte-americana no início dos anos 2000, Cheney teve papel decisivo na formulação das políticas de segurança dos EUA e na condução da invasão do Iraque após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Dick Cheney nunca buscou popularidade, porém, exerceu enorme poder nos bastidores da Casa Branca e do Partido Republicano. Lembrado como o vice-presidente mais influente da história dos Estados Unidos, conhecido por auxiliar nas decisões do governo Bush.


Anuncio da morte do ex-vice presidente Dick Cheney (Vídeo: reprodução/ You Tube/ CNN Brasil/Breaking News)


A trajetória de Dick Cheney

Antes de assumir a vice-presidência, Cheney construiu uma longa carreira pública em Washington. O ex-presidente foi secretário de Defesa, chefe de gabinete da Casa Branca e deputado pelo estado de Wyoming. Com uma postura vista como defensora de uma política externa partidária, estrategista de bastidores, respeitado e frequentemente temido por sua influência nos principais centros de poder político dos Estados Unidos.

Durante a invasão do Iraque, em 2003, Cheney foi um dos principais defensores da tese de que o regime de Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa, justificativa usada para o início do conflito. Nenhuma dessas armas, no entanto, foi encontrada.

Cheney também entrou em confronto com importantes membros do governo Bush, como os secretários de Estado Colin Powell e Condoleezza Rice, e defendeu o uso de técnicas de interrogatório “aprimoradas” contra suspeitos de terrorismo, práticas que incluíam afogamento simulado e privação de sono. Tanto o Comitê de Inteligência do Senado norte-americano quanto o relator especial da ONU para antiterrorismo classificaram essas ações como tortura.

Com uma postura vista como defensora de uma política externa partidária, estrategista de bastidores, respeitado e frequentemente temido por sua influência nos principais centros de poder político dos Estados Unidos.

Durante o período de 2001 a 2009, o ex-vice-presidente advogou pelo fortalecimento do poder da Casa Branca, argumentando que a autoridade do presidente havia sido abalada após o escândalo de Watergate, que resultou na queda de Richard Nixon.

Ruptura com o partido Republicano

Nos últimos anos de vida, Cheney viveu uma relação cada vez mais conturbada com o próprio partido. Embora tenha sido por décadas um símbolo do conservadorismo republicano, o ex-vice-presidente se viu isolado após a ascensão do ex-presidente Donald Trump, cujas ideias populistas e estilo combativo chocavam-se com a tradição política que Cheney representava.

O veterano político chegou a chamar Trump de “covarde” e o classificou como a “maior ameaça à república americana”. Suas declarações duras o afastaram da base republicana, mas aproximaram-no de setores moderados e de figuras democratas. Em um gesto que simbolizou essa mudança, Cheney revelou ter votado, nas eleições de 2024, em Kamala Harris, então candidata democrata e também ex-vice-presidente, destacando a importância de preservar os valores democráticos e as instituições do país.

Mesmo longe da vida pública, Cheney continuou sendo uma voz ativa nas discussões sobre política e segurança. Em entrevistas e memórias, refletia sobre as decisões tomadas ao longo de sua carreira e defendia a importância de um Estado forte para garantir a estabilidade global.

Despedida de um nome histórico

Cheney enfrentou problemas cardíacos desde jovem, sobrevivendo a vários ataques ao longo das décadas. Em 2012, passou por um transplante de coração, procedimento que prolongou sua vida e ao qual se referia como “o próprio dom da vida”. Após a cirurgia, optou por uma aposentadoria discreta, cercado pela família, mas ainda atento ao cenário político americano.

Sua morte encerra um capítulo importante da história dos Estados Unidos. Amado por uns, contestado por outros, Dick Cheney deixa um legado complexo — o de um homem que moldou o destino de uma nação em tempos turbulentos e que nunca temeu as controvérsias em nome de suas convicções.

STF suspende uso de tornozeleira eletrônica de Mauro Cid

Na tarde desta segunda-feira (03), o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a obrigatoriedade do uso da tornozeleira eletrônica imposta a Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência da República. Cid havia sido condenado por participação na chamada “trama golpista”, ao lado de outros investigados no caso. A decisão ao não uso, no entanto, vale exclusivamente para ele.

Condenação e medidas

O militar, que atuou diretamente no gabinete do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, recebeu até o momento a pena mais branda entre os réus do processo da trama golpista. Em setembro, a Primeira Turma do STF definiu sua condenação a dois anos de prisão em regime aberto por tentativa de golpe de Estado no dia 8 de janeiro de 2023.  A prisão será cumprida com uma série de restrições determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Portanto Mauro Cid não apresentou recurso contra a sentença.

Entre as medidas impostas por Moraes, Cid está proibido de sair de casa sem autorização judicial, portar armas de fogo, utilizar redes sociais ou manter qualquer tipo de contato com outros réus que estão envolvidos no processo. Ele também deve cumprir recolhimento domiciliar entre 20h e 6h. Uma das determinações mais rígidas é a proibição de deixar o país, o que inviabilizou os planos do militar de se mudar com a família para os Estados Unidos.

Próximos passos

Durante as investigações, Mauro Cid chegou a cumprir duas prisões temporárias não ultrapassando o período de seis cada decreto, esses dias que serão descontados do total da pena imposta pelo STF. A defesa também solicitou ao Supremo o abatimento do tempo referente às medidas cautelares já cumpridas pelo militar, porém, o pedido ainda será analisado por Moraes.


Tenente-coronel Mauro Cid (Foto: Reprodução/Geraldo Magela/Agência Senado)


Enquanto Cid aguarda a possibilidade de usufruir 60 dias de férias no Exército e o processo de análise de sua aposentadoria, os demais réus da trama golpista poderão ter os julgamentos iniciados ainda nesta semana.

Trump acusa Nigéria de perseguição religiosa e promete agir

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta sexta-feira (31) a Nigéria de cometer graves violações da liberdade religiosa em uma publicação feita no seu perfil no Truth Social. Segundo ele, o cristianismo no país enfrenta “uma grande ameaça existencial”.

A declaração, que aconteceu poucos dias depois do encontro de Trump com Lula na Malásia, provocou reações imediatas tanto em Washington, capital dos EUA, quanto em Abuja, capital nigeriana. O governo da Nigéria negou as acusações, classificando-as como “infundadas e baseadas em desinformação disseminada por grupos com motivações políticas”.

A declaração de Trump

No post, o presidente afirmou que centenas de cristãos estariam sendo assassinados por islamitas radicais e que os Estados Unidos devem agir para impedir o avanço da violência. “Os Estados Unidos não podem ficar parados enquanto essas atrocidades acontecem na Nigéria e no mundo”, escreveu Trump. “Estamos prontos, dispostos e aptos para salvar nossa grande população cristã”.

De acordo com o republicano, sua administração teria colocado a Nigéria na lista de Países de Preocupação Especial, prevista na Lei Internacional da Liberdade Religiosa. Essa designação é usada quando o governo americano entende que uma nação está envolvida em violações sistemáticas, contínuas e flagrantes na questão da expressão religiosa.

No começo desse mês, o senador Ted Cruz já havia acusado publicamente a Nigéria de estar cometendo um genocídio contra cristãos, e pedia para que o caso fosse investigado e que os Estados Unidos sancionasse o país, como anda fazendo com vários outros.


Senador Ted Cruz em encontro com Trump (Foto: reprodução/Instagram/@sentedcruz)


As alegações de massacre de cristãos, contudo, não são comprovadas por dados oficiais e foram rejeitadas pelas autoridades nigerianas.

Conflito na Nigéria tem diversas causas

A violência no país africano é impulsionada por múltiplos fatores, que vão além das questões religiosas. Parte dos incidentes é motivada por disputas entre agricultores e pastores por recursos naturais escassos, além de tensões étnicas e comunitárias. Embora cristãos também sejam vítimas, relatos locais indicam que a maioria dos ataques recentes atinge comunidades muçulmanas do norte da Nigéria.

De acordo com o International Crisis Group, essas disputas têm se agravado com o avanço das mudanças climáticas e a instabilidade política da região. Especialistas alertam que, embora o governo americano possa impor sanções à Nigéria caso o diálogo diplomático não avance, a retórica de Trump pode acirrar tensões religiosas internas em um país que já enfrenta uma das crises humanitárias mais complexas do continente africano.

 

Chega ao fim relacionamento entre Ana de Armas e Tom Cruise

Segundo matéria norte-americana publicada nesta quinta-feira (30) pela revista Us Weekly, chegou ao fim o romance entre os atores Tom Cruise e Ana de Armas. De acordo com a publicação, a decisão de encerrar o relacionamento partiu da atriz.

O início do casal

Os rumores sobre o casal começaram em fevereiro deste ano, quando Ana e Tom foram flagrados juntos durante o Dia dos Namorados nos Estados Unidos. Após o episódio, os dois foram fotografados em outras ocasiões de mãos dadas, indo a shows e restaurantes reforçando as especulações sobre o relacionamento. O casal se conheceu durante as gravações de um longa Deeper, cuja produção foi recentemente interrompida devido a ajustes na agenda e questões internas de estúdio.


Ana de Armas e Tom Cruise juntos (Foto: reprodução/Instagram/@adorocinema)


Término e rumores

Segundo o Us Weekly, uma fonte próxima à atriz revelou que, apesar da química inegável que existe entre Ana e Tom Cruise, ela decidiu colocar um ponto final na relação por não se sentir totalmente confortável. “Ela precisou pisar no freio”, disse a fonte à publicação. Já o portal Gshow repercutiu informações do site Radar Online, que indicou que o relacionamento começou a enfrentar dificuldades após a atriz cubana não concordar com a religião seguida por Tom Cruise, a Cientologia. No entanto, essa informação não foi confirmada pela fonte do Us Weekly e nem o real motivo do encerramento da relação.

Apesar do término, ambos manifestaram o desejo de manter uma boa relação e também uma futura amizade. “Eles vão ver como as coisas acontecem no futuro”, afirmou a fonte.

Atualmente com 63 anos, Tom Cruise é um dos maiores astros de Hollywood, conhecido por franquias de sucesso como Missão: Impossível, Top Gun: Maverick e o clássico de ação e comédia Encontro Explosivo. Já a atriz cubana Ana de Armas, de 37 anos, se destacou em produções como 007 – Sem Tempo para Morrer, Entre Facas e Segredos e no longa Blonde, onde interpretou Marilyn Monroe.

EUA firmam parceria de US$ 1 bilhão com AMD em projetos de supercomputadores e IA

A mais nova parceria entre os Estados Unidos e a AMD (empresa multinacional de tecnologia) foi oficialmente fechada no valor de US$ 1 bilhão, visando a construção de dois supercomputadores. A nova tecnologia promete impulsionar pesquisas em energia nuclear, tratamento do câncer, inteligência artificial e até segurança nacional.

Segundo o secretário norte-americano de Energia, Chris Wright, as máquinas que serão produzidas devem atuar em experimentos complexos, os quais consomem grandes quantidades de processamento massivo de dados. Wright ainda afirmou que os supercomputadores irão atuar na administração do arsenal de armas nucleares dos Estados Unidos.

Planos para a iniciativa

As pesquisas feitas pelos supercomputadores devem acelerar a descoberta de medicamentos, através de simulações de tratamentos do câncer. De acordo com o secretário de Energia, é esperado que entre os próximos cinco ou oito anos, a maioria dos cânceres estejam em “condições controláveis”, ou seja, não avancem tanto quanto hoje para o estado terminal.

Além disso, a tecnologia também deve atuar nas pesquisas de energia nuclear e energia de fusão. Cientistas e empresas estão realizando experimentos que buscam recriar a reação nuclear responsável pela criação do Sol, colidindo átomos leves em um gás de plasma. À Reuters, Wright declarou que estão tentando refazer o mesmo fenômeno, mas que mesmo com os progressos, ainda é necessário uma tecnologia mais avançada que inclui a computação dos sistemas de inteligência artificial, que a iniciativa produzirá.


Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Thomas Kronsteiner)

Computação e IA

Entre os planos para a parceria, estão incluídos dois sistemas. O primeiro computador, batizado de Lux, deve ser entregue em seis meses. Ele irá utilizar os chips de inteligência artificial MI355X da própria AMD, além de CPUs e chips de rede fabricados pela multinacional. A presidente da AMD, Lisa Su, afirmou que a implementação do Lux foi a mais rápida entre os supercomputadores.

Já o segundo computador, intitulado Discovery, será mais avançado, baseado na série MI340 de chips de inteligência artificial da AMD. Ele deve ser entregue em 2028, com previsão de operação para 2029. A iniciativa entre o governo e a empresa privada marca um avanço nos experimentos, utilizando novas tecnologias que prometem entregar resultados de pesquisas complexas através do uso da computação e da IA.

Brasil e EUA retomam diálogo comercial após encontro entre Lula e Trump

Após o primeiro encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na Malásia, autoridades do Brasil e dos Estados Unidos se reuniram neste domingo (26) para discutir os próximos passos das negociações comerciais entre os dois países. A reunião teve como objetivo consolidar avanços diplomáticos e buscar soluções para impasses tarifários, marcando uma tentativa de reaproximação política e econômica após anos de tensões nas relações bilaterais.

Reunião reforça tentativa de reaproximação entre os dois países

De acordo com a CNN Brasil, representantes do governo brasileiro e autoridades dos Estados Unidos se reuniram após o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, realizado na Malásia. O objetivo da reunião foi dar continuidade ao diálogo iniciado entre os líderes e tratar de temas ligados à cooperação comercial e diplomática.

A reportagem informa que o encontro ocorreu em um contexto de tentativa de reaproximação entre os dois países, após períodos de divergências políticas e econômicas. As delegações discutiram formas de ampliar as negociações bilaterais e avaliaram medidas para reduzir barreiras comerciais impostas anteriormente. O governo brasileiro considera que a retomada do diálogo é fundamental para fortalecer as relações entre Brasília e Washington e para impulsionar setores estratégicos da economia nacional.


Bastidores da reunião entre Lula e Trump (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Encontro entre Lula e Trump abre espaço para nova fase diplomática

O encontro entre Lula e Trump na Malásia marcou o início de uma nova fase nas relações entre Brasil e Estados Unidos. A conversa direta entre os presidentes abriu caminho para o diálogo técnico entre as equipes diplomáticas, que agora buscam transformar o gesto político em resultados concretos.

A reunião foi considerada significativa porque ocorre após meses de instabilidade nas relações bilaterais, especialmente em temas econômicos e ambientais. A expectativa é que as tratativas iniciadas durante o encontro sirvam de base para novas negociações voltadas à ampliação do comércio e à cooperação em áreas estratégicas. Ainda segundo a reportagem, tanto Brasília quanto Washington demonstraram disposição em manter um canal permanente de comunicação, reforçando o compromisso com uma relação mais estável e produtiva entre os dois países.